{"id":1394,"date":"2024-10-25T11:18:06","date_gmt":"2024-10-25T13:18:06","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.usp.br\/lgi\/?page_id=1394"},"modified":"2026-02-07T20:53:20","modified_gmt":"2026-02-07T22:53:20","slug":"projetos-anteriores","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.usp.br\/lgi\/projetos-anteriores\/","title":{"rendered":"Projetos anteriores"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"1394\" class=\"elementor elementor-1394\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5eb243d9 e-flex e-con-boxed e-con e-parent\" data-id=\"5eb243d9\" data-element_type=\"container\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"e-con-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-2007f64a elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"2007f64a\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t<header><div><p class=\"p1\"><b>Tem\u00e1tico Fapesp &#8211; Gest\u00e3o de Incertezas em Atividades de Inova\u00e7\u00e3o (Uncertainty Management in Innovation Activities)<\/b><\/p><p class=\"p2\"><b>(2019 &#8211; 2025)<\/b><\/p><p class=\"p3\">Projeto 2015\/26662-5 Discuss\u00e3o de incertezas em atividades de inova\u00e7\u00e3o, particularmente \u00a0na organiza\u00e7\u00e3o da empresa para desenvolver sistematicamente projetos mais radicais (aqueles envoltos em muitas incertezas), e nas devidas especificidades de gest\u00e3o (sele\u00e7\u00e3o de projetos, gest\u00e3o de portf\u00f3lio, gest\u00e3o de projetos sob incerteza, gest\u00e3o de recursos humanos para projetos sob incerteza, com caracter\u00edsticas de longa dura\u00e7\u00e3o e interrup\u00e7\u00f5es), mas tamb\u00e9m na a\u00e7\u00e3o empreendedora de startups (KIE &#8211; knowledge-intensive entrepreneurship) para cocria\u00e7\u00e3o de valor num ecossistema. Ainda, h\u00e1 discuss\u00e3o sobre incertezas em contratos de tecnologia (atividade coordenada pelo Prof. Diogo R. Coutinho, da Faculdade de Direito da USP) e em atividades de big data \/ intelig\u00eancia artificial. Vig\u00eancia de 01\/04\/2019 a 31\/03\/2023.<\/p><p class=\"p3\"><b>Coordenador:\u00a0<\/b><span style=\"font-size: 14px;\">Mario Sergio Salerno<\/span><\/p><p class=\"p3\"><b>Equipe:\u00a0<\/b><span style=\"font-size: 14px;\">Glauco Arbix, Dem\u00e9trio Toledo, Leonardo Augusto de Vasconcelos Gomes, Simone Vasconcelos Ribeiro Galina, S\u00e9rgio Luis da Silva, Eduardo Zancul, Diogo Coutinho, Rafael Augusto Seixas Reis de Paula, Vinicius Chagas Brasil, Ana Lucia Figueiredo Facin, Felipe Plana Maranzato, Felipe Massami Maruyama, Jaime Beer Frenkel, Ana Paula Franco Paes Leme Barbosa, Pryscilla Aparecida Vaz de Oliveira, Frederico Cesar Vasconcelos Gomes, Luciana Massaro Onusic, J\u00falio C\u00e9zar Fonseca de Melo, Cristiane Matsumoto, Jo\u00e3o Victor Nunes Leal, Rafael Marciano, Catarina Corr\u00eaa von Sperling, Otavio Martin Vianna, Matheus Ley Chuang, Achiles Camilo Soares Neto, Edivan Alexandre Ferreira, Paula Gabriela Lhama, Carlos Eduardo Mendes Teixeira Campos e Tiago Paz Lasmar.<\/span><\/p><p class=\"p3\"><b>Financiadora:\u00a0<\/b><span style=\"font-size: 14px;\">FAPESP &#8211; Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo &#8211; Aux\u00edlio financeiro.<\/span><\/p><p class=\"p3\"><b>Natureza:\u00a0<\/b><span style=\"font-size: 14px;\">Pesquisa<\/span><\/p><p class=\"p3\"><span style=\"font-size: 14px;\">\u00a0<\/span><\/p><h2><strong>Ind\u00fastria 2027 &#8211; Riscos e Oportunidades para o Brasil diante de Inova\u00e7\u00f5es Disruptivas: sistema produtivo complexo automotivo <\/strong><\/h2><h3><strong>(2017 &#8211; 2018)<\/strong><\/h3><\/div><div><div>Macro-projeto patrocinado pela MEI &#8211; Mobiliza\u00e7\u00e3o Empresarial para a Inova\u00e7\u00e3o, da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria, desenvolvido atrav\u00e9s da Funda\u00e7\u00e3o Coppetec como interveniente do Instituto de Economia da UFRJ. Visou pesquisar e apontar as principais tend\u00eancias nacionais e internacionais ligadas a tecnologias disruptivas (produtos, processos e servi\u00e7os) para a ind\u00fastria automobil\u00edstica, os processos de difus\u00e3o e os impactos potenciais sobre a competitividade.<\/div><\/div><div><h4><strong>\u00a0<\/strong><\/h4><h4><strong>Coordenador: <\/strong><\/h4><p>Mario Sergio Salerno<\/p><h4><strong>Equipe:<\/strong><\/h4><p>Guilherme Amaral e Cristiane Matsumoto.<\/p><h4><strong>Financiadora:<\/strong><\/h4><p>Funda\u00e7\u00e3o Coordena\u00e7\u00e3o de Projetos, Pesquisas e Estudos Tecnol\u00f3gicos &#8211; Aux\u00edlio financeiro.<\/p><\/div><h4><strong>Natureza:<\/strong><\/h4><p>Pesquisa<\/p><div>\u00a0<\/div><div><div><div><hr \/><\/div><\/div><div><h2><strong>Tend\u00eancias tecnol\u00f3gicas e compet\u00eancias no setor de biotecnologia aplicada a f\u00e1rmacos no Brasil <\/strong><\/h2><h3><strong>(2017 &#8211; 2017)<\/strong><\/h3><\/div><div><div>\u00a0<\/div><\/div><div><div>Projeto integrante do Subprograma de Pesquisa para o Desenvolvimento Nacional\u00a0 (PNPD) do Programa de Mobiliza\u00e7\u00e3o da Compet\u00eancia Nacional para Estudos sobre o Desenvolvimento &#8211; PROMOB. Estudo prospectivo para orientar estrat\u00e9gias de desenvolvimento de m\u00e9dio e longo prazo para o Brasil no setor de biotecnologia aplicada a f\u00e1rmacos no Brasil, que apresenta forte liga\u00e7\u00e3o com o sistema p\u00fablico de sa\u00fade e com o desenvolvimento de tecnologias de processos de base biotecnol\u00f3gica, cuja l\u00f3gica emergente tem potencial de aplica\u00e7\u00e3o em diversos segmentos industriais (saneamento, qu\u00edmica etc.). Os medicamentos elaborados a partir de rotas biotecnol\u00f3gicas v\u00eam se desenvolvendo rapidamente, com potencial de atua\u00e7\u00e3o em diversas doen\u00e7as, e vem ganhando grande participa\u00e7\u00e3o de mercado, tornando-se quest\u00e3o simultaneamente tecnol\u00f3gica, social e econ\u00f4mica. Dessa forma, se enquadra nos objetivos estrat\u00e9gicos final\u00edsticos do IPEA, como ser\u00e1 desenvolvido abaixo. O desenvolvimento de metodologia para a identifica\u00e7\u00e3o de tend\u00eancias tecnol\u00f3gicas, compet\u00eancias estabelecidas e interfaces com o sistema nacional de inova\u00e7\u00e3o para a indu\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00f5es em setores considerados estrat\u00e9gicos para o desenvolvimento nacional dever\u00e1 possibilitar ao Estado brasileiro em geral, e ao IPEA em particular, elaborar pol\u00edticas para apoiar o processo de desenvolvimento, aprimorar as capacidades de decis\u00e3o dos formuladores de pol\u00edticas p\u00fablicas, bem como gerar novos conhecimentos \u00fateis para a formula\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas de inova\u00e7\u00e3o no pa\u00eds. Objetivos espec\u00edficos: &#8212; Discutir as principais vertentes e as tend\u00eancias de biotecnologia aplicada a f\u00e1rmacos &#8212; Indicar atores importantes nos setores empresarial e de pesquisa &#8212; Identificar possibilidades e desafios em pol\u00edticas, servi\u00e7os, regula\u00e7\u00e3o e financiamento para o desenvolvimento dos setores no Brasil &#8212; Destacar potenciais de pol\u00edticas para o desenvolvimento de segmentos dos setores e sua inser\u00e7\u00e3o na cadeia produtiva e no mercado.<\/div><div><h4><strong>Coordenador: <\/strong><\/h4><p>Mario Sergio Salerno<\/p><\/div><h4><strong>Equipe:<\/strong><\/h4><p>Guilherme Amaral, Cristiane Matsumoto e Isabela Ferraz.<\/p><h4><strong>Financiador:<\/strong><\/h4><p>Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada &#8211; DF &#8211; Bolsa.<\/p><h4><strong>Natureza:<\/strong><\/h4><p>Pesquisa<\/p><\/div><\/div><div><div><hr \/><h2>Pol\u00edticas de inova\u00e7\u00e3o e tecnologia: avalia\u00e7\u00e3o e formula\u00e7\u00e3o<\/h2><h3>(<b>2014 &#8211; 2019)<\/b><\/h3><\/div><\/div><div><div>\u00a0<\/div><\/div><div>O projeto buscou avaliar, por m\u00e9todos qualitativos e quantitativos, o estado da inova\u00e7\u00e3o e do desenvolvimento tecnol\u00f3gico no Pa\u00eds, com compara\u00e7\u00f5es internacionais. Implicou na avalia\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas de inova\u00e7\u00e3o e da avalia\u00e7\u00e3o de seu impacto no incentivo \u00e0 maior inova\u00e7\u00e3o e agrega\u00e7\u00e3o de valor na ind\u00fastria e em segmentos econ\u00f4micos pertinentes. A avalia\u00e7\u00e3o se deu tanto via an\u00e1lises quantitativas, principalmente atrav\u00e9s do processamento de microdados das grandes bases p\u00fablicas (Pintec, PIA, PAS, PAC-IBGE; RAIS-MTE; mercado exterior &#8211; MDIC), quanto por an\u00e1lises qualitativas. O objetivo final foi auxiliar no diagn\u00f3stico dos entraves ao desenvolvimento produtivo via inova\u00e7\u00e3o e contribuir para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/div><div>\u00a0<\/div><h4><strong>Coordenador: <\/strong><\/h4><p>Mario Sergio Salerno<\/p><h4><strong>Equipe:<\/strong><\/h4><div><p>Glauco Arbix, Eduardo Zancul, Guilherme Amaral, Bruno Ara\u00fajo, Alice Frantz Schneider, Felipe Massami Maruyama, Gustavo Reis e Rodrigo Antonio Pereira de Souza.<\/p><\/div><h4><strong>Financiadora:<\/strong><\/h4><p>Funda\u00e7\u00e3o de Empreendimentos Cient\u00edficos e Tecnol\u00f3gicos &#8211; Aux\u00edlio financeiro.<\/p><div><p><strong>Natureza:<\/strong><\/p><p>Pesquisa<\/p><div>\u00a0<\/div><div><div><hr \/><h2>Gest\u00e3o e Organiza\u00e7\u00e3o da Inova\u00e7\u00e3o mais Radical<\/h2><\/div><\/div><div><h3>(<b>2014 &#8211; 2018)<\/b><\/h3><\/div><div><div>O presente projeto visou discutir os diversos aspectos da gest\u00e3o da incerteza em atividades de inova\u00e7\u00e3o radical ou substantiva, envolvendo formas de organiza\u00e7\u00e3o da inova\u00e7\u00e3o radical, organiza\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de portf\u00f3lio de projetos de inova\u00e7\u00e3o radical e, mais especificamente para start ups (aqui tratadas como KIE &#8211; knowledge intensive entrepreneurship), abordou gest\u00e3o da incerteza no ecossistema e heur\u00edsticas de decis\u00e3o sob incerteza. O projeto interagiu com rede de pesquisadores no Brasil e no exterior. Garcia e Calantone (2002) consideram que inova\u00e7\u00f5es radicais, definidas como aquelas que oferecem atributos \u00fanicos no mundo ou melhorias significativas de desempenho (5 ou mais vezes) em custo ou outras vari\u00e1veis, s\u00e3o extremamente raras, ao passo que h\u00e1 um conjunto de inova\u00e7\u00f5es realmente novas, que implicam em descontinuidades t\u00e9cnicas ou de mercado, mas que n\u00e3o se encaixariam na defini\u00e7\u00e3o mais estrita de inova\u00e7\u00e3o radical. O&#8217;Connor (2008) nomeia estas \u00faltimas como major innovations, explicitando que ambos os tipos (radicais e substantivas) possuem caracter\u00edsticas n\u00e3o encontradas nas inova\u00e7\u00f5es incrementais, quais sejam, altos n\u00edveis de incerteza em m\u00faltiplas dimens\u00f5es, fazendo com que a empresa se movimente em territ\u00f3rios desconhecidos, onde atuais estoques de conhecimento e lealdade de consumidores n\u00e3o s\u00e3o vantagens competitivas t\u00e3o exacerbadas quanto nas inova\u00e7\u00f5es incrementais. Assim, quando nos referirmos \u00e0 inova\u00e7\u00e3o radical valemo-nos de uma concep\u00e7\u00e3o um pouco mais ampla, que aborda tamb\u00e9m majors innovations, que traduzimos por inova\u00e7\u00f5es mais radicais ou por inova\u00e7\u00f5es substantivas. Isso ocorre universalmente, sendo particularmente importante no caso brasileiro e no caso de muitos pa\u00edses em desenvolvimento que possuem ind\u00fastria ligada a commodities ou a produtos com rupturas tecnol\u00f3gicas, mas sem grandes rupturas de mercado, ou sem &#8220;criar&#8221; mercados antes completamente inexistentes As seguintes quest\u00f5es de pesquisa guiaram o projeto: 1) Como grandes empresas estabelecidas procuram equacionar a busca por inova\u00e7\u00e3o radical? Quais os pap\u00e9is organizacionais emergentes nessa busca? Caracterizou-se a emergente fun\u00e7\u00e3o inova\u00e7\u00e3o, o que passa pela defini\u00e7\u00e3o mais rigorosa de fun\u00e7\u00e3o organizacional &#8211; surpreendentemente, n\u00e3o havia tal defini\u00e7\u00e3o na literatura organizacional. Verifica\u00e7\u00e3o da hip\u00f3tese de fun\u00e7\u00e3o-rede, um arranjo organizacional n\u00e3o descrito na literatura, hip\u00f3tese que foi trabalhada conjuntamente com o Grupo de Inova\u00e7\u00e3o Radical do RPI &#8211; Rensselaer Polytechnic Institute, EUA . 2) An\u00e1lise da coer\u00eancia e pertin\u00eancia de sistemas associados \u00e0 fun\u00e7\u00e3o inova\u00e7\u00e3o, particularmente, sistemas de RH e bonifica\u00e7\u00e3o de gerentes, e valora\u00e7\u00e3o \/ gest\u00e3o de portf\u00f3lio de projetos de inova\u00e7\u00e3o substantiva. Quais os aspectos cr\u00edticos (valora\u00e7\u00e3o, pol\u00edticas de gest\u00e3o de pessoas, outros)? 3) Com base na teoria organizacional, como superar problemas dados pelas formas correntes de organiza\u00e7\u00e3o de portf\u00f3lios de projetos de inova\u00e7\u00e3o, que prejudicam projetos incrementais? 4) Como age o empreendedor em situa\u00e7\u00f5es de incerteza? Como procura tirar proveito de incertezas coletivas num ecossistema? Quais s\u00e3o os tipos de heur\u00edsticas utilizadas pelos empreendedores para gerenciar incertezas no ecossistema? A metodologia b\u00e1sica foi o estudo longitudinal de m\u00faltiplos casos. Acompanhamos empresas ao longo do tempo (mais de dez anos), adaptando metodologia do RPI. Em start ups, pesquisamos as decis\u00f5es iniciais, relativas \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de valor, para delas extrair heur\u00edsticas e criar teoria sobre gest\u00e3o de incertezas na a\u00e7\u00e3o empreendedora. Integra projeto tem\u00e1tico Fapesp de 01\/04\/19 a 31\/3\/24.<\/div><\/div><div><div><p><strong>Coordenador: <\/strong>Mario Sergio Salerno<strong>Equipe:<\/strong><\/p><div>Simone de Lara Teixeira Uchoa Freitas, Leonardo Augusto de Vasconcelos Gomes, Debora Oliveira da Silva, Raoni Barros Bagno, Rafael Augusto Seixas Reis de Paula, Luis Bertazi, Vinicius Chagas Brasil, Ana Lucia Figueiredo Facin, Gina O&#8217;Connor, Felipe Plana Maranzato, Felipe Massami Maruyama, Lois S Peters, Pryscilla Aparecida Vaz de Oliveira, Cristiane Matsumoto, Camila Conegundes de Jesus, Jaime Beer Frenkel e J\u00falio C\u00e9sar Fonseca de Melo.<\/div><div>\u00a0<\/div><p><strong>Natureza:<\/strong><\/p><p>Pesquisa<\/p><\/div><\/div><div><div><hr \/><h2>Gest\u00e3o da Incerteza em Inova\u00e7\u00e3o Radical<\/h2><h3>(<b>2014 &#8211; 2015)<\/b><\/h3><\/div><\/div><div><div>\u00a0<\/div><\/div><div><div>Seguiu trajet\u00f3ria de pesquisa caracterizada projetos e publica\u00e7\u00f5es anteriores &#8211; projetos Fapesp, CNPq e Finep, publica\u00e7\u00f5es em revistas como Technovation, Int. J. of Production Economics, Production, Gest\u00e3o&amp;Produ\u00e7\u00e3o e submiss\u00f5es a R&amp;D Management, J. of Product Innovation Management, International Business Review, e em Congressos como EurOMA, POMS, IAMOT, Gerpisa, Enegep. Estudos anteriores sugeriram uma especificidade brasileira em inova\u00e7\u00e3o radical, o desenvolvimento de processos radicalmente inovadores para produ\u00e7\u00e3o de commodities, seja devido \u00e0 origem vegetal (caso Braskem), seja devido a processos biotecnol\u00f3gicos para produ\u00e7\u00e3o de etanol de 2a. e 3a. gera\u00e7\u00f5es (Braerg), seja para especialidades qu\u00edmicas (Oxiteno) ou petr\u00f3leo (Petrobras e fornecedores). A isso se somou-se os desenvolvimentos de empresas nascentes de base tecnol\u00f3gica &#8211; ENBTs, seja em incubadoras (Cietec-USP, Inova Unicamp) ou fora delas (Recepta). Pleiteou-se aux\u00edlio para per\u00edodo curto (17\/12\/14 a 31\/01\/15), com as seguintes finalidades: a) aprofundamento conceitual e metodol\u00f3gico junto \u00e0 equipe do RPI; b) discuss\u00e3o de poss\u00edveis projetos conjuntos, a partir da experi\u00eancia do per\u00edodo; c) formata\u00e7\u00e3o de projeto de pesquisa, envolvendo equipe multi-institucional. H\u00e1 tr\u00eas quest\u00f5es b\u00e1sicas investigadas no tema gest\u00e3o da incerteza na empresa e no ecossistema, cada qual exigiu m\u00e9todo espec\u00edfico: a) Conceitua\u00e7\u00e3o e tipologia de incerteza em inova\u00e7\u00e3o; a an\u00e1lise e articula\u00e7\u00e3o de m\u00e9todos e ferramentas para sua gest\u00e3o. A unidade b\u00e1sica de an\u00e1lise foi o projeto de inova\u00e7\u00e3o da firma em seu ecossistema. Buscou-se, nas empresas pesquisadas, levantar um ou mais projetos de inova\u00e7\u00e3o j\u00e1 desenvolvidos ou em fase de desenvolvimento, para apreens\u00e3o das incertezas em que ele est\u00e1 envolto, conforme a tipologia de incertezas definida na revis\u00e3o conceitual. Isso envolveu n\u00e3o apenas a firma, mas tamb\u00e9m parceiros e institui\u00e7\u00f5es externas. Ou seja, o levantamento de campo teve como miss\u00e3o apreender como a empresa lida com incertezas internas e incertezas no ecossistema, inclusive aquelas geradas por terceiros. b) Emerg\u00eancia de uma fun\u00e7\u00e3o inova\u00e7\u00e3o em empresas de ponta. M\u00e9todo de an\u00e1lise organizacional: qual o mandato, a estrutura, recursos, tipo de pessoal, as metas, as entregas j\u00e1 feitas de uma \u00e1rea de &#8220;inova\u00e7\u00e3o&#8221; na empresa (para captar se \u00e9 embri\u00e3o de nova fun\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o). c) Valora\u00e7\u00e3o de projetos de inova\u00e7\u00e3o envoltos em grande incerteza &#8211; aspectos metodol\u00f3gicos (op\u00e7\u00f5es reais e outros) e aspectos organizacionais (quais problemas uma valora\u00e7\u00e3o alternativa busca resolver: Melhorar a gest\u00e3o do portf\u00f3lio? Disputa por recursos? Justificar projetos e or\u00e7amento? Outros?). Estudos de caso em profundidade: Braerg, Braskem, Oxiteno e &#8220;A&#8221; (pede sigilo do nome). Projetos escolhidos foram seguidos: defini\u00e7\u00e3o de rotas, da rede de op\u00e7\u00f5es, atribui\u00e7\u00e3o de probabilidades a cada op\u00e7\u00e3o, valora\u00e7\u00e3o em si, al\u00e9m da verifica\u00e7\u00e3o do porqu\u00ea do interesse da empresa e quais as fun\u00e7\u00f5es organizacionais envolvidas na decis\u00e3o de aprova\u00e7\u00e3o de projetos. A escolha do RPI e de Gina O&#8217;Connor e sua equipe n\u00e3o foi aleat\u00f3ria. A Profa. O&#8217;Connor lidera o Radical Innovation Research Program, que desde 1985 vem estudando projetos de inova\u00e7\u00e3o radical de forma longitudinal nas empresas, com in\u00fameras publica\u00e7\u00f5es de alt\u00edssima relev\u00e2ncia. A equipe \u00e9 hoje das de melhor desempenho cient\u00edfico no tema. O per\u00edodo junto ao RPI visou consolidar a rela\u00e7\u00e3o, j\u00e1 iniciada com o per\u00edodo da Profa. O&#8217;Connor junto \u00e0 Poli-PRO-LGI em agosto de 2014. A bolsa de pesquisa no exterior (BPE) se inseriu em amplo programa de pesquisa sobre gest\u00e3o da incerteza em projetos de inova\u00e7\u00e3o radical.<\/div><p><strong>Coordenador:\u00a0<\/strong><span style=\"font-size: 14px;\">Mario Sergio Salerno<\/span><\/p><div><p><strong>Equipe:\u00a0<\/strong><span style=\"font-size: 14px;\">Gina O&#8217;Connor<\/span><\/p><\/div><\/div><\/div><p><strong>Financiadora:\u00a0<\/strong><span style=\"font-size: 14px;\">FAPESP &#8211; Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo &#8211; Bolsa.<\/span><\/p><div><div><div><p><strong>Natureza:\u00a0<\/strong><span style=\"font-size: 14px;\">Pesquisa<\/span><\/p><\/div><\/div><div><div><hr \/><h2>Programa para inova\u00e7\u00e3o em cadeia produtiva selecionada &#8211; setor aeron\u00e1utico<\/h2><h3>(<b>2013 &#8211; 2013)<\/b><\/h3><\/div><\/div><div><div>Elaborado sob demanda do CGEE (Centro de Gest\u00e3o e Estudos Estrat\u00e9gicos), a pedido do MCTI, visou a elabora\u00e7\u00e3o de minuta de programa governamental (sistema MCTI) em pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o para aumentar a capacidade de inova\u00e7\u00e3o da cadeia produtiva aeron\u00e1utica.<\/div><\/div><div><div>\u00a0<\/div><div><div><div><div><div><p><strong>Coordenador:\u00a0<\/strong><span style=\"font-size: 14px;\">Mario Sergio Salerno<\/span><\/p><\/div><p><strong>Equipe:\u00a0<\/strong><span style=\"font-size: 14px;\">Dem\u00e9trio Toledo e Eduardo Zancul.<\/span><\/p><\/div><\/div><\/div><p><strong>Financiador:\u00a0<\/strong><span style=\"font-size: 14px;\">Centro de Gest\u00e3o e Estudos Estrat\u00e9gicos &#8211; Aux\u00edlio financeiro.<\/span><\/p><div><div><div><p><strong>Natureza:\u00a0<\/strong><span style=\"font-size: 14px;\">Pesquisa<\/span><\/p><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><div><div>\u00a0<\/div><\/div><div><div><hr \/><h2>Din\u00e2micas de Inova\u00e7\u00e3o nas Empresas Industriais Brasileiras<\/h2><\/div><\/div><div><h3>(<b>2012 &#8211; 2012)<\/b><\/h3><\/div><div><div>Projeto certificado pela empresa Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras em 06\/11\/2012.<\/div><\/div><div><div>O projeto, financiado pelo Centro de Gest\u00e3o e Estudos Estrat\u00e9gicos (CGEE) ligado ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI) foi realizado em associa\u00e7\u00e3o com a Anpei &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras..<\/div><\/div><div><div><p><strong>Coordenador: <\/strong>Mario Sergio Salerno<\/p><div><div><div><p><strong>Equipe:\u00a0<\/strong><span style=\"font-size: 14px;\">Roberto Marx, Zil Miranda (Idenilza M. Miranda) e Raoni Barros Bagno.<\/span><\/p><\/div><\/div><\/div><p><strong>Financiadora:\u00a0<\/strong><span style=\"font-size: 14px;\">Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras &#8211; Aux\u00edlio financeiro.<\/span><\/p><div><div><div><p><strong>Situa\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p><p>Conclu\u00eddo<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong><\/p><p>Pesquisa<\/p><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><\/div><div><div><hr \/><\/div><\/div><\/header><header><\/header><h2>Projeto NAGI<\/h2><h3><strong>(2013 \u2013 2016)<\/strong><\/h3><section>O LGI coordenou a rede de entidades que desenvolveu o projeto NAGI (N\u00facleo de Apoio \u00e0 Gest\u00e3o da Inova\u00e7\u00e3o), financiado pela FINEP no \u00e2mbito do Programa Nacional de Sensibiliza\u00e7\u00e3o e Mobiliza\u00e7\u00e3o para Inova\u00e7\u00e3o (Pr\u00f3-Inova) e da Mobiliza\u00e7\u00e3o Empresarial para a Inova\u00e7\u00e3o (MEI). O projeto visou capacitar e apoiar empresas na introdu\u00e7\u00e3o ou no aprimoramento do sistema de gest\u00e3o da inova\u00e7\u00e3o e inseriu-se no esfor\u00e7o do pa\u00eds para aumentar a competitividade das empresas brasileiras atrav\u00e9s de maior inova\u00e7\u00e3o.\u00a0\u00a0A meta foi o atendimento de 80 empresas, sem setor ou regi\u00e3o predefinida. Os parceiros iniciais foram a Coppe-UFRJ, UFPE, Unisinos, ABDI (Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial), Abihpec, Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco e Rede de Tecnologia \u2013 RJ. O projeto foi constitu\u00eddo em tr\u00eas linhas de a\u00e7\u00e3o integradas, considerando a inova\u00e7\u00e3o como processo sistem\u00e1tico, organiz\u00e1vel e gerenci\u00e1vel: curso via web e presencial modularizado para atender diferentes realidades; servi\u00e7os presenciais in company de inteligencia gerencial para auxiliar no diagn\u00f3stico e proposi\u00e7\u00e3o de planos de a\u00e7\u00e3o para alavancar a capacidade de inova\u00e7\u00e3o das firmas, considerando suas conting\u00eancias; mobiliza\u00e7\u00e3o e constru\u00e7\u00e3o de ecossistema de conhecimento visando a criar ambiente permanente de aprendizado e troca de experiencias em inova\u00e7\u00e3o.Para maiores informa\u00e7\u00f5es acesse o site do <a href=\"http:\/\/nagi-pro.poli.usp.br\/\">NAGI<\/a>.<\/section><section><\/section><section><\/section><section><\/section><section><\/section><h4><strong>Coordenador<\/strong>:<\/h4><section>Mario Sergio Salerno<div><h4><strong>Equipe<\/strong>:<\/h4><p>Felipe Bussinger, Leonardo Gomes, Simone Lara, Antonio Tonini, Luis Bertazi, Fernando Berssaneti, Eduardo Zancul, Roberto Marx e Davi Nakano.<\/p><h4><strong>Financiadora<\/strong>:<\/h4><p>Ag\u00eancia Brasileira de Inova\u00e7\u00e3o \u2013 Aux\u00edlio financeiro<\/p><h4><strong>Situa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/h4><p>Conclu\u00eddo<\/p><h4><strong>Natureza<\/strong>:<\/h4><div>Pesquisa e extens\u00e3o<\/div><div><div>\u00a0<\/div><\/div><div><hr \/><\/div><header><h2><strong>PEIEX \u2013 Projeto de Extens\u00e3o Industrial Exportadora <\/strong><\/h2><h3><strong>(2011 \u2013 2018)<\/strong><\/h3><\/header><section><div>\u00a0<\/div><div dir=\"ltr\"><div><div>No Estado de S\u00e3o Paulo, o Laborat\u00f3rio de Gest\u00e3o da Inova\u00e7\u00e3o do Departamento de Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o da POLI-USP, com intermedia\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Vanzolini, foi a entidade executora do PEIEX \u2013 Projeto Extens\u00e3o Industrial Exportadora. O PEIEX objetivou capacitar empresas para aumentar sua competitividade exportadora, ofertar produtos de qualidade e utilizar as modernas ferramentas de gest\u00e3o empresarial. O projeto foi criado pela Apex-Brasil \u2013 Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos \u2013 para oferecimento de servi\u00e7os gratuitos de capacita\u00e7\u00e3o e assessoria para empresas pertencentes aos mais diversos setores industriais.<\/div><div><div>\u00a0<\/div><\/div><div>Em sua origem, o conv\u00eanio previa atendimentos exclusivos na regi\u00e3o do ABC Paulista, logo estendidos a toda a regi\u00e3o metropolitana (Grande S\u00e3o Paulo). Durante o per\u00edodo inicial, de 2011\/2013, o N\u00facleo PEIEX da Grande S\u00e3o Paulo realizou 192 atendimentos, alcan\u00e7ando expressivos resultados de competitividade e potencial exportador para as empresas. Em 2013 a Apex-Brasil ampliou o conv\u00eanio com a POLI-USP\/Vanzolini, inaugurando os N\u00facleos PEIEX da Grande Campinas e da Grande Ribeir\u00e3o Preto. Frente \u00e0 grande ades\u00e3o e sucesso na qualifica\u00e7\u00e3o de empresas, nova expans\u00e3o foi conduzida em 2014\/2015 com o lan\u00e7amentos dos N\u00facleos PEIEX do Vale do Para\u00edba e da Grande S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto.<\/div><div><div>\u00a0<\/div><\/div><div>Os cinco N\u00facleos PEIEX contaram com equipe de mais de 20 pessoas no Estado de S\u00e3o Paulo e tiveram como meta prover mais de 1000 atendimentos at\u00e9 meados de 2016.<\/div><\/div><div>\u00a0<\/div><div>\u00a0<\/div><div><div>\u00a0<\/div><\/div><h4><strong>Coordenador<\/strong>:<\/h4><div>Mario Sergio Salerno<\/div><h4><strong>Financiadora<\/strong>:<\/h4><div><div>Apex Brasil \u2013 Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos<\/div><h4><strong>Situa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/h4><\/div><\/div><\/section><section>Conclu\u00eddo<\/section><section><h4><strong>Natureza<\/strong>:<\/h4><div>Pesquisa e extens\u00e3o<\/div><div>\u00a0<\/div><div><div><hr \/><\/div><\/div><\/section><h2><strong>EngenhariaData \u2013 Indicadores e An\u00e1lise de Engenharia no Brasil\u00a0<\/strong><\/h2><h3>(2011 \u2013 2018)<\/h3><div><div><div>Um dos projetos ganhadores de edital da Pro-Reitoria de Pesquisa da USP, ap\u00f3s avalia\u00e7\u00e3o externa\/internacional. Com objetivo de construir indicadores de engenharia e inova\u00e7\u00e3o que, indo al\u00e9m da Pintec, possibilitem an\u00e1lises comparativas internacionais, regionais, setoriais. O Brasil fez grande esfor\u00e7o e construiu, atrav\u00e9s do IBGE, a Pintec Pesquisa de Inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica na Ind\u00fastria, quecome\u00e7ou a abarcar, em sua \u00faltima edi\u00e7\u00e3o, alguns (poucos) segmentos de servi\u00e7os. Ela \u00e9 metodologicamente robusta e muito bem executada, mesmo se comparada com suas cong\u00eaneres da Comunidade Europeia (como as se\u00e7\u00f5es nacionais do CIS Community Innovation Survey). Ocorre que o foco da Pintec \u00e9 a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica estrito senso, tendo, como objetivo \u00faltimo, a mensura\u00e7\u00e3o dos disp\u00eandios de PD da na\u00e7\u00e3o, para composi\u00e7\u00e3o das contas nacionais. Mas, inova\u00e7\u00e3o vai al\u00e9m da inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica. Isso coloca duas quest\u00f5es de pesquisa que consideramos relevantes e pertinentes: 1) A constru\u00e7\u00e3o de um indicador que, incorporando a Pintec, a supere, possibilitando an\u00e1lises mais amplas e finas do desenvolvimento da inova\u00e7\u00e3o em geral e da sociedade do conhecimento, o que significa desafio conceitual. 2) A constru\u00e7\u00e3o de um indicador que possibilite recortes tem\u00e1ticos (inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, patentes, educa\u00e7\u00e3o etc.) e regionais, para possibilitar discuss\u00f5es de desenvolvimento regional e de pol\u00edticas regionais de inova\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, a presente proposta se articulou ao redor da cria\u00e7\u00e3o de dois \u00edndices gerais, um sobre inova\u00e7\u00e3o, e outro sobre engenharia, que possibilitaram an\u00e1lises mais aprofundadas e melhor compreens\u00e3o da realidade. Tratou-se de \u00edndices de inova\u00e7\u00e3o mais amplos, constru\u00eddos com o fim de avaliar a capacidade inovadora geral do pa\u00eds e de regi\u00f5es, sendo resultado da an\u00e1lise de um conjunto amplo de vari\u00e1veis, sistematizado a partir dos dados dispon\u00edveis e poss\u00edveis de serem capturados. A constru\u00e7\u00e3o dos \u00edndices propostos foi relevante e pertinente tanto acad\u00eamica como pol\u00edtica e socialmente.<\/div><div>\u00a0<\/div><h4><strong>Coordenador<\/strong>:<\/h4><p>Mario Sergio Salerno<\/p><h4><strong>Equipe<\/strong>:<\/h4><p>Glauco Arbix, Dem\u00e9trio Toledo, Laura Ibiapina Parente, Leonardo Augusto de Vasconcelos Gomes, Davi Nonoru Nakano, Simone de Lara Teixeira Uch\u00f4a Freitas, Zil Miranda, D\u00e9bora Oliveira da Silva, Sergio Kannebley Jr, Diogo Coutinho, Jos\u00e9 Carvalheiro, Luiz Caseiro, Guilherme Amaral, Leonardo Melo Lins, Diego Rafael Silva.<\/p><h4><strong>Financiadores<\/strong>:<\/h4><p>Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial<\/p><p>Universidade de S\u00e3o Paulo \u2013 Aux\u00edlio financeiro<\/p><p>Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (DF) e Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego \u2013 Coopera\u00e7\u00e3o<\/p><\/div><h4><strong>Situa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/h4><p>Conclu\u00eddo<\/p><h4><strong>Natureza<\/strong>:<\/h4><p>Pesquisa<\/p><div><hr \/><\/div><h2><strong>Indicadores de Competitividade de Na\u00e7\u00f5es\u00a0<\/strong><\/h2><h3>(2011 \u2013 2015)<\/h3><div><p>O projeto visou analisar os sistemas de indicadores existentes (WEF \u2013 F\u00f3rum Econ\u00f4mico Mundial; IMD; Conselho Presidencial de Competitividade Sul Coreano) e elaborar proposta de sistema de indicadores mais robusto, no estilo scorecard. Analisou-se os fatores que impactam na competitividade futura, e buscou-se inserir aspectos como inova\u00e7\u00e3o, economia verde, economia criativa e outros t\u00f3picos que tendem a fazer a competitividade futura de uma na\u00e7\u00e3o. Foram trabalhados com dados oficiais, evitando surveys de opini\u00e3o que distorcem os resultados, como ocorre com os indicadores supra-citados. Elaborado com apoio da ABDI, articuladamente como CoC \u2013 Conselho de Competitividade dos EUA (Coucil on Competitivenes) e com a FGCC \u2013 Federa\u00e7\u00e3o Global dos Conselhos de Competitividade.<\/p><\/div><h4><strong>Coordenador<\/strong>:<\/h4><p>Mario Sergio Salerno<\/p><h4><strong>Equipe<\/strong>:<\/h4><p>Roberto dos Reis Alvarez, Davi Nonoru Nakano, Sergio Kannebley Jr, Guilherme Amaral, Mariana Ogawa, Bruno Ara\u00fajo, Thiago Fernandes Dantas Vasconcellos.<\/p><h4><strong>Financiadores<\/strong>:<\/h4><p>Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial \u2013 Aux\u00edlio financeiro<\/p><p>Council on Competitiveness<\/p><p>Federa\u00e7\u00e3o Global dos Conselhos de Competitividade \u2013 Coopera\u00e7\u00e3o<\/p><h4><strong>Situa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/h4><p>Conclu\u00eddo<\/p><h4><strong>Natureza<\/strong>:<\/h4><div>Pesquisa<\/div><div>\u00a0<\/div><div><hr \/><\/div><div><div>\u00a0<\/div><\/div><div><h2><strong>Plataformas Demonstradoras Tecnol\u00f3gicas\u00a0<\/strong><\/h2><h3>(2012 \u2013 2013)<\/h3><div>Elabora\u00e7\u00e3o de proposta de pol\u00edtica p\u00fablica para plataformas tecnol\u00f3gicas demonstradoras, tomando como caso o setor aeron\u00e1utico. Plataformas demonstradoras significam o desenvolvimento pr\u00e9-competitivo que extrapola o PD tradicional, indo at\u00e9 a prova \/ teste da tecnologia em situa\u00e7\u00e3o real sempre que vi\u00e1vel, ou em situa\u00e7\u00e3o laboratorial \/ simulada. A partir dai, as empresas desenvolvem seus produtos. Exemplos de plataformas tecnol\u00f3gicas demonstradoras: tecnologias de motores menos poluentes, menos ruidos e com menor consumo; sistemas embarcados etc. O projeto envolveu as seguintes fases: 1) Levantamento das experi\u00eancias internacionais de plataformas, particularmente as europeias (Clean Sky), canadenses (Criaq e outras), norte-americanas (Darpa e outras), inglesa. 2) An\u00e1lise comparativa e levantamento de alternativas de governan\u00e7a para um eventual programa de plataformas tecnol\u00f3gicas no Brasil. 3) An\u00e1lise e proposi\u00e7\u00f5es para uma eventual extens\u00e3o do programa para outro setores.<\/div><div>\u00a0<\/div><h4><strong>Coordenador<\/strong>:<\/h4><p>Mario Sergio Salerno<\/p><h4><strong>Equipe<\/strong>:<\/h4><div>Dem\u00e9trio Toledo, Eduardo Zancul, Diogo Coutinho, Andr\u00e9 Pion de Carvalho<\/div><h4><strong>Financiadora<\/strong>:<\/h4><div>Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial \u2013 Aux\u00edlio financeiro<\/div><h4><strong>Situa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/h4><p>Conclu\u00eddo<\/p><h4><strong>Natureza<\/strong>:<\/h4><div>Pesquisa<\/div><\/div><div>\u00a0<\/div><div><div><hr \/><\/div><\/div><h2><strong>A influ\u00eancia da Petrobras no desenvolvimento das Institui\u00e7\u00f5es de Ci\u00eancia e Tecnologia (ICTs)\u00a0<\/strong><\/h2><h3>(2010 \u2013 2010)<\/h3><p>A rela\u00e7\u00e3o Universidade\/Empresa, ou mais genericamente, Institutos de Ci\u00eancia e Tecnologia (ICTs)\/Empresas \u00e9 um dos pontos relevantes nas discuss\u00f5es e pol\u00edticas sobre inova\u00e7\u00e3o. O projeto teve como objetivo analisar os contratos da Petrobras com os Institutos de Ci\u00eancia e Tecnologia \u2013 ICT\u2019s \u2013 do Sudeste (estados do Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo \u2013 UFRJ, INT, USP, UFSCar, IPT), para detectar seu impacto.<\/p><h4><strong>Coordenador<\/strong>:<\/h4><p>Mario Sergio Salerno<\/p><h4><strong>Equipe<\/strong>:<\/h4><div>Simone de Lara Teixeira\u00a0Uch\u00f4a Freitas<\/div><h4><strong>Financiadores<\/strong>:<\/h4><p>Financiadora de Estudos Projetos Finep \u2013 Aux\u00edlio financeiro<\/p><p>Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (DF) \u00a0e Petrobras \u2013 Coopera\u00e7\u00e3o<\/p><h4><strong>Situa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/h4><p>Conclu\u00eddo<\/p><h4><strong>Natureza<\/strong>:<\/h4><p>Pesquisa<\/p><div><div>\u00a0<\/div><\/div><div><hr \/><\/div><h2><strong>Modelos para organiza\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o da cadeia de valor expandida da inova\u00e7\u00e3o na empresa<\/strong><\/h2><h3>(2009 \u2013 2012)<\/h3><h4>Fapesp 2009\/04045-3<\/h4><p>O projeto discutiu e categorizou diversos processos de gest\u00e3o da inova\u00e7\u00e3o, identificando conting\u00eancias, processos decis\u00f3rios e formas de organiza\u00e7\u00e3o. Foram estudados 131 projetos de inova\u00e7\u00e3o em 74 empresas dos mais diversos portes e setores, no Brasil e no exterior.<\/p><div><h4><strong>Coordenador<\/strong>:<\/h4><p>Mario Sergio Salerno<\/p><h4><strong>Equipe<\/strong>:<\/h4><div>Adriana Marotti de\u00a0Mello, Leonardo Augusto de Vasconcelos Gomes, Juliana Rossi Pereira Rocha, Wander Demonel de Lima, Simone Vasconcelos Ribeiro Galina, L\u00e9o Teobaldo Kroth, Simone de Lara Teixeira Uchoa Freitas, Julia Taunay Perez, Vanessa de Lima Ferreira, Vahid Vahdat, D\u00e9bora Oliveira da Silva, Felipe S\u00e1 Ribeiro, Raoni Barros Bagno.<\/div><h4><strong>Situa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/h4><p>Conclu\u00eddo<\/p><h4><strong>Natureza<\/strong>:<\/h4><div>Pesquisa<\/div><\/div><\/div><\/div><\/section><div>\u00a0<\/div><section><div><div><div><hr \/><h2><strong>A influ\u00eancia da Petrobras no desenvolvimento tecnol\u00f3gico: o caso das empresas de servi\u00e7os de engenharia\u00a0<\/strong><\/h2><h3>(2009 \u2013 2009)<\/h3><p>O projeto fez parte do programa nacional Ipea-Petrobras, com financiamento e apoio desta, que discutiu o impacto da Petrobras na economia e no desenvolvimento brasileiro. Nesse espectro, o presente projeto analisou o desempenho de empresas prestadoras de servi\u00e7os de engenharia com contratos com a Petrobras. Utilizou-se dois m\u00e9todos: 1) an\u00e1lise quantitativa de dados secund\u00e1rios (RAIS\/TEM, base de dados de fornecedores da Petrobras, fornecida por esta, e base de dados de doutores e grupos de pesquisa do CNPq), visando discutir as caracter\u00edsticas das empresas de engenharia com e sem contrato com a Petrobras (de 1997 a 2007); 2) an\u00e1lise qualitativa, via entrevistas em profundidade no setor de engenharia da Petrobras, que levantou fatores qualificadores para sele\u00e7\u00e3o de fornecedores, e em empresas de engenharia prestadoras de servi\u00e7os \u00e0 Petrobras. Para uma dimens\u00e3o geral da quest\u00e3o, a RAIS aponta 6.673 empresas prestadoras de servi\u00e7os de engenharia no Brasil e 152.000 empregados em 2007, das quais 474 mantiveram contrato com a Petrobras entre 1997 e 2007. Valor financiado: R$ 41.000,00 (Ipea, repasse do CT-Petro).<\/p><h4><strong>Coordenador<\/strong>:<\/h4><p>Mario Sergio Salerno<\/p><h4><strong>Equipe<\/strong>:<\/h4><div>Simone de Lara Teixeira Uch\u00f4a Freitas e Vanessa Missawa.<\/div><h4><strong>Financiadores<\/strong>:<\/h4><p>Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico \u2013 Bolsa<\/p><p>Financiadora de Estudos Projetos Finep \u2013 Aux\u00edlio financeiro<\/p><p>Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (DF) e Petr\u00f3leo Brasileiro (Matriz\/RJ) \u2013 Coopera\u00e7\u00e3o<\/p><h4><strong>Situa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/h4><p>Conclu\u00eddo<\/p><h4><strong>Natureza<\/strong>:<\/h4><div>Pesquisa<\/div><\/div><\/div><\/div><div>\u00a0<\/div><div><div><div><div><hr \/><\/div><h2><strong>Pro-Engenharias Capes<\/strong><\/h2><h3>(2008 \u2013 2012)<br \/><strong><br \/><\/strong><\/h3><p>Projeto no \u00e2mbito do edital 01\/2007, Pro-Engenharias, da Capes. Coordenador do n\u00f3 USP. O objetivo deste projeto foi estabelecer e consolidar uma rede de Programas de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o cujos membros desenvolveram historicamente pesquisas e projetos nas \u00e1reas da gest\u00e3o de opera\u00e7\u00f5es e da gest\u00e3o da inova\u00e7\u00e3o. De tal forma, os trabalhos e os resultados gerados puderam ser coordenados e difundidos entre estes, com o sentido de desenvolver e divulgar um corpo de conhecimento centrado n\u00e3o na quest\u00e3o de porque inovar, mas sim na de como inovar. Tratou-se, portanto, de um projeto para o desenvolvimento de um Modelo de Gest\u00e3o de Opera\u00e7\u00f5es em Organiza\u00e7\u00f5es Inovadoras, onde o objeto foi a forma pela qual uma organiza\u00e7\u00e3o deve ser gerida, de forma que a gera\u00e7\u00e3o de inova\u00e7\u00f5es estivesse incorporada \u00e0s suas pr\u00e1ticas cotidianas, tanto em termos de produtos como de processos e solu\u00e7\u00f5es de gest\u00e3o. A rede envolveu tanto Programas de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o consagrados, como os da Coppe\/UFRJ, da Poli\/USP e da UFPE; como aqueles que estavam em plena ascens\u00e3o, como os da UNISINOS e do INPI; e um que estava nascendo, ainda em est\u00e1gio de apresenta\u00e7\u00e3o \u00e0 Capes, na Escola Polit\u00e9cnica da UFRJ.<\/p><h4><strong>Coordenador<\/strong>:<\/h4><p>Mario Sergio Salerno<\/p><h4><strong>Equipe<\/strong>:<\/h4><div>Roberto Marx, Adriano Proen\u00e7a.<\/div><h4><strong>Financiador<\/strong>:<\/h4><p>Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior \u2013 Aux\u00edlio financeiro<\/p><h4><strong>Situa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/h4><p>Conclu\u00eddo<\/p><h4><strong>Natureza<\/strong>:<\/h4><div>Pesquisa<\/div><div>\u00a0<\/div><\/div><\/div><\/div><\/section>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tem\u00e1tico Fapesp &#8211; Gest\u00e3o de Incertezas em Atividades de Inova\u00e7\u00e3o (Uncertainty Management in Innovation Activities) (2019 &#8211; 2025) Projeto 2015\/26662-5 Discuss\u00e3o de incertezas em atividades de inova\u00e7\u00e3o, particularmente \u00a0na organiza\u00e7\u00e3o da empresa para desenvolver sistematicamente projetos mais radicais (aqueles envoltos em muitas incertezas), e nas devidas especificidades de gest\u00e3o (sele\u00e7\u00e3o de projetos, gest\u00e3o de portf\u00f3lio, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":22812,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-1394","page","type-page","status-publish","hentry","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/lgi\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1394","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/lgi\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/lgi\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/lgi\/wp-json\/wp\/v2\/users\/22812"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/lgi\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1394"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/lgi\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1394\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1533,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/lgi\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1394\/revisions\/1533"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/lgi\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1394"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}