Semana da Consciência Negra 2017

08/03/2019

 

A Semana da Consciência Negra reuniu os interessados em mesas de diálogo com apresentações orais.  Participaram docentes e discentes (de Graduação ou Pós-Graduação) da ECA/USP que realizaram projetos de pesquisa (em andamento ou trabalhos concluídos) que possuem uma perspectiva temática sobre questões como a violência e o genocídio da juventude negra; territorialidade; medidas e políticas educativas como a Lei 10.639/2003; as políticas de ações afirmativas; a representatividade da população negra nos campos político e jurídico e também trabalhos que enfoquem  de forma geral a afrodescendência na arte e nos meios de comunicação.

 

Pesquisadores e Pesquisadoras na Mesa 1: Representações Midiáticas.

21/11 Primeiro dia da semana da consciência negra;

 

Exposição Moisés Patricio

Moises Patrício, Artista Visual e Arte Educador.

CONHEÇA MAIS SOBRE MOISES PATRICIO: Vive e trabalha em São Paulo, SP. Artista visual e arte educador, Moisés Patrício trabalha com fotografia, vídeo, performance, rituais, e instalações em obras que lidam com elementos da cultura latina e afro-brasileira.  (Texto retirado da internet)

 

MAIS FOTOS

 

Quarteto Bambaré

Apresentação Musical do Quarteto Bambaré

O Quarteto Bambaré nasceu com uma proposta desafiadora e instigante de integrar à tradicional trinca piano-baixo-bateria o oboé, um instrumento comum ao repertório orquestral, porém pouco difundido em formações de música popular. Por conta do interesse dos músicos pela música brasileira, do desafio de apresentar essa nova formação e da oportunidade de torná-la pública na 25ª Edição Programa Nascente, surgiu a ideia de apresentar um arranjo que celebrasse a lendária parceria Milton Nascimento e Elis Regina. O grupo é formado por Catherine Santana (oboé e voz), Ricardo Augusto (piano), Rommel Monteiro (bateria e percussão) e Sidney Filho (baixo), que é quem assina o arranjo. Bambaré (que no Quimbundo, língua falada em Angola, quer dizer “confusão de vozes”) apresentará uma peça que é em sua essência a junção de duas canções de Milton, eternizadas na voz de Elis, “Cais” e “Canção do Sal”.       MAIS FOTOS

 

22/11 Segundo dia da semana da consciência negra.

 

Mesa Afrobetização

Pesquisadores e Pesquisadoras na Mesa 2: Afrobetização.

 

 

 

 

Mesa Musica Preta

Pesquisadores e Pesquisadoras na Mesa 3: Música Preta.

Pesquisadores e Pesquisadoras na Mesa 3: Música Preta.

 

 

Aula Aberta de Capoeira – Grupo Arte e Ginga

Grupo de Capoeira Arte e Ginga em aula aberta na Vivência Estudantil da ECA-USP.

Mestre Tio João, do Grupo de Capoeira Arte e Ginga.

 

 

 

 

 

 

23/11 Terceiro dia da semana da consciência Negra.

 

Mesa InterPRETAções

Pesquisadoras na Mesa 4: InterPRETAções.

Pesquisadoras na Mesa 4: InterPRETAções.

 

 

 

 

 

 

Encontros Abertos – NCE

Encontros NCE: Gênero e Questões Étnico Raciais.

Encontros NCE: Gênero e Questões Étnico Raciais.

 

 

 

 

 

Apresentação Musical – Luciene Weiland

Apresentação Musical de Luciene Weiland.

Apresentação Musical Luciene Weiland Conheça mais sobre Luciene Weiland: Luciene Weiland trabalha pela conservação e divulgação do patrimônio musical. Em suas pesquisas, resgata as nossas mais legítimas manifestações culturais. Circula nos mais diferentes espaços destinados à Música de Câmara, tanto como cantora como palestrante.

 

 

Coletivo Opá Negra da ECA-USP

Público da Semana De Consciência Negra (23/11)

Aryani Marciano, integrante do Coletivo Opá Negra, da ECA- USP.

 

 

 

 

 

 

24/11 Quarto dia da semana da consciência negra.

 

Agora Somos Todxs Negrxs

Pesquisador Daniel Correia Ferreira Lima sobre “Agora Somos Todxs Negrxs?”.

Exposição: Agora Somos Todxs Negrxs? Daniel Correia Ferreira Lima (Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da ECA/USP) “A exposição Agora somos todxs negrxs? reúne parte da nova geração de artistas visuais negros brasileiros. Uma geração marcada pelo amadurecimento da discussão sobre as questões raciais no Brasil e pela interseção com a discussões sobre gênero e identidade sexual. Na exposição, as obras refletem a pesquisa sobre esses cruzamentos da nossa história. Colocam em debate o papel de negras e negros na sociedade brasileira, assim como reelaboram símbolos da nossa história. Agora somos todxs negrxs? toma seu título de empréstimo do artigo 14 da constituição haitiana de 1805, escrita a partir da única rebelião negra a tomar o poder no continente americano. Assim, ela aponta para uma nova situação política, na qual lutamos, em cada prática artística individual e coletiva, pela expressão de uma voz historicamente silenciada. Essa voz vai em direção à luta do quilombo urbano, atravessando todos os que foram excluídos pelo poder hegemônico.” – Daniel Lima.

 

Coletivo I N Á 

Integrantes do coletivo I N Á.

Exibição do Vídeo-poesia “Deixa, deixa eu dizer o que penso dessa vida”, produzido pelo Coletivo I N Á Filmes. SOBRE O VÍDEO-POESIA “Deixa, deixa eu dizer o que penso dessa vida”: “O vídeo-poesia de Kimani tem o objetivo de trazer reflexão em relação às opressões que o povo negro sofre, sobretudo as mulheres. Kimani é moradora do Grajaú e tem uma trajetória muito significativa em slams. Recentemente foi vencedora do SLAM SP e da FLUP, no Rio de Janeiro. “Deixa, deixa eu dizer o que penso dessa vida” aborda temas como a solidão da mulher negra, racismo estrutural, estereótipos e subalternização dos corpos negros. SOBRE O COLETIVO I N Á I N Á é fogo em iorubá. Iorubá língua-mãe, viva, ancestral. África é raiz. Fogo, (re)nascimento, renovação. Há purificação pelo fogo, luz, verdade. Na verdade nós irmãs nos encontramos; somos a própria chama. Nessa chama nossas dores ardem. I N Á é coletivo, é acolhimento. Força das mulheres que choram. Choro que queima. Choro que cura. Através de ações coletivas, nós pretendemos criar um espaço onde nós mulheres possamos criar e fortalecer nossas raízes e laços através da arte e da comunicação. Nosso objetivo é dar voz às mulheres faveladas e destruir os paradigmas negativos impostos à periferia. Buscamos no campo da representação audiovisual a desconstrução de estereótipos e a valorização de nossas expressões culturais. Nascemos nós – Aqualtunes, Acotirenes, Dandaras e Nzingas. Resistimos para que a luta de tantas outras não seja de tanta dor. I N Á é lar para mulheres quebradas, de todas as quebradas, produzirem conteúdo artístico vivo. Através de trocas sociais e partilha de conhecimentos alimentaremos o fogo, seremos o próprio fogo. FYA! I N Á Filmes” – Tutu Frasão