{"id":387,"date":"2014-09-29T11:14:27","date_gmt":"2014-09-29T11:14:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cest.poli.usp.br\/?page_id=387"},"modified":"2015-04-05T20:30:45","modified_gmt":"2015-04-05T20:30:45","slug":"neutralidadeinteroperabilidade","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.usp.br\/cest\/neutralidadeinteroperabilidade\/","title":{"rendered":"Neutralidade\/Interop."},"content":{"rendered":"<p><strong>Normas<\/strong><br \/>\nQual \u00e9 o papel das normas t\u00e9cnicas de TIC no desenvolvimento de cidades inteligentes? Iniciativas para entender o contexto do uso de normas TIC no contexto das \u201cCidades Inteligentes\u201d est\u00e3o se proliferando em todo o mundo. O ITU-T tem um Grupo de Trabalho focado nas Cidades Inteligentes Sustent\u00e1veis <a href=\"http:\/\/www.itu.int\/en\/ITU-T\/focusgroups\/ssc\/Pages\/default.aspx\">mais informa\u00e7\u00f5es aqui<\/a> A IEC tem um Grupo de Avalia\u00e7\u00e3o de Sistema de Cidades Inteligentes <a href=\"http:\/\/www.iec.ch\/dyn\/www\/f?p=103:186:0::::FSP_ORG_ID,FSP_LANG_ID:10330,25\">mais informa\u00e7\u00f5es aqui<\/a><br \/>\nISO\/IEC JTC 1 tem um Grupo de Estudos sobre Cidades Inteligentes <a href=\"http:\/\/www.iso.org\/iso\/iso_technical_committee%3Fcommid%3D45020\">mais informa\u00e7\u00f5es aqui<\/a> A ISO tem publica\u00e7\u00f5es sobre Cidades Inteligentes <a href=\"http:\/\/www.iso.org\/iso\/home\/news_index\/news_archive\/news.htm?refid=Ref1695\">mais informa\u00e7\u00f5es aqui<\/a>. Como o Brasil (doutrina, governo, setor privado, organismos nacionais de normaliza\u00e7\u00e3o) est\u00e1 se posicionando nessa discuss\u00e3o global e como isso deve ser parte dos indicadores de desenvolvimento de pa\u00edses no futuro? Que a\u00e7\u00f5es podem ser tomadas no Brasil para que n\u00e3o sejamos apenas observadores passivos da discuss\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>Cat\u00e1logos de Dados Abertos e o respectivo ecossistema de aplicativos<\/strong><br \/>\n\u201cDados Abertos\u201d \u00e9 um t\u00f3pico fundamental quando pensamos em como podemos gerar benef\u00edcios sociais a partir da tecnologia. Com o avan\u00e7o da legisla\u00e7\u00e3o em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 abertura de dados criados em todos os n\u00edveis do setor p\u00fablico e ag\u00eancias reguladoras, e tamb\u00e9m considerando o avan\u00e7o da Internet das Coisas, com sensores capazes de capturar uma enorme quantidade de dados brutos que podem ser combinados com outros data marts de diferentes fontes, estamos em uma fase em que \u00e9 poss\u00edvel oferecer uma API para deduzir e informar a localiza\u00e7\u00e3o de um grande conjunto de dados p\u00fablicos dispon\u00edveis. Existem diferentes produtos no mercado para criar esses cat\u00e1logos, tais como CKAN, Socrata e OGDI, entre outros. Seria interessante estudar como podemos criar um c\u00edrculo de impacto positivo com os Dados Abertos, impactando os produtores de Dados Abertos, os hosters de cat\u00e1logos, os arquitetos de solu\u00e7\u00f5es, os desenvolvedores de aplicativos de terceiros e mais importante, a sociedade como um todo, que ent\u00e3o se beneficiariam dos resultados das atividades deste c\u00edrculo. E tamb\u00e9m estudar as implica\u00e7\u00f5es \u00e9ticas e sociais da libera\u00e7\u00e3o de grandes quantidades de dados abertos, incluindo medidas t\u00e9cnicas, legais e regulamentares que podem ajudar a evitar o abuso dos dados, e ao mesmo tempo promover a inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<ul>\n<li>Moedas Criativas como ecossistemas de pagamentos digitais em Iconomy<\/li>\n<\/ul>\n<p>Esta proposta se refere \u00e0 linha de pesquisa para os benef\u00edcios sociais gerados pela tecnologia, o que significa a realiza\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios estudos de caso sobre as moedas criadas local ou socialmente, apoiadas por projetos de desenvolvimento humano, e que podem circular atrav\u00e9s de telefones celulares, tablets, computadores e sensores. Os estudos de caso devem lidar com solu\u00e7\u00f5es que fazem uso de sistemas abertos para suportar o desenvolvimento de uma economia criativa, bem como com as quest\u00f5es legais relacionadas ao uso dessas moedas e os dados criados e armazenados em sistemas tecnol\u00f3gicos que apoiam essa nova economia. A Internet das Coisas, onde objetos, sensores, dados, imagens e software est\u00e3o misturados, permite a cria\u00e7\u00e3o de mundos virtuais ou h\u00edbridos, novas moedas relacionadas a uma nova economia criativa &#8211; ou iconomy &#8211; e pode ocupar um lugar no mundo virtual, usando sistemas abertos para a sua sustentabilidade.<\/p>\n<p><strong>Impacto t\u00e9cnico- social do software de C\u00f3digo Aberto e software pr\u00f3prio nas organiza\u00e7\u00f5es<\/strong><br \/>\nAbordagens t\u00e9cnico-sociais para medir os impactos da tecnologia no ambiente humano est\u00e3o chamando a aten\u00e7\u00e3o de muitos pesquisadores em todo o mundo. Os sistemas formais muitas vezes estendem seus limites e influenciam as atividades di\u00e1rias dos atores respons\u00e1veis por interagir com eles. \u00c9 comum que as pessoas se refiram \u00e0 parte dos problemas organizacionais como \u201cproblemas do Sistema\u201d ou \u201cimpossibilidades do Sistema\u201d de forma que o processo real deve ser adaptado a um sistema de TI, e n\u00e3o o contr\u00e1rio. As pessoas normalmente tentam burlar esses formalismos e desenvolver regras paralelas fora dos modelos formais, a fim de poderem retomar suas flexibilidades ou responder melhor \u00e0s necessidades de neg\u00f3cios. O objetivo deste estudo \u00e9 avaliar e comparar se existe alguma diferen\u00e7a nos impactos t\u00e9cnico-sociais nas organiza\u00e7\u00f5es que se baseiam no modelo de desenvolvimento de software.<\/p>\n<p><strong>Alternativas para computa\u00e7\u00e3o de alto desempenho (HPC &#8211; , da sigla em ingl\u00eas para High Performance Computing) usando OSS em ambientes de nuvem<\/strong><br \/>\nA HPC \u00e9 normalmente implementada com poder de processamento vertical em sistemas de multiprocessamento sim\u00e9trico (SMP, da sigla em ingl\u00eas para \u201csymmetric multi-processing systems\u201d). Nos \u00faltimos anos, tentativas de consolidar diversas unidades com sistemas SMP menos densos em fazendas horizontais de computa\u00e7\u00e3o em grade trouxeram novas abordagens para lidar com HPC. Mais recentemente, com a necessidade das organiza\u00e7\u00f5es de lidar com um grande volume de dados em tempo real, solu\u00e7\u00f5es de grade come\u00e7am a ser usadas por empresas. O objetivo deste estudo \u00e9 elaborar um guia de boas pr\u00e1ticas para implementar um ambiente de HPC baseado em computa\u00e7\u00e3o em nuvem, usando todos os recursos que poderiam melhor utilizar a capacidade distribu\u00edda de n\u00f3s de computa\u00e7\u00e3o em um \u00fanico datacenter e at\u00e9 mesmo em todo o mundo. Programas de c\u00f3digo aberto, como Hadoop e MPIs multiplataformas, podem ser avaliados como tecnologias usadas como cen\u00e1rios de implementa\u00e7\u00e3o neste estudo.<\/p>\n<p><strong>Padr\u00f5es abertos em computa\u00e7\u00e3o em nuvem<\/strong><br \/>\nO Brasil faz parte do subcomit\u00ea ISO para padr\u00f5es abertos em computa\u00e7\u00e3o em nuvem atrav\u00e9s da ABNT. Este estudo pretende contribuir para as discuss\u00f5es atuais deste grupo, oferecendo uma perspectiva baseada na pesquisa de campo com as empresas, sobre o que deve ser normalizado, atrav\u00e9s de provedores de nuvem em t\u00f3picos como: SLA, termos e taxonomias, qualidade de servi\u00e7os e outras \u00e1reas.<\/p>\n<p><strong>C\u00f3digo Aberto em empresas \u2013 habilidades da equipe e quest\u00f5es de interoperabilidade<\/strong><br \/>\nO ambiente real de TI em organiza\u00e7\u00f5es \u00e9 sempre misto e heterog\u00eaneo, composto por programas de diferentes provedores, incluindo softwares de C\u00f3digo Aberto. O objetivo deste estudo \u00e9 criar uma pesquisa de campo e tentar medir, em empresas com diferentes tamanhos e de diferentes segmentos, os principais desafios da gest\u00e3o de um ambiente misto. Tamb\u00e9m pode medir como as empresas est\u00e3o lidando com quest\u00f5es de interoperabilidade relativas a pap\u00e9is e responsabilidades, gest\u00e3o de riscos e planos de continuidade de processos de neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>O CEST pode apoiar voc\u00ea no desenvolvimento desse tema, para mais informa\u00e7\u00f5es <a href=\"http:\/\/www.cest.poli.usp.br\/apoio-pesquisa\/\">clique aqui<\/a>.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Normas Qual \u00e9 o papel das normas t\u00e9cnicas de TIC no desenvolvimento de cidades inteligentes? 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