{"id":792,"date":"2022-07-13T14:38:29","date_gmt":"2022-07-13T16:38:29","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/?page_id=792"},"modified":"2022-12-22T14:51:25","modified_gmt":"2022-12-22T16:51:25","slug":"serie-radio-usp","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/serie-radio-usp\/","title":{"rendered":"S\u00e9rie R\u00e1dio USP"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/07\/radiousp.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-847 aligncenter\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/07\/radiousp-300x58.png\" alt=\"\" width=\"771\" height=\"149\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/07\/radiousp-300x58.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/07\/radiousp-1024x197.png 1024w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/07\/radiousp-768x148.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/07\/radiousp-400x77.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/07\/radiousp.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 771px) 100vw, 771px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>&#8220;<em>Mulheres e Justi\u00e7a<\/em>&#8220;<\/strong> \u00e9 a mais nova s\u00e9rie do projeto para a <strong>R\u00e1dio USP<\/strong>. Toda semana iremos discutir os problemas, as desigualdades e as m\u00faltiplas discrimina\u00e7\u00f5es que t\u00eam marcado, historicamente, o acesso \u00e0 justi\u00e7a para as mulheres no Brasil.<\/p>\n<p>A s\u00e9rie nasceu do projeto <strong>Reescrevendo Decis\u00f5es Judiciais em Perspectivas Feministas<\/strong>, coordenado pela professora Fabiana Severi, da Faculdade de Direito de Ribeir\u00e3o Preto (FDRP) da USP. Seu principal objetivo \u00e9 dar visibilidade, de modo n\u00e3o habitual, \u00e0 quest\u00e3o da equidade de g\u00eanero e dos desafios para a garantia de direitos das mulheres. As discuss\u00f5es buscar\u00e3o expandir o olhar da comunidade sobre as causas estruturais das m\u00faltiplas e interseccionais viol\u00eancias e discrimina\u00e7\u00f5es que ocorrem todos os dias contra as mulheres no Pa\u00eds.<\/p>\n<hr \/>\n<h1>Epis\u00f3dio 01: Aborto Legal<\/h1>\n<p>O primeiro ep\u00eds\u00f3dio foi ao ar dia 07 de julho e teve como tema <strong>\u201cAborto Legal\u201d<\/strong>. Diante dos casos recentes envolvendo o (n\u00e3o) acesso das mulheres \u00e0 previs\u00e3o legal de interrup\u00e7\u00e3o da gravidez, surgem os questionamentos: por que o direito ao aborto legal parece ser t\u00e3o relativizado na pr\u00e1tica? E por que s\u00f3 os homens t\u00eam direito a n\u00e3o estarem &#8220;prontos&#8221; para ter filhos? Na companhia da Profa. da Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA), <strong>Luanna Tomaz<\/strong>, e com apresenta\u00e7\u00e3o da Profa. da Faculdade de Direito de Ribeir\u00e3o Preto (FDRP-USP), Fabiana Severi, essas quest\u00f5es foram discutidas.<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1013\" aria-describedby=\"caption-attachment-1013\" style=\"width: 526px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/no-brasil-direito-ao-aborto-e-relativizado-na-pratica\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1013\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/aborto-1-300x156.png\" alt=\"\" width=\"526\" height=\"273\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/aborto-1-300x156.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/aborto-1-400x209.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/aborto-1.png 832w\" sizes=\"auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1013\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/no-brasil-direito-ao-aborto-e-relativizado-na-pratica\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1>Epis\u00f3dio 02: Responsabilidades Familiares<\/h1>\n<p>Neste epis\u00f3dio debatemos o tema \u201cResponsabilidades Familiares\u201d junto \u00e0 <strong>Regina Stela Vieira<\/strong>, professora da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco e do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Direito da Universidade do Oeste de Santa Catarina.<\/p>\n<p>Na sociedade, \u00e9 n\u00edtida a constru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica em torno dos pap\u00e9is de g\u00eanero: as tarefas dom\u00e9sticas sempre foram atribu\u00eddas \u201cnaturalmente\u201d \u00e0s mulheres, enquanto os homens ocupam o mercado de trabalho como \u201cprovedores do lar\u201d. At\u00e9 hoje essas tarefas n\u00e3o s\u00e3o vistas como um trabalho de fato, como se lavar, passar, cozinhar e cuidar dos filhos n\u00e3o gerasse desgastes f\u00edsicos e mentais, e n\u00e3o tomasse uma desmedida parcela de tempo no dia a dia das mulheres.<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1016\" aria-describedby=\"caption-attachment-1016\" style=\"width: 503px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/reforcar-o-papel-social-de-rainha-do-lar-sobrecarrega-apenas-a-mulher\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1016 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep2-300x186.png\" alt=\"\" width=\"503\" height=\"312\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep2-300x186.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep2-768x476.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep2-400x248.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep2.png 899w\" sizes=\"auto, (max-width: 503px) 100vw, 503px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1016\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/reforcar-o-papel-social-de-rainha-do-lar-sobrecarrega-apenas-a-mulher\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1>Epis\u00f3dio 03: Viol\u00eancia Obst\u00e9trica<\/h1>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esta semana debatemos o tema \u201cViol\u00eancia Obst\u00e9trica\u201d com a convidada <\/span><span style=\"font-weight: 400;\"><strong>M\u00f4nica de Melo<\/strong>, feminista, Defensora P\u00fablica do Estado de S\u00e3o Paulo, Professora de Direito da PUC-SP e Integrante do Grupo de Pesquisa \u201cDireito, Discrimina\u00e7\u00e3o de G\u00eanero e Igualdade&#8221; da PUC-SP.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Semana passada, a m\u00eddia expos um caso b\u00e1rbaro de estupro contra uma gestante durante seu trabalho de parto. Diante de tamanha atrocidade, o tema da viol\u00eancia obst\u00e9trica veio \u00e0 tona: afinal, no que consiste tal viol\u00eancia? Quais os direitos da gestante antes, durante e ap\u00f3s o parto? Essas e outras quest\u00f5es foram discutidas.<\/span><\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1018\" aria-describedby=\"caption-attachment-1018\" style=\"width: 514px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/violencia-obstetrica-e-uma-violacao-aos-direitos-humanos\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1018 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep3-300x157.png\" alt=\"\" width=\"514\" height=\"269\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep3-300x157.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep3-1024x534.png 1024w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep3-768x401.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep3-400x209.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep3.png 1098w\" sizes=\"auto, (max-width: 514px) 100vw, 514px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1018\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/violencia-obstetrica-e-uma-violacao-aos-direitos-humanos\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1>Epis\u00f3dio 04: Feminismo Ind\u00edgena<\/h1>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Neste epis\u00f3dio recebemos <strong>Priscilla Cardoso Rodrigues<\/strong>, feminista, ativista e Professora de direitos ind\u00edgenas na Univerdade Federal de Roraima (UFRR) para discutir o tema \u201cFeminismo Ind\u00edgena\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com o \u00faltimo levantamento do IBGE, o Brasil possui aproximadamente 900 mil ind\u00edgenas, sendo cerca de 50% dessa popula\u00e7\u00e3o mulheres. Afinal, como essas mulheres se organizam na luta pelos seus direitos? \u00c9 poss\u00edvel falar em um feminismo ind\u00edgena? E quando o assunto \u00e9 viol\u00eancia dom\u00e9stica, a Lei Maria da Penha \u00e9 adequada e eficaz na prote\u00e7\u00e3o das mulheres ind\u00edgenas?<\/span><\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1021\" aria-describedby=\"caption-attachment-1021\" style=\"width: 520px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/mulher-indigena-enfrenta-condicionamento-cultural-e-obstaculos-na-aplicacao-da-lei-maria-da-penha\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1021 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep4-300x157.png\" alt=\"\" width=\"520\" height=\"272\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep4-300x157.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep4-768x401.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep4-400x209.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep4.png 824w\" sizes=\"auto, (max-width: 520px) 100vw, 520px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1021\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/mulher-indigena-enfrenta-condicionamento-cultural-e-obstaculos-na-aplicacao-da-lei-maria-da-penha\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 05: Guarda compartilhada<\/strong><\/h1>\n<p>Para discutir o tema dessa semana, recebemos <strong>Fabiane Simioni<\/strong>, professora de Direito e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), no Rio Grande do Sul, e co-l\u00edder do Grupo de Pesquisas INDERI (Interseccionalidades e Decolonialidade nas Rela\u00e7\u00f5es Internacionais).<\/p>\n<p>O C\u00f3digo Civil brasileiro prev\u00ea que, nas hip\u00f3teses em que n\u00e3o h\u00e1 acordo entre m\u00e3e e pai sobre a guarda dos filhos, esta pode ser realizada em conjunto por meio da chamada guarda compartilhada. Nesse modelo, tanto o pai quanto a m\u00e3e se responsabilizam conjuntamente por todas as quest\u00f5es relacionadas aos direitos dos filhos e filhas.<\/p>\n<p>H\u00e1 alguns anos, o sistema de justi\u00e7a brasileiro passou por uma altera\u00e7\u00e3o significativa que estabelece a guarda compartilhada como regra nos casos em que o juiz tiver que decidir. Mas afinal, como esse modelo atende aos interesses das crian\u00e7as? Ele \u00e9 aconselh\u00e1vel mesmo quando a dissolu\u00e7\u00e3o conjugal ocorre em decorr\u00eancia de viol\u00eancia dom\u00e9stica?<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1015\" aria-describedby=\"caption-attachment-1015\" style=\"width: 490px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/guarda-compartilhada-deve-ser-a-solucao-para-todos-os-membros-do-nucleo-familiar\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1015 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep5-300x156.png\" alt=\"\" width=\"490\" height=\"255\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep5-300x156.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep5-768x400.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep5-400x209.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep5.png 823w\" sizes=\"auto, (max-width: 490px) 100vw, 490px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1015\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/guarda-compartilhada-deve-ser-a-solucao-para-todos-os-membros-do-nucleo-familiar\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1>Epis\u00f3dio 06: Pris\u00e3o Domiciliar<\/h1>\n<p>Para discutir o tema \u201cPris\u00e3o Domiciliar\u201d, recebemos a advogada criminalista feminista <strong>Carolina Costa Ferreira<\/strong>, Doutora, mestre em Direito, Estado e Constitui\u00e7\u00e3o pela Universidade de Bras\u00edlia (UNB) e coordenadora do Instituto Brasileiro de Ci\u00eancias Criminais.<\/p>\n<p>Segundo dados do Conselho Nacional de Justi\u00e7a (CNJ), atualmente cerca de 49 mil mulheres est\u00e3o privadas de liberdade no Brasil. Recentemente, mudan\u00e7as na lei e entendimentos do Supremo Tribunal Federal (STF) permitiram que, em alguns casos, essas mulheres cumpram pena em regime domiciliar.<\/p>\n<p>Mas o que \u00e9 o regime domiciliar? Como ele \u00e9 regulamentado no Brasil? Ele pode ser considerado um \u201cbenef\u00edcio\u201d concedido pela Justi\u00e7a? Como isso se relaciona com a prote\u00e7\u00e3o da primeira inf\u00e2ncia nos casos de c\u00e1rcere de gestantes e m\u00e3es com filhos de at\u00e9 12 anos de idade?<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1024\" aria-describedby=\"caption-attachment-1024\" style=\"width: 485px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/serie-mulheres-e-justica-prisao-domiciliar-para-as-mulheres-gravidas-e-com-filhos-de-ate-12-anos-tem-como-objetivo-principal-a-protecao-da-primeira-infancia\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1024 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep6-300x155.png\" alt=\"\" width=\"485\" height=\"250\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep6-300x155.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep6-768x397.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep6-400x207.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep6.png 825w\" sizes=\"auto, (max-width: 485px) 100vw, 485px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1024\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/serie-mulheres-e-justica-prisao-domiciliar-para-as-mulheres-gravidas-e-com-filhos-de-ate-12-anos-tem-como-objetivo-principal-a-protecao-da-primeira-infancia\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 07: Representa\u00e7\u00e3o de mulheres, pessoas negras e de ind\u00edgenas em cargos pol\u00edticos no Brasil<\/strong><\/h1>\n<p>Neste epis\u00f3dio da s\u00e9rie\u00a0Mulheres e Justi\u00e7a,\u00a0a professora Fabiana Severi conversa com a advogada <strong>Salete Maria da Silva<\/strong>, professora da Universidade Federal da Bahia e coordenadora do Grupo de Pesquisa Juscemina, sobre a representa\u00e7\u00e3o de mulheres, pessoas negras e de ind\u00edgenas em cargos pol\u00edticos no Brasil.<\/p>\n<p>As mulheres conquistaram o direito ao voto em 1932. Passados 90 anos, representam 53% do eleitorado brasileiro, mas, de acordo com o relat\u00f3rio de 2020 do Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento, elas s\u00e3o minoria entre os parlamentares no Congresso Nacional, apenas 15%. J\u00e1 entre os ind\u00edgenas, uma popula\u00e7\u00e3o de cerca de 900 mil pessoas, a representa\u00e7\u00e3o segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) \u00e9 de apenas 0,2%.<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1025\" aria-describedby=\"caption-attachment-1025\" style=\"width: 494px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/mulheres-eleitas-enfrentam-barreiras-sexistas-racistas-e-classistas-no-exercicio-politico\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1025 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep7-300x157.png\" alt=\"\" width=\"494\" height=\"258\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep7-300x157.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep7-768x403.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep7-400x210.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep7.png 822w\" sizes=\"auto, (max-width: 494px) 100vw, 494px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1025\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/mulheres-eleitas-enfrentam-barreiras-sexistas-racistas-e-classistas-no-exercicio-politico\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 08: Viol\u00eancia Pol\u00edtica de G\u00eanero<\/strong><\/h1>\n<p>Esta semana discutimos o tema \u201cViol\u00eancia pol\u00edtica de g\u00eanero\u201d com <strong>\u00c9lida Lauris<\/strong>, pesquisadora em direitos humanos, doutora em p\u00f3s-colonialismos e cidadania global e investigadora do Observat\u00f3rio Permanente da Justi\u00e7a Portuguesa, ambos na Universidade de Coimbra.<\/p>\n<p>O estudo \u201cViol\u00eancia pol\u00edtica de g\u00eanero e ra\u00e7a no Brasil\u201d, coordenado por \u00c9lida e publicado em 2021, mostra que mulheres negras sem diploma enfrentam uma dificuldade maior para se elegerem do que homens e mulheres brancas na mesma condi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a pesquisadora afirma que as mulheres s\u00e3o v\u00edtimas de um tipo de viol\u00eancia pol\u00edtica muito espec\u00edfico, uma viol\u00eancia cotidiana. Na medida em que \u201c(&#8230;) o homem \u00e9 assassinado para ser exclu\u00eddo da vida pol\u00edtica, a mulher \u00e9 humilhada, com o objetivo de atingir a sua honra.\u201d<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1029\" aria-describedby=\"caption-attachment-1029\" style=\"width: 477px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/no-brasil-houve-um-acirramento-da-violencia-como-metodo-de-se-fazer-politica\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1029 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep8-300x155.png\" alt=\"\" width=\"477\" height=\"247\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep8-300x155.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep8-768x397.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep8-800x416.png 800w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep8-400x207.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep8.png 804w\" sizes=\"auto, (max-width: 477px) 100vw, 477px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1029\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/no-brasil-houve-um-acirramento-da-violencia-como-metodo-de-se-fazer-politica\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 09: Mulheres e representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica<\/strong><\/h1>\n<p>No epis\u00f3dio desta semana recebemos <strong>Luciana Ramos<\/strong>, doutora em Direito do Estado pela USP, professora na Escola de Direito da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas e pesquisadora no N\u00facleo de G\u00eanero e Direito de Justi\u00e7a Racial (FGV).<\/p>\n<p>Do ponto de vista global, o Brasil est\u00e1 entre os piores colocados em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 representa\u00e7\u00e3o de mulheres nas casas legislativas (em termos num\u00e9ricos): a representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica feminina varia em torno de 15%, apesar das mulheres serem a maioria do eleitorado. Al\u00e9m disso, dados da nota t\u00e9cnica \u201cCidades, ra\u00e7a e elei\u00e7\u00f5es\u201d, publicada em 2021 e coordenada por Luciana, mostram que, apesar das mulheres negras constitu\u00edrem 25,4% da popula\u00e7\u00e3o, nas elei\u00e7\u00f5es municipais de 2020 apenas 17% das candidaturas eram de mulheres negras e apenas 6% foram eleitas.<\/p>\n<p>Nesse sentido, quais medidas o Brasil vem adotando para diminuir essas desigualdades? As cotas de financiamento beneficiaram mulheres brancas e negras na mesma medida?<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1032\" aria-describedby=\"caption-attachment-1032\" style=\"width: 525px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/mulheres-nao-passam-de-15-entre-os-representantes-eleitos\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1032 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep9-300x156.png\" alt=\"\" width=\"525\" height=\"273\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep9-300x156.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep9-768x400.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep9-400x208.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep9.png 791w\" sizes=\"auto, (max-width: 525px) 100vw, 525px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1032\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/mulheres-nao-passam-de-15-entre-os-representantes-eleitos\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 10: Literatura e g\u00eanero<\/strong><\/h1>\n<p>Neste epis\u00f3dio convidamos a professora e escritora <strong>Ana Lia Almeida<\/strong> para discutir os desafios e contradi\u00e7\u00f5es da maternidade, tema que permeia sua nova obra \u201cTravessia\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 de hoje que a maternidade \u00e9 um dos principais desafios na vida da mulher e, apesar disso, pouco se fala sobre a real complexidade deste tema. Prevalece no senso comum um estere\u00f3tipo idealizado da maternidade, no qual as contradi\u00e7\u00f5es e medos dessa experi\u00eancia ficam de lado.<\/p>\n<p>Em sua obra, Ana Lia traz suas viv\u00eancias de forma impl\u00edcita e abre o di\u00e1logo sobre temas como viol\u00eancia obst\u00e9trica e a autonomia sobre o pr\u00f3prio corpo, e possibilita que outras mulheres se identifiquem e se reconhe\u00e7am em uma experi\u00eancia real da maternidade.<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1034\" aria-describedby=\"caption-attachment-1034\" style=\"width: 467px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/apesar-de-idealizada-maternidade-e-experiencia-carregada-de-contradicoes-e-insegurancas\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1034 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep10-300x155.png\" alt=\"\" width=\"467\" height=\"241\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep10-300x155.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep10-768x398.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep10-400x207.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep10.png 817w\" sizes=\"auto, (max-width: 467px) 100vw, 467px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1034\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/apesar-de-idealizada-maternidade-e-experiencia-carregada-de-contradicoes-e-insegurancas\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 11: Viol\u00eancia Pol\u00edtica de G\u00eanero<\/strong><\/h1>\n<p>No epis\u00f3dio da s\u00e9rie\u00a0<em>Mulheres e Justi\u00e7a<\/em>\u00a0desta semana, a professora Fabiana Severi conversa com <strong>Ladyane Souza<\/strong>, advogada, consultora e pesquisadora. Mestra em Direitos Humanos pela Universidade de Bras\u00edlia, sob o tema\u00a0<i>Viol\u00eancia e Pol\u00edtica de G\u00eanero<\/i>, Ladyane atualmente \u00e9 pesquisadora da ONG Colombiana\u00a0Dejusticia\u00a0e compartilha neste epis\u00f3dio suas expectativas na aplica\u00e7\u00e3o da lei de combate \u00e0 viol\u00eancia pol\u00edtica de g\u00eanero.<\/p>\n<p>Nas elei\u00e7\u00f5es de 2020, tr\u00eas em cada dez candidatas foram discriminadas por serem mulheres. O dado \u00e9 da pesquisa\u00a0<i>Equidade de G\u00eanero na Pol\u00edtica<\/i>, desenvolvida pelo DataSenado em parceria com o Observat\u00f3rio da Mulher Contra Viol\u00eancia. Em uma tentativa de mudar essa realidade, em agosto de 2021 foi sancionada a Lei n\u00ba 14.192, de combate \u00e0 viol\u00eancia pol\u00edtica contra a mulher.<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1038\" aria-describedby=\"caption-attachment-1038\" style=\"width: 445px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/a-violencia-politica-de-genero-e-uma-violencia-que-busca-silenciar\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1038 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep11-300x155.png\" alt=\"\" width=\"445\" height=\"230\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep11-300x155.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep11-768x397.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep11-400x207.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep11.png 819w\" sizes=\"auto, (max-width: 445px) 100vw, 445px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1038\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/a-violencia-politica-de-genero-e-uma-violencia-que-busca-silenciar\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 12: Estado Constitucional Feminista<\/strong><\/h1>\n<p>No epis\u00f3dio da s\u00e9rie\u00a0<em>Mulheres e Justi\u00e7a<\/em>\u00a0desta semana, a professora Fabiana Severi conversa com <strong>Christine Peter da Silva<\/strong>, doutora em Direito, Estado e Constitui\u00e7\u00e3o pela Universidade de Bras\u00edlia e ex-assessora da presid\u00eancia do Supremo Tribunal Federal. Atualmente \u00e9 pesquisadora e professora associada do mestrado e doutorado em Direito das Rela\u00e7\u00f5es Internacionais do Centro Universit\u00e1rio de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>Christine, neste epis\u00f3dio, aborda o tema Constitucionalismo Feminista, ou Estado Constitucional Feminista, termo que traz luz a toda luta das mulheres durante a hist\u00f3ria para conquistarem seus direitos, al\u00e9m de ressaltar a import\u00e2ncia da participa\u00e7\u00e3o feminina em uma democracia.<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1040\" aria-describedby=\"caption-attachment-1040\" style=\"width: 453px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/nao-ha-democracia-sem-a-presenca-de-mulheres-afirma-especialista\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1040 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep12-300x155.png\" alt=\"\" width=\"453\" height=\"234\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep12-300x155.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep12-768x397.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep12-400x207.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep12.png 823w\" sizes=\"auto, (max-width: 453px) 100vw, 453px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1040\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/nao-ha-democracia-sem-a-presenca-de-mulheres-afirma-especialista\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 13: Resultado das elei\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h1>\n<p>Neste epis\u00f3dio da s\u00e9rie <em>Mulheres e Justi\u00e7a<\/em>, a professora Fabiana Severi conversa com <strong>Regina Stela Vieira<\/strong>, professora da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco e do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Direito da Universidade do Oeste de Santa Catarina, sobre a representatividade de ra\u00e7a e g\u00eanero no Congresso Nacional ap\u00f3s as elei\u00e7\u00f5es do \u00faltimo dia 2 de outubro.<\/p>\n<p>O resultado do primeiro turno das elei\u00e7\u00f5es deste ano mostrou um aumento de mulheres eleitas para a C\u00e2mara dos Deputados, que passou de 15% para 17,7%, com destaque para duas mulheres trans eleitas. Al\u00e9m disso, houve um n\u00famero recorde de deputados de ambos os sexos que se autodeclararam pardos ou negros.<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1043\" aria-describedby=\"caption-attachment-1043\" style=\"width: 503px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/serie-mulheres-e-justica-representatividade-feminina-precisa-ser-acompanhada-de-pautas-em-favor-da-igualdade-de-generos\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1043 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep13-300x155.png\" alt=\"\" width=\"503\" height=\"260\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep13-300x155.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep13-768x396.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep13-400x206.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep13.png 822w\" sizes=\"auto, (max-width: 503px) 100vw, 503px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1043\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/serie-mulheres-e-justica-representatividade-feminina-precisa-ser-acompanhada-de-pautas-em-favor-da-igualdade-de-generos\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 14: Fake News Prova de Vida INSS<\/strong><\/h1>\n<p>No epis\u00f3dio desta semana, preocupada com as fake news que circulam pelas redes sociais sobre a rela\u00e7\u00e3o entre o voto e a prova de vida exigida pelo INSS, a professora Fabiana Severi conversa com a advogada e professora <strong>J\u00falia Lenzi Silva<\/strong>, doutora em Direito do Trabalho e da Seguridade Social e pesquisadora do Grupo de Estudos sobre Direitos Humanos, Centralidade do Trabalho e Marxismo, ambos da Faculdade de Direito da USP, onde \u00e9 docente. A professora esclarece o que \u00e9, como fazer a prova de vida e como comprov\u00e1-lo.<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1045\" aria-describedby=\"caption-attachment-1045\" style=\"width: 455px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/comparecimento-a-eleicao-so-vale-como-prova-de-vida-a-partir-de-2023\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1045 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep14-300x155.png\" alt=\"\" width=\"455\" height=\"235\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep14-300x155.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep14-768x398.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep14-400x207.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep14.png 822w\" sizes=\"auto, (max-width: 455px) 100vw, 455px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1045\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/comparecimento-a-eleicao-so-vale-como-prova-de-vida-a-partir-de-2023\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 15: Condi\u00e7\u00e3o de mulheres migrantes venezuelanas<\/strong><\/h1>\n<p>Neste epis\u00f3dio da s\u00e9rie\u00a0<em>Mulheres e Justi\u00e7a<\/em>, a professora Fabiana Severi conversa com <strong>Vanessa Berner<\/strong>, professora titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sobre o tema empregabilidade de refugiadas no Brasil.<\/p>\n<p>Na \u00faltima d\u00e9cada, em fun\u00e7\u00e3o da crise pol\u00edtica, econ\u00f4mica e social vivida na Venezuela, muitos migrantes e refugiados t\u00eam se deslocado para o territ\u00f3rio brasileiro e dentre eles observa-se um alto n\u00famero de mulheres, venezuelanas que migram com seus filhos e filhas. Atualmente, o grande desafio enfrentado por essas mulheres \u00e9 a garantia de empregabilidade, em virtude da realidade de m\u00e3es solos. Dados do programa de estrat\u00e9gia de interioriza\u00e7\u00e3o revelam que, dentre as mulheres que se interiorizam quando chegam ao Brasil, apenas 30% foram deslocadas com vaga de trabalho garantida.<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1050\" aria-describedby=\"caption-attachment-1050\" style=\"width: 482px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/brasil-precisa-de-politicas-publicas-para-mulheres-migrantes\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1050 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep15-300x158.png\" alt=\"\" width=\"482\" height=\"254\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep15-300x158.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep15-768x405.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep15-400x211.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep15.png 817w\" sizes=\"auto, (max-width: 482px) 100vw, 482px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1050\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/brasil-precisa-de-politicas-publicas-para-mulheres-migrantes\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 16: Ass\u00e9dio em ambientes de trabalho<\/strong><\/h1>\n<p>Neste epis\u00f3dio da s\u00e9rie <em>Mulheres e Justi\u00e7a,<\/em>\u00a0a professora Fabiana Severi conversa com <strong>Camila de Magalh\u00e3es Gomes<\/strong>, professora adjunta de Direito Penal e Criminologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).<\/p>\n<p>De acordo com o Tribunal Superior do Trabalho (TST), no Brasil, o ass\u00e9dio sexual \u00e9 crime definido no Artigo 216A do C\u00f3digo Penal e a pena prevista \u00e9 de deten\u00e7\u00e3o de um a dois anos. Embora o processo criminal decorrente do ass\u00e9dio sexual seja da compet\u00eancia da justi\u00e7a comum, a pr\u00e1tica tem reflexos tamb\u00e9m no Direito do Trabalho, segundo o TST. Em 2019, por exemplo, tramitaram pela justi\u00e7a do trabalho 4.786 processos por ass\u00e9dio sexual.<\/p>\n<p>Camila diz que s\u00f3 existe ass\u00e9dio sexual no \u00e2mbito das rela\u00e7\u00f5es de emprego, cargo ou fun\u00e7\u00e3o, portanto, sempre \u00e9 um sentido lato, um crime que acontece dentro das rela\u00e7\u00f5es de trabalho. \u201cH\u00e1 condutas, sem esse elemento, que poder\u00e3o ser entendidas como outros crimes sexuais como, por exemplo, uma importuna\u00e7\u00e3o sexual, mas n\u00e3o um ass\u00e9dio sexual.\u201d<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1052\" aria-describedby=\"caption-attachment-1052\" style=\"width: 492px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/assedio-sexual-no-trabalho-e-mais-um-crime-que-esta-presente-no-contexto-das-relacoes-genero\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1052 \" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep16-300x155.png\" alt=\"\" width=\"492\" height=\"254\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep16-300x155.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep16-768x396.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep16-400x206.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep16.png 823w\" sizes=\"auto, (max-width: 492px) 100vw, 492px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1052\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/assedio-sexual-no-trabalho-e-mais-um-crime-que-esta-presente-no-contexto-das-relacoes-genero\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 17: Pol\u00edticas p\u00fablicas de enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia dom\u00e9stica<\/strong><\/h1>\n<p>A viol\u00eancia dom\u00e9stica e familiar contra mulheres e meninas \u00e9 uma viol\u00eancia baseada no g\u00eanero e se apresenta como um problema social de alt\u00edssima complexidade. Se manifesta de diferentes formas, frequ\u00eancias e com intensidades tamb\u00e9m variadas, al\u00e9m de ser uma viol\u00eancia estrutural, ainda muito naturalizada e tolerada pela sociedade brasileira. Essas s\u00e3o as conclus\u00f5es da\u00a0soci\u00f3loga <strong>W\u00e2nia Pasinato<\/strong>, a convidada desta semana da professora Fabiana Severi na s\u00e9rie\u00a0<em>Mulheres e Justi\u00e7a<\/em>.<\/p>\n<p>W\u00e2nia atuou como coordenadora de acesso \u00e0 Justi\u00e7a no Escrit\u00f3rio da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), em Bras\u00edlia, e como Assessora T\u00e9cnica do Escrit\u00f3rio USP Mulheres. Atualmente \u00e9 colaboradora do Grupo de Estudos Direitos Humanos, Pol\u00edtica, Mem\u00f3ria e Democracia do Instituto de Estudos Avan\u00e7ados da USP.<\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1107\" aria-describedby=\"caption-attachment-1107\" style=\"width: 496px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/e-preciso-repactuar-o-enfrentamento-da-violencia-contra-as-mulheres-no-pais\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1107\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep17-300x155.png\" alt=\"\" width=\"496\" height=\"256\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep17-300x155.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep17-768x397.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep17-400x207.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/11\/ep17.png 824w\" sizes=\"auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1107\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/e-preciso-repactuar-o-enfrentamento-da-violencia-contra-as-mulheres-no-pais\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 18: Combate \u00e0 viol\u00eancia de g\u00eanero em ambientes universit\u00e1rios<\/strong><\/h1>\n<p class=\"vLAZ4d\" data-type=\"Segment\" data-start=\"10.5\" data-segment-label=\"00:10\" data-rt-id=\"bDHVP3\" data-rt-kind=\"1\" data-rt-type=\"Paragraph\">No Brasil, segundo dados publicados pelo Instituto Avon, em parceria com o Instituto de Pesquisa Data Popular, cerca de 67% das mulheres que frequentam o ambiente universit\u00e1rio j\u00e1 sofreram algum tipo de agress\u00e3o, seja ela f\u00edsica, moral, sexual ou psicol\u00f3gica. S\u00e3o alunas, professoras e funcion\u00e1rias.<\/p>\n<p data-type=\"Segment\" data-start=\"10.5\" data-segment-label=\"00:10\" data-rt-id=\"bDHVP3\" data-rt-kind=\"1\" data-rt-type=\"Paragraph\">Segundo <strong>Deise Camargo Maicon<\/strong>, advogada, mestre e doutora pela USP e pesquisadora do Centro de Ensino e Pesquisa em Inova\u00e7\u00e3o da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas, convidada deste epis\u00f3dio da s\u00e9rie\u00a0<em>Mulheres e Justi\u00e7a,<\/em>\u00a0o tema ganhou maior visibilidade nos \u00faltimos anos e a viol\u00eancia em fun\u00e7\u00e3o de g\u00eanero no ambiente universit\u00e1rio \u00e9 quando a mulher e pessoas LGBTQIA+ sofrem por serem quem s\u00e3o, ou seja, sofrem desprezo por ser mulher ou LGBTQIA+. \u201cAt\u00e9 a quest\u00e3o da viol\u00eancia sexual, cuja maior parte das v\u00edtimas \u00e9 de mulheres, \u00e9 entendida tamb\u00e9m como uma viol\u00eancia em fun\u00e7\u00e3o de g\u00eanero.\u201d<\/p>\n<p data-type=\"Segment\" data-start=\"10.5\" data-segment-label=\"00:10\" data-rt-id=\"bDHVP3\" data-rt-kind=\"1\" data-rt-type=\"Paragraph\"><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1137\" aria-describedby=\"caption-attachment-1137\" style=\"width: 510px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/universidades-brasileiras-criam-protocolos-para-o-atendimento-das-denuncias-de-violencia-de-genero\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1137\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/12\/ep18-300x157.png\" alt=\"\" width=\"510\" height=\"267\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/12\/ep18-300x157.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/12\/ep18-768x401.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/12\/ep18-400x209.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/12\/ep18.png 827w\" sizes=\"auto, (max-width: 510px) 100vw, 510px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1137\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/campus-ribeirao-preto\/universidades-brasileiras-criam-protocolos-para-o-atendimento-das-denuncias-de-violencia-de-genero\/<\/figcaption><\/figure>\n<hr \/>\n<h1><strong>Epis\u00f3dio 19: Boas pr\u00e1ticas jur\u00eddicas no enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia dom\u00e9stica<\/strong><\/h1>\n<p>A Lei Maria da Penha \u00e9 reconhecida mundialmente como uma das leis mais inovadoras no enfrentamento da viol\u00eancia dom\u00e9stica contra as mulheres e meninas. Essa inova\u00e7\u00e3o decorre de um modelo de atendimento na resposta estatal, que \u00e9 bastante complexo e que exige um esfor\u00e7o de inova\u00e7\u00e3o por parte de todos os agentes p\u00fablicos implicados na implementa\u00e7\u00e3o da lei. \u00c9 nesse sentido que emergem o conceito de boas pr\u00e1ticas da Lei Maria da Penha e a ideia de perspectiva de g\u00eanero na tomada de decis\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 esse o tema do bate-papo entre a professora Fabiana Severi e a advogada, mestre pela Faculdade de Direito de Ribeir\u00e3o Preto e professora colaboradora da Faculdade de Direito de Franca, <strong>Ana Carolina de S\u00e1 Juzo<\/strong>, neste epis\u00f3dio da s\u00e9rie\u00a0<em>Mulheres e<\/em>\u00a0<em>Justi\u00e7a<\/em><em>.<\/em><\/p>\n<p><strong>Clique na imagem para ouvir o epis\u00f3dio completo<\/strong> (grava\u00e7\u00e3o disponibilizada na reportagem).<\/p>\n<figure id=\"attachment_1140\" aria-describedby=\"caption-attachment-1140\" style=\"width: 517px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/o-enfrentamento-da-violencia-domestica-passa-pelas-boas-praticas-juridicas\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1140\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/12\/ep19-300x134.png\" alt=\"\" width=\"517\" height=\"231\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/12\/ep19-300x134.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/12\/ep19-768x342.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/12\/ep19-400x178.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-content\/uploads\/sites\/1062\/2022\/12\/ep19.png 826w\" sizes=\"auto, (max-width: 517px) 100vw, 517px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-1140\" class=\"wp-caption-text\">https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/o-enfrentamento-da-violencia-domestica-passa-pelas-boas-praticas-juridicas\/<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Mulheres e Justi\u00e7a&#8220; \u00e9 a mais nova s\u00e9rie do projeto para a R\u00e1dio USP. Toda semana iremos discutir os problemas, as desigualdades e as m\u00faltiplas discrimina\u00e7\u00f5es que t\u00eam marcado, historicamente, o acesso \u00e0 justi\u00e7a para as mulheres no Brasil. A s\u00e9rie nasceu do projeto Reescrevendo Decis\u00f5es Judiciais em Perspectivas Feministas, coordenado pela professora Fabiana Severi, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":22748,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-792","page","type-page","status-publish","hentry","entry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/792","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/22748"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=792"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/792\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1143,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/792\/revisions\/1143"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/pjf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=792"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}