Evento on-line busca despertar interesse de meninas pela ciência

meninas pela ciência

O Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP), em parceria com o Centro de Terapia Celular, o Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias e o Laboratório EcoHumanTox, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, promovem entre os dias 5 e 26 de setembro, a partir das 15h, a terceira edição do Ciência por Elas.

Neste ano, por causa da pandemia de covid-19, o evento será realizado virtualmente e transmitido pelo canal: www.youtube.com/IEAUSPRP/live. As atividades serão realizadas sempre aos sábados. Inscrições podem ser realizadas clicando aqui. Certificados serão enviados aos participantes que responderem à avaliação durante o evento.

Programação

Ao todo, serão oito atividades, duas em cada dia. Entre os temas abordados estão água produzida de petróleo, astrobiologia, difusão científica, aves migratórias, saúde da população negra e da mulher, alterações no comportamento alimentar trazidas pela covid-19 e recifes da Amazônia.

As palestrantes serão as pesquisadoras Taís Suelen Viana (FCFRP-USP), Yasmin Araújo (FFCLRP-USP), Rita Tostes (FMRP-USP), Diana Campos (Universidade de Aveiro), Samara Dulce Menezes (Universidade de Aveiro), Juliana Monterio (EERP-USP), Paula Sozza (FFCLRP-USP) e Janaina Calado (UEAP).

Mais informações sobre o evento: iearp@usp.br.

Sobre o Ciência Por Elas

Inspirada no projeto Meninas com Ciência, do Museu Nacional, a iniciativa é voltada a alunas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, e tem como objetivo estimular o interesse desse público pelas carreiras científicas. Professoras, pesquisadoras e alunas da universidade vão apresentar as pesquisas que desenvolvem e interagir com as meninas para explicar como é a profissão.

Segundo dados da ONU Mulheres e da Unesco, embora 74% das meninas tenham interesse em ciência, tecnologia e matemática, apenas 35% das alunas de ensino médio se inscrevem para cursos científicos de graduação nas universidades e somente 28% dos pesquisadores em todo mundo são mulheres. Ainda de acordo com a ONU Mulheres, se 600 milhões de meninas e mulheres tivessem acesso às áreas de ciência, tecnologia e inovação, 144 países em desenvolvimento aumentariam o PIB em 8 trilhões de dólares.

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