{"id":3862,"date":"2019-09-03T15:38:10","date_gmt":"2019-09-03T18:38:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.fmrp.usp.br\/?p=3862"},"modified":"2021-01-15T12:15:34","modified_gmt":"2021-01-15T14:15:34","slug":"arquivos-3862","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/devfmrp\/en\/arquivos-3862\/","title":{"rendered":"USP desenvolve aplicativo para prevenir depress\u00e3o materna"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Motherly indica interven\u00e7\u00f5es para evitar maiores riscos e incentiva a procura por ajuda profissional de acordo com o quadro apresentado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos problemas de sa\u00fade mais discutidos atualmente, a depress\u00e3o tende a ser mais comum entre gestantes e m\u00e3es do que em outros grupos. Um estudo de 2016 publicado na revista\u00a0<a href=\"https:\/\/www.thelancet.com\/journals\/lanpsy\/article\/PIIS2215-0366(16)30284-X\/fulltext\"><i>The Lancet<\/i><\/a>\u00a0indica que pa\u00edses em desenvolvimento t\u00eam taxa de cerca de 25% de depress\u00e3o durante a gesta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para auxiliar na preven\u00e7\u00e3o, um grupo de pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) criou um aplicativo capaz de identificar sintomas depressivos em gestantes e m\u00e3es. O Motherly, como foi chamado, indica interven\u00e7\u00f5es para evitar maiores riscos e tamb\u00e9m incentiva a procura por ajuda profissional de acordo com o quadro apresentado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O projeto est\u00e1 em processo de desenvolvimento, e uma vers\u00e3o preliminar ser\u00e1 lan\u00e7ada em breve para mulheres que se candidataram para participar do per\u00edodo de testes, ainda como parte da pesquisa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m da sa\u00fade mental, o aplicativo tamb\u00e9m monitora aspectos como peso, qualidade do sono, nutri\u00e7\u00e3o e atividades f\u00edsicas.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><b>Falta de tratamento adequado agrava o problema<\/b><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora n\u00e3o seja poss\u00edvel determinar as causas exatas da preval\u00eancia da depress\u00e3o materna, acredita-se que esteja relacionada \u00e0s v\u00e1rias mudan\u00e7as hormonais e fisiol\u00f3gicas que acontecem durante a gravidez, conforme explica Daniel Fatori, doutor pelo Instituto de Psiquiatria (IPq) da USP e um dos respons\u00e1veis pelo Motherly. No Brasil, h\u00e1 ainda uma s\u00e9rie de fatores que influenciam para que o problema seja mais recorrente, como gravidez precoce e inseguran\u00e7a financeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO Brasil \u00e9 um dos campe\u00f5es em gesta\u00e7\u00e3o na adolesc\u00eancia, e isso aumenta o risco de depress\u00e3o. Al\u00e9m de todos os riscos relacionados \u00e0 pobreza, como estresse e exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 viol\u00eancia\u201d, conta o pesquisador.<\/p>\n<figure id=\"attachment_268495\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"text-align: justify;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-268495 size-full\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20190827_medicamento.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"420\" data-id=\"268495\" \/><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso de mulheres gr\u00e1vidas, o acesso a tratamento para depress\u00e3o \u00e9 especialmente delicado: enquanto a psicoterapia n\u00e3o \u00e9 amplamente acess\u00edvel, o uso de medicamentos demanda cuidados espec\u00edficos\u00a0\u2013 Foto: Marcos Santos\/USP Imagens<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m das mulheres, as consequ\u00eancias podem atingir tamb\u00e9m os filhos, j\u00e1 que crian\u00e7as de m\u00e3es com depress\u00e3o t\u00eam maior risco de nascer com baixo peso, ter d\u00e9ficit de crescimento e no desenvolvimento cognitivo e motor. Ao longo da vida, elas tamb\u00e9m t\u00eam mais chances de apresentar problemas comportamentais, ter \u00edndice escolar ruim e, no futuro, desenvolver transtornos mentais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Somado a isso tudo, est\u00e1 a dificuldade de encontrar atendimento profissional adequado. Fatori explica que \u201cdo ponto de vista psiqui\u00e1trico, a depress\u00e3o na gesta\u00e7\u00e3o tem uma complexidade pr\u00f3pria quanto ao tratamento, n\u00e3o \u00e9 qualquer medicamento que pode ser usado. O profissional tem que analisar o custo-benef\u00edcio de usar alguma medica\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, o mais indicado para gestantes costuma ser a psicoterapia. Acontece que, no Brasil, ter acesso a esse tipo de tratamento \u00e9 privil\u00e9gio de poucos. Enquanto o servi\u00e7o particular tem pre\u00e7os altos para a maioria das pessoas, no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS), a demanda \u00e9 muito alta para um baixo n\u00famero de profissionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Juntos, esses fatores custam \u00e0 sociedade muito mais do que se imagina: um\u00a0<a href=\"http:\/\/everyonesbusiness.org.uk\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/Embargoed-20th-Oct-Summary-of-Economic-Report-costs-of-Perinatal-Mental-Health-problems.pdf\">estudo brit\u00e2nico<\/a>\u00a0estimou que, no Reino Unido, os custos da depress\u00e3o e outros problemas relacionados \u00e0 sa\u00fade mental materna podem chegar a 8,1 bilh\u00f5es de libras por ano, considerando os efeitos diretos nas m\u00e3es e a longo prazo nas crian\u00e7as.<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><b>Tecnologia a servi\u00e7o da sa\u00fade<\/b><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Motherly, a primeira coisa solicitada \u00e0 gestante \u00e9 que responda a algumas perguntas que ajudar\u00e3o a montar seu perfil. Dessa forma, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel identificar sinais que merecem aten\u00e7\u00e3o. O aplicativo percebe ind\u00edcios de alguma quest\u00e3o que pode se tornar cl\u00ednica e promove algumas a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para prevenir a depress\u00e3o, o Motherly utiliza a chamada \u201cativa\u00e7\u00e3o comportamental\u201d. Como explica o pesquisador Daniel Fatori, ela \u00e9 usada h\u00e1 d\u00e9cadas na cl\u00ednica psicol\u00f3gica, e trata-se de incentivar o paciente a fazer atividades das quais gosta ou que lhe s\u00e3o importantes. A t\u00e9cnica parte do pressuposto de que, ao fazer essas atividades, os sintomas depressivos s\u00e3o naturalmente atenuados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA diferen\u00e7a foi que transformamos essa t\u00e9cnica numa coisa automatizada, no aplicativo n\u00e3o tem interm\u00e9dio de seres humanos\u201d, diz Fatori. \u201cFizemos uma vers\u00e3o autom\u00e1tica, obviamente simplificando um pouco do que seria na cl\u00ednica, para caber dentro do escopo de um aplicativo.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao usar o Motherly, as m\u00e3es e gestantes tamb\u00e9m monitoram a qualidade do sono e da alimenta\u00e7\u00e3o, bem como a pr\u00e1tica de exerc\u00edcios f\u00edsicos, e recebem dicas de como melhorar cada um desses aspectos da sa\u00fade. O aplicativo tamb\u00e9m \u00e9 personalizado, de modo que as recomenda\u00e7\u00f5es que cada usu\u00e1ria recebe s\u00e3o diferentes de acordo com seu perfil: a gestante s\u00f3 entrar\u00e1 no m\u00f3dulo de ativa\u00e7\u00e3o comportamental, por exemplo, caso apresente sintomas depressivos.<\/p>\n<figure id=\"attachment_268766\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-268766 size-full\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20190827__app_aplicativo_depressao-materna.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"420\" data-id=\"268496\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">A partir de algumas perguntas, aplicativo oferece intera\u00e7\u00e3o personalizada para cada gestante de acordo com seu perfil \u2013 Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o \/ Motherly<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m das fun\u00e7\u00f5es interativas, Fatori destaca tamb\u00e9m que o aplicativo possui muito conte\u00fado informativo e educacional, que ajudam a sanar diversas d\u00favidas quanto ao per\u00edodo perinatal. \u201cAo inv\u00e9s de ter que procurar na internet ou confiar em grupos de Whatsapp e informa\u00e7\u00f5es de pessoas leigas, a m\u00e3e ou gestante ter\u00e1 acesso a conte\u00fado exclusivo feito pela nossa equipe de m\u00e9dicos, dentre psic\u00f3logos, nutricionistas e outras especialidades.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos fatores que influenciaram a cria\u00e7\u00e3o do Motherly foi o projeto de p\u00f3s-doutorado de Fatori, que coletou dados sobre intera\u00e7\u00e3o entre m\u00e3es e crian\u00e7as rec\u00e9m-nascidas via aplicativo de celular. Ele conta que, com o estudo, foi poss\u00edvel perceber que mesmo em regi\u00f5es pobres e em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade as m\u00e3es tinham acesso a\u00a0<i>smartphones<\/i>\u00a0e foram bastante receptivas a esse tipo de intera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fatori j\u00e1 fazia parte do grupo de pesquisa do professor Guilherme Polanczyk, do Instituto de Psiquiatria (IPq) da USP, que estuda quest\u00f5es relacionadas \u00e0 primeira inf\u00e2ncia. Eles decidiram unir as pesquisas \u00e0 tecnologia, e assim surgiu o Motherly. Al\u00e9m de Fatori e Polanczyk, fazem parte da equipe os psic\u00f3logos Adriana Argeu e Pedro Zuccolo, a nutricionista e educadora f\u00edsica Mariana Xavier e a m\u00e9dica pediatra Alicia Matijasevitch.<\/p>\n<figure id=\"attachment_268499\" class=\"wp-caption aligncenter\" style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-268499 size-full\" src=\"https:\/\/jornal.usp.br\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20190827_app_celular.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"420\" data-id=\"268499\" \/><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com estudo da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas, Brasil j\u00e1 tem dois smartphones por pessoa; ferramenta pode ser boa aliada para a\u00e7\u00f5es informativas e educacionais \u2013 Foto: Marcos Santos \/ USP Imagens<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora, come\u00e7a a fase de testes. Ser\u00e3o recrutadas mil gestantes entre 16 e 35 anos para participar do estudo. Cada metade delas ter\u00e1 acesso a uma vers\u00e3o do aplicativo: uma mais interativa, que exige participa\u00e7\u00e3o mais ativa da usu\u00e1ria, e uma mais informativa. As mulheres ser\u00e3o acompanhadas durante a gravidez e os primeiros resultados da pesquisa devem ficar prontos a partir do segundo semestre do ano que vem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A princ\u00edpio, o Motherly serve de aux\u00edlio para todo o per\u00edodo da gesta\u00e7\u00e3o e at\u00e9 tr\u00eas meses ap\u00f3s o nascimento. A longo prazo, os pesquisadores querem desenvolver o aplicativo o suficiente para que ele possa ser utilizado at\u00e9 que a crian\u00e7a complete cerca de quatro anos. Para mais informa\u00e7\u00f5es,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.motherly.com.br\/\">acesse o site<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Refer\u00eancia: Jornal da USP \u2013 Por: Matheus Souza \u2013 Foto de capa:\u00a0Visual Hunt<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Motherly indica interven\u00e7\u00f5es para evitar maiores riscos e incentiva a procura por ajuda profissional de acordo com o quadro apresentado. 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