{"id":4375,"date":"2026-05-02T11:26:07","date_gmt":"2026-05-02T14:26:07","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/?p=4375"},"modified":"2026-05-02T11:30:35","modified_gmt":"2026-05-02T14:30:35","slug":"crosin-2-ods6-4-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/crosin-2-ods6-4-2026\/","title":{"rendered":"CRosin &#8211; 2 &#8211; ODS6 (4) &#8211; 2026"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"4375\" class=\"elementor elementor-4375\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-e5091f0 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"e5091f0\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-8e57f2b\" data-id=\"8e57f2b\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-321702d elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"321702d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Como os microrganismos podem ajudar na despolui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua<\/h2>\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c3bb27c elementor-widget elementor-widget-post-info\" data-id=\"c3bb27c\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"post-info.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<ul class=\"elementor-inline-items elementor-icon-list-items elementor-post-info\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<li class=\"elementor-icon-list-item elementor-repeater-item-9c6ee53 elementor-inline-item\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-icon-list-icon\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<i aria-hidden=\"true\" class=\"far fa-user-circle\"><\/i>\t\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-icon-list-text elementor-post-info__item elementor-post-info__item--type-custom\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\tClara Leonardi Rosin\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/li>\n\t\t\t\t<li class=\"elementor-icon-list-item elementor-repeater-item-d356cb3 elementor-inline-item\" itemprop=\"datePublished\">\n\t\t\t\t\t\t<a href=\"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/2026\/05\/02\/\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-icon-list-icon\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<i aria-hidden=\"true\" class=\"fas fa-calendar\"><\/i>\t\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-icon-list-text elementor-post-info__item elementor-post-info__item--type-date\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<time>2026-05-02<\/time>\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/a>\n\t\t\t\t<\/li>\n\t\t\t\t<li class=\"elementor-icon-list-item elementor-repeater-item-cd353b2 elementor-inline-item\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-icon-list-icon\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<i aria-hidden=\"true\" class=\"far fa-clock\"><\/i>\t\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span class=\"elementor-icon-list-text elementor-post-info__item elementor-post-info__item--type-time\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<time>11:26<\/time>\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/li>\n\t\t\t\t<\/ul>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-861df5e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"861df5e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p><b>Objetivo: <span style=\"font-weight: 400;\">Relacionar a aplica\u00e7\u00e3o da biorremedia\u00e7\u00e3o com a ODS 6: \u201c\u00c1gua Pot\u00e1vel e Saneamento\u201d, destacando o uso de microrganismos como alternativa biotecnol\u00f3gica para o tratamento de \u00e1guas contaminadas.<\/span><\/b><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-8ff106a elementor-author-box--layout-image-left elementor-author-box--align-left elementor-widget elementor-widget-author-box\" data-id=\"8ff106a\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"author-box.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-author-box\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div  class=\"elementor-author-box__avatar\">\n\t\t\t\t\t<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/wp-content\/uploads\/sites\/1649\/2026\/03\/96ABA2C0-8203-40F1-AB67-E02565BB0407-Clara-Leonardi-Rosin-300x300.jpeg\" alt=\"Picture of Clara Leonardi Rosin\" loading=\"lazy\">\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\n\t\t\t<div class=\"elementor-author-box__text\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div >\n\t\t\t\t\t\t<h4 class=\"elementor-author-box__name\">\n\t\t\t\t\t\t\tClara Leonardi Rosin\t\t\t\t\t\t<\/h4>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-author-box__bio\">\n\t\t\t\t\t\t<p>Aluna de gradua\u00e7\u00e3o em Biotecnologia, Universidade de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-0d21243 elementor-drop-cap-yes elementor-drop-cap-view-default elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"0d21243\" data-element_type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;drop_cap&quot;:&quot;yes&quot;}\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p>A<span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0\u00e1gua \u00e9, sem d\u00favida, o recurso mais valioso do nosso planeta. Ela est\u00e1 em tudo: no copo que bebemos, na comida que chega \u00e0 nossa mesa, na nossa higiene pessoal e em praticamente todos os processos industriais que movem a economia. No entanto, por mais que ela pare\u00e7a abundante, a realidade \u00e9 preocupante. Hoje, bilh\u00f5es de pessoas no mundo todo ainda vivem sem o b\u00e1sico, como \u00e1gua tratada e coleta de esgoto [1]. Essa falta de infraestrutura n\u00e3o causa apenas sede; ela \u00e9 a porta de entrada para doen\u00e7as graves e para a degrada\u00e7\u00e3o dos nossos rios e oceanos. Para enfrentar esse cen\u00e1rio, a ONU criou a ODS 6, uma meta global que busca garantir que a gest\u00e3o sustent\u00e1vel da \u00e1gua e o saneamento b\u00e1sico sejam uma realidade para todos, e n\u00e3o um privil\u00e9gio de poucos. Mas a pergunta que fica \u00e9: como podemos limpar o que j\u00e1 foi sujado de forma eficiente?<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 aqui que entra uma solu\u00e7\u00e3o fascinante da biotecnologia chamada biorremedia\u00e7\u00e3o. O nome pode at\u00e9 assustar e parecer algo sa\u00eddo de um laborat\u00f3rio futurista, mas o conceito \u00e9 incrivelmente simples e inspirado na pr\u00f3pria natureza. Biorremedia\u00e7\u00e3o significa, literalmente, usar a vida para remediar ou curar um problema ambiental. Em vez de despejar ainda mais produtos qu\u00edmicos na \u00e1gua para tentar limp\u00e1-la, os cientistas utilizam seres vivos microsc\u00f3picos \u2014 como bact\u00e9rias, fungos e microalgas \u2014 para fazer o &#8220;trabalho sujo&#8221; [2]. Esses microrganismos funcionam como verdadeiros oper\u00e1rios da limpeza, capazes de &#8220;comer&#8221; poluentes e transform\u00e1-los em subst\u00e2ncias inofensivas.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas por que focar tanto nisso? A polui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua \u00e9 hoje um dos maiores obst\u00e1culos para a sa\u00fade p\u00fablica mundial. Al\u00e9m da sujeira vis\u00edvel, esses poluentes facilitam a vida de micr\u00f3bios ruins, que causam doen\u00e7as como diarreia, hepatite e infec\u00e7\u00f5es intestinais que matam milhares de pessoas todos os anos [3]. A biorremedia\u00e7\u00e3o surge como uma alternativa sustent\u00e1vel porque ela aproveita a fome e o metabolismo desses microrganismos do bem. Para muitas bact\u00e9rias, aquilo que \u00e9 um veneno mortal para n\u00f3s \u2014 como o \u00f3leo de um vazamento de petr\u00f3leo ou um res\u00edduo qu\u00edmico de f\u00e1brica \u2014 serve como uma excelente fonte de energia, ou seja, serve como alimento.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Um dos exemplos mais interessantes e estudados \u00e9 a bact\u00e9ria chamada <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Pseudomonas putida<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Ela \u00e9 uma verdadeira especialista em degradar hidrocarbonetos, que s\u00e3o compostos qu\u00edmicos encontrados no petr\u00f3leo e que costumam causar desastres ambientais imensos quando chegam aos rios e mares [4]. Quando essa bact\u00e9ria encontra uma mancha de \u00f3leo, ela come\u00e7a a quebrar as mol\u00e9culas complexas e t\u00f3xicas em partes muito menores e mais simples, reduzindo drasticamente a polui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua. \u00c9 a ci\u00eancia usando a evolu\u00e7\u00e3o natural para resolver um problema que o homem criou.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m de lidar com desastres industriais, esses pequenos ajudantes tamb\u00e9m s\u00e3o fundamentais no saneamento urbano comum. Existem bact\u00e9rias que &#8220;adoram&#8221; a mat\u00e9ria org\u00e2nica que vem do nosso esgoto dom\u00e9stico. Ao fazerem a digest\u00e3o desse material, elas ajudam a diminuir aquela apar\u00eancia turva da \u00e1gua, eliminam o mau cheiro e, de quebra, reduzem a quantidade de pat\u00f3genos perigosos no ambiente [5]. Isso mostra que a biotecnologia n\u00e3o serve apenas para grandes empresas, mas para melhorar a qualidade de vida nas cidades e garantir que o rio que passa perto da sua casa volte a ter vida.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro ponto que torna a biorremedia\u00e7\u00e3o muito atraente \u00e9 o seu baixo impacto ambiental e econ\u00f4mico. Os m\u00e9todos tradicionais de tratamento de \u00e1gua muitas vezes dependem de grandes quantidades de produtos qu\u00edmicos agressivos e gastam muita energia el\u00e9trica nas esta\u00e7\u00f5es de tratamento. J\u00e1 os processos biol\u00f3gicos tendem a ser mais econ\u00f4micos, suaves para o ecossistema e aproveitam a capacidade que a pr\u00f3pria natureza tem de se regenerar quando recebe um &#8220;empurr\u00e3ozinho&#8221; da ci\u00eancia [2].<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 claro que nem tudo \u00e9 perfeito e ainda existem desafios consider\u00e1veis. Esses microrganismos s\u00e3o seres vivos e, como n\u00f3s, t\u00eam suas prefer\u00eancias. Eles precisam de uma temperatura ideal, do n\u00edvel certo de acidez (pH) na \u00e1gua e de oxig\u00eanio para trabalharem no ritmo m\u00e1ximo. Al\u00e9m disso, em pa\u00edses como o Brasil, o investimento em pesquisa e infraestrutura para aplicar essas t\u00e9cnicas em larga escala ainda \u00e9 um desafio para as pol\u00edticas p\u00fablicas [6].\u00a0<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">No entanto, o potencial \u00e9 gigantesco. A biorremedia\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas uma t\u00e9cnica de limpeza; \u00e9 uma ponte entre a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, a sa\u00fade p\u00fablica e a prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente. Ao usarmos esses aliados microsc\u00f3picos, damos um passo concreto em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 ODS 6, garantindo que o futuro das pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es tenha o recurso mais essencial de todos: \u00e1gua limpa e segura.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-ae3c912 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"ae3c912\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-fe3519f\" data-id=\"fe3519f\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-a314b35 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"a314b35\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p><strong>Refer\u00eancia<\/strong>:<\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">[1] UNITED NATIONS. <\/span><b>The Sustainable Development Goals Report 2023<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. New York: United Nations, 2023.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">[2] VIDALI, M. Bioremediation. An overview. <\/span><b>Pure and Applied Chemistry<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, v. 73, n. 7, p. 1163-1172, 2001.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">[3] WORLD HEALTH ORGANIZATION. <\/span><b>Drinking-water<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Geneva: WHO, 2022.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">[4] NIKAKHTARI, H.; HILL, G. A. Biological treatment of synthetic petroleum refinery wastewater by Pseudomonas putida. <\/span><b>Journal of Environmental Science and Health<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, v. 41, p. 333-344, 2006.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-top-column elementor-element elementor-element-4cec573\" data-id=\"4cec573\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-16fd8d2 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"16fd8d2\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<p>\u00a0<\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">[5] DAS, N.; CHANDRAN, P. Microbial degradation of petroleum hydrocarbon contaminants: an overview. <\/span><b>Biotechnology Research International<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, v. 2011, p. 1-13, 2011.<\/span><\/p><p><span style=\"font-weight: 400;\">[6] ANA \u2013 AG\u00caNCIA NACIONAL DE \u00c1GUAS E SANEAMENTO B\u00c1SICO. <\/span><b>Conjuntura dos recursos h\u00eddricos no Brasil 2023<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Bras\u00edlia, 2023.<\/span><\/p>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como os microrganismos podem ajudar na despolui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua Objetivo: Relacionar a aplica\u00e7\u00e3o da biorremedia\u00e7\u00e3o com a ODS 6: \u201c\u00c1gua Pot\u00e1vel e Saneamento\u201d, destacando o uso de microrganismos como alternativa biotecnol\u00f3gica para o tratamento de \u00e1guas contaminadas. A\u00a0\u00e1gua \u00e9, sem d\u00favida, o recurso mais valioso do nosso planeta. Ela est\u00e1 em tudo: no copo que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":25145,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[33],"tags":[48],"class_list":["post-4375","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-33","tag-ods-6","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4375","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25145"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4375"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4375\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4383,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4375\/revisions\/4383"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4375"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4375"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/biotecomunidade\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4375"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}