Ratones – Administración de sustancias – Vía oral (Canulación por sonda)

Administración de sustancias​

Vía oral (Canulación por sonda)

Materiales:

  • Guantes descartables para los procedimientos;
  • Bata de laboratorio;
  • Sonda rígida o flexible compatible con el tamaño del animal (largo y calibre);
  • Jeringa (de 1 ml a 3 ml).

Procedimientos:

  1. La cánula que va a ser utilizada deberá tener el largo adecuado al tamaño del ratón, considerando la distancia a partir de la comisura de la boca hasta la última costilla del animal;
  2. Rellene la jeringa con la cantidad apropiada de la sustancia que se va a administrar;
  3. Realice la inmovilización manual del ratón, según lo descrito en la técnica I de contención y colóquelo con la cabeza orientada hacia arriba. La cabeza debe estar completamente inmovilizada para permitir el posicionamiento adecuado de la sonda de canulación; 
  4. Mida la porción de la cánula que desea introducir, considerando la distancia desde la cavidad oral hasta el estómago del animal (aproximadamente a la altura del cartílago xifoides);
  5. Introduzca la punta de la cánula por la comisura lateral de la boca (evitando los dientes incisivos) y deslice la cánula dentro de la cavidad oral, por encima de la lengua del animal, realizando un movimiento delicado y continuo;
  6. Espere hasta que el animal trague. Cuando está correctamente posicionada, la cánula se desliza fácilmente por el esófago del animal. Nunca usar fuerza en el procedimiento, ya que esto puede causar la ruptura del esófago;
  7. Una vez que la cánula esté debidamente colocada, administre lentamente la sustancia observando que no haya reflujo;
  8. Remueva la cánula lentamente, siguiendo la misma curvatura con la cual fue introducida.
  9. Observe si el animal presenta algún signo de dificultad para respirar o sangrado por la boca o narinas por lo menos 5 minutos, antes de devolverlo a la sala de alojamiento en el bioterio.

ATENCIÓN

La canulación debe realizarse en animales sin anestesia o sedación, debido al mayor riesgo de aspiración, porque la solución puede entrar inadvertidamente en los pulmones.

Si se produce hipo o tos, puede ser indicativo de que la cánula está en la tráquea del animal.

Las cánulas deberán tener la punta roma para evitar que se deslice por la tráquea y para evitar lesiones. De forma alternativa, podría utilizarse una cánula flexible.

Referencia:

BOGDANSKE, John J. et al. Laboratory mouse procedural techniques: manual and DVD. CRC Press, 2010. DOI: 10.1201/9780429187940 

VIA DE ADMINISTRAÇÃOFREQUÊNCIACONTENÇÃOCOMENTÁRIOSIMPACTO NO BEM-ESTAR
Bomba osmóticaContínuaAnestesia para o implante, depois nenhumaEvita
múltiplas injeções.
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Intra-articularDose únicaAnestesiaPode lesionar a articulação;
Esterilidade é essencial;
Realizar apenas uma vez.
***
IntracerebralDose únicaAnestesiaTecnicamente difícil em neonatos.

O procedimento incorreto, volume incompatível ou propriedades da substância, ou rejeição por acúmulo da substância podem resultar em óbito.
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IntradérmicaDoses repetidasManualDeve-se alcançar uma boa técnica para garantir que a administração não seja subcutânea.**
IntramuscularDoses repetidasManualEfeitos irritantes podem causar dor e lesão tecidual.

Pode causar danos aos nervos.

Evite injetar nos espaços entre as fáscias ou vasos sanguíneos.

Efeitos ocasionados por grandes volumes e dano tecidual ficam ocultos.

Atente-se aos adjuvantes. Considere injetar em diferentes locais para administrações sucessivas.
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IntranasalDoses repetidasManualÉ difícil garantir que a dose completa seja administrada na narina.

Efeitos adversos são improváveis, mas volumes excessivos podem causar asfixia.
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IntraperitonealDoses repetidasManualSubstâncias irritantes podem causar dor e peritonite.

Podem ocorrer equívocos ao administrar a substância diretamente em um órgão, porém é difícil de detectar.

Indicado apenas para pequenos roedores.
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IntratraquealDose únicaAnestesiaPode causar óbito em equívoco técnico ou se a substância for irritante.***
IntravaginalDoses repetidasManualPode ser difícil reter a substância no interior da vagina.*
IntravenosaDoses repetidasAnestesia ou contenção mecânica com auxílio de pano, tubo ou saco plásticoNecessário aquecer o animal para vasodilatação. Cuidado para evitar queimaduras na cauda.

A injeção rápida pode resultar em alta concentração da substância no sistema nervoso central ou outro órgão, podendo ser fatal.
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Oral:
Alimento/Água
Doses repetidasNãoA dose pode variar com a ingestão de alimentos ou água.

A dosagem em alimentos causa pouco estresse, porém a baixa palatabilidade pode restringir a ingestão, possibilitando sofrimento causado pela sede.

É importante conhecer o comportamento alimentar do animal.
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Oral:
Veículo
Doses repetidasNãoFácil de administrar, porém o animal pode rejeitar substâncias não palatáveis.

É importante conhecer o comportamento alimentar do animal.
*
Oral:
Gavagem
Doses repetidasManualO posicionamento preciso da cânula é essencial.

Equívocos são raros, porém pode ocorrer óbito em pequenos roedores caso a canulação esteja incorreta.
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Respiratória:
Exposição de corpo inteiro
Doses repetidasNãoÉ difícil medir a dose administrada, mas falhas ou problemas técnicos ou de bem-estar são raros.*
Respiratória:
Inalação apenas nasal
Doses repetidasTubos ou
máscaras
Estressante devido à contenção no tubo.

Treinamento e habituação dos animais são essenciais.
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SubcutâneaDoses repetidasManualEm caso de doses sucessivas, alternar o local de administração; atenção aos adjuvantes.*
Tópica dérmicaDoses repetidasManual ou anestesiaPouco utilizado em pequenos roedores.

A remoção dos curativos adesivos pode ser dolorosa. Substâncias irritantes são especialmente problemáticas.
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Tópica OcularDoses repetidasManualTrata-se de uma técnica fácil, mas substâncias irritantes podem causar lesões oculares, que tendem a ser muito dolorosas.*