{"id":205,"date":"2023-08-18T09:06:57","date_gmt":"2023-08-18T11:06:57","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/?page_id=205"},"modified":"2026-06-27T18:05:08","modified_gmt":"2026-06-27T20:05:08","slug":"em-andamento","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/projetos\/em-andamento\/","title":{"rendered":"Em Andamento"},"content":{"rendered":"<h3><a href=\"https:\/\/cepid.fapesp.br\/centro-de-pesquisa-em-resiliencia-em-crises-climaticas-e-desastres\"><b>Transforma\u00e7\u00e3o Social face \u00e0s Altera\u00e7\u00f5es Clim\u00e1ticas: <\/b><b>Eixo Tem\u00e1tico 9 do CLIMARES<\/b><\/a><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O eixo tem\u00e1tico 9, intitulado \u201cTransforma\u00e7\u00e3o Social face \u00e0s Altera\u00e7\u00f5es Clim\u00e1ticas\u201d, integra o Centro de Pesquisa em Resili\u00eancia a Crises e Desastres Clim\u00e1ticos (CLIMARES), um Centro de Pesquisa, Inova\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o (CEPID) financiado pela FAPESP e sediado no Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de S\u00e3o Paulo (IEE-USP). Coordenado pelo professor Pedro Roberto Jacobi (IEE-USP), o eixo 9 parte de uma premissa central: adaptar-se ao clima exige mudan\u00e7as profundas no modo como vivemos, nos deslocamos, consumimos e planejamos nossas cidades e territ\u00f3rios. Repensar padr\u00f5es de mobilidade, h\u00e1bitos de consumo e formas de ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o urbano \u00e9 parte indispens\u00e1vel de qualquer estrat\u00e9gia de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica que se pretenda duradoura.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um dos conceitos-chave do eixo 9 \u00e9 entender o territ\u00f3rio como uma estrat\u00e9gia de adaptabilidade. A pesquisa se organiza em torno da governan\u00e7a adaptativa em diferentes contextos territoriais: \u00e1reas urbanas e metropolitanas, macrometropolitanas, rurais, periurbanas e costeiras, utilizando uma abordagem integrada que conecta as diferentes dimens\u00f5es das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O trabalho se desdobra em revis\u00e3o sistem\u00e1tica da literatura, identifica\u00e7\u00e3o de atores e estudos de caso em escalas local e regional, resultando na produ\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas, conte\u00fados audiovisuais e subs\u00eddios para pol\u00edticas p\u00fablicas voltados \u00e0s especificidades de cada territ\u00f3rio.<\/span><\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/118434\/avajuca-avaliacao-economica-social-e-ecologica-do-programa-de-conservacao-da-palmeira-jucara-no-vale\/\"><strong>AvaJu\u00e7a: Avalia\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica, Social e Ecol\u00f3gica do Programa de Conserva\u00e7\u00e3o da Palmeira Ju\u00e7ara<\/strong><\/a><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O projeto de pesquisa AvaJu\u00e7a: Avalia\u00e7\u00e3o Econ\u00f4mica, Social e Ecol\u00f3gica do Programa de Conserva\u00e7\u00e3o da Palmeira Ju\u00e7ara no Vale do Ribeira (SP), financiado pela FAPESP, no \u00e2mbito do Programa de Pesquisa em Pol\u00edticas P\u00fablicas (PPP) \u00e9 coordenado pelo Prof. Dr. Paulo Sinisgalli, da EACH\/USP. Essa pesquisa tem como objetivo avaliar o Pr\u00f3-Ju\u00e7ara, programa criado pela Funda\u00e7\u00e3o Florestal em 2021 para fortalecer a conserva\u00e7\u00e3o da palmeira ju\u00e7ara, uma esp\u00e9cie chave do bioma Mata Atl\u00e2ntica, hotspot mundial de biodiversidade, protegido pelas Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o geridas pelo estado de S\u00e3o Paulo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A ju\u00e7ara \u00e9 considerada esp\u00e9cie chave para a conserva\u00e7\u00e3o da Mata Atl\u00e2ntica, pois representa um hub de intera\u00e7\u00f5es, contribuindo para a manuten\u00e7\u00e3o da biodiversidade e a regenera\u00e7\u00e3o da floresta, atuando como agente facilitador na sua estrutura\u00e7\u00e3o, conectividade e na oferta de servi\u00e7os ecossist\u00eamicos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao mesmo tempo, a esp\u00e9cie foi fortemente amea\u00e7ada pela explora\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria do palmito. Como alternativa, o uso sustent\u00e1vel dos frutos para produ\u00e7\u00e3o de polpa vem se consolidando como uma possibilidade de unir conserva\u00e7\u00e3o ambiental, gera\u00e7\u00e3o de renda e valoriza\u00e7\u00e3o das comunidades locais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse contexto, o AvaJu\u00e7a busca compreender os resultados do Pr\u00f3-Ju\u00e7ara nas dimens\u00f5es econ\u00f4mica, social e ecol\u00f3gica. O projeto avalia as a\u00e7\u00f5es de repovoamento da palmeira, a implementa\u00e7\u00e3o do programa Pagamento por Servi\u00e7os Ambientais (PSA), bem como os processos de aprendizagem entre gestores, monitores, benefici\u00e1rios e demais atores envolvidos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A partir dessa an\u00e1lise integrada, a pesquisa demonstrar uma avalia\u00e7\u00e3o para o aprimoramento da pol\u00edtica p\u00fablica, fortalecendo sua sustentabilidade e sua capacidade de ser ampliada em outros territ\u00f3rios da Mata Atl\u00e2ntica.<\/span><\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/projetos\/em-andamento\/#:~:text=Links%20Tem%C3%A1ticos-,SEGHID,-C%C3%A1tedra%20Oceano\">SEGHID &#8211; Proposta de diretrizes e planos para a governan\u00e7a e seguran\u00e7a h\u00eddrica adaptativa: dimens\u00f5es t\u00e9cnica, participativa e sustentabilidade, num contexto de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, nas bacias hidrogr\u00e1ficas do Alto Tiet\u00ea e do Para\u00edba (2023-)<\/a><\/h3>\n<p>PROJETO FAPESP &#8211; FAPESQ &#8211; A presente proposta tem por base a contextualiza\u00e7\u00e3o das realidades h\u00eddricas de duas regi\u00f5es, M\u00e9dio Para\u00edba e Alto Tiet\u00ea, situadas nos estados, respectivamente, da Para\u00edba e de S\u00e3o Paulo, cada vez mais afetadas pela escassez h\u00eddrica, com suas especificidades associadas \u00e0 seguran\u00e7a h\u00eddrica. O projeto parte do pressuposto de uma governan\u00e7a adaptativa e da sustentabilidade para priorizar o desenvolvimento e a aplica\u00e7\u00e3o de tecnologias sociais. Estas tecnologias promovem empoderamento e di\u00e1logo com diferentes segmentos da sociedade face \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em contextos urbanos e periurbanos. Portanto, o projeto tem como objetivo central, de um lado, investigar e analisar pr\u00e1ticas e planos, e, de outro, desenvolver e propor diretrizes e planos de a\u00e7\u00e3o de Seguran\u00e7a H\u00eddrica adaptativa, que inclua as dimens\u00f5es t\u00e9cnica, participativa e de sustentabilidade como pilares na formula\u00e7\u00e3o de uma din\u00e2mica de governan\u00e7a h\u00eddrica, em contexto de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, discutindo diretrizes para a atua\u00e7\u00e3o dos m\u00faltiplos atores nas bacias hidrogr\u00e1ficas escolhidas nos estados envolvidos. A pesquisa ser\u00e1 baseada em metodologias participativas centradas em pesquisa documental e bibliom\u00e9trica, entrevistas semiestruturadas e abordagem de aprendizagem social, visando constituir uma rede de pesquisa em torno dessas duas regi\u00f5es envolvidas, bem como um di\u00e1logo entre equipes e parceiros em torno das bacias hidrogr\u00e1ficas que s\u00e3o vitais para o abastecimento p\u00fablico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Abrigos clim\u00e1ticos no litoral de S\u00e3o Paulo<\/h3>\n<p>Tanto no Sul quanto no Norte globais, os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas podem ser sentidos com frequ\u00eancia e intensidade cada vez maiores. Em muitos lugares, o risco de desastres tornou-se uma condi\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica e cont\u00ednua. Mais pesquisas s\u00e3o necess\u00e1rias para tornar as cidades costeiras de crescimento particularmente r\u00e1pido no Sul global mais resilientes \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas para reduzir o risco de deslocamento e migra\u00e7\u00e3o. No Brasil, mais de um quarto da popula\u00e7\u00e3o vive em \u00e1reas litor\u00e2neas muitas em regi\u00f5es vulner\u00e1veis e com moradias prec\u00e1rias, inclusive em locais com risco de deslizamentos e inunda\u00e7\u00f5es. Para se adaptar melhor e resistir \u00e0s emerg\u00eancias clim\u00e1ticas, esta proposta de pesquisa visa explorar, testar e moldar pol\u00edticas locais participativas para a resili\u00eancia clim\u00e1tica e o bem-estar da comunidade. Abordagens de pesquisa participativa permitem a cocria\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es adaptadas localmente com, para e pelas comunidades para melhorar sua resili\u00eancia de longo prazo. Nosso objetivo \u00e9 explorar particularmente o conceito de &#8216;abrigos clim\u00e1ticos&#8217; &#8211; como infraestrutura f\u00edsica e centros de bem-estar social &#8211; para aumentar a resili\u00eancia e o bem-estar de grupos vulner\u00e1veis, principalmente crian\u00e7as, jovens e suas fam\u00edlias em comunidades urbanas marginalizadas. O conceito de abrigos clim\u00e1ticos ainda n\u00e3o foi explorado no contexto brasileiro &#8211; lacuna que esta proposta busca preencher. O foco \u00e9 a cidade litor\u00e2nea de Santos, no estado de S\u00e3o Paulo, Brasil, que sofre de alta vulnerabilidade socioambiental como resultado do aumento do n\u00edvel do mar, inunda\u00e7\u00f5es e n\u00edveis de desigualdade e exclus\u00e3o social. Ao mesmo tempo, o munic\u00edpio de Santos demonstrou lideran\u00e7a no planejamento de adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica local para desenvolver solu\u00e7\u00f5es inclusivas e de longo prazo, tornando-se um parceiro fundamental para este estudo piloto. A equipe de pesquisa no campo das ci\u00eancias ambientais busca um di\u00e1logo interdisciplinar e internacional combinando abordagem intergeracional e experi\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (UNIFESP), junto a Universitat Autonoma de Barcelona (UAB), em colabora\u00e7\u00e3o com ONGs e formuladores de pol\u00edticas locais. Re\u00fane os principais conhecimentos das ci\u00eancias ambientais, em di\u00e1logo com a sociologia e a gest\u00e3o ambiental e costeira, pol\u00edticas p\u00fablicas, planejamento urbano e justi\u00e7a clim\u00e1tica. A proposta, portanto, estabelece a base para uma troca de conhecimento interdisciplinar inovadora e novas parcerias de pesquisa sobre adapta\u00e7\u00f5es justas a eventos clim\u00e1ticos extremos, pensamento de resili\u00eancia e pr\u00e1ticas comunit\u00e1rias transformadoras, vitais para o desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es de longo prazo por meio de um di\u00e1logo colaborativo Sul-Norte e com potencial de replicabilidade em outras regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><a href=\"http:\/\/www.pics.kinghost.net\/\">Plataforma de Indicadores e \u00edndices de Coleta Seletiva e de Organiza\u00e7\u00f5es de Catadores de Materiais Recicl\u00e1veis (PICS)<\/a><\/h3>\n<p style=\"text-align: left;\">O Projeto Plataforma de Indicadores e \u00edndices de Coleta Seletiva e de Organiza\u00e7\u00f5es de Catadores de Materiais Recicl\u00e1veis (PICS) visa apoiar a implementa\u00e7\u00e3o e o monitoramento da Pol\u00edtica Nacional de Res\u00edduos S\u00f3lidos (PNRS) estabelecida pela Lei Federal no 12.305, de agosto de 2010, e contribuir para o fortalecimento da coleta seletiva no pa\u00eds, em especial, da praticada com inclus\u00e3o socioprodutiva de catadores de materiais recicl\u00e1veis. Neste sentido contribui com a promo\u00e7\u00e3o de melhorias socioecon\u00f4micas, ambientais e de sa\u00fade p\u00fablica. A Plataforma (PICS), desenvolvida no IEE \u00e9 um instrumento inovador dimensionado para o uso dos 5.570 munic\u00edpios brasileiros e as mais de 1.200 organiza\u00e7\u00f5es de catadores existentes. Os dados obtidos com o uso da Plataforma s\u00e3o importantes para os usu\u00e1rios e para a elabora\u00e7\u00e3o e aprimoramento das pol\u00edticas de res\u00edduos s\u00f3lidos e ainda como subs\u00eddios para pesquisas e elabora\u00e7\u00e3o de artigos cient\u00edficos focados na governan\u00e7a e gest\u00e3o sustent\u00e1vel dos res\u00edduos s\u00f3lidos. Est\u00e1 dispon\u00edvel para uso gratuito de munic\u00edpios e organiza\u00e7\u00f5es de catadores em: www.iee.usp.br\/pics. A ferramenta est\u00e1 composta por dois question\u00e1rios um para os munic\u00edpios e outro para as organiza\u00e7\u00f5es de catadores que alimentam de forma autom\u00e1tica o c\u00e1lculo de indicadores e \u00edndices de sustentabilidade. A partir dos resultados dos indicadores \u00e9 calculado um \u00edndice. A partir da inser\u00e7\u00e3o dos dados \u00e9 poss\u00edvel fazer o download dos resultados, elabora\u00e7\u00e3o de gr\u00e1ficos e de s\u00e9ries hist\u00f3ricas que subsidiam a elabora\u00e7\u00e3o de seus Planos de A\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Transforma\u00e7\u00e3o Social face \u00e0s Altera\u00e7\u00f5es Clim\u00e1ticas: Eixo Tem\u00e1tico 9 do CLIMARES O eixo tem\u00e1tico 9, intitulado \u201cTransforma\u00e7\u00e3o Social face \u00e0s&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":23646,"featured_media":0,"parent":149,"menu_order":1,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-205","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/205","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23646"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=205"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/205\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":780,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/205\/revisions\/780"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/149"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/govamb\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=205"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}