• Post last modified:26/08/2020
Still do filme Recoding Art.

Conjunto de experiências acadêmicas e artísticas com o interesse de investigar o comportamento de AIs comerciais diante de imagens de obras de arte e contextos artísticos. Como estas ferramentas não estão treinadas para classificar conteúdos artísticos, imprecisões são frequentes e, muitas vezes, nos oferecem algoritmos que nivelam a subjetividade artística à lógica capitalista ou mesmos resultados poéticos pertinentes ao campo da crítica institucional.

O primeiro projeto ocorreu em 2018 no museu holandês Van Abbemuseum e foi conduzido por Gabriel Pereira e Bruno Moreschi, antes mesmo do surgimento do GAIA. Os resultados foram:

Curta-metragem Recoding Art.

Artigo acadêmico (pre-print) Ways of Seeing with Computer Vision: Artificial Intelligence and Institutional Critique.

Capítulo da publicação Deviant Practice 2018-19.

Com o início do GAIA, experiências com a coleção do Museu de Arte Contemporânea de Barcelona – MACBA (no contexto do evento CtrlZ.AI, Flowers by Bornay, Barcelona) e a do Museu de Arte Contemporânea da USP – MAC USP foram também realizadas. Ambas deram origem a zines, realizados coletivamente em workshops coordenados pelos pesquisadores Lucas Nunes e Rafael Tsuha:

A Crack inside the museum – MACBA.

A Crack inside the museum – MAC.

Participantes: Gabriel Pereira, Bruno Moreschi, Lucas Nunes, Guilherme Falcão, Rafael Tsuha, Bernardo Fontes e Gabriel Lemos.