{"id":123,"date":"2017-03-27T00:09:27","date_gmt":"2017-03-27T02:09:27","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.usp.br\/equonomia\/?p=123"},"modified":"2024-01-03T07:42:03","modified_gmt":"2024-01-03T09:42:03","slug":"noticia-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/equonomia\/noticia-2\/","title":{"rendered":"A tripla aptid\u00e3o dos equ\u00eddeos"},"content":{"rendered":"<p>Os equ\u00eddeos t\u00eam tripla aptid\u00e3o: sela, tra\u00e7\u00e3o e companhia. A cada dia aumenta o uso de equ\u00eddeos como animais de companhia, resultado de diversos fatores. A mecaniza\u00e7\u00e3o gradualmente tem retirado os equ\u00eddeos das atividades associados ao trabalho, especialmente como for\u00e7a de tra\u00e7\u00e3o. A crescente urbaniza\u00e7\u00e3o, que ocorre em todas regi\u00f5es do territ\u00f3rio nacional, trouxe os animais para ainda mais pr\u00f3ximos do humano. Para impulsionar essa tend\u00eancia, o per\u00edodo mais cr\u00edtico da pandemia levou muitas pessoas das metr\u00f3poles para propriedades na \u00e1rea rural, onde conviveram mais pr\u00f3ximo de equinos, asininos e muares, estreitando la\u00e7os.<br \/>\nComo dito, ser animal de companhia \u00e9 uma das aptid\u00f5es<br \/>\ndos equ\u00eddeos, exercida de forma nobre e competente, mas tem<br \/>\ninduzido equ\u00edvocos quando se busca uma generaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o<br \/>\npertinente e nociva para a equideocultura. Os problemas surgem<br \/>\nquando h\u00e1 a busca de denominar equ\u00eddeos como Pets.<br \/>\nTrata-se de um debate que ocorre no mundo todo, em \u00e9pocas e locais diferentes. Nos Estados Unidos, por exemplo, ap\u00f3s longa luta, houve o comemorado reconhecimento de cavalos como sendo animais de produ\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s do Farm Bill de 2018. Farm Bill \u00e9 como se denomina a legisla\u00e7\u00e3o referente \u00e0 pol\u00edtica agr\u00edcola do USDA (United States Department of Agriculture \u2013 Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Classificar um animal como sendo de produ\u00e7\u00e3o implica, nos Estados Unidos, em acesso \u00e0s verbas de apoio estadual e federal, fundos do USDA para pesquisa de v\u00e1rias doen\u00e7as equinas, al\u00e9m de benef\u00edcios tribut\u00e1rios.<br \/>\nEmbora os equ\u00eddeos sejam excelentes companhias, inclusive fornecendo apoio emocional, s\u00e3o muito diferentes de animais pet t\u00edpicos. Embora possam ser criados para o conv\u00edvio com os seres humanos por raz\u00f5es afetivas, possuem aptid\u00e3o e usos muito mais abrangentes. O movimento de alguns grupos mais radicais em classificar cavalos como PET implica em maiores al\u00edquotas de impostos, menos acesso a cr\u00e9dito e outros preju\u00edzos. A vigil\u00e2ncia para que a legisla\u00e7\u00e3o brasileira siga o exemplo dos Estados Unidos, nesse aspecto, deve ser constante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>(editorial publicado na Revista Brasileira de Medicina Equina,<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os equ\u00eddeos t\u00eam tripla aptid\u00e3o: sela, tra\u00e7\u00e3o e companhia. A cada dia aumenta o uso de equ\u00eddeos como animais de companhia, resultado de diversos fatores. A mecaniza\u00e7\u00e3o gradualmente tem retirado os equ\u00eddeos das atividades associados ao trabalho, especialmente como for\u00e7a de tra\u00e7\u00e3o. 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