Fale conoscoFacebookTwitterGoogle PlusFlickrInstagramYoutube

Júlio Lucchesi Moraes

Júlio Lucchesi Moraes

Economista e Doutor em História Econômica pela Universidade de São Paulo (USP). Suas atividades centram-se nas áreas de Economia da Cultura, Economia Criativa, Economia Digital e História Econômica. É autor de São Paulo, Capital Artística (Azougue, 2014) e Sociedades Culturais, Sociedades Anônimas (Alameda, 2017). Foi pesquisador da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) e assessor de desenvolvimento econômico da SPCine, bolsista do Centro Acadêmico Visco de Cairu (CAVC), CNPq e FAPESP, aluno convidado da Goethe Universität Frankfurt am Main e pesquisador convidado da Université de Versailles Saint-Quentin-en-Yvelines. Atualmente, encontra-se no Canadá onde trabalha com as temáticas da Multipolaridade Cultural, Economia Política das TICs e demais desafios ligados à Convergência Digital.

O radical incremento do componente digital em praticamente todas as áreas da vida é, sem dúvida alguma, um dos grandes fenômenos experimentados pela quase totalidade da humanidade nos dias atuais. Mudanças profundas no universo da produção, distribuição e fruição de bens e serviços, uberização dos mercados de trabalho, remodelação das cadeias produtivas e dos sistemas de inovação internacionais, o advento da Economia de Plataforma e das Novas Tecnologias Financeiras: tendências diversas capazes de afetar não apenas a Economia Global mas, potencialmente, a própria Ciência Econômica. Em tempos em que a ‘disrupção’ é a palavra de ordem, seria o digital capaz de inflexionar a Ciência de Adam Smith, Marx e Keynes? Como alguns dos conceitos mais básicos e centrais da Economia – crescimento, desenvolvimento, política fiscal e monetária etc. – se inflexionam sob a nova lógica tecnológica?