{"id":3005,"date":"2018-08-14T12:38:37","date_gmt":"2018-08-14T15:38:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.fmrp.usp.br\/?p=3005"},"modified":"2021-01-15T11:16:21","modified_gmt":"2021-01-15T13:16:21","slug":"arquivos-3005","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/devfmrp\/en\/arquivos-3005\/","title":{"rendered":"Pesquisa publicada na revista Nature busca identificar redes de coopera\u00e7\u00e3o para o tratamento da hemofilia A"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-3006 alignright\" src=\"http:\/\/www.fmrp.usp.br\/wp-content\/uploads\/sites\/356\/2018\/08\/20180710_00_Hemo-150x79.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"79\" \/>Pesquisadores da USP em Ribeir\u00e3o Preto criaram um m\u00e9todo que identifica rotas tecnol\u00f3gicas: caminhos percorridos por determinadas tecnologias, da mais antiga at\u00e9 a mais promissora. O recurso oferece possibilidades amplas de an\u00e1lises, com destaque para previs\u00e3o de tecnologias emergentes. O cen\u00e1rio antecipado de inova\u00e7\u00f5es deve propiciar tomada de decis\u00f5es e investimentos em futuras tecnologias.<\/p>\n<p>O sistema usa, entre outras t\u00e9cnicas, o que os especialistas chamam de \u201cminera\u00e7\u00e3o de patentes por meio de an\u00e1lise de redes\u201d, que permite tra\u00e7ar uma rota tecnol\u00f3gica a partir de um banco de dados mundial de patentes. Com as informa\u00e7\u00f5es, podem ser analisadas e entendidas as rela\u00e7\u00f5es entre as empresas e institui\u00e7\u00f5es detentoras das patentes e os caminhos do conhecimento mostrados pelas cita\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas (o dep\u00f3sito da patente, obrigatoriamente, indica os conhecimentos que utilizou).<\/p>\n<p>Al\u00e9m de mostrar como se deu a constru\u00e7\u00e3o de uma determinada tecnologia, a ferramenta evidencia tamb\u00e9m seu atual desenvolvimento \u2013 quem s\u00e3o os desenvolvedores; como foi a evolu\u00e7\u00e3o da quantidade de patentes naquela \u00e1rea; quais s\u00e3o as empresas, de onde elas surgiram e quais os temas mais importantes. Tudo 100% desenvolvido por pesquisadores brasileiros, resultado de parceria entre os pesquisadores do N\u00facleo de Pesquisa em Inova\u00e7\u00e3o, Gest\u00e3o Tecnol\u00f3gica e Competitividade (<a href=\"http:\/\/www.usp.br\/ingtec\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">InGTec<\/a>) da Faculdade de Economia, Administra\u00e7\u00e3o e Contabilidade de Ribeir\u00e3o Preto (FEA-RP) da USP e do Centro de Terapia Celular (CTC) do Hemocentro de Ribeir\u00e3o Preto,\u00a0com recursos da Fapesp.<\/p>\n<h3>O futuro do tratamento para hemofilia<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_179223\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/Fig2-Reportagem-FVIII_op%C3%A7%C3%A3o2.1.jpg\" alt=\"\" width=\"736\" height=\"323\" \/><figcaption>Rota tecnol\u00f3gica mais promissora para o Fator VIII recombinante, mostrando a evolu\u00e7\u00e3o no tempo e as tecnologias emergentes. A dire\u00e7\u00e3o da seta mostra o fluxo de conhecimento<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Coordenadora do InGTec, a professora Geciane Silveira Porto conta que, o m\u00e9todo permitiu tra\u00e7ar a rota tecnol\u00f3gica para o Fator VIII recombinante (prote\u00edna sint\u00e9tica de coagula\u00e7\u00e3o do sangue, utilizada para tratar hemofilia). O estudo \u00e9 resultado do p\u00f3s-doutorado do bi\u00f3logo molecular e biotecnologista Cristiano Gon\u00e7alves Pereira, que trabalhou com supervis\u00e3o de Geciane e contou com a participa\u00e7\u00e3o dos pesquisadores\u00a0Virg\u00ednia Pican\u00e7o-Castro e Dimas Tadeu Covas, CTC do Hemocentro de Ribeir\u00e3o Preto.<\/p>\n<p>A equipe do Hemocentro \u00e9 respons\u00e1vel por uma patente sobre m\u00e9todo de produ\u00e7\u00e3o do Fator VIII (veja reportagem sobre o tema\u00a0<a href=\"http:\/\/ribeirao.usp.br\/?p=2641\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">aqui<\/a>) e garante que os resultados das an\u00e1lises da rota do Fator VIII, obtidos neste estudo, s\u00e3o importantes na identifica\u00e7\u00e3o das tecnologias mais promissoras neste setor e na orienta\u00e7\u00e3o de novas investiga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O estudo analisou cerca de tr\u00eas mil patentes com 20 a 30 p\u00e1ginas cada, depositadas nos \u00faltimos 20 anos, e os resultados acabam de ser publicados na\u00a0<a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/nbt.4178\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>Nature Biotechnology<\/em><\/a>. Como principal tend\u00eancia para o futuro da tecnologia do Fator VIII recombinante, encontraram a associa\u00e7\u00e3o com outra mol\u00e9cula [veja abaixo].<\/p>\n<p>\u201cEsse \u00e9 um setor que vem crescendo nos \u00faltimos anos\u201d, afirma Geciane.\u00a0\u00a0Principal terapia para hemof\u00edlicos \u2013 pessoas com defici\u00eancia do Fator VIII que necessitam tomar frequentemente inje\u00e7\u00f5es dessa prote\u00edna \u2013 o Fator VIII recombinante \u00e9 uma tecnologia que demanda inova\u00e7\u00e3o. E o interesse por essas inova\u00e7\u00f5es se justifica pelos problemas que enfrenta atualmente: meia-vida curta da prote\u00edna sint\u00e9tica obriga pacientes a tomar inje\u00e7\u00f5es frequentes e, por ser um corpo estranho, pode ser rejeitada pelo organismo que a recebe.<\/p>\n<p>As an\u00e1lises da rota tecnol\u00f3gica para o Fator VIII recombinante mostram a evolu\u00e7\u00e3o do conhecimento cient\u00edfico dessa prote\u00edna da d\u00e9cada de 1996 at\u00e9 hoje. O desencadeamento se d\u00e1 da mais nova tecnologia at\u00e9 a que deu origem a todas as demais. Conta o pesquisador Pereira que \u201cmuitas delas j\u00e1 viraram produto, mas como hoje as tecnologias emergentes devem oferecer meia-vida mais longa, essas s\u00e3o as mais promissoras\u201d.<\/p>\n<p>E, para ter futuro nesse setor, as novas tecnologias precisam associar ao Fator VIII mol\u00e9culas que prolonguem a meia-vida da prote\u00edna e, ao mesmo tempo, aumentem a efici\u00eancia da terapia. O paciente ent\u00e3o precisar\u00e1 de menos doses do produto.<\/p>\n<p>O estudo identificou tamb\u00e9m que hoje duas\u00a0<em>startups<\/em>\u00a0t\u00eam a tecnologia mais emergente nesse mercado. Pereira diz que elas ainda est\u00e3o em testes, mas s\u00e3o as mais sofisticadas. Ainda segundo o estudo, uma \u00e1rea de inova\u00e7\u00e3o surgiu nos \u00faltimos anos, a de mol\u00e9culas conjugadas para o Fator VIII recombinante.<\/p>\n<h3><strong>Parcerias s\u00e3o estrat\u00e9gicas para a inova\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>\u201cAs tecnologias mais promissoras na produ\u00e7\u00e3o do Fator VIII s\u00e3o resultado de coopera\u00e7\u00e3o entre empresas\u201d, dizem os pesquisadores. E foi observando as redes de coopera\u00e7\u00e3o estabelecidas e os movimentos desse mercado que verificaram a efici\u00eancia do fator coopera\u00e7\u00e3o para este setor. O estudo dessas redes identificou os atores mais influentes no mercado, o modo como cooperam e os mais abertos ao estabelecimento de parcerias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_179222\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/Fig1-Reportagem-FVIII_op%C3%A7%C3%A3o2.1.jpg\" alt=\"\" width=\"662\" height=\"652\" \/><figcaption>Rede de coopera\u00e7\u00e3o entre os titulares de patentes de Fator VIII recombinante. Empresas se associam na busca por tecnologia inovadora. Rede mostra as mais influentes, como se relacionam e as mais abertas a parcerias<\/figcaption><\/figure>\n<p>O mercado mundial de inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas vem, segundo Geciane, oferecendo oportunidades para que\u00a0<em>startups<\/em>, por exemplo, se juntem a empresas maiores e produzam tecnologias superiores \u00e0s l\u00edderes de mercado. \u201cEsse movimento de parcerias revela as decis\u00f5es estrat\u00e9gicas das empresas no setor.\u201d<\/p>\n<p>O movimento das empresas que desenvolvem o Fator VIII caminha no sentido de superar as duas limita\u00e7\u00f5es da prote\u00edna sint\u00e9tica: diminuir a resposta do corpo para o que n\u00e3o deveria ser reconhecido como estranho e aumentar a meia-vida da prote\u00edna. \u201cEste \u00e9 o foco no qual as empresas est\u00e3o apostando suas fichas\u201d, revela a professora, chamando a aten\u00e7\u00e3o para o fato de que esta \u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o que nenhuma empresa fornece e s\u00f3 foi poss\u00edvel obter pela an\u00e1lise do caminho percorrido na constru\u00e7\u00e3o da tecnologia.<\/p>\n<p>Para Geciane, o potencial de oferecer respostas do m\u00e9todo desenvolvido na USP promete. Pesquisadores, investidores, agentes de pol\u00edticas p\u00fablicas, garante ela, podem usar a ferramenta para saber qual dos projetos est\u00e1 na fronteira do conhecimento, o que pode ajudar na tomada de decis\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>InGTec<\/strong><\/p>\n<p>N\u00facleo de Pesquisa em Inova\u00e7\u00e3o, Gest\u00e3o Tecnol\u00f3gica e Competitividade, o InGTec atua em pesquisas e projetos voltados \u00e0 gest\u00e3o da inova\u00e7\u00e3o e desenvolvimento tecnol\u00f3gico. Trabalham com inova\u00e7\u00e3o aberta para incentivar capacita\u00e7\u00e3o e criar cultura de inova\u00e7\u00e3o e transfer\u00eancia de tecnologia.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m s\u00e3o alvos de seus estudos o desenvolvimento de ferramentas para intelig\u00eancia tecnol\u00f3gica, os processos de gest\u00e3o da inova\u00e7\u00e3o, a an\u00e1lise de impactos e os indicadores de inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre as linhas de pesquisa nas quais atuam, est\u00e3o: Coopera\u00e7\u00e3o empresa \u2013 universidade\/ instituto de pesquisa: sob a \u00f3tica da h\u00e9lice tripla, inova\u00e7\u00e3o aberta e redes de coopera\u00e7\u00e3o; Habit\u00e1ts de inova\u00e7\u00e3o \u2013 Incubadoras e Parques Tecnol\u00f3gicos; Indicadores de inova\u00e7\u00e3o e de produtividade; Internacionaliza\u00e7\u00e3o de P&amp;D;\u00a0Prospec\u00e7\u00e3o, valora\u00e7\u00e3o, comercializa\u00e7\u00e3o de tecnologias e Empresas de base tecnol\u00f3gica (EBT). Participam do InGTec pesquisadores e estudantes das \u00e1reas de administra\u00e7\u00e3o, economia, ci\u00eancias da \u00a0informa\u00e7\u00e3o e bioci\u00eancias.<\/p>\n<p><strong>CTC<\/strong><\/p>\n<p>O Centro de Terapia Celular da USP \u00e9 um dos Centros de Pesquisa, Inova\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o (CEPID), apoiados pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (FAPESP), que fica na Funda\u00e7\u00e3o Hemocentro de Ribeir\u00e3o Preto. O grupo \u00e9 coordenado pelo professor Dimas Tadeu Covas, da Faculdade de Medicina de Ribeir\u00e3o Preto (FMRP) da USP e desenvolve h\u00e1 15 anos pesquisas relacionadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de fator FVIII e FIX (relacionados \u00e0 coagula\u00e7\u00e3o), utilizando c\u00e9lulas humanas.<\/p>\n<p><strong>Mais informa\u00e7\u00f5es: e-mail cristianoimune@gmail.com<\/strong><\/p>\n<p><em>Refer\u00eancia: Jornal da USP &#8211; Por: Rita Stella e Rosemeire Talamone, de Ribeir\u00e3o Preto &#8211;\u00a0Arte: Jornal da USP<\/em><\/p>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadores da USP em Ribeir\u00e3o Preto criaram um m\u00e9todo que identifica rotas tecnol\u00f3gicas: caminhos percorridos por determinadas tecnologias, da mais 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