{"id":549,"date":"2021-01-19T10:35:01","date_gmt":"2021-01-19T13:35:01","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/?p=549"},"modified":"2021-01-19T10:50:00","modified_gmt":"2021-01-19T13:50:00","slug":"1-projeto-tematico-fapesp-bases-cientificas-para-a-eliminacao-da-malaria-residual-na-amazonia-brasileira-2017-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/1-projeto-tematico-fapesp-bases-cientificas-para-a-eliminacao-da-malaria-residual-na-amazonia-brasileira-2017-2022\/","title":{"rendered":"1. Projeto Tem\u00e1tico FAPESP: Bases cient\u00edficas para a elimina\u00e7\u00e3o da mal\u00e1ria residual na Amaz\u00f4nia Brasileira (2017-2022)."},"content":{"rendered":"<p><strong>Resumo:<\/strong> Com 143.910 casos confirmados laboratorialmente e 41 \u00f3bitos associados \u00e0 mal\u00e1ria em 2014, o Brasil apresenta hoje a menor carga de mal\u00e1ria em 35 anos, com transmiss\u00e3o virtualmente restrita \u00e0 Amaz\u00f4nia Legal. Neste contexto, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade do Brasil lan\u00e7ou, em novembro de 2015, o Plano para a Elimina\u00e7\u00e3o da Mal\u00e1ria no Brasil, com o objetivo de curto prazo de interromper a transmiss\u00e3o de Plasmodium falciparum nos pr\u00f3ximos 15 anos. A natureza focal da mal\u00e1ria no pa\u00eds indica que a sua elimina\u00e7\u00e3o depende da prioriza\u00e7\u00e3o de um pequeno n\u00famero de focos de transmiss\u00e3o. Combinamos neste projeto abordagens epidemiol\u00f3gicas cl\u00e1ssicas, que visam a caracterizar fatores de risco e identificar poss\u00edveis alvos para interven\u00e7\u00e3o, com estudos de gen\u00e9tica e gen\u00f4mica populacional de parasitas e de biologia e controle de vetores, com o objetivo de contribuir para a elabora\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias mais eficazes para o controle e a elimina\u00e7\u00e3o da mal\u00e1ria no Brasil. Esse estudo \u00e9 complementado com modelagem matem\u00e1tica de diferentes cen\u00e1rios de elimina\u00e7\u00e3o da mal\u00e1ria no pa\u00eds. As atividades de campo concentram-se no Vale do Juru\u00e1, que concentra 20% dos casos de mal\u00e1ria registrados no Brasil. Abordamos dois desafios principais: (a) a persist\u00eancia de infec\u00e7\u00f5es assintom\u00e1ticas, que frequentemente apresentam carga parasit\u00e1ria abaixo do limiar de detec\u00e7\u00e3o dos exames diagn\u00f3sticos dispon\u00edveis, formando um reservat\u00f3rio de infec\u00e7\u00e3o invis\u00edvel ao sistema de sa\u00fade, e (b) a manuten\u00e7\u00e3o de altas densidades de vetores, especialmente em fun\u00e7\u00e3o do surgimento de novos criadouros artificiais resultantes da a\u00e7\u00e3o humana sobre o ambiente.<\/p>\n<p>Clique <a href=\"https:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/96164\/bases-cientificas-para-a-eliminacao-da-malaria-residual-na-amazonia-brasileira\/\">aqui<\/a> para mais informa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resumo: Com 143.910 casos confirmados laboratorialmente e 41 \u00f3bitos associados \u00e0 mal\u00e1ria em 2014, o Brasil apresenta hoje a menor carga de mal\u00e1ria em 35 anos, com transmiss\u00e3o virtualmente restrita \u00e0 Amaz\u00f4nia Legal. Neste contexto, o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade do Brasil lan\u00e7ou, em novembro de 2015, o Plano para a Elimina\u00e7\u00e3o da Mal\u00e1ria no Brasil, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":22242,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[6],"tags":[21,20,22,14],"class_list":["post-549","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-pesquisaprogramas","tag-amazonia","tag-malaria","tag-projeto-tematico-fapesp","tag-projetos-de-pesquisa","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/549","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/wp-json\/wp\/v2\/users\/22242"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=549"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/549\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":550,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/549\/revisions\/550"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=549"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=549"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/moalab\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=549"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}