{"id":2347,"date":"2024-06-14T09:19:09","date_gmt":"2024-06-14T12:19:09","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/?page_id=2347"},"modified":"2024-06-14T14:21:24","modified_gmt":"2024-06-14T17:21:24","slug":"as-sociedades-costeiras-do-brasil-pre-colonial","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/as-sociedades-costeiras-do-brasil-pre-colonial\/","title":{"rendered":"As sociedades costeiras do Brasil pr\u00e9-colonial"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/wp-content\/uploads\/sites\/471\/2024\/06\/IMG_7490-scaled.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-2359 size-full\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/wp-content\/uploads\/sites\/471\/2024\/06\/IMG_7490-scaled.jpg\" alt=\"\" width=\"2560\" height=\"613\" data-id=\"2359\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/wp-content\/uploads\/sites\/471\/2024\/06\/IMG_7490-scaled.jpg 2560w, https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/wp-content\/uploads\/sites\/471\/2024\/06\/IMG_7490-300x72.jpg 300w, https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/wp-content\/uploads\/sites\/471\/2024\/06\/IMG_7490-1024x245.jpg 1024w, https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/wp-content\/uploads\/sites\/471\/2024\/06\/IMG_7490-768x184.jpg 768w, https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/wp-content\/uploads\/sites\/471\/2024\/06\/IMG_7490-1536x368.jpg 1536w, https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/wp-content\/uploads\/sites\/471\/2024\/06\/IMG_7490-2048x490.jpg 2048w, https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/wp-content\/uploads\/sites\/471\/2024\/06\/IMG_7490-400x96.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 2560px) 100vw, 2560px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>PI: Ximena S. Villagran<\/strong><\/p>\n<p>Financiamento: FAPESP (2023\/08230-7)<\/p>\n<p><strong>Sobre o projeto: <\/strong>A costa brasileira era povoada em tempos pr\u00e9-coloniais por sociedades baseadas na pesca cuja extens\u00e3o cronol\u00f3gico-espacial \u00e9 das maiores da hist\u00f3ria ind\u00edgena sulamericana. Estas sociedades, de baixa mobilidade residencial e demografia densa, ocuparam um territ\u00f3rio que abrange milhares de quil\u00f4metros ao longo da costa atl\u00e2ntica entre c. 8500 e 1500 anos AP e constru\u00edram os denominados \u201csambaquis\u201d, mont\u00edculos compostos principalmente por conchas e outros res\u00edduos cotidianos. O estudo dos sambaquis \u00e9 um dos temas mais cl\u00e1ssicos da arqueologia brasileira, no entanto, a hist\u00f3ria profunda das sociedades voltadas para a pesca e arquitetura em concha ainda \u00e9 tema de discuss\u00e3o entre pesquisadores\/as que trabalham nos diferentes estados da regi\u00e3o Sul, Sudeste e Norte, onde se localiza a maior quantidade de s\u00edtios. Neste projeto, a hist\u00f3ria profunda da costa atl\u00e2ntica, associada \u00e0s sociedades pescadoras que produziram e vivenciaram as paisagens marcadas pela arquitetura de conchas, ser\u00e1 estudada atrav\u00e9s de uma nova linha de pesquisa: a <strong>Microarqueologia<\/strong>. Esta abordagem permitir\u00e1 produzir dados in\u00e9ditos sobre o cotidiano dos grupos que habitaram a costa, mediante estudos de alta resolu\u00e7\u00e3o sobre forma\u00e7\u00e3o e uso dos sambaquis, para desvendar hist\u00f3rias relativas \u00e0s sociedades costeiras e os processos de contato cultural que provocaram sua transforma\u00e7\u00e3o. Este projeto tem como meta desenvolver estudos de caso regionais a partir da escava\u00e7\u00e3o de dois s\u00edtios e sua an\u00e1lise microarqueol\u00f3gica interdisciplinar que combine dados ambientais, geoarqueol\u00f3gicos, bioarqueol\u00f3gicos, arqueobot\u00e2nicos, arqueogen\u00e9ticos e etnogr\u00e1ficos. As \u00e1reas de pesquisa contempladas ser\u00e3o o litoral norte do Espirito Santo (s\u00edtio Lagoa Bonita 1), e o litoral sul de Santa Catarina (s\u00edtio Jabuticabeira II).<\/p>\n<p><strong>Pesquisadores associados: <\/strong>Anderson Tognoli (MAE\/USP); Andr\u00e9 Strauss (MAE\/USP); Andr\u00e9 Colonese (Univerisitat Aut\u00f2noma de Barcelona); Daniela Kl\u00f6kler (UFMG); Dionne Azevedo Erler (IPAE); Igor sa Silva Erler (Iphan); Jennifer Watling (MAE\/USP); Jessica Mendes Cardoso (MAE\/USP); Tiago Ferraz (MAE\/USP); Paulo DeBlasis (MAE\/USP); Ver\u00f4nica Wesolowski (MAE\/USP).<\/p>\n<p><strong>Estudantes: <\/strong>Vitor Santos Nunes (MAE\/USP); Renata Estevam (MAE\/USP); Kelly Brand\u00e3o (MAE\/USP); Mayara Mariano (MAE\/USP); Vit\u00f3ria Bezerra Soares (FFLCH\/USP); Tarsila Borges Ramos (FFLCH\/USP).<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/wp-content\/uploads\/sites\/471\/2020\/04\/logo-fapesp-e1694444704303.png\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-964\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/labmicro\/wp-content\/uploads\/sites\/471\/2020\/04\/logo-fapesp-e1694444704303.png\" alt=\"\" width=\"227\" height=\"100\" data-id=\"964\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PI: Ximena S. 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