O campus da USP em Bauru é pequeno e as vidas que o habitam se entrelaçam. Quem estuda na Odontologia convive com quem trabalha no HRAC; quem pesquisa na Medicina almoça ao lado de quem cuida dos jardins da Prefeitura do campus. O sofrimento e o bem-viver circulam pelos mesmos laços.
Muitas instâncias cuidam de pedaços dessa vida comum: as Comissões de Inclusão e Pertencimento, as ouvidorias, as CIPAs, o Serviço Social, o Centro Cultural, os programas de acolhimento, os centros acadêmicos. Cada uma com seu mandato, quase sempre trabalhando em separado.
O Centro Cuidar começou a costurar, em conversas com essas instâncias e com representações de estudantes e de servidores, uma rede de articulação do campus. O nome de trabalho é Teia de Bem-Viver do Campus USP Bauru, provisório, a ser batizado em conjunto por quem a compõe. Os primeiros encontros estão previstos para agosto de 2026.
Nosso papel na Teia é o de anfitrião. Abrimos a casa e preparamos a roda; a memória dos encontros fica sob nossa guarda. Os rumos serão construídos por quem dela participa.
A Teia não realiza atendimentos nem trata situações individuais. Ela existe para que as instâncias do campus se conheçam e trabalhem juntas, do alinhamento de calendários à construção de ações de cuidado que atravessam as unidades.
Quer se aproximar? Escreva para cuidarbauru@usp.br.
