{"id":302,"date":"2020-12-11T15:29:29","date_gmt":"2020-12-11T17:29:29","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.usp.br\/ppgcaf\/?page_id=302"},"modified":"2025-03-08T19:32:04","modified_gmt":"2025-03-08T21:32:04","slug":"disciplinas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/sites.usp.br\/ppgcaf\/disciplinas\/","title":{"rendered":"Disciplinas"},"content":{"rendered":"<p>O n\u00facleo formado pelas disciplinas obrigat\u00f3rias oferece ao aluno o espa\u00e7o para aprendizagem, discuss\u00e3o e aperfei\u00e7oamento do conhecimento sobre os m\u00e9todos de pesquisa e de an\u00e1lise de dados na \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o em \u201cAtividade F\u00edsica e Sa\u00fade\u201d, al\u00e9m de prepar\u00e1-lo de forma orientada \u00e0 doc\u00eancia no ensino superior (pr\u00e9-requisito para os alunos com interesse em desenvolver o est\u00e1gio de doc\u00eancia no ensino de gradua\u00e7\u00e3o da USP \u2013 PAE). As disciplinas eletivas oferecem ao aluno, espa\u00e7o para aperfei\u00e7oamento e aprofundamento de saberes espec\u00edficos em \u00e1reas de interesse.<\/p>\n<div class=\"post-430 page type-page status-publish hentry\">\n<div class=\"entry clearfix\">\n<p>As Disciplinas do programa Ci\u00eancias da Atividade F\u00edsica est\u00e3o dispon\u00edveis no link:\u00a0 <a class=\"DbQRg\" href=\"https:\/\/uspdigital.usp.br\/janus\/componente\/disciplinasOferecidasInicial.jsf?action=2&amp;codcpg=100&amp;codare=100139\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\">https:\/\/uspdigital.usp.br\/janus\/componente\/disciplinasOferecidasInicial.jsf?action=2&amp;codcpg=100&amp;codare=100139<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Grade Curricular<\/p>\n<div class=\"post-430 page type-page status-publish hentry\">\n<div class=\"entry clearfix\">\n<p>A Grade Curricular do programa est\u00e1 dispon\u00edvel no link:<br \/>\n<a href=\"https:\/\/uspdigital.usp.br\/janus\/componente\/catalogoDisciplinasInicial.jsf?action=4&amp;tipo=D&amp;codcpg=100\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/uspdigital.usp.br\/janus\/componente\/catalogoDisciplinasInicial.jsf?action=4&amp;tipo=D&amp;codcpg=100<\/a><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<h2><\/h2>\n<h2>LISTA DE DISCIPLINAS DO PROGRAMA<\/h2>\n<h3>Disciplina: AN\u00c1LISE BIOMEC\u00c2NICA DO MOVIMENTO HUMANO<\/h3>\n<p>Sigla: CAF5006\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h4>Ementa<\/h4>\n<p><strong>Objetivos:<\/strong><\/p>\n<p>Os objetivos desta disciplina s\u00e3o:<\/p>\n<ol style=\"list-style-type: lower-alpha;\">\n<li>apresentar e discutir os fundamentos te\u00f3ricos e instrumentais para an\u00e1lise biomec\u00e2nica do movimento;<\/li>\n<li>proporcionar ao p\u00f3s-graduando uma vis\u00e3o abrangente, baseada em conceitos biomec\u00e2nicos, f\u00edsicos e do controle motor, para o desenvolvimento de estudos experimentais nas \u00e1reas de atividade f\u00edsica e sa\u00fade.<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Justificativa:<\/strong><\/p>\n<p>A an\u00e1lise biomec\u00e2nica do movimento humano \u00e9 necess\u00e1ria para determinar as causas f\u00edsicas do movimento. Os resultados dessa an\u00e1lise permitem a compreens\u00e3o das causas do movimento e as implica\u00e7\u00f5es que a sobrecarga mec\u00e2nica, imposta pelo exerc\u00edcio f\u00edsico e por outras formas de atividade f\u00edsica, provoca no corpo humano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado:<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Instrumenta\u00e7\u00e3o e processamento digital de sinais biol\u00f3gicos: aquisi\u00e7\u00e3o (tipos de sinais biol\u00f3gicos, sensores e teoria de amostragem de sinais) e processamento anal\u00f3gico\/digital (amplifica\u00e7\u00e3o, filtragem e discretiza\u00e7\u00e3o de sinais);<\/li>\n<li>Instrumenta\u00e7\u00e3o biomec\u00e2nica para an\u00e1lise do movimento humano;<\/li>\n<li>Modelos biomec\u00e2nicos para a determina\u00e7\u00e3o da sobrecarga no corpo humano.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Provas, trabalhos e semin\u00e1rios.<\/p>\n<p>Nota final = 0,4*m\u00e9dia das provas + 0,4*m\u00e9dia dos semin\u00e1rios + 0,2* m\u00e9dia dos trabalhos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Observac\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Idiomas ministrados: ingl\u00eas<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>: Artigos selecionados anualmente das revistas de neuroci\u00eancias e biomec\u00e2nica, como Experimental Brain Research, Motor Control, Journal of Biomechanics, Journal of physiology, entre outras.<\/p>\n<p>CALDWELL, G.E.; HAMILL,J.; KAMEN, G.; WHITTLESEY, S.N.; GORDON, D.;. ROBERTSON, E. Research Methods in Biomechanics. Human Kinetics Publishers, 2ed, 2015.<\/p>\n<p>WINTER, D.A. Biomechanics and Motor Control of human movement. John Willey &amp; Sons Inc., New York, 2004.<\/p>\n<p>Challis, J H Experimental methods in Biomechanics. Springer International, 1st ed, 2021.<\/p>\n<p>Uchida TK, Delp S, Delp D Biomechanics of movement: the science of sports, robotics, and rehabilitation. MIT Press, 1st edition, 2020.<\/p>\n<p>\u00d6zkaya N, Leger D, Goldsheyder D, Nordin M Fundamentals of Biomechanics: Equilibrium, Motion, and Deformation.<\/p>\n<p>Springer International Publishing, 4th edition, 2017.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: AQUISI\u00c7\u00c3O E CONTROLE DE HABILIDADES MOTORAS<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5004\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Oferecer ao aluno oportunidades para compreender os mecanismos e processos envolvidos na produ\u00e7\u00e3o e aquisi\u00e7\u00e3o de habilidades motoras. A condu\u00e7\u00e3o da disciplina ser\u00e1 centrada nos tr\u00eas campos de estudo da \u00e1rea: Aprendizagem Motora, Desenvolvimento Motor e Controle Motor. Os objetivos da \u00e1rea de Aprendizagem Motora ser\u00e3o direcionados ao estudo de um conjunto multifacetado de processos internos que implicam em mudan\u00e7as relativamente permanentes nas habilidades motoras por meio da pr\u00e1tica e da informa\u00e7\u00e3o. Por sua vez, os objetivos da \u00e1rea de Desenvolvimento Motor ser\u00e3o direcionados ao estudo de processos sequenciais, cont\u00ednuos e relacionados \u00e0 idade, envolvendo mudan\u00e7as nas habilidades motoras. J\u00e1 os objetivos da \u00e1rea de Controle Motor ser\u00e3o direcionados ao estudo dos movimentos e posturas e dos mecanismos que os sustentam. O curso enfatizar\u00e1 tanto conhecimentos cl\u00e1ssicos da \u00e1rea, bem como pesquisas recentes relativas a temas atuais e que vem sendo historicamente estudados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>A disciplina abordar\u00e1 os processos sequenciais e cont\u00ednuos relacionados \u00e0 idade envolvidos na a\u00e7\u00e3o humana (Desenvolvimento Motor), mudan\u00e7as de a\u00e7\u00e3o relativamente permanentes n\u00e3o diretamente atribu\u00edveis ao envelhecimento (Aprendizagem Motora) e o controle dos m\u00fasculos pelo sistema nervoso que produz a\u00e7\u00e3o habilidosa e coordenada (Controle Motor). Logo, os conhecimentos acerca dessa tem\u00e1tica s\u00e3o fundamentais para o desenvolvimento do ser humano, especialmente no que tange \u00e0 educa\u00e7\u00e3o do movimento. O conhecimento acerca de quando, como e por que ocorre a aquisi\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es motoras pode ser uma ferramenta importante para organizar o ambiente de pr\u00e1tica e para fornecer instru\u00e7\u00e3o sobre as formas de manipula\u00e7\u00e3o das vari\u00e1veis que afetam a aquisi\u00e7\u00e3o e o controle das habilidades motoras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Identifica\u00e7\u00e3o da \u00e1rea e do objeto de estudo;<\/li>\n<li>Avalia\u00e7\u00e3o, m\u00e9todos e t\u00e9cnicas para o estudo da aquisi\u00e7\u00e3o e controle de habilidades motoras;<\/li>\n<li>Abordagens e teorias para o estudo da aquisi\u00e7\u00e3o e controle de habilidades motoras;<\/li>\n<li>Processos e mecanismos aplicados ao estudo da aquisi\u00e7\u00e3o e controle de habilidades motoras: Aten\u00e7\u00e3o, Mem\u00f3ria, Percep\u00e7\u00e3o e Tomada de Decis\u00e3o;<\/li>\n<li>Postura, Locomo\u00e7\u00e3o e Manipula\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Organiza\u00e7\u00e3o do ambiente e da instru\u00e7\u00e3o na pr\u00e1tica motora;<\/li>\n<li>Diferen\u00e7as individuais envolvidas nos processos de aquisi\u00e7\u00e3o e controle de habilidades motoras;<\/li>\n<li>Temas atuais e perspectivas futuras de investiga\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de Avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o\/conceito-20%: engajamento; Trabalhos-40%: fichamentos e resenhas de textos; Semin\u00e1rios\/Projeto de pesquisa-40%: apresenta\u00e7\u00e3o oral de textos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>: COKER, C.A. Motor learning and control for practitioners. London\/New York, Routledge, 2018.<\/p>\n<p>DAVIS, W.E. E BROADHEAD, G. D. Ecological task analysis perspectives on movement.<\/p>\n<p>Champaign, Human Kinetics, 2007.<\/p>\n<p>FAIRBROTHER, J.T. Fundamentos de comportamento motor. Manole, S\u00e3o Paulo, 2012. GALLAHUE, D. L.; OZMUN, J. C.; GOODWAY, J. D. Compreendendo o desenvolvimento motor: beb\u00eas, crian\u00e7as, adolescentes e adultos. 7. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013.<\/p>\n<p>HAYWOOD K.M. E GETCHELL, N. Life span motor development, Champaign, Human Kinetics, 2014. KLUKA, D. Motor Behavior: From learning to performance. Stamford, CT Wadsworth Publishing Co., 1999.<\/p>\n<p>LATASH. M.A. Neurophysiological basis of movement, Champaign, Human Kinetics, 2008.<\/p>\n<p>LATASH ML, LEVIN MF, SCHOLZ JP, SCH\u00d6NER G. Motor control: Theories and their applications. Medicina (Kaunas), 46(6),382-92, 2010.<\/p>\n<p>MAGILL, R.A., ANDERSON, D. Motor learning and control: Concepts and applications, 11th ed. New York, NY: McGraw-Hill, 2017.<\/p>\n<p>PIEK, J. Infant motor development. Champaign, IL: Human Kinetics, 2006.<\/p>\n<p>ROSE, D.J. A multilevel approach to the study of motor control and learning. Needham Heights, MA: Allyn e Bacon, 1997.<\/p>\n<p>SCHMIDT, R.A., LEE, T.D., WINSTEIN, C.J., WULF, G. &amp; ZELAZNIK, H.N. Motor control and learning: A behavioral emphasis. Champaign, Human Kinetics, 2019.<\/p>\n<p>SCHMIDT R.A. &amp; WRISBERG C.A. Aprendizagem e performance motora: Uma abordagem da aprendizagem baseada na situa\u00e7\u00e3o. Artmed, Porto Alegre, 2016.<\/p>\n<p>SHUMWAY-COOK. A. &amp; WOOLACOTT, N. Motor control: Translating reserach into clinical practice. Philadelphia. PA:<\/p>\n<p>Lippincott, Williams and Wilkins, 2016.<\/p>\n<p>TANI, G. Comportamento motor: Conceitos, estudos e aplica\u00e7\u00f5es. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2016.<\/p>\n<p>TANI, G. &amp; CORR\u00caA, U.C. Aprendizagem motora e o ensino do esporte. S\u00e3o Paulo, Blucher, 2016.<\/p>\n<p>WILLIAMS, A.M. &amp; JACKSON, R. Perception and Decision-Making in Sport: Theories and Applications. Routledge, New York, 2019.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: ATIVIDADE F\u00cdSICA E LAZER PARA PESSOAS COM DEFICI\u00caNCIA<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5011\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Data de In\u00edcio: 01\/01\/2018\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Data de Fim:<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa:<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<ol style=\"list-style-type: lower-alpha;\">\n<li>Discutir e definir os diferentes tipos de defici\u00eancias e suas dificuldades na participa\u00e7\u00e3o em programas de atividadef\u00edsica e lazer.<\/li>\n<li>Organizar e implementar programas de atividade f\u00edsica e lazer para pessoas com defici\u00eancia.<\/li>\n<li>Discutir as limita\u00e7\u00f5es e modifica\u00e7\u00f5es no ambiente para a pr\u00e1tica da atividade f\u00edsica e lazer para pessoas comdefici\u00eancia.<\/li>\n<li>Refletir e discutir o conhecimento produzido na \u00e1rea e os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos para a elabora\u00e7\u00e3o de programas deatividade f\u00edsica e lazer para pessoas com defici\u00eancia.<\/li>\n<li>Desenvolver a elabora\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de propostas multidisciplinares de atividade f\u00edsica e lazer para pessoas comdefici\u00eancia.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>Esta disciplina apresenta assunto relevante para diferentes profissionais envolvidos com pessoas com defici\u00eancias f\u00edsicas, visuais, auditivas e intelectuais. O estudo e discuss\u00e3o de aspectos te\u00f3ricos e pr\u00e1ticos sobre o desenvolvimento, organiza\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o de programas especializados para a pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica e lazer \u00e9 fundamental para viabilizar a inclus\u00e3o da pessoa com defici\u00eancia. Atualmente \u00e9 bastante relevante discuss\u00f5es e propostas de interven\u00e7\u00f5es multidisciplinares direcionadas para as diferentes defici\u00eancias, sendo que a forma\u00e7\u00e3o de profissional capacitado para possibilitar uma atua\u00e7\u00e3o adequada e fundamentada cientificamente \u00e9 primordial para a promo\u00e7\u00e3o da atividade f\u00edsica e do lazer para pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Introdu\u00e7\u00e3o: apresenta\u00e7\u00e3o e conceito dos diferentes tipos de defici\u00eancias.<\/li>\n<li>Classifica\u00e7\u00e3o internacional de funcionalidade incapacidade e sa\u00fade.<\/li>\n<li>Aspectos funcionais de Atividade f\u00edsica e lazer para deficientes f\u00edsicos.<\/li>\n<li>Aspectos funcionais de Atividade f\u00edsica e lazer para deficientes auditivos.<\/li>\n<li>Aspectos funcionais de Atividade f\u00edsica e lazer para deficientes visuais.<\/li>\n<li>Aspectos funcionais de Atividade f\u00edsica e lazer para deficientes intelectuais.<\/li>\n<li>Organiza\u00e7\u00e3o de proposta de atividade f\u00edsica e lazer para deficientes.<\/li>\n<li>Possibilidades de capacita\u00e7\u00e3o de atividades e participa\u00e7\u00e3o do deficiente em propostas de atividade f\u00edsica e lazer.<\/li>\n<li>Modifica\u00e7\u00f5es do ambiente para viabilizar Atividade f\u00edsica e Lazer para deficiente<\/li>\n<li>Elabora\u00e7\u00e3o, implanta\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de programas de atividade f\u00edsica e lazer para pessoas com defici\u00eanciadeficientes.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>PP-30%: apresenta\u00e7\u00e3o de Projeto de Pesquisa (PP); Trabalhos-40%: efetiva\u00e7\u00e3o do projeto com apresenta\u00e7\u00e3o de resumos de pesquisas cient\u00edficas; Semin\u00e1rios-30%<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>Livros:<\/p>\n<p>MAUERBERG-DE CASTRO, Eliane. Atividade F\u00edsica Adaptada. Editora Tecmedd, 2005.<\/p>\n<p>WINNICK, JOSEPH P. Adapted Physical Education and Sport. 5ed. Human Kinetics, 2011.<\/p>\n<p>COSTA, ROBERTO F e GORGATTI, M\u00c1RCIA G . Atividade F\u00edsica Adaptada. 2 ed, Editora Manole. 2008. 4- FERREIRA P.A, SILVA R.F, SEABRA J\u00daNIOR, L Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica Adaptada no Brasil: da Hist\u00f3ria \u00e0 Inclus\u00e3o Educacional &#8211; Editora Phorte, 2008.<\/p>\n<p>TEIXEIRA , L. Atividade f\u00edsica adaptada e sa\u00fade: da teoria \u00e0 pr\u00e1tica. Phorte editora, 2008.<\/p>\n<p>Trabalhos cient\u00edficos:<\/p>\n<p>European Physical and Rehabilitation Medicine Bodies Alliance et al. White Book on Physical and Rehabilitation Medicine (PRM) in Europe. Chapter 4. History of the specialty: where PRM comes from. Eur J Phys Rehabil Med. 2018 Apr;54(2):186-197. doi: 10.23736\/S1973-9087.18.05147-X.<\/p>\n<p>Green D. Designing &#8216;free&#8217; spaces for children with disabilities.Dev Med Child Neurol. 2018 Aug;60(8):730. doi: 10.1111\/dmcn.13918.<\/p>\n<p>Krops LA, Folkertsma N, Hols DHJ, Geertzen JHB, Dijkstra PU, Dekker R. Target population&#8217;s requirements on acommunity-based intervention for stimulating physical activityin hard-to-reach physically disabled people: an interview study. Disabil Rehabil. 2018 May 31:1-8. doi: 10.1080\/09638288.2018.1462411. [Epub ahead of print]<\/p>\n<p>Kazmierczak K, Lisinski P. Leisure time physical activity of people with chronic spinal cord injuries. Clin NeurolNeurosurg. 2018 Jul;170:7-12. doi: 10.1016\/j.clineuro.2018.04.013. Epub 2018 Apr 24.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: ATIVIDADE F\u00cdSICA NA INF\u00c2NCIA E NA ADOLESC\u00caNCIA<\/h2>\n<p>Sigla: CAF50212\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 4<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<ol style=\"list-style-type: lower-alpha;\">\n<li>Apresentar e discutir a import\u00e2ncia de fatores biol\u00f3gicos e socioculturais no envolvimento com a pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica, desenvolvimento da aptid\u00e3o f\u00edsica e aquisi\u00e7\u00e3o de habilidades motoras em crian\u00e7as e adolescentes;<\/li>\n<li>Discutir implica\u00e7\u00f5es dos conceitos de atividade f\u00edsica e sa\u00fade na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia;<\/li>\n<li>Verificar as associa\u00e7\u00f5es entre pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica, aquisi\u00e7\u00e3o de habilidades motoras e aptid\u00e3o f\u00edsica e os efeitos de programas de interven\u00e7\u00e3o<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>Diversos fatores, como o acesso as tecnologias, diminui\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o urbano, aumento nos \u00edndices de viol\u00eancia, entre outros, tem sido associados \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica, especialmente em crian\u00e7as e adolescentes. Essa tend\u00eancia de o ser humano se tornar cada vez menos ativo pode ser considerada um dos fatores que predisp\u00f5e ao aparecimento e evolu\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as, principalmente as cr\u00f4nico-degenerativas, causando preju\u00edzos consider\u00e1veis tanto para o indiv\u00edduo como para a sociedade. Portanto, o envolvimento com a pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica na juventude \u00e9 uma importante ferramenta de sa\u00fade p\u00fablica, justificando a necessidade de estudos e investimentos nesse setor. Apesar das causas relacionadas ao sedentarismo em diferentes faixas et\u00e1rias serem multifatoriais e din\u00e2micas, diversos estudos tem destacado que a ades\u00e3o \u00e0 pr\u00e1tica de atividades f\u00edsicas ocorre fundamentalmente no per\u00edodo da inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia, com forte influ\u00eancia do ambiente sociocultural e da adequa\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica aos processos de crescimento, matura\u00e7\u00e3o e desenvolvimento motor, cognitivo e afetivo-social<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Crescimento, matura\u00e7\u00e3o e desenvolvimento humano: rela\u00e7\u00f5es com a pr\u00e1tica de atividades f\u00edsica, evolu\u00e7\u00e3o daaptid\u00e3o f\u00edsica e aquisi\u00e7\u00e3o de habilidades motoras;<\/li>\n<li>Influ\u00eancia do ambiente sociocultural no envolvimento com a pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica;<\/li>\n<li>Aptid\u00e3o f\u00edsica e sa\u00fade: implica\u00e7\u00f5es na elabora\u00e7\u00e3o de programas de atividade f\u00edsica para crian\u00e7as e adolescentes;<\/li>\n<li>Associa\u00e7\u00f5es entre pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica, aquisi\u00e7\u00e3o de habilidades motoras e aptid\u00e3o f\u00edsica e os efeitos deprogramas de interven\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o em aula (25%).<\/p>\n<p>Semin\u00e1rios (50%).<\/p>\n<p>Confec\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios e documentos cient\u00edficos (25%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>Bar-Or, O. The child and adolescent athlete. Oxford: Blackwell Sciences, 1996.<\/p>\n<p>Gallahue, D.L., Ozmun J.C. Understanding motor development: infants, children, adolescents, adults. 6th ed. Boston: McGraw-Hill, 2006.<\/p>\n<p>Lai, S.K., Costigan, S.A., Morgan, P.J., Lubans, D.R., Stodden, D.F., Salmon, J., Barnett, L.M. Do School-Based interventions focusing on physical activity, fitness, or fundamental movement skill competency produce a sustained impact in these outcomes in children and adolescents? A systematic review of follow-up studies. Sports Medicine, 44, 67-79, 2014.<\/p>\n<p>Lubans, D.R.; Morgan, P.J.; Cliff, D.P.; Barnett, L.M.; Okely, A.D. Fundamental movement skills in children and adolescents: review of associated health benefits. Sports Medicine, 40, 12, 1019-1035, 2010.<\/p>\n<p>Malina, R.; Bouchard, C.; Bar-Or, O. Crescimento, matura\u00e7\u00e3o e atividade f\u00edsica. S\u00e3o Paulo: Phorte, 2009.<\/p>\n<p>Morgan, P.J., Barnett, L.M., Cliff D.P., Okely, A.D, Scott, H.A., Cohen, K.E., Lubans, D.R. Fundamental movement skill interventions in youth: a systematic review and meta-analysis. Pediatrics, 132, 5, e1361\u2013e1383, 2013.<\/p>\n<p>Papalia, D.E.; Olds, S.W. Desenvolvimento Humano. 7a ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2000.<\/p>\n<p>Payne, V.G.; Isaacs, L.D. Desenvolvimento motor humano : uma abordagem vital\u00edcia. 6. ed. Rio de Janeiro:<\/p>\n<p>Guanabara Koogan, 2007.<\/p>\n<p>Rose Jr., D. Esporte e atividade f\u00edsica na inf\u00e2ncia e na adolesc\u00eancia. Porto Alegre: ArtMed, 2009.<\/p>\n<p>Rowland, T.W. Developmental exercise physiology. Champaign, IL: Human Kinetics, 1996.<\/p>\n<p>Sanders, S.W. Ativo para a vida: programas de movimento adequados ao desenvolvimento da crian\u00e7a. Porto Alegre: Artmed, 2005.<\/p>\n<p>Stodden, D.F.; Goodway, J.D.; Langendorfer, S.J.; Roberton, M.A.; Rudisill, M.E.; Garcia, C.; Garcia, L.E. A developmental perspective on the role of motor skill competence in physical activity: An emergent relationship. Quest, 60, 2, 290-306, 2008.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: CRIA\u00c7\u00c3O, PRODU\u00c7\u00c3O E COMUNICA\u00c7\u00c3O CIENT\u00cdFICA NAS CI\u00caNCIAS DO EXERC\u00cdCIO<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5030\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Data de In\u00edcio: 12\/11\/2020\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Data de Fim:<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa:<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<ol style=\"list-style-type: lower-alpha;\">\n<li>Compreender o estado atual do avan\u00e7o cient\u00edfico nas ci\u00eancias do exerc\u00edcio, utilizando uma abordagem reflexiva acerca da cria\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/li>\n<li>Estimular o aluno \u00e0 uma reflex\u00e3o mais cr\u00edtica do modus operandi da produ\u00e7\u00e3o de conhecimento cient\u00edfico nas ci\u00eancias do exerc\u00edcio, capacitando-o \u00e0 uma postura mais cr\u00edtica e aut\u00f4noma nos processos de cria\u00e7\u00e3o, produ\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o do conhecimento gerado por ele na p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Hist\u00f3ria da Ci\u00eancia: da revolu\u00e7\u00e3o cient\u00edfica \u00e0 filosofia de Thomas Kuhn, Karl Popper e Paul Feyerabend;<\/li>\n<li>Produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica: metodologia da pesquisa cient\u00edfica (m\u00e9todos e desenhos de pesquisa experimental e quase-experimental) e cienciometria;<\/li>\n<li>Divulga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica: reda\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e outros meios de divulga\u00e7\u00e3o, acesso pago vs acesso livre;<\/li>\n<li>Aspectos \u00e9ticos em pesquisa cient\u00edfica (grupos e redes, colabora\u00e7\u00f5es e co-autoria, processo de revis\u00e3o por pares).<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Semin\u00e1rio (30%) e artigo completo escrito (70%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>Fernandes-Taylor S, Hyun JK, Reeder RN, Harris AH. Common statistical and research design problems in manuscripts submitted to high-impact medical journals. BMC Res Notes. 2011 Aug 19;4:304. doi: 10.1186\/1756-0500-4-304.<\/p>\n<p>Ladyman J. Understanding Philosophy of Science. London: Taylor &amp;amp; Francis, 2002. loannidis j. Next-generation systematic reviews: prospective meta-analysis, individual-level data, networks and umbrella reviews. Br J Sports Med. 2017 Oct;51(20):1456-1458<\/p>\n<p>McGlade LM, Milot BA, Scales J. Eliminating jargon, or medicalese, from scientific writing. Am J Clin Nutr, 64: 256-257, 1996.<\/p>\n<p>Neill US. How to write a scientific masterpiece. J Clin Invest 117: 3599\u20133602, 2007.<\/p>\n<p>Pandis N. Sources of bias in clinical trials. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2011 Oct;140(4):595-6. doi: 10.1016\/j.ajodo.2011.06.013. No abstract available.<\/p>\n<p>Pires FO. Lessons from a broad view of science: a response to Dr Robergs&amp;#39; article. BMJ Open Sport Exerc Med. 2018 Mar 27;4(1).<\/p>\n<p>Pires FO. Thomas Kuhn&amp;#39;s &amp;#39;Structure of Scientific Revolutions&amp;#39; applied to exercise science paradigm shifts: example including the Central Governor Model. Br J Sports Med. 2013 Jul;47(11):721-2.<\/p>\n<p>Simundi&amp;#263; AM. Bias in research. Biochem Med (Zagreb). 2013;23(1):12-5. Soler V. Writing titles in science: An exploratory study. English for Specific Purposes, 26: 90\u2013102, 2007.<\/p>\n<p>Tennant JP, Waldner F, Jacques D, Masuzzo P, Collister LB, Hartgerink CHJ. The academic, economic and societal impacts of Open Access: an evidence-based review. F1000Research 2016, 5:632 Last updated: 10 APR 2018.<\/p>\n<p>Tompson A. How to write an english medical manuscript that will be published and have impact. Surg Today, 36:407\u2013409, 2006.<\/p>\n<p>Thompson CB, Panacek EA. Sources of bias in research design. Air Med J. 2007 JulAug;26(4):166-8.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: DESEMPENHO F\u00cdSICO: FATORES CENTRAIS E PERIF\u00c9RICOS DE MODELOS DICOT\u00d4MICOS E INTEGRADOS DE FADIGA<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5023\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h2>Ementa:<\/h2>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>O objetivo dessa disciplina \u00e9 proporcionar uma reflex\u00e3o acerca dos principais fatores limitantes\/determinantes do desempenho f\u00edsico. Tradicionalmente, tais fatores s\u00e3o estruturados em compartimentos, o central (sistema nervoso central; SNC) e o perif\u00e9rico (\u00f3rg\u00e3os e m\u00fasculo esquel\u00e9tico). Nos \u00faltimos anos, esse modelo tradicional foi desafiado, e tais fatores foram sugeridos sob uma estrutura integrada, a qual \u00e9 articulada pelo SNC e atua para maximizar o desempenho, evitando riscos \u00e0 integridade do organismo. Desta forma, a disciplina pretende, por meio de uma an\u00e1lise cr\u00edtica de tais modelos, avan\u00e7ar na compreens\u00e3o dos mecanismos limitantes\/determinantes do desempenho f\u00edsico e fadiga.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Hist\u00f3ria e evolu\u00e7\u00e3o do modelo dicot\u00f4mico de fadiga;<\/li>\n<li>Bases do modelo fisiol\u00f3gico de fadiga central e perif\u00e9rica;<\/li>\n<li>Evid\u00eancias das limita\u00e7\u00f5es do modelo dicot\u00f4mico de fadiga central e perif\u00e9rica;<\/li>\n<li>Modelo integrado: uma proposta para o desempenho f\u00edsico;<\/li>\n<li>Aspectos especiais dos modelos integrados: a estrat\u00e9gia e o ritmo;<\/li>\n<li>Incorpora\u00e7\u00e3o de fatores psicol\u00f3gicos num modelo integrado: o modelo psicofisiol\u00f3gico.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Semin\u00e1rio (50%), prova (25%) e apresenta\u00e7\u00e3o de artigos (25%)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>Hill, A. V; Lupton H. Muscular exercise, lactic acid, and the supply and utilization of oxygen. Quarterly Journal of Medicine, v. 16, p. 135 \u2013 171. 1923.<\/p>\n<p>Inzlicht M, Marcora SM. The Central Governor Model of Exercise Regulation Teaches Us Precious Little about the Nature of Mental Fatigue and Self-Control Failure. Front Psychol. 2016 May 4;7:656.<\/p>\n<p>Jones HS, Williams EL, Bridge CA, Marchant D, Midgley AW, Micklewright D, Mc Naughton LR. Physiological and psychological effects of deception on pacing strategy and performance: a review. Sports Med. 2013 Dec;43(12):124357.<\/p>\n<p>Lambert, E. V; St Clair Gibson, A; Noakes, T. D. Complex system of fatigue: integrative homeostatic control of peripheral physiological systems during exercise in humans. British Journal of Sports medicine, v. 39, p. 52 &#8211; 62. 2005.<\/p>\n<p>Noakes, T.D, St Clair Gibson, A, &amp; Lambert, E.V. (2004). From catastrophe to complexity: a novel model of integrative central neural regulation of effort and fatigue during exercise in humans. British Journal of Sports Medicine, 38, 511514.<\/p>\n<p>St Clair Gibson A, Swart J, Tucker R. The interaction of psychological and physiological homeostatic drives and role of general control principles in the regulation of physiological systems, exercise and the fatigue process &#8211; The Integrative Governor theory. Eur J Sport Sci. 2018 Feb;18(1):25-36.<\/p>\n<p>St Clair Gibson A, Noakes TD. Evidence for complex system integration and dynamic neural regulation of skeletal muscle recruitment during exercise in humans. Br J Sports Med. 2004 Dec;38(6):797-806.<\/p>\n<p>Venhorst A, Micklewright D, Noakes TD. Towards a three-dimensional framework of centrally regulated and goaldirected exercise behaviour: a narrative review. Br J Sports Med. 2018 Aug;52(15):957-966.<\/p>\n<p>Ghorbani M, Ghazalian F, Ebrahim K, Abednatanzi H. Altered Neural Response Induced by Central-Fatigue in the Cortical Area During High-Intensity Interval Pedaling. Basic Clin Neurosci. 2019 Nov-Dec;10(6):631-639<\/p>\n<p>St Clair Gibson A, Swart J, Tucker R. The interaction of psychological and physiological homeostatic drives and role of general control principles in the regulation of physiological systems, exercise and the fatigue process &#8211; The Integrative Governor theory. Eur J Sport Sci. 2018 Feb;18(1):25-36.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: DOEN\u00c7AS NEURODEGENERATIVAS: AVAL. NEUROMOTORA E M\u00c9T. DE TREINAMENTO F\u00cdSICO PARA A PROMO\u00c7\u00c3O DA SA\u00daDE<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5026\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 4<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<ol style=\"list-style-type: lower-alpha;\">\n<li>o entendimento fisiopatol\u00f3gico das doen\u00e7as neurodegenerativas e como estas doen\u00e7as afetam negativamente o componente neuromotor dos indiv\u00edduos acometidos;<\/li>\n<li>como avaliar o componente neuromotor destes indiv\u00edduos;<\/li>\n<li>como prescrever m\u00e9todos de treinamento f\u00edsico para melhorar o componente neuromotor e a qualidade a vida desses indiv\u00edduos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Desta forma, ao final desta disciplina espera-se que os participantes adquiram conhecimentos em neuroci\u00eancia, entendam como as doen\u00e7as neurodegenerativas impactam negativamente no sistema neuromotor do indiv\u00edduo, como avaliar o sistema neuromotor atrav\u00e9s de testes qualitativos e quantitativos e, por fim, consigam prescrever m\u00e9todos de treinamento adequados para estes indiv\u00edduos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>A disciplina \u00e9 relevante e \u00e9 justificada: 1) devido \u00e0 lacuna no curr\u00edculo principalmente dos estudantes de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica no que diz respeito ao conhecimento sobre neuroci\u00eancia; 2) pela sua import\u00e2ncia \u00e0s \u00e1reas das ci\u00eancias do exerc\u00edcio e neuroci\u00eancia que tratam do efeito do exercicio f\u00edsico no desempenho neuromotor e na qualidade de vida de indiv\u00edduos acometidos pelas doen\u00e7as neurodegenerativas; 3) devido \u00e0 incid\u00eancia de pessoas com doen\u00e7as neurodegenerativas que tem aumentado exponencialmente a cada ano e para isso os estudantes precisam compreender a fisiopatologia da doen\u00e7a, como ela afeta o componente neuromotor, como avaliar o componente neuromotor e, como prescrever m\u00e9todos de treinamento para melhorar a qualidade de vida desses indiv\u00edduos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Bases Fisiopatol\u00f3gicas das doen\u00e7as neurodegenerativas (e.g., doen\u00e7a de Parkinson, doen\u00e7a de Alzheimer, doen\u00e7a de Huntington, Esclerose Lateral Amiotr\u00f3fica, Transtorno Obsessivo- Compulsivo, Depress\u00e3o Nervosa, Degenera\u00e7\u00e3o Espinocerebelar, Atrofia de M\u00faltiplos Sistemas);<\/li>\n<li>Os efeitos negativos provocados pelas doen\u00e7as neurodegenerativas sobre o sistema neuromotor (e.g., funcionalidade, neuromuscular e cogni\u00e7\u00e3o) do indiv\u00edduo;<\/li>\n<li>M\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o qualitativo e quantitativo do sistema neuromotor;<\/li>\n<li>Prescri\u00e7\u00f5es e m\u00e9todos de treinamento para indiv\u00edduos com doen\u00e7as neurodegenerativas.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Provas (30%), trabalhos em aula (20%) e semin\u00e1rio (50%)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>Purves D, Augustine GJ, Fitzpatrick P, Katz LC, Lamantia AS, Manamara JO, Williams SM. Neuroscience. Artmed, v.2 ed., 2005<\/p>\n<p>Kandel ER, Schwartz JH, Jessell TM. Princ\u00edpios da Neurosci\u00eancias. Manole, v.4 ed., 2002<\/p>\n<p>Bear MF, Connors BW, Paradiso MA. Neuroci\u00eancias: desvendando o sistema nervoso. Porto Alegre: Artmed, 3 ed., p.464-467, 2008<\/p>\n<p>Fritz NE, Cheek FM, Nichols-Larsen DS. Motor-Cognitive Dual-Task Training in Persons With Neurologic Disorders: A Systematic Review. J Neurol Phys Ther. 2015 Jul;39(3):142-53. doi: 10.1097\/NPT.0000000000000090.<\/p>\n<p>Barry A, Cronin O, Ryan AM, Sweeney B, Yap SM, O&#8217;Toole O, Allen AP, Clarke G, O&#8217;Halloran KD, Downer EJ. Impact of Exercise on Innate Immunity in Multiple Sclerosis Progression and Symptomatology. Front Physiol. 2016 Jun 2;7:194. doi: 10.3389\/fphys.2016.00194.<\/p>\n<p>Silva-Batista C, Corcos DM, Roschel H, Kanegusuku H, Gobbi LT, Piemonte ME,\u00a0 Mattos E, De\u00a0 Mello MT,\u00a0 Forjaz<\/p>\n<p>CL, Tricoli V, Ugrinowitsch C.\u00a0 Resistance\u00a0 Training\u00a0 with\u00a0 Instability\u00a0 for\u00a0 patients\u00a0 with\u00a0 Parkinson&#8217;s disease.\u00a0 Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise, 2016.\u00a0 doi:\u00a0 528 10.1249\/MSS.0000000000000945<\/p>\n<p>Silva-Batista C, Kanegusuku H, Roschel H, Souza EO, Cunha TF, Laurentino GC, Manoel NJr, De Mello MT, Piemonte ME, Brum PC,\u00a0 Forjaz CL, Tricoli V, Ugrinowitsch C. Resistance training with instability in multiple system atrophy: a case report. J Sports Sci Med, v.13, n.3, p.597-603, 2014<\/p>\n<p>Silva-Batista\u00a0 C,\u00a0 Ugrinowitsch C,\u00a0 Yoshida\u00a0 LDS,\u00a0 Rodacki,\u00a0 ALF, Tricoli V, De Mello MT, Piemonte MEP, De Mattos ECT. Compara\u00e7\u00e3o de\u00a0 inibi\u00e7\u00f5es\u00a0 medulares\u00a0 entre\u00a0 indiv\u00edduos\u00a0 com\u00a0 doen\u00e7a\u00a0 de\u00a0 Parkinson\u00a0 e\u00a0 saud\u00e1veis.\u00a0 Revista Brasileira de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e Esporte, v.27, n.2, p.187-97 2012.<\/p>\n<p>McClam TD, Marano CM, Rosenberg PB, Lyketsos CG. Harv Rev Psychiatry. Interventions for Neuropsychiatric Symptoms in Neurocognitive Impairment Due to Alzheimer&#8217;s Disease: A Review of the Literature. 2015 SepOct;23(5):377-93. doi: 10.1097\/HRP.0000000000000097.<\/p>\n<p>Bertram S, Brixius K, Brinkmann C. Exercise for the diabetic brain: how physical training may help prevent dementia and Alzheimer&#8217;s disease in T2DM patients. Endocrine. 2016 May 9.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: ENVELHECIMENTO E ATIVIDADE F\u00cdSICA<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5015\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Oferecer aos alunos conhecimentos atualizados sobre efeitos de programas de atividades f\u00edsicas nos sistemas neural, vascular e sono no envelhecimento normal e patol\u00f3gico. Discutir efeitos do treinamento f\u00edsico, riscos e benef\u00edcios envolvidos na pr\u00e1tica e adequa\u00e7\u00f5es da prescri\u00e7\u00e3o do exerc\u00edcio nessa popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>O envelhecimento leva a altera\u00e7\u00f5es em diversos sistemas fisiol\u00f3gicos e quando associado \u00e0 presen\u00e7a de doen\u00e7as cardiovasculares e neurodegenerativas que contribui sobremaneira para o decl\u00ednio da capacidade funcional. A ocorr\u00eancia de doen\u00e7as no envelhecimento pode ser atribu\u00edda ao ac\u00famulo de fatores de risco ou redu\u00e7\u00e3o dos fatores protetores durante o ciclo da vida. Estudos epidemiol\u00f3gicos t\u00eam enfatizado que a inatividade f\u00edsica \u00e9 um fator de risco modific\u00e1vel. Programas de atividade f\u00edsica parece ser uma estrat\u00e9gia importante para melhora ou manuten\u00e7\u00e3o dos par\u00e2metros f\u00edsicos e sistemas fisiol\u00f3gicos que retardariam as complica\u00e7\u00f5es de doen\u00e7as e contribuiriam para a melhora da qualidade de vida no envelhecer. Portanto, o aprofundamento do conhecimento sobre os efeitos de programas de atividades f\u00edsicas nos diferentes sistemas fisiol\u00f3gicos no envelhecimento normal e patol\u00f3gico \u00e9 de fundamental import\u00e2ncia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Changes due to aging;<\/li>\n<li>Altera\u00e7\u00f5es decorrentes do envelhecimento;<\/li>\n<li>Envelhecimento, estudos transversais e longitudinais;<\/li>\n<li>Envelhecimento, modula\u00e7\u00e3o auton\u00f4mica e atividade f\u00edsica na sa\u00fade e doen\u00e7a;<\/li>\n<li>Envelhecimento, sono e atividade f\u00edsica;<\/li>\n<li>Envelhecimento, dem\u00eancia e atividade f\u00edsica;<\/li>\n<li>Envelhecimento, doen\u00e7as cardiovasculares e atividade f\u00edsica.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Alguns t\u00f3picos estar\u00e3o relacionados a m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise de sinais biol\u00f3gicos para propiciar uma melhor compreens\u00e3o de metodologias de pesquisa utilizadas na avalia\u00e7\u00e3o de sistemas fisiol\u00f3gicos empregados nas interven\u00e7\u00f5es abordadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Ser\u00e3o realizadas duas provas-7\u00b0 e 14\u00b0 aula da disciplina (50% de peso cada); As provas ser\u00e3o objetivas com quest\u00f5es dissertativas baseada em textos selecionados da bibliografia.<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>UENO LM; SOUZA MS; ANTUNES MS. Atividade F\u00edsica e Esportiva para Idosos. In: ORESTES<\/p>\n<p>VICENTE FORLENZA; M\u00c1RCIA RADANOVIC; IVAN APRAHAMIAN (org.). Neuropsiquiatria Geri\u00e1trica. 2ed. S\u00e3o Paulo: Atheneu, 2014, v. 2, p. 90-98.<\/p>\n<p>AZEVEDO, L; UENO-PARDI, LM, CALDEIRA RM. Exerc\u00edcio F\u00edsico e Envelhecimento. In: NEGR\u00c3O CE; BARRETO ACP. Cardiologia do Exerc\u00edcio do Atleta ao Cardiopata. Editora Manole, 2000, quarta edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>UENO, L.M.; KIMURA, J.A.; TAKEDA, O.T Programas de Atividades F\u00edsicas para Idosos com Doen\u00e7a de Alzheimer. In: FORLENZA, O; FALC\u00c3O, D; CACHIONI, M.; NUNES, PV. Doen\u00e7a de Alzheimer \u2013 Uma perspectiva do tratamento multiprofissional. 1\u00ba edi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo: Atheneu. p. 77-86, 2012.<\/p>\n<p>MELO COELHO FG, et al. Atividade f\u00edsica sistematizada e desempenho cognitivo em idosos com dem\u00eancia deAlzheimer: uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica. Revista Brasileira Psiquiatria 31(2):163-70, 2009;<\/p>\n<p>FREITAS EV, et al. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Guanabara Koogan, 2006. Segunda edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>SPIRDUSO WW. Dimens\u00f5es F\u00edsicas do Envelhecimento. Champaign: Human Kinetics, 1995.<\/p>\n<p>AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE &#8211; POSITION STAND. Exercise and Physical Activity for Older Adults. Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise. 41(7):1510-1530, 2009.<\/p>\n<p>AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. ACSM\u2019s guidelines for exercise testing and prescription. Tenth edition. Philadelphia, PA: Wolters Kluwer Health, 2018.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: EPIDEMIOLOGIA DA ATIVIDADE F\u00cdSICA<\/h2>\n<p>Sigla: HNT5756\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 2<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<ol style=\"list-style-type: lower-alpha;\">\n<li>Apresentar os conceitos b\u00e1sicos utilizados na epidemiologia da atividade f\u00edsica;<\/li>\n<li>Discutir m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o da atividade f\u00edsica aplicados a estudos epidemiol\u00f3gicos;<\/li>\n<li>Discutir preval\u00eancia, tend\u00eancia e fatores associados \u00e0 pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica em popula\u00e7\u00f5es;- Discutir a pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica como vari\u00e1vel protetora de doen\u00e7as em popula\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica \u00e9 um fator determinante da sa\u00fade e faz parte do desenvolvimento humano; A implementa\u00e7\u00e3o desta disciplina no curso de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Nutri\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade P\u00fablica pode contribuir para alunos, professores e pesquisadores da Universidade de S\u00e3o Paulo que tem interesse no estudo da atividade f\u00edsica no \u00e2mbito populacional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Hist\u00f3rico e conceitos da epidemiologia da atividade f\u00edsica;<\/li>\n<li>M\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o da atividade f\u00edsica aplicados \u00e0 estudos epidemiol\u00f3gicos;<\/li>\n<li>Preval\u00eancia de atividade f\u00edsica;<\/li>\n<li>Atividade f\u00edsica e fatores associados;<\/li>\n<li>Atividade f\u00edsica na preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as e agravos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>\u00c9 baseada na apresenta\u00e7\u00e3o individual de artigos cient\u00edficos e na participa\u00e7\u00e3o na discuss\u00e3o coletiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>Florindo AA, Hallal PC. Epidemiologia da atividade f\u00edsica. Atheneu. S\u00e3o Paulo, 2011.<\/p>\n<p>Dishman RK, Washburn RA, Heath GW. Physical activity epidemiology. Human Kinetics. Champaign, 2004.<\/p>\n<p>Dishman RK, Heath GW, Lee IM. Physical activity epidemiology. Human Kinetics. Champaign. Second Edition, Champaign, 2011.<\/p>\n<p>Lee IM, Blair S, Manson J, Paffenbarger Jr. RS. Epidemiologic Methods in Physical Activity Studies. Oxford, 2009.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: EXERC\u00cdCIO F\u00cdSICO E CONTROLE AUTON\u00d4MICO CARDIOVASCULAR: EFEITOS AGUDOS E CR\u00d4NICOS<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5031\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 4<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Geral &#8211; Oferecer aos alunos a oportunidade de aprofundar o conhecimento sobre os ajustes necess\u00e1rios aocontrole auton\u00f4mico cardiovascular humano com vis\u00e3o integrativa sobre as vias reflexas neurais e suas respostas hemodin\u00e2micas e auton\u00f4micas em resposta ao exerc\u00edcio.<\/p>\n<p>Espec\u00edfico \u2013 Compreender a regula\u00e7\u00e3o auton\u00f4mica cardiovascular que ocorre durante o exerc\u00edcio, no per\u00edodo derecupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s uma sess\u00e3o de exerc\u00edcio e ap\u00f3s um per\u00edodo de treinamento f\u00edsico. Analisar criticamente as diferen\u00e7as, vantagens e desvantagens das t\u00e9cnicas de avalia\u00e7\u00e3o da atividade ou modula\u00e7\u00e3o auton\u00f4mica cardiovascular em humanos. Dessa forma, ao final dessa disciplina, espera-se que o aluno seja capaz de comprender e analisar o efeito do exerc\u00edcio, de acordo com a t\u00e9cnica utilizada, sobre as vias do controle auton\u00f4mico e seus impacto na regula\u00e7\u00e3o cardiovascular.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Aspectos b\u00e1sicos de fisiologia humana e comparativa.<\/li>\n<li>Fisiologia integrativa e controle cardiovascular.<\/li>\n<li>Vias reflexas neurais e suas respostas auton\u00f4micas e hemodin\u00e2micas em repouso e durante os diferentes tipos de exerc\u00edcio (aer\u00f3bico, resistido din\u00e2mico e isom\u00e9trico).<\/li>\n<li>An\u00e9lise integrativa e aprofundada do efeito do treinamento f\u00edsico sobre a regula\u00e7\u00e3o auton\u00f4mica cardiovascular.<\/li>\n<li>Diferentes t\u00e9cnicas de an\u00e1lise da regula\u00e7\u00e3o auton\u00f4mica cardiovascular em humanos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>trabalhos em sala de aula (30%) e semin\u00e1rio final (70%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>TEIXEIRA, A.L; FERNANDES, I.A.; VIANNA, L.C. Cardiovascular Control During Exercise: The Connectivity of Skeletal Muscle Afferents to the Brain. Exerc Sport Sci Rev. 2020 Apr;48(2):83-91.<\/p>\n<p>VIANNA, L.C.; FISHER, J.P. Reflex control of the cardiovascular system during exercise in disease. Current Opinion in Physiology 2019, 10:110\u2013117.<\/p>\n<p>ROWELL, L.B. Human Cardiovascular Control. OXFORD University PRESS. 1993.<\/p>\n<p>FROELICHER, V.; MYERS, J. Exercise and the Heart. Elsevier. 2006.<\/p>\n<p>TIPTON, C. M. Exercise Physiology: People and Ideas. OXFORD University PRESS. 2003.<\/p>\n<p>TASK FORCE OF THE EUROPEAN SOCIETY OF CARDIOLOGY AND THE NORTH AMERICAN SOCIETY OF<\/p>\n<p>PACING AND ELECTROPHYSIOLOGY. Heart rate variability: standards of measurement, physiological interpretation and clinical use. Task Force of the European Society of Cardiology and the North American Society of Pacing and Electrophysiology. Circulation, v.93, n.5, p.1043-65, 1996.<\/p>\n<p>JORDAN, D.; MARCHALL, J. Cardiovascular Regulation. Portland Press. 1992.<\/p>\n<p>PECANHA, T., et al. Methods of assessment of the post-exercise cardiac autonomic recovery: A methodological review. International Journal Cardiology, v.227, p.795-802, 2017.<\/p>\n<p>ROMERO S; MINSON C.T; HALLIWILL J.R. The Cardiovascular System after Exercise. J Appl Physiol, Apr 1;122(4):925-932, 2017.<\/p>\n<p>BRITO, L. et al. Morning versus Evening Aerobic Training Effects on Blood Pressure in Treated Hypertension. Med.<\/p>\n<p>Sci. Sports Exerc., Vol. 51, No. 4, pp. 653\u2013662, 2019.<\/p>\n<p>CARTER J.R. Microneurography and Sympathetic Nerve Activity: A Decade-By-Decade Journey Across 50 Years. J Neurophysiol. Apr 1;121(4):1183-1194, 2019.<\/p>\n<p>EWING D.J; CLARKE. Diagnosis and Management of Diabetic Autonomic Neuropathy. British Medical Journal. 285; 916-918, 1982.<\/p>\n<p>LA ROVERE, M. T.; PINNA, G. D.; RACZAK, G. Baroreflex sensitivity: measurement and clinical implications. Annals Noninvasive Electrocardiology, v.13, n.2, p.191-207, 2008.<\/p>\n<p>LATERZA, M. C., et al. Exercise training restores baroreflex sensitivity in never-treated hypertensive patients. Hypertension, v.49, n.6, p.1298-306, 2007.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: FORMA\u00c7\u00c3O E ATUA\u00c7\u00c3O PROFISSIONAL EM ATIVIDADE F\u00cdSICA E LAZER NA SA\u00daDE<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5000\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 4<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h2>Ementa<\/h2>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Analisar e discutir as diferentes caracter\u00edsticas relacionadas \u00e0 forma\u00e7\u00e3o e atua\u00e7\u00e3o profissional do animador sociocultural, a partir de suas rela\u00e7\u00f5es com a \u00e1rea da atividade f\u00edsica, ressaltando a necessidade de compet\u00eancia t\u00e9cnica espec\u00edfica em sua a\u00e7\u00e3o, seu car\u00e1ter interdisciplinar e seu compromisso pol\u00edtico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>Historicamente em nosso pa\u00eds, os processos de forma\u00e7\u00e3o profissional na \u00e1rea do lazer t\u00eam se caracterizado em preparar para a a\u00e7\u00e3o cotidiana um \u201cprofissional\u201d com as caracter\u00edsticas exigidas pelo mercado e essas v\u00eaem marcadas pela vis\u00e3o abstrata de lazer, ou como simples \u201cmercadorias\u201d a serem consumidas pelas pessoas. Assim, a presente disciplina justifica-se na medida em que s\u00e3o necess\u00e1rias novas e constantes reflex\u00f5es a respeito da forma\u00e7\u00e3o e atua\u00e7\u00e3o desse profissional, de modo que a\u00e7\u00f5es futuras possam ser desenvolvidas a partir dos valores da participa\u00e7\u00e3o cultural, discuss\u00e3o fundamental dentro do processo de forma\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de quadros para atua\u00e7\u00e3o com pol\u00edticas p\u00fablicas, quadros esses que devem, inclusive, reverter expectativas muitas vezes equivocadas do papel dos profissionais em sua a\u00e7\u00e3o na \u00e1rea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>A a\u00e7\u00e3o profissional no lazer, sua especificidade e seu car\u00e1ter interdisciplinar.<\/li>\n<li>Forma\u00e7\u00e3o e atua\u00e7\u00e3o profissional em Atividade F\u00edsica e Lazer e suas diferentes rela\u00e7\u00f5es com os espa\u00e7os e equipamentos, a anima\u00e7\u00e3o sociocultural, a atividade e a passividade, a mercadoriza\u00e7\u00e3o e a participa\u00e7\u00e3o cultural, a educa\u00e7\u00e3o (rela\u00e7\u00f5es com o duplo aspecto educativo \u2013 educa\u00e7\u00e3o para e pelo lazer\/atividade f\u00edsica), a sociedade (rela\u00e7\u00f5es com as esferas das obriga\u00e7\u00f5esfam\u00edlia, religi\u00e3o, trabalho, etc., e com as fases da vida \u2013 inf\u00e2ncia, juventude, idade adulta, terceira idade).<\/li>\n<li>O profissional de atividade f\u00edsica atuando como animador s\u00f3cio-cultural.<\/li>\n<li>Lazer, cultura, profiss\u00e3o.<\/li>\n<li>Os megaeventos esportivos e seus impactos nas cidades-sede.<\/li>\n<li>Tend\u00eancias dos estudos do lazer no Brasil e no Mundo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Provas (25%), trabalhos (25%) e semin\u00e1rios (50%)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>DE ROSE J\u00daNIOR, Dante et al. Esporte e atividade f\u00edsica na inf\u00e2ncia e adolesc\u00eancia: uma abordagem multidisciplinar. 2 ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2009.<\/p>\n<p>ISAYAMA, H. F. (Org.) Lazer, forma\u00e7\u00e3o profissional e curr\u00edculo. Campinas, SP: Papirus, 2010.<\/p>\n<p>ISAYAMA, H.F.; PINTO, L. M. S. de M.; UVINHA, R.R.; STOPPA, E. (Org.) Gest\u00e3o de pol\u00edticas de esporte e lazer: experi\u00eancias, inova\u00e7\u00f5es, potencialidades e desafios. Belo Horizonte, MG: UFMG, 2011.<\/p>\n<p>JACKSON, E. L. (Ed.) Leisure and the quality of life: impacts on social, economic and cultural development \u2013 Hangzhou Consensus. Hangzhou, China: Zhejiang University Press, 2006.<\/p>\n<p>MARCELLINO, N. C. (Org.). Lazer e cultura. Campinas, SP: \u00c1tomo Al\u00ednea, 2007.<\/p>\n<p>MARCELLINO, N. C.; ISAYAMA, H. F. (Org.). Enarel: 21 anos de hist\u00f3ria. Belo Horizonte, MG: UFMG, 2010.<\/p>\n<p>NEIRA, M. G.; UVINHA, R. R. Cultura corporal: di\u00e1logos entre educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica e lazer. Petr\u00f3polis, RJ: Vozes, 2009. PINTO, L.M.M.; UVINHA, R. R.; COSTA, E.T. (Org.). Brasil 2016: a Olimp\u00edada e os impactos desejados nas pol\u00edticas p\u00fablicas de esporte e lazer nas cidades brasileiras. S\u00e3o Bernardo do Campo, SP: Domaguil, 2011.<\/p>\n<p>REPPOLD FILHO, A.R.; PINTO, L.M.M.; RODRIGUES, R.P; ENGELMAN, S. (Org.). O Brasil nos Jogos Ol\u00edmpicos de Pequim: as m\u00faltiplas faces de um megaevento esportivo. Porto Alegre, RS: UFRGS, 2011.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: GEST\u00c3O E POL\u00cdTICAS P\u00daBLICAS DA PROMO\u00c7\u00c3O DA SA\u00daDE, ATIVIDADE F\u00cdSICA E LAZER<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5017\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Contextualizar a Sa\u00fade P\u00fablica no Brasil e os pap\u00e9is das atividades f\u00edsicas no discurso em sa\u00fade p\u00fablica. Reconhecer e refletir sobre os usos e pr\u00e1ticas de atividades f\u00edsicas no campo da sa\u00fade p\u00fablica brasileira. Identificar as iniciativas no campo das Pol\u00edticas P\u00fablicas que subsidiam a implanta\u00e7\u00e3o de programas e pr\u00e1ticas de atividades f\u00edsicas e pr\u00e1ticas corporais no Brasil e no Exterior. Distinguir os conceitos de informa\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o e os seus pap\u00e9is na gest\u00e3o de programas e pr\u00e1ticas de atividades f\u00edsicas. Reconhecer os campos de a\u00e7\u00e3o da Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade como eminentemente interdisciplinar e de atua\u00e7\u00f5es multiprofissionais, reconhecendo os pap\u00e9is dos diferentes profissionais envolvidos. Reconhecer os meios para o conhecimento das popula\u00e7\u00f5es, grupo de pessoas para a elabora\u00e7\u00e3o, implementa\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de programas de promo\u00e7\u00e3o da atividade f\u00edsica para as pessoas, no \u00e2mbito da sa\u00fade P\u00fablica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>A disciplina justifica-se, pois as pol\u00edticas de lazer envolvem um conjunto de decis\u00f5es e a\u00e7\u00f5es relativas a diferentes recursos, caracterizando a\u00e7\u00f5es estrategicamente selecionadas para implementar as tomadas de decis\u00f5es. Essas decis\u00f5es, por afetarem a todos os envolvidos nos diferentes ambientes onde s\u00e3o realizadas, podem ser entendidas como p\u00fablicas e necess\u00e1rias enquanto elementos para a democratiza\u00e7\u00e3o cultural e efetivo exerc\u00edcio da cidadania.<\/p>\n<p>Nesse sentido destaca-se a import\u00e2ncia da reflex\u00e3o sobre tais quest\u00f5es na linha de pesquisa Promo\u00e7\u00e3o da Atividade F\u00edsica e Lazer, de modo a repensar o papel social que as pol\u00edticas t\u00eam assumido em nossa realidade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Bases te\u00f3ricas e conceituais das pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/li>\n<li>A\u00e7\u00f5es no campo da Sa\u00fade e suas implica\u00e7\u00f5es para as atividades f\u00edsicas e o lazer.<\/li>\n<li>Aspectos da a\u00e7\u00e3o do profissional em um ambiente multidisciplinar da sa\u00fade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Provas (25%), trabalhos (25%) e semin\u00e1rios (50%)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>ALVARENGA A.T. A sa\u00fade p\u00fablica como campo de investiga\u00e7\u00e3o interdisciplinar e a quest\u00e3o metodol\u00f3gica. Sa\u00fade e Sociedade 1994,3(2):22-41.<\/p>\n<p>BRASIL. Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade : Declara\u00e7\u00e3o de Alma \u2013 Ata, Carta de Ottawa, Declara\u00e7\u00e3o de Adelaide, Declara\u00e7\u00e3o de Sundsvall, Declara\u00e7\u00e3o de Santa F\u00e9 de Bogot\u00e1, Declara\u00e7\u00e3o de Jacarta, Rede de Mega pa\u00edses e Declara\u00e7\u00e3o do M\u00e9xico, Bras\u00edlia, 2001.<\/p>\n<p>CAMPOS,G.W.; BARROS,R.B.; CASTRO,A.M. Avalia\u00e7\u00e3o de Pol\u00edtica nacional de Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade. Ci\u00eancia e Sa\u00fade Coletiva: S\u00e3o Paulo, 9(3):745-749,2004.<\/p>\n<p>CHOR, D. Sa\u00fade p\u00fablica e mudan\u00e7as de comportamento: uma quest\u00e3o contempor\u00e2nea. Cadernos de Sa\u00fade<\/p>\n<p>P\u00fablica: Rio de Janeiro. 15 (2):423-425, abr-jun, 1999.<\/p>\n<p>Estados Unidos da Am\u00e9rica. Departamento de Sa\u00fade e Servi\u00e7os Humanos. Centros para o Controle e a Preven\u00e7\u00e3o de Doen\u00e7as (CDC). Manual de avalia\u00e7\u00e3o da atividade f\u00edsica. [Rio de Janeiro: s.ed., 2006]<\/p>\n<p>FREITAS, FF. A Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica no Servi\u00e7o P\u00fablico de Sa\u00fade. S\u00e3o Paulo: Ed. Hucitec, 2007, 157p.<\/p>\n<p>KNUTH AG, MALTA DC, CRUZ DK ET AL. Rede nacional de atividade f\u00edsica do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade: resultados e estrat\u00e9gias avaliativas. Revista Brasileira de Atividade F\u00edsica e Sa\u00fade. 2010, 15 (4): 229:233.<\/p>\n<p>MALTA, Deborah Carvalho et al. A Pol\u00edtica Nacional de Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade e a agenda da atividade f\u00edsica no contexto do SUS. Epidemiol. Serv. Sa\u00fade. 2009, 18 (1): 79-86.<\/p>\n<p>MINISTERIO DA SAUDE. Gabinete do Ministro. Portaria MS-GM n\u00ba154 de 24 de janeiro de 2008. Cria os N\u00facleos de Apoio \u00e0 Sa;uyde da Fam\u00edlia (NASF). Di\u00e1rio da Uni\u00e3o.<\/p>\n<p>MINIST\u00c9RIO DA SA\u00daDE. Pol\u00edtica Nacional de Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade; Brasil, 2006.<\/p>\n<p>MORETTI, A.C; ALMEIDA, V.; WESTPHAL,M.F.;B\u00d3GUS,C.M. Pr\u00e1ticas Corporais\/Atividade F\u00edsica e Pol\u00edticas P\u00fablicas de Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade. Sa\u00fade e Sociedade. 2009, 18 (2): 346-354.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: INFLU\u00caNCIA DO TREINAMENTO F\u00cdSICO E DA GEN\u00c9TICA NO CONTROLE DA MASSA CORPORAL<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5009\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 4<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<ol style=\"list-style-type: lower-alpha;\">\n<li>Estudar as caracter\u00edsticas estruturais e funcionais do tecido adiposo;<\/li>\n<li>Estudar os fatores ambientais e gen\u00e9ticos determinantes da massa corporal;<\/li>\n<li>Discutir os benef\u00edcios do treinamento f\u00edsico para o controle de massa corporal, analisando sua influ\u00eancia sobre ometabolismo energ\u00e9tico e o perfil de express\u00e3o g\u00eanica.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>Os estudos sobre a preval\u00eancia dos fatores de risco para doen\u00e7as cardiovasculares destacam a obesidade como uma epidemia emergente nos pa\u00edses desenvolvidos e subdesenvolvidos, associando-a com o aumento da susceptibilidade \u00e0 hipertens\u00e3o arterial e diabetes tipo 2, e aumento das taxas de mortalidade por doen\u00e7as coronarianas. Frente ao cen\u00e1rio estabelecido pela elevada incid\u00eancia na popula\u00e7\u00e3o, a obesidade tornou-se alvo de estudos n\u00e3o apenas focados na terap\u00eautica, mas tamb\u00e9m em estrat\u00e9gias preventivas. Em ambos aspectos, o treinamento f\u00edsico tem se mostrado eficaz para o controle da massa corporal e do tecido adiposo, especialmente por influenciar diretamente outros fatores determinantes da composi\u00e7\u00e3o corporal: o metabolismo energ\u00e9tico, o comportamento alimentar e o perfil energ\u00e9tico.<\/p>\n<p>O avan\u00e7o no conhecimento sobre os mecanismos de controle de massa corporal permitiu identificar que a intera\u00e7\u00e3o entre fatores ambientais e gen\u00e9ticos s\u00e3o determinantes da massa corporal, especialmente a adiposidade. De fato, com o avan\u00e7o das t\u00e9cnicas de Biologia Molecular, a investiga\u00e7\u00e3o dos processos de forma\u00e7\u00e3o do tecido adiposo tem possibilitado a identifica\u00e7\u00e3o de diversos pept\u00eddeos, prote\u00ednas e genes que est\u00e3o associados com a diferencia\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas adiposas (adipog\u00eanese), com a express\u00e3o de prote\u00ednas adiposas espec\u00edficas (adipocinas) e com enzimas para a s\u00edntese de triglicer\u00eddeos (lipog\u00eanese). Diversos estudos na literatura mostraram o potencial do treinamento f\u00edsico para modular a express\u00e3o de genes envolvidos nos processos metab\u00f3licos do tecido adiposo, bem como a express\u00e3o de genes determinantes do metabolismo energ\u00e9tico e do comportamento alimentar.<\/p>\n<p>Diante do exposto, essa disciplina prop\u00f5e aprofundar os estudos dos efeitos do treinamento f\u00edsico sobre os fatores ambientais e gen\u00e9ticos respons\u00e1veis pela determina\u00e7\u00e3o da massa corporal, tendo como foco principal, as respostas morfofuncionais do tecido adiposo e a repercuss\u00e3o para a preven\u00e7\u00e3o e o tratamento da obesidade. Com o conte\u00fado proposto, espera-se que o aluno obtenha conhecimento sobre o papel do treinamento f\u00edsico para a modula\u00e7\u00e3o de constituintes moleculares das vias que controlam o balan\u00e7o energ\u00e9tico e a massa corporal, compreens\u00e3o dos mecanismos fisiol\u00f3gicos e patol\u00f3gicos envolvidos na plasticidade do tecido adiposo, e intera\u00e7\u00e3o gene-treinamento f\u00edsico para a determina\u00e7\u00e3o da massa corporal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Morfologia do tecido adiposo;<\/li>\n<li>Fun\u00e7\u00e3o do tecido adiposo: reservat\u00f3rio energ\u00e9tico e papel end\u00f3crino;<\/li>\n<li>Efeitos do treinamento f\u00edsico sobre os fatores determinantes da massa corporal: metabolismo energ\u00e9tico e express\u00e3o g\u00eanica;<\/li>\n<li>Efeitos do treinamento f\u00edsico sobre os determinantes gen\u00e9ticos da massa corporal: a) Regula\u00e7\u00e3o do crescimento de adip\u00f3citos. b) Fatores transcricionais que influenciam a diferencia\u00e7\u00e3o de adip\u00f3citos. c) Express\u00e3o de genes que interferem nas fun\u00e7\u00f5es do tecido adiposo; 5. Estudo de estrat\u00e9gias integradas para o controle de massa corporal e preven\u00e7\u00e3o da obesidade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Desenvolvimento de projeto cient\u00edfico (50%) e avalia\u00e7\u00e3o dissertativa (50%)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>BROOKS, G.A. &amp; FAHEY, T.D. Exercise phisiology and human bioenergetics and its applications. John Wiley &amp; Sons, New York, 1984<\/p>\n<p>CISTERNAS, J.R.; VARGA, J.; MONTE, O. Fundamentos de Bioqu\u00edmica Experimental. Atheneu, S\u00e3o Paulo, 2001. CURI, R.; POMPEIA, C. MYASAKA, C.K.; PROCOPIO, J. Entendendo a gordura &#8211; os \u00e1cidos graxos. 1 ed., Manole, S\u00e3o Paulo, 2002.<\/p>\n<p>D\u00c2MASO, A. Obesidade. 1 ed., Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2003.<\/p>\n<p>GRIFFITHS, A.J.F. et al. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 gen\u00e9tica. 8 ed., Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2006.<\/p>\n<p>LEHNINGER, A.L. Princ\u00edpios de Bioqu\u00edmica. Sarvier, S\u00e3o Paulo, 1991.<\/p>\n<p>MAUGHAN, R. Bioqu\u00edmica do exerc\u00edcio e do treinamento. Manole, S\u00e3o Paulo, 2000.<\/p>\n<p>SILVERTHORN, D.U. Fisiologia Humana &#8211; Uma abordagem integrada. 2 ed., Manole, S\u00e3o Paulo, 2003.<\/p>\n<p>VIEIRA, E.C.; GAZZINELLI, G.; MARES-GUIA, M. Bioqu\u00edmica celular e biologia molecular. 2 ed., Atheneu, S\u00e3o Paulo, 1996.<\/p>\n<p>Artigos cient\u00edficos da \u00e1rea.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: INICIA\u00c7\u00c3O ESPORTIVA, TREINAMENTO A LONGO PRAZO E TALENTO ESPORTIVO<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5005\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 3\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Apresentar ao aluno da p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o o contexto que envolve o processo de inicia\u00e7\u00e3o esportiva, o treinamento a longo prazo e o talento esportivo. Ser\u00e3o abordados e discutidos temas como: modelos de desenvolvimento do esporte infanto-juvenil; fatores de busca, ades\u00e3o e resili\u00eancia; for\u00e7as de apoio familiar e social; aspectos desenvolvimentistas e biol\u00f3gicos da crian\u00e7a e do adolescente; idade ideal; inicia\u00e7\u00e3o esportiva X especializa\u00e7\u00e3o esportiva; o papel da competi\u00e7\u00e3o. O curso enfatizar\u00e1 aspectos te\u00f3ricos assim como pesquisas recentes realizadas sobre os temas selecionados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>O assunto \u00e9 atraente e relevante, atingindo diferentes profissionais e pesquisadores que est\u00e3o envolvidos e atuam direta ou indiretamente no contexto da inicia\u00e7\u00e3o esportiva e do treinamento a longo prazo, corroborando para o reconhecimento, apropria\u00e7\u00e3o e adequa\u00e7\u00e3o das estrat\u00e9gias utilizadas em favorecimento dos jovens praticantes. Ademais, o desenvolvimento do talento esportivo \u00e9 tema permanente e atual, tornando-se necess\u00e1ria uma melhor difus\u00e3o e aprofundamento dos estudos espec\u00edficos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Aspectos gerais do desenvolvimento f\u00edsico.<\/li>\n<li>Aspectos gerais do desenvolvimento motor.<\/li>\n<li>Desenvolvimento f\u00edsico, matura\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e desempenho esportivo.<\/li>\n<li>Efeito da idade relativa.<\/li>\n<li>Inicia\u00e7\u00e3o Esportiva.<\/li>\n<li>Inicia\u00e7\u00e3o Esportiva X especializa\u00e7\u00e3o esportiva.<\/li>\n<li>Idade ideal para a inicia\u00e7\u00e3o esportiva.<\/li>\n<li>Estrutura sistem\u00e1tica do treinamento TLP.<\/li>\n<li>Modelos de treinamento e longo prazo (TLP) existentes na literatura.<\/li>\n<li>Talento esportivo.<\/li>\n<li>Modelos de desenvolvimento do talento esportivo.<\/li>\n<li>Detec\u00e7\u00e3o, sele\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o de talentos esportivos.<\/li>\n<li>Aspectos psicol\u00f3gicos da inicia\u00e7\u00e3o esportiva TLP e do talento esportivo.<\/li>\n<li>A pesquisa em inicia\u00e7\u00e3o esportiva.<\/li>\n<li>S\u00edntese e perspectivas futuras de investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Frma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Prova escrita (0-10,0).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Observac\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Crit\u00e9rios da Prova Escrita: 1. apresenta\u00e7\u00e3o de conceitos t\u00e9cnicos e\/ou perspectivas te\u00f3ricas, bem como desenvolvimento dos mesmos de acordo com os questionamentos levantados na prova escrita. 2. estabelecimento de rela\u00e7\u00f5es e posicionamentos cr\u00edticos acerca dos t\u00f3picos\/conte\u00fados expostos 3. uso, de forma apropriada e clara, de cita\u00e7\u00f5es diretas ou indiretas, mostrando o dom\u00ednio das refer\u00eancias discutidas em aula. Al\u00e9m disso, ser\u00e3o considerados elementos de reda\u00e7\u00e3o: 4. coes\u00e3o e coer\u00eancia do texto 5. adequa\u00e7\u00e3o \u00e0 norma padr\u00e3o da l\u00edngua portuguesa. 6. adequa\u00e7\u00e3o ao texto argumentativo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>CARRACO, D. D. S. ; GALLATI, L. R. ; MASSA, M. ; LOTURCO, I. ; ABAD, C. C. C. Centesimal Age and Relative Age Effect in Elite Futsal Players. International Journal of Exercise Science, v. 13, p. 329-341, 2020.<\/p>\n<p>DEPREZ D, Coutts AJ, FRANSEN J, DECONINCK F, LENOIR M, VAEYENS R, et al. Relative age, biological maturation and anaerobic characteristics in elite youth soccer players. Int J Sports Med. 2013;34(10):897\u2013903.<\/p>\n<p>HOULIHAN, B, GREEN, M. Comparative elite sport development: systems, structures and public policy. Elsevier:Burlington; 2008.<\/p>\n<p>KNIJNIK JD; MASSA M; FERRETTI MAC. Direitos humanos e especializa\u00e7\u00e3o esportiva precoce: considera\u00e7\u00f5es metodol\u00f3gicas e filos\u00f3ficas. In: MACHADO AA(Org). Especializa\u00e7\u00e3o Esportiva Precoce: perspectivas atuais da psicologia do esporte. 1 ed. Jundia\u00ed: Fontoura, 2008, v. 1, p. 109-128.<\/p>\n<p>KREBS, R,J, et alii. Desenvolvimento infantil em contexto. Florian\u00f3polis, Ed. UDESC, 2001. LAMAS L; ROSE JUNIOR D; SANTANA FL; NEGRETTI LO; UGRINOWITSCH C. Space creation dynamics in baskeball offence: validation and evaluation of elite teams. Int J Perform Analysis Sport, 11: 71-84, 2010<\/p>\n<p>MASSA, M.; COSTA, E. C. ; MOREIRA, A. ; THIENGO, C. R. ; LIMA, M. ; QUISPE, W. ; AOKI, M. S. Efeito da idade relativa no Futebol: o estudo de caso do S\u00e3o Paulo Futebol Clube. Revista Brasileira de Cineantropometria &amp; Desempenho Humano (Online), v. 16, p. 399-405, 2014.<\/p>\n<p>MASSA, M. Efeito da idade relativa e matura\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica: implica\u00e7\u00f5es para sele\u00e7\u00e3o de jovens jogadores de futebol. Tese (Livre Doc\u00eancia). Escola de Artes, Ci\u00eancias e Humanidades. Universidade de S\u00e3o Paulo. S\u00e3o Paulo, 2017.<\/p>\n<p>MEIRA JR., C.M.; DE ROSE JR., D.; MASSA. Inicia\u00e7\u00e3o aos esportes coletivos. Universidade de S\u00e3o Paulo. Edi\u00e7\u00f5es EACH. S\u00e3o Paulo, 2020.<\/p>\n<p>MOREIRA, A. ; MASSA, M. ; THIENGO, C. R. ; LOPES, R. A. R. ; LIMA, M. R. ; VAEYENS, R. ; BARBOSA, W. P. ; AOKI, M. S. . Is the technical performance of young soccer players influenced byhormonal status, sexual maturity, anthropometric profile, and physicalperformance? BIOLOGY OF SPORT, v. 34, p. 305-311, 2017.<\/p>\n<p>R\u00c9, A.H.N.; CORR\u00caA, U.C.; B\u00d6HME, M.T.S. Anthropometric characteristics and motor skills in talent selection and development in indoor soccer. Perceptual and Motor Skills, 110: 916-930, 2010.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: INTERA\u00c7\u00d5ES SENS\u00d3RIO-MOTORAS<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5020\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong> Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Ao final do curso o aluno dever\u00e1 ser capaz de compreender as bases que fundamentam os mecanismos da dor e suas intera\u00e7\u00f5es com o controle motor. Dever\u00e1 compreender as poss\u00edveis conseq\u00fc\u00eancias no desempenho esportivo, altera\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas e de controle do movimento devidas \u00e0 presen\u00e7a da dor. Conhecer\u00e1 os efeitos da atividade f\u00edsica no controle da dor, bem como os efeitos da dor no desempenho motor humano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>In\u00fameras s\u00e3o as situa\u00e7\u00f5es em que atividade f\u00edsica \u00e9 praticada na presen\u00e7a de dor musculoesquel\u00e9tica. Tanto na pr\u00e1tica de esporte de alto rendimento, quanto em atividades de lazer, s\u00e3o comuns os relatos da presen\u00e7a de dor musculoesquel\u00e9tica em algum grau de intensidade. Isto n\u00e3o impede a pr\u00e1tica da atividade, por\u00e9m, quanto dar continuidade \u00e0 atividade agravar\u00e1 o quadro ou quanto a presen\u00e7a da dor perturbar\u00e1 o desempenho s\u00e3o freq\u00fcentemente motivos de especula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Conhecer a fisiologia da dor musculoesquel\u00e9tica e as intera\u00e7\u00f5es entre o sistema sensorial e o motor permite um melhor julgamento, por parte do profissional de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, para prescrever atividade f\u00edsica \u00e0s mais diversas popula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Anatomia da dor.<\/li>\n<li>Morfologia e tipos funcionais de nociceptores musculares.<\/li>\n<li>Resposta facilitada dos receptores musculares n\u00e3o mielinizados.<\/li>\n<li>Mecanismos de hiperexcitabilidade nervosa central devido a ativa\u00e7\u00e3o de nociceptores musculares.<\/li>\n<li>Novas perspectivas no sistema de modula\u00e7\u00e3o descendente da dor musculoesquel\u00e9tica.<\/li>\n<li>Manifesta\u00e7\u00e3o central da dor muscular e hiperalgia.<\/li>\n<li>Diferen\u00e7as da dor muscular p\u00f3s exerc\u00edcio devidas ao g\u00eanero.<\/li>\n<li>Aumento do processamento central da dor em pacientes com fibromialgia.<\/li>\n<li>Manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas da dor articular e muscular.<\/li>\n<li>Adapta\u00e7\u00f5es funcionais em condi\u00e7\u00f5es dolorosas ligadas ao trabalho.<\/li>\n<li>Mudan\u00e7as no controle sens\u00f3rio motor devido \u00e0 dor lombar.<\/li>\n<li>Efeitos da dor muscular experimental nas propriedades el\u00e9tricas das unidades motoras.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Prova (50%) e semin\u00e1rio (50%)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>Artigos selecionados anualmente de revistas arbitradas, como Pain, The Journal of Pain, Experimental Brain Research, entre outras.<\/p>\n<p>GRAVEN-NIESEN, T.; ARENDT-NIELSEN, L.; MENSE S. Fundamentals of Musculoskeletal Pain. InternationalAssociation for the Study of Pain (IASP PRESS), 2008.<\/p>\n<p>WALL, P.D.; MELZACK, D. Textbook of Pain. Churchill Livingstone, 4th edition, 2003.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: LAZER, CULTURA E SOCIEDADE<\/h2>\n<p>Sigla: TUR5005\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 8<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Esta disciplina visa a abordagem de aspectos relacionados ao desenvolvimento do lazer, enfatizando este setor em ampla expans\u00e3o e compreendendo a import\u00e2ncia deste para o desenvolvimento cultural, social e econ\u00f4mico em sua inser\u00e7\u00e3o em um contexto mundial globalizado. No final do curso, os alunos ser\u00e3o capazes de compreender e explicar as v\u00e1rias perspectivas te\u00f3ricas e sociais sobre o lazer, bem como compreender o lazer em um contexto social, cultural e hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>O lazer \u00e9 um componente universal da cultura humana que assume diferentes formas e significados com base nas caracter\u00edsticas de uma dada sociedade. Uma defini\u00e7\u00e3o de lazer que se prop\u00f5e a ser universal \u00e9 praticamente imposs\u00edvel, porque na sociedade ocidental, influenciada pela \u00e9tica judaico-crist\u00e3 e protestante, o lazer \u00e9 comumente visto como tempo livre do trabalho e outras obriga\u00e7\u00f5es. A cultura desempenha um papel central na conceitua\u00e7\u00e3o do lazer, seja na sociedade ocidental, na cultura asi\u00e1tica, nos ind\u00edgenas, entre outros. H\u00e1 evid\u00eancias de pesquisas que comprovem a contribui\u00e7\u00e3o do lazer para a qualidade de vida das pessoas em diversos contextos culturais do mundo. Dessa forma, formas de<\/p>\n<p>express\u00e3o no lazer pela arte, dan\u00e7a, m\u00fasica, religi\u00e3o, vestu\u00e1rio, linguagem, esporte e gastronomia denotam e celebram identidades individuais e coletivas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Teorias do lazer e os significados e as consequ\u00eancias da participa\u00e7\u00e3o no lazer em uma sociedade moderna;<\/li>\n<li>O lazer como fen\u00f4meno sociocultural e como ramo inter\/multidisciplinar das ci\u00eancias da sa\u00fade e sociais;<\/li>\n<li>O lazer como desenvolvimento pessoal e cultural;<\/li>\n<li>Lazer, sa\u00fade, qualidade de vida e bem-estar;<\/li>\n<li>Barreiras de acesso ao lazer e necessidades de popula\u00e7\u00f5es especiais;<\/li>\n<li>Pol\u00edticas, planejamento e pr\u00e1ticas de desenvolvimento de lazer e recrea\u00e7\u00e3o no Brasil e na Am\u00e9rica do Sul;<\/li>\n<li>Tend\u00eancias e perspectivas emergentes no lazer.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Trabalhos e semin\u00e1rios realizados individualmente e em grupo (50%), produ\u00e7\u00e3o de textos individuais sobre o conte\u00fado ministrado na disciplina (50%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Observac\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Disciplina oferecida exclusivamente em ingl\u00eas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>BENDIKOVA, E.; UVINHA, R. R.; PINES JUNIOR, A. R.; OLIVEIRA, N. R. C. (2016). Leisure Time of Children and Youth in Slovakia and Brazil through Physical Education and Sports. European Researcher, v. 104, p.<\/p>\n<p>184-192.<\/p>\n<p>EDGINTON, C. R. (2007). The World Leisure Organization: promoting social, cultural and economic transformation. Revista Licere, Belo Horizonte, v. 10, n. 2, ago.<\/p>\n<p>ISAYAMA, H. F.; PINTO, L. M. M.; UVINHA, R. R.; STOPPA, E. A. (Ed.) (2011). Sport and Leisure Management. Belo Horizonte: UFMG.<\/p>\n<p>JACKSON, E. L. (Ed.) (2006). Leisure and the quality of life: impacts on social, economic and cultural development \u2013 Hangzhou Consensus. Hangzhou, China: Zhejiang University Press.<\/p>\n<p>OLIVEIRA, R. C.; OLIVEIRA, N. R. C.; NORONHA, D. M.; UVINHA, R. R. (Ed.). (2017). Proceedings of the BRICS Council of Exercise and Sports Science (BRICSCESS). Santos, SP: Unifesp, v. 1. 111p .<\/p>\n<p>PEDRAO, C. C.; UVINHA, R. R. (2017). The Brazilian &amp;#769;s Leisure: discussion of data collected in schooling, income, social classes and color\/race. In: STOPPA, E.A; ISAYAMA, H.F. (Org.). Leisure in Brazil: representations and concretizations of everyday experiences. Campinas: Autores Associados, v. 1, p. 179-188.<\/p>\n<p>QU\u00c9BEC Declaration. (2008). Leisure, Essential to Community Develolpment. 10th World Leisure Congress, Qu\u00e9bec, Canada.<\/p>\n<p>SAO PAULO Declaration. (1998). Leisure in a globalized society. 5th World Leisure Congress, Sao Paulo, Brazil. UVINHA, R.R. (2010). Is leisure studies \u201cethnocentric\u201d? A view from Sao Paulo, Brazil. World Leisure Journal, Warszawa, Poland, n.3, p. 191-195.<\/p>\n<p>UVINHA, R. R.; VELARDI, M. (2014). Physical Education in Brazil: Trends and Practical Intervention (printed version). In: CHIN, M.K.; EDGINTON, C.R.. (Org.). Physical Education and Health: Global Perspectives and Best Practice.<\/p>\n<p>1ed.Urbana, IL: Sagamore, v. 1, p. 69-80.<\/p>\n<p>UVINHA, R.R. (2014). Leisure and Tourism. In: Georgescu, L. (Ed.) Sports Science and Physical Education, Encyclopedia of Life Support Systems (EOLSS), Developed under the Auspices of the UNESCO, Eolss Publishers, Paris, France, p.1-15.<\/p>\n<p>UVINHA, R. R.; PEDRAO, C. C.; STOPPA, E. A.; ISAYAMA, H. F.; DE OLIVEIRA, N. R. C. (2017). Leisure practices in Brazil: a national survey on education, income, and social class. World Leisure Journal, v. 59, p. 1-12.<\/p>\n<p>UVINHA, R. R.; STOPPA, E. A. (2017). Leisure in Brazil: Trends and Perspectives in a Contemporary Society (print edition). In: HENDERSON, K.A.; SIVAN, A. (Ed.). Leisure from International Voices. Urbana, IL: Sagamore Venture Publishing LLC, v. 1, p. 23-34.<\/p>\n<p>UVINHA, R. R.; CHAN, C. S.; MAN, C. K.; MARAFA, L. M. (2018). Sport tourism: a comparative analysis of residents from Brazil and Hong Kong. Brazilian Journal of Tourism Research, v. 12, p. 180-206.<\/p>\n<p>VICO, R.P. UVINHA, R. R.; GUSTAVO, N. (2018). Sports mega-events in the perception of the local community: the case of Itaquera region in S\u00e3o Paulo at the 2014 FIFA World Cup Brazil. Soccer and Society, v. 1, p. 1-14.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: M\u00c9TODOS DE AN\u00c1LISE DE INFORMA\u00c7\u00d5ES PARA ESTUDO DA ATIVIDADE F\u00cdSICA E SA\u00daDE<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5001\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: Sim<\/p>\n<h2>Ementa<\/h2>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Discutir os m\u00e9todos de an\u00e1lise de informa\u00e7\u00f5es qualitativas e quantitativas usadas em estudos sobre a atividade f\u00edsica e sa\u00fade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>Os estudos em atividade f\u00edsica e sa\u00fade avaliam o desenvolvimento humano a partir de diferentes tipos e n\u00edveis de abordagem. Essas an\u00e1lises partem de n\u00edveis microsc\u00f3picos do corpo humano at\u00e9 as rela\u00e7\u00f5es comportamentais, sociais, culturais e econ\u00f4micas da sociedade. \u00c9 preciso oferecer ao aluno do programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o as ferramentas para a an\u00e1lise de informa\u00e7\u00f5es para desenvolver seu projeto de pesquisa. Assim, a presente disciplina ter\u00e1 como objetivo discutir an\u00e1lises de dados com os alunos como oportunidade de ampliarem sua vis\u00e3o sobre m\u00e9todos quantitativos em atividade f\u00edsica e sa\u00fade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Tipos de vari\u00e1veis.<\/li>\n<li>Bancos de dados;<\/li>\n<li>Distribui\u00e7\u00e3o normal;<\/li>\n<li>Teste de hip\u00f3teses;<\/li>\n<li>M\u00e9todos estat\u00edsticos para an\u00e1lises de dados (an\u00e1lises descritivas, an\u00e1lises univariadas e bivariadas, testes param\u00e9tricos e n\u00e3o param\u00e9tricos, an\u00e1lises de vari\u00e2ncia, an\u00e1lises de correla\u00e7\u00e3o e regress\u00e3o);<\/li>\n<li>Tamanho de efeito;<\/li>\n<li>Tipos de amostra;<\/li>\n<li>Tamanho de amostra.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Provas, trabalhos e semin\u00e1rios.<\/p>\n<p>Nota final = 0,4*m\u00e9dia das provas + 0,4*m\u00e9dia dos semin\u00e1rios + 0,2*m\u00e9dia dos trabalhos<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Observac\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Idiomas ministrados: portugu\u00eas e ingl\u00eas<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>Morettin, P.A.; Bussab, W. Estat\u00edstica b\u00e1sica. Saraiva, 2007, 5 edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Medronho, R.A. Epidemiologia. Atheneu, 2005, 2 edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Barros, M. V. G. ; Reis, R. S. ; Hallal, P. C ; Florindo, A. A. ; Farias Junior, J. C. . An\u00e1lise de dados em sa\u00fade. 3. ed. Londrina: Midiograf, 2012. v. 1000. 305p .<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: M\u00c9TODOS DE PESQUISA EM ATIVIDADE F\u00cdSICA E SA\u00daDE<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5010\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: Sim<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>O curso visa oferecer ao aluno oportunidades para: entender os conceitos b\u00e1sicos de metodologia da pesquisa cient\u00edfica em atividade f\u00edsica e sa\u00fade, organizar a busca de literatura cient\u00edfica na \u00e1rea de interesse, aplicar m\u00e9todos de pesquisa a projetos cient\u00edficos e aprofundar projetos de pesquisa do ponto de vista metodol\u00f3gico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>A disciplina trata de aspectos metodol\u00f3gicos, epistemol\u00f3gicos e \u00e9ticos de pesquisa cient\u00edfica de modo a proporcionar ao aluno o conhecimento sobre conceitos e procedimentos metodol\u00f3gicos necess\u00e1rios para conceber, planejar, desenvolver e apresentar o exame de qualifica\u00e7\u00e3o e a disserta\u00e7\u00e3o\/tese. A disciplina tamb\u00e9m desenvolve conte\u00fado que visa estimular a publica\u00e7\u00e3o da disserta\u00e7\u00e3o\/tese em peri\u00f3dicos arbitrados, bem como a comunica\u00e7\u00e3o em eventos cient\u00edficos. O oferecimento da disciplina, portanto, permite ao aluno obter conhecimentos consistentes acerca de m\u00e9todos de pesquisa para a consecu\u00e7\u00e3o da disserta\u00e7\u00e3o\/tese.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Tipos de conhecimento;<\/li>\n<li>Aspectos epistemol\u00f3gicos da ci\u00eancia;<\/li>\n<li>Caracter\u00edsticas, natureza e etapas da pesquisa cient\u00edfica;<\/li>\n<li>\u00c9tica em pesquisa cient\u00edfica;<\/li>\n<li>Fontes, tipos e avalia\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica;<\/li>\n<li>Busca e utiliza\u00e7\u00e3o da literatura;<\/li>\n<li>Tipos de pesquisa (Anal\u00edtica, Descritiva, Experimental e Qualitativa);<\/li>\n<li>Desenvolvimento do problema de pesquisa;<\/li>\n<li>Formula\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo;<\/li>\n<li>Reda\u00e7\u00e3o e divulga\u00e7\u00e3o do trabalho cient\u00edfico;<\/li>\n<li>Aplica\u00e7\u00e3o dos m\u00e9todos de pesquisa em disserta\u00e7\u00f5es, teses e artigos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o\/conceito-10%: engajamento; Trabalhos-20%: fichamentos e resenhas de textos; Semin\u00e1rios-30%: apresenta\u00e7\u00e3o oral de textos; Projeto de pesquisa-40%<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>ADAMS, K.A.; LAWRENCE; E.K. Research methods, statistics, and applications. Thousand Oaks, Sage, 2018.<\/p>\n<p>ALVES-MAZZOTTI, A.J.; GEWANDSZNAJDER, F. O m\u00e9todo nas ci\u00eancias naturais e sociais: Pesquisa quantitativa e qualitativa. S\u00e3o Paulo, Pioneira Thomson Learning, 2001.<\/p>\n<p>BOUCHARD, C.; MCPHERSON, B.D.; TAYLOR, A.W. Physical activity sciences. Champaign, Human Kinetics, 1992.<\/p>\n<p>CHALMERS, A.F. O que \u00e9 ci\u00eancia afinal? S\u00e3o Paulo, Brasiliense, 1993.<\/p>\n<p>CRESWELL, J.W.; CRESWELL, J.D. Research design: qualitative, quantitative, and mixed methods approaches. Thousand Oaks, Sage, 2018.<\/p>\n<p>DENZIN,N.; LINCOLN, Y.S. The landscape of qualitative research: Theories and issues. London, Sage Publications, 2013.<\/p>\n<p>GAYA, A.C.A. Ci\u00eancias do movimento humano: Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 metodologia da pesquisa. Porto Alegre, Artmed, 2008.<\/p>\n<p>GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. S\u00e3o Paulo, Atlas, 2017.<\/p>\n<p>HOFFMAN, S.; KNUDSON, D. Introduction to Kinesiology. Champaign, Human Kinetics, 2018.<\/p>\n<p>KUHN, T.S. A estrutura das revolu\u00e7\u00f5es cient\u00edficas. S\u00e3o Paulo, Perspectiva, 1996.<\/p>\n<p>KUMAR, R. Research methodology: A step-by-step guide for beginners. Thousand Oaks, Sage, 2019.<\/p>\n<p>LAKATOS, I.; MUSGRAVE, A. A cr\u00edtica e o desenvolvimento do conhecimento. S\u00e3o Paulo, Cultrix, 1979.<\/p>\n<p>MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Fundamentos de metodologia cient\u00edfica. S\u00e3o Paulo, Atlas, 2017.<\/p>\n<p>MATTAR, J. Metodologia cient\u00edfica na era digital. S\u00e3o Paulo, Saraiva, 2017.<\/p>\n<p>POPPER, K.R. A l\u00f3gica da pesquisa cient\u00edfica. S\u00e3o Paulo, Cultrix, 2000.<\/p>\n<p>RICHARDSON, R.J. Pesquisa social: m\u00e9todos e t\u00e9cnicas. S\u00e3o Paulo, Atlas, 2017.<\/p>\n<p>SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho cient\u00edfico. S\u00e3o Paulo, Cortez, 2016.<\/p>\n<p>THOMAS, J.R.; NELSON, J.K.; SILVERMAN, S.J. Research methods in physical activity. Champaign, Human Kinetics, 2015.<\/p>\n<p>YIN, R.K. Case study research: design and methods. Thousand Oaks, Sage, 2017.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: MODELOS DE TREINAMENTO DE FOR\u00c7A PARA A SA\u00daDE E MELHORA DO DESEMPENHO: EFEITOS AGUDOS E CR\u00d4NICOS<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5027\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>O objetivo desta disciplina ser\u00e1 discutir e compreender as respostas neuromusculares agudas e cr\u00f4nicas de diferentes modelos de treinamento de for\u00e7a. Al\u00e9m disso, ser\u00e1 discutido o uso da restri\u00e7\u00e3o do fluxo sangu\u00edneo, da isquemia e do pr\u00e9-condicionamento isqu\u00eamico nos aumentos de for\u00e7a e massa muscular, na reabilita\u00e7\u00e3o de les\u00f5es musculoesquel\u00e9tica e na melhora do desempenho f\u00edsico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>V\u00e1rios estudos na literatura apontam para os efeitos ben\u00e9ficos do treinamento de for\u00e7a na melhoria da funcionalidade e da morfologia muscular. No entanto, \u00e9 importante conhecer sobre as adapta\u00e7\u00f5es neuromusculares decorrentes dos diferentes m\u00e9todos de treinamento de for\u00e7a e suas possibilidades de aplica\u00e7\u00e3o (ex. sa\u00fade, reabilita\u00e7\u00e3o de les\u00f5es e no esporte). Em particular, ser\u00e3o abordados nessa disciplina, estudos cient\u00edficos sobre a t\u00e9cnica de restri\u00e7\u00e3o do fluxo sangu\u00edneo associado ou n\u00e3o com o treinamento de for\u00e7a. Esses estudos t\u00eam mostrado resultados interessantes nos aumentos de for\u00e7a, de massa muscular e na reabilita\u00e7\u00e3o de les\u00f5es em diferentes popula\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Macroestrutura muscular, microestrutura muscular e processo de contra\u00e7\u00e3o muscular<\/li>\n<li>Adapta\u00e7\u00e3o neural ao treinamento de for\u00e7a;<\/li>\n<li>Mecanismos de hipertrofia muscular: est\u00edmulos mec\u00e2nico, metab\u00f3lico e pela hip\u00f3xia;<\/li>\n<li>Modelos de treinamento de for\u00e7a e pot\u00eancia;<\/li>\n<li>Modelos de treinamento de baixa intensidade para ganhos de for\u00e7a e hipertrofia<\/li>\n<li>Modelo de restri\u00e7\u00e3o do fluxo sangu\u00edneo e pr\u00e9-condicionamento isqu\u00eamico e suas aplica\u00e7\u00f5es na fragilidademuscular, melhora do desempenho e na reabilita\u00e7\u00e3o de les\u00f5es.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Avalia\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Provas dissertativas (50%), leitura e apresenta\u00e7\u00f5es de artigos (25%), apresenta\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rios (25%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>BARROSO R, ROSCHEL H, UGRINOWITSCH C, ARAUJO R, NOSAKA K, TRICOLI V. Effect of eccentric contraction velocity on muscle damage in repetead bouts of elbow flexor exercise. Appl Physiol Nutr Metab, 35:534-540, 2010.<\/p>\n<p>CHARRO MA, AOKI MS, COUTTS AJ, ARAUJO RC, BACURAU RF. Hormonal, metabolic and perceptual responses to different resistance training systems. J Sports Med Phys Fitness, 50:229-234, 2010.<\/p>\n<p>CIRER-SASTRE R, BELTRAN-GARRIDO JV, CORBI F. Contralateral effects after unilateral strength training: a metaanalysis comparing training loads. J Sports Sci Med, 16: 180-186, 2017.<\/p>\n<p>COUNTS BR, BUCKNER SL, DANKEL SJ, JESSEE MB, MATTOCKS KT, MOUSER JG, LAURENTINO GC, LOENNEKE JP. The acute and chronic effects of \u201cNO LOAD&#8221; training. Phys &amp; Behav, 164z345-352, 2016.<\/p>\n<p>DAMAS F, PHILLIPS SM, LIXANDR\u00c3O ME, VECHIN FC, LIBARDI CA, ROSCHEL H, TRICOLI V, UGRINOWITSCH C. Early resistance training-induced increases in muscle cross-sectional area are concomitant with edema-induced muscle swelling. Eur J Appl Physiol. 116(1):49-56. 2016.<\/p>\n<p>LAURENTINO GC, UGRINOWITSCH C, ROSCHEL H, AOKI MS, SOARES AG, NEVES JrM, AIHARA AY. Strength training with blood flow restriction diminishes myostatin gene expression. Med Sci Sports Exerc, 44:406-412, 2012.<\/p>\n<p>LAURENTINO GC, LOENNEKE JP, TEIXEIRA EL, NAKAJIMA E, IARED W, TRICOLI V. The effect of cuff width on muscle adaptation after blood flow restriction training. Med Sci Sports Exerc 48(5): 920-925, 2016.<\/p>\n<p>MAROCOLO M, MOTA GR, SIMIM MAM, CORIOLANO HAJ. Myths and facts about the effects of ischemic precondiotioning on performance. Int J Sports Med, 37:87-96, 2016.<\/p>\n<p>MANGINE GT, HOFFMAN JR, GONZALES AM, TOWNSEND JR, WELLS AJ, JAJTNER AR, BEYER KS, BOONE CH, WANG R, MIRAMONTI AA, LaMONICA MB, FUKUDA DH, WITTA EL, RATAMESS NA, STOUT. Exerciseinduced hormone elevations are related to muscle growth. J Streng Cond Res 31(1):45-53, 2017.<\/p>\n<p>MORTON RW, OIKAWA SY, WAVELL CG, MAZARA N, McGLORY C, QUADRILATERO J, BAECHLER BL, BAKER SK, PHILLIPS SM. Neither load nor systemic hormones determineresistance training-mediated hypertrophy or strength gains in resistance-trained young men. J Physiol, 121 (1):129-138, 2016.<\/p>\n<p>SCHOENFELD, BJ. The mechanisms of muscle hypertrophy and their application to resistance training. J Streng Cond Res, v.24(10):2857-2872, 2010.<\/p>\n<p>SNIJDERS T, SMEETS JSJ, Van KRANENBURG J, KIES AK, Van LOON LJC, VERDIJK LB. Changes in myonuclear domain size do not precede muscle hypertrophy during prolonged resistance-type exercise training. Acta Physiol, 216(2):231-9, 2016.<\/p>\n<p>SOARES EG, BROWN LE, GOMES WA, CORREA DA, SERPA EP, JARBAS SJ, VILELA JGB, FIORAVANTI GZ, AOKI MS, LOPES CR, MARCHETTI PH. Comparison between pr\u00e9-exhaustion and traditional exercise order on muscle activation and performance in trained men. J Sports Sci Med, 15:111-117, 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: NEUROMEC\u00c2NICA DA LOCOMO\u00c7\u00c3O INFANTIL<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5024\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa:<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Esta disciplina objetiva apresentar e discutir aspectos neuromec\u00e2nicos do desenvolvimento da locomo\u00e7\u00e3o infantil, desde \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o da postura em p\u00e9, do andar independente, \u00e0 morfologia funcional do aparelho locomotor e seus efeitos sobre a motricidade infantil, bem como os dist\u00farbios de desenvolvimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>A Neuromec\u00e2nica tem se estabelecido como abordagem que busca identificar como m\u00fasculos, informa\u00e7\u00f5es sensoriais (pr\u00f3prio e exteroceptivas) e o sistema nervoso central interagem para produzir movimentos coordenados e dinamicamente est\u00e1veis. Esta abordagem \u00e9 especialmente promissora para se compreender o desenvolvimento da integra\u00e7\u00e3o sensorial infantil e como ocorre o controle da estabilidade din\u00e2mica da locomo\u00e7\u00e3o em crian\u00e7as pequenas, at\u00e9 6 anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>A Neuromec\u00e2nica como abordagem do fen\u00f4meno da locomo\u00e7\u00e3o infantil;<\/li>\n<li>Desenvolvimento da estabilidade est\u00e1tica;<\/li>\n<li>Desenvolvimento da estabilidade din\u00e2mica;<\/li>\n<li>Caracter\u00edsticas biomec\u00e2nicas dos p\u00e9s infantis: aspectos filog\u00eanicos, ontog\u00eanicos e suas rela\u00e7\u00f5es com as fun\u00e7\u00f5esdo equil\u00edbrio e da locomo\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Caracter\u00edsticas biomec\u00e2nicas da locomo\u00e7\u00e3o infantil normal e patol\u00f3gica.<\/li>\n<li><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; 1 prova dissertativa e 4 apresenta\u00e7\u00f5es de artigos ao longo do semestre (50%); &#8211; 1 relat\u00f3rio de aula pr\u00e1tica (40%); avalia\u00e7\u00e3o subjetiva de participa\u00e7\u00e3o e intera\u00e7\u00e3o (10%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>BERNSTEIN, A. N. The co-ordination and regulation of movements. London, Pergamon Press, 1967.<\/p>\n<p>ENOKA, R. M. Neuromechanics of human movement. 3th.Edition. Champaign, Human Kinetics, 2002.<\/p>\n<p>HALLEMANS, A. Biomechanical determinants of normal development of bipedal walking in humans. Tese deDoutorado, Departamento de Biologia, Universidade da Antu\u00e9rpia, B\u00e9lgica, 2005.<\/p>\n<p>LATASH, M.L.; TURVEY, M.V. Dexterity and its development. Mahwah, New Jersey, Lawrence ErlbaumAssociates, 1996<\/p>\n<p>MAIER, E.; KILLMANN, M. KinderfuB und Kinderschue: Entwicklung der kindlichen Beine und F\u00fcBe und ihreAnforderungen an fuBgerechte Schuhe. M\u00fcnchen, Verlag Neuer Merkur, 2003.<\/p>\n<p>NISHIKAWA, K.; BIEWENER, A. A.; AERTS, P.; AHN, A. N.; CHIEL, H. J.; DALEY, M. A. Neuromechanics: anintegrative approach for understanding motor control. Integrative and Comparative Biology, v.47, n.1, p. 16-54, 2007. 7- SUTHERLAND, D.H.; OLSHEN, R.A.; BIDEN, E.N.; WYATT, M.P. The development of mature walking. Clinics in Developmental Medicine, n. 104\/105, Oxford, MacKeith Press, 1988.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: PEDAGOGIA DO ENSINO SUPERIOR<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5002\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 4<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: Sim<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Analisar e discutir os m\u00e9todos de ensino na Universidade. Analisar e discutir a hist\u00f3ria da Universidade e os processos de ensino. Analisar e discutir a constru\u00e7\u00e3o de curr\u00edculos e projetos pol\u00edticos pedag\u00f3gicos de cursos de gradua\u00e7\u00e3o. Apoiar as atividades realizadas no est\u00e1gio de aperfei\u00e7oamento da doc\u00eancia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o do aluno no ensino \u00e9 influenciada pela rela\u00e7\u00e3o professor-aluno e das estrat\u00e9gias pedag\u00f3gicas que o docente utiliza para apresentar e discutir os conte\u00fados em sala de aula. No ensino superior, a moderniza\u00e7\u00e3o dos sistemas de informa\u00e7\u00e3o permite ao aluno o acesso a uma vasta quantidade de informa\u00e7\u00f5es importantes para a sua forma\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria. Cabe ao docente a habilidade de mostrar ao aluno os melhores caminhos no seu processo de aprendizagem e realizar a sele\u00e7\u00e3o dos conte\u00fados e autores mais adequados \u00e0 tal forma\u00e7\u00e3o. Para que essa reflex\u00e3o seja poss\u00edvel, o docente do ensino superior deve ser capaz de refletir sobre seu papel no atual momento da Universidade como unidade geradora do conhecimento. Esta disciplina visa oferecer conte\u00fados e um espa\u00e7o para discutir o processo de constru\u00e7\u00e3o do ensino na Universidade, suas origens e suas perspectivas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Pedagogia do ensino superior: introdu\u00e7\u00e3o, conceitos e m\u00e9todos.<\/li>\n<li>Hist\u00f3ria das Universidades.<\/li>\n<li>Os m\u00e9todos de ensino ao longo da evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica das Universidades.<\/li>\n<li>Constru\u00e7\u00e3o e an\u00e1lise de curr\u00edculos de cursos de gradua\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Trabalhos em aula (20%); Semin\u00e1rios (40%); Trabalho Final (40%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Observac\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Idiomas ministrados: portugu\u00eas e ingl\u00eas<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>Alexandra Folle, Juarez Vieira do Nascimento. Trajet\u00f3ria docente em educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica: percursos formativos e profissionais. Rev. bras. Educ. F\u00eds. Esporte, S\u00e3o Paulo, v.24, n.4, p.507-23, out.\/dez. 2010.<\/p>\n<p>ANASTASIOU,L.G.C Propostas curriculares em quest\u00e3o: saberes docentes e trajet\u00f3rias de forma\u00e7\u00e3o. In, Reflex\u00f5es e Pr\u00e1ticas em Pedagogia Universit\u00e1ria, Cunha , Maria Isabel (org), Campinas, Papirus, 2007.<\/p>\n<p>BIREAUD, A. Os M\u00e9todos Pedag\u00f3gicos no Ensino Superior. Portugal, Porto Editora, 1995.<\/p>\n<p>BOMBASSARO, Luiz Carlos. As Fronteiras da Epistemologia : como se produz o conhecimento. Petr\u00f3polis, RJ. Vozes, 1992.<\/p>\n<p>BUARQUE, Cristovam. A aventura da universidade. R. Janeiro: Paz e Terra, 1994<\/p>\n<p>Christian Vonbun, Jo\u00e3o Lu\u00eds de Oliveira Mendon\u00e7a. EDUCA\u00c7\u00c3O SUPERIOR UMA COMPARA\u00c7\u00c3O INTERNACIONAL E SUAS LI\u00c7\u00d5ES PARA O BRASIL. Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (IPEA), 2012. URL: http:\/\/www.ipea.gov.br, ISSN 1415-4765. Cole\u00e7\u00e3o Cadernos de Pedagogia Universit\u00e1ria, Editora USP.<\/p>\n<p>Doris Pires Vargas Bolzan e Ana Carla Hollweg Powaczuk. Doc\u00eancia Universit\u00e1ria: A Constru\u00e7\u00e3o da Professoralidade. REVISTA BRASILEIRA DE FORMA\u00c7\u00c3O DE PROFESSORES \u2013 RBFP. ISSN 1984-5332 &#8211; Vol. 1, n. 3, p.90-104, Dezembro\/2009<\/p>\n<p>Freire, P. A constru\u00e7\u00e3o social do curr\u00edculo. Lisboa: Educa, 1997.<\/p>\n<p>Iria Brzezinski. Forma\u00e7\u00e3o de Professores: A Dimens\u00e3o Pol\u00edtica e o Compromisso Social Do Pedagogo Como<\/p>\n<p>Professor, Investigador e Gestor Educacional. REVISTA BRASILEIRA DE FORMA\u00c7\u00c3O DE PROFESSORES \u2013 RBFP ISSN 1984-5332 &#8211; Vol. 1, n. 3, p.51-75, Dezembro\/2009.<\/p>\n<p>L\u00edvio Goellner Goron. Servi\u00e7os educacionais e direito do consumidor. Direito &amp; Justi\u00e7a, v. 38, n. 2, p. 192-199, jul.\/dez. 2012.<\/p>\n<p>MORIN, E. Os Sete Saberes Necess\u00e1rios A Educa\u00e7\u00e3o Do Futuro. S\u00e3o Paulo: Cortez; Brasilia, DF: UNESCO,2000.<\/p>\n<p>Novos paradigmas culturais, cultura e subjetividade. Porto Alegre: Artes M\u00e9dicas, 1996<\/p>\n<p>PERRENOUD, P. Pr\u00e1tica Pedag\u00f3gicas, Pro&amp;#64257;ss\u00e3o Docente e Forma\u00e7\u00e3o: perspectivas sociol\u00f3gicas. Portugal, Publica\u00e7\u00f5es Dom Quixote, 1993.<\/p>\n<p>PIMENTA, S. G. Saberes Pedag\u00f3gicos e Atividade Docente. SP: Cortez, 1999.<\/p>\n<p>RIOS, T. A. Compreender E Ensinar; Por Uma Doc\u00eancia Da Melhor Qualidade. S\u00e3o Paulo, Cortez, 2001.<\/p>\n<p>ROMANELLI, OTAIZA, O. Hist\u00f3ria da Educa\u00e7\u00e3o no Brasil. Petr\u00f3polis: Vozes, 1978.<\/p>\n<p>SACRIST\u00c1N, J. Gimeno. O curr\u00edculo: uma re&amp;#64258;ex\u00e3o sobre a pr\u00e1tica. 3. ed. Porto Alegre: Artes M\u00e9dicas, 1998.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: REPERCUSS\u00d5ES DA CARGA DE TREINAMENTO SOBRE AS RESPOSTAS DO EIXO PSICO-NEURO-IMUNO-END\u00d3CRINO<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5028\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Apresentar e discutir as principais repercuss\u00f5es da carga de treinamento sobre o eixo psico-neuro-imuno-end\u00f3crino.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>O entendimento da resposta integrada ao estresse imposto pelo exerc\u00edcio f\u00edsico \u00e9 fundamental para prescri\u00e7\u00e3o e planejamento de programas de treinamento f\u00edsico seguros e eficazes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Estresse, homeostase e o eixo psico-neuro-imuno-end\u00f3crino.<\/li>\n<li>Exerc\u00edcio f\u00edsico como modelo de estresse.<\/li>\n<li>Determinantes da carga de treinamento.<\/li>\n<li>Magnitude da carga de treinamento e respostas psico-neuro-imunoend\u00f3crinas. Respostas psico-neuro-imuno-end\u00f3crinas e adapta\u00e7\u00e3o ao treinamento f\u00edsico. Estresse competitivo, ansiedade competitiva, instrumentos psicom\u00e9tricos, e respostas psico-neuro-imuno-end\u00f3crinas.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Avalia\u00e7\u00e3o Escrita.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>Gonz\u00e1lez-D\u00edaz SN1, Arias-Cruz A1, Elizondo-Villarreal B1, Monge-Ortega OP1. Psychoneuroimmunoendocrinology: clinical implications. World Allergy Organ J. 2017 Jun 6;10(1):19. doi: 10.1186\/s40413-017-0151-6. eCollection 2017.<\/p>\n<p>Kulkarni DD1, Bera TK.Yogic exercises and health&#8211;a psycho-neuro immunological approach. Indian J Physiol Pharmacol. 2009 Jan-Mar;53(1):3-15.<\/p>\n<p>Arruda AFS, Aoki MS, Paludo AC, Drago G, Moreira A. 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Physiol Behav. 2017 Aug 1;177:291-296. doi: 10.1016\/j.physbeh.2017.05.017. Epub 2017 May 17.<\/p>\n<p>Moraes H, Aoki MS, Freitas CG, Arruda A, Drago G, Moreira A. SIgA response and incidence of upper respiratory tract infections during intensified training in youth basketball players. Biol Sport. 2017 Mar;34(1):49-55. doi: 10.5114\/biolsport.2017.63733. Epub 2016 Dec 1.<\/p>\n<p>Aoki MS, Ronda LT, Marcelino PR, Drago G, Carling C, Bradley PS, Moreira A. Monitoring Training Loads in Professional Basketball Players Engaged in a Periodized Training Program. J Strength Cond Res. 2017 Feb;31(2):348-358. doi: 10.1519\/JSC.0000000000001507.<\/p>\n<p>Gomes RV, Moreira A, Lodo L, Nosaka K, Coutts AJ, Aoki MS. Monitoring training loads, stress, immune-endocrine responses and performance in tennis players. Biol Sport. 2013 Sep;30(3):173-80. doi: 10.5604\/20831862.1059169. Epub 2013 Jul 22.<\/p>\n<p>Nunes JA, Moreira A, Crewther BT, Nosaka K, Viveiros L, Aoki MS. Monitoring training load, recovery-stress state, immune-endocrine responses, and physical performance in elite female basketball players during a periodized training program. J Strength Cond Res. 2014 Oct;28(10):2973-80. doi: 10.1519\/JSC.0000000000000499.<\/p>\n<p>Freitas CG, Aoki MS, Franciscon CA, Arruda AF, Carling C, Moreira A. Psychophysiological responses to overloading and tapering phases in elite young soccer players. Pediatr Exerc Sci. 2014 May;26(2):195-202. doi: 10.1123\/pes.2013-0094. Epub 2014 Apr 10.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: REVIS\u00c3O SISTEM\u00c1TICA E META-AN\u00c1LISE EM ATIVIDADE F\u00cdSICA E SA\u00daDE<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 2<\/p>\n<p>Data de In\u00edcio: 01\/01\/2018\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Data de Fim:<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Apresentar os principais conceitos e as t\u00e9cnicas necess\u00e1rias para que discentes de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o possam examinar, estruturar e conduzir, sob orienta\u00e7\u00e3o, revis\u00f5es sistem\u00e1ticas e meta-an\u00e1lises na \u00e1rea da atividade f\u00edsica e sa\u00fade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>Revis\u00f5es sistem\u00e1ticas e meta-an\u00e1lises representam o produto de um processo estruturado que envolve busca, identifica\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o, extra\u00e7\u00e3o e s\u00edntese de um determinado conjunto de pesquisas que possuem objetivos correlatos. Ao se considerar que a condu\u00e7\u00e3o de revis\u00f5es sistem\u00e1ticas e meta-an\u00e1lises envolvem o levantamento sistem\u00e1tico, manuseio, tratamento e s\u00edntese de um grande volume de informa\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, torna-se prof\u00edcuo o ensino dos seus meios e das estrat\u00e9gias necess\u00e1rias para o seu planejamento, desenvolvimento e comunica\u00e7\u00e3o. Acreditamos que estas s\u00e3o importantes habilidades \u00e0 serem desenvolvidas no processo de forma\u00e7\u00e3o de um p\u00f3sgraduando, ajudando-o diretamente no desenvolvimento de seu trabalho. Uma vez que tais premissas est\u00e3o incutidas no programa do curso, justifica-se o desenvolvimento desta disciplina.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Caracteriza\u00e7\u00e3o e enquadramento cient\u00edfico das Revis\u00f5es sistem\u00e1ticas e meta-an\u00e1lises;<\/li>\n<li>Vis\u00e3o geral dos passos de uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica;<\/li>\n<li>M\u00e9todos de recupera\u00e7\u00e3o da evid\u00eancia em bases de dados e busca por refer\u00eancias cruzadas;<\/li>\n<li>Armazenamento e gerenciamento dos dados, com apoio de software;<\/li>\n<li>Caracteriza\u00e7\u00e3o e identifica\u00e7\u00e3o de publica\u00e7\u00f5es duplicadas;<\/li>\n<li>Avalia\u00e7\u00e3o da evid\u00eancia, utilizando listas de verifica\u00e7\u00e3o para qualidade do relato e instrumentos espec\u00edficos para determina\u00e7\u00e3o da qualidade metodol\u00f3gica;<\/li>\n<li>Extra\u00e7\u00e3o de dados;<\/li>\n<li>Desenvolvimento da s\u00edntese descritiva;<\/li>\n<li>Desenvolvimento da s\u00edntese quantitativa (meta-an\u00e1lise);<\/li>\n<li>Avalia\u00e7\u00e3o da heterogeneidade e an\u00e1lise por subgrupo;<\/li>\n<li>Reda\u00e7\u00e3o de revis\u00f5es sistem\u00e1ticas\/ meta-an\u00e1lises;<\/li>\n<li>Estrat\u00e9gias para a publica\u00e7\u00e3o de revis\u00f5es sistem\u00e1ticas\/ meta-an\u00e1lises.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Participa\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nas aulas, elabora\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rio, produ\u00e7\u00e3o e envio de um protocolo de revis\u00e3o sistem\u00e1tica\/meta-an\u00e1lise.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Observac\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>CRIT\u00c9RIOS DE AVALIA\u00c7\u00c3O<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o formativa e normativa ser\u00e1 composta pelos itens: Participa\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nas aulas: desempenho individual durante o curso, caracterizado pelo somat\u00f3rio entre leitura requerida e participa\u00e7\u00e3o nas discuss\u00f5es (10% da nota total da disciplina);<\/p>\n<p>Elabora\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rio (em grupos de, no m\u00e1ximo, quatro pessoas), baseado em leitura, avalia\u00e7\u00e3o, interpreta\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o de uma revis\u00e3o sistem\u00e1tica publicada (40% da nota total da disciplina);<\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o e envio de um protocolo de revis\u00e3o sistem\u00e1tica\/ meta-an\u00e1lise (em grupos de, no m\u00e1ximo, quatro pessoas), desenvolvido ao longo da disciplina (50% da nota total da disciplina).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>Centre for Reviews and Dissemination. Systematic Reviews: CRD guidance for undertaking reviews in health care. Centre for Reviews and Dissemination, University of York; 2009. Dispon\u00edvel em: http:\/\/www.york.ac.uk\/inst\/crd\/pdf\/Systematic_Reviews.pdf<\/p>\n<p>Deeks JJ, Dinnes J, D&#8217;Amico R, Sowden AJ, Sakarovitch C, Song F, Petticrew M, Altman DG; International Stroke Trial Collaborative Group; European Carotid Surgery Trial Collaborative Group. Evaluating non-randomised intervention studies. Health Technol Assess. 2003;7(27):iii-x, 1-173.<\/p>\n<p>DerSimonian R, Laird N. Meta-Analysis in Clinical Trials. Control Clin Trials. 1986;7:177-88.<\/p>\n<p>Egger M, Davey Smith G, Schneider M, Minder C. Bias in meta-analysis detected by a simple, graphical test. BMJ. 1997;315:629-34.<\/p>\n<p>Egger M, Davey Smith G, Altman DG. Systematic reviews in health care: Meta-analysis in Context. London: BMJ Books; 2001. 487 p.<\/p>\n<p>Guerra PH, Nobre MR, da Silveira JA, Taddei JA. 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The PRISMA statement for reporting systematic reviews and meta- analyses of studies that evaluate healthcare interventions: explanation and elaboration.BMJ. 2009;339:b2700.<\/p>\n<p>Shea BJ, Grimshaw JM, Wells GA, Boers M, Andersson N, Hamel C, Porter AC, Tugwell P, Moher D, Bouter LM.<\/p>\n<p>Development of AMSTAR: a measurement tool to assess the methodological quality of systematic reviews. BMC Med Res Methodol. 2007 Feb 15;7:10.<\/p>\n<p>Tricco AC, Tetzlaff J, Moher D. The art and science of knowledge synthesis. J Clin Epidemiol. 2011 Jan;64(1):11-20. von Elm E, Poglia G, Walder B, Tramer MR. Different patterns of duplicate publication: an analysis of articles used in systematic reviews. 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Proporcionando ao aluno ambiente para o entendimento do estado da arte atual relacionado ao tema.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>A disciplina \u00e9 relevante e \u00e9 justificada: 1) pela sua import\u00e2ncia \u00e0s \u00e1reas das ci\u00eancias do exerc\u00edcio que estudam m\u00e9todos eficientes de tratamentos n\u00e3o medicamentosos para s\u00edndrome metab\u00f3lica; 2) e pela aumento exponencial dessa s\u00edndrome nas \u00faltimas d\u00e9cadas, que assolam a popula\u00e7\u00e3o mundial com exorbitantes gastos p\u00fablicos e diminui\u00e7\u00e3o da qualidade de vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Epidemiologia da s\u00edndrome metab\u00f3lica: diabetes, hipertens\u00e3o e obesidade;<\/li>\n<li>Recomenda\u00e7\u00f5es das sociedades brasileiras e internacionais para prescri\u00e7\u00e3o da atividades f\u00edsica para hipertens\u00e3o, diabetes e obesidade;<\/li>\n<li>Evid\u00eancias atuais dos efeitos agudos e cr\u00f4nicos do exerc\u00edcio para diab\u00e9ticos, hipertensos e obesos;<\/li>\n<li>Vari\u00e1veis do treinemento e seus efeitos na s\u00edndrome metab\u00f3lica;<\/li>\n<li>Temas emergentes relacionados a s\u00edndrome metab\u00f3lica e exerc\u00edcio.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Avalia\u00e7\u00e3o te\u00f3rica (50%);<\/p>\n<p>Apresenta\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rio (50%).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>POWERS, S. 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[Epub ahead of print<\/p>\n<p>GUO J, LOU Y, ZHANG X, SONG Y. Effect of aerobic exercise training on cardiometabolic risk factors among professional athletes in the heaviest-weight class. Diabetol Metab Syndr. 2015 Sep 17;7:78. doi: 10.1186\/s13098-0150071-y. eCollection 2015.<\/p>\n<p>COQUART J, BOITEL G, BOREL B, DUHAMEL A, MATRAN R, DELSART P, MOUNIER-VEHIER C, GARCIN M.Exercise training at the crossover point improves bodily and cardiorespiratory data but not quality of life in women with metabolic syndrome.J Sports Med Phys Fitness. 2015 Sep 11. [Epub ahead of print]<\/p>\n<p>SPERLING LS, MECHANICK JI, NEELAND IJ, HERRICK CJ, DESPR\u00c9S JP, NDUMELE CE, VIJAYARAGHAVAN K,HANDELSMAN Y, PUCKREIN GA, ARANETA MR, BLUM QK, COLLINS KK, COOK S, DHURANDHAR NV, DIXONDL, EGAN BM, FERDINAND DP, HERMAN LM, HESSEN SE, JACOBSON TA, PATE RR, RATNER RE, BRINTON EA, FORKER AD, RITZENTHALER LL, GRUNDY SM. The CardioMetabolic Health Alliance: Working Toward a NewCare Model for the MetabolicSyndrome. J Am Coll Cardiol. 2015 Sep 1;66(9):1050-67. doi:10.1016\/j.jacc.2015.06.1328. Review<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: T\u00d3PICOS AVAN\u00c7ADOS EM NUTRI\u00c7\u00c3O E SUPLEMENTA\u00c7\u00c3O EM ATIVIDADE F\u00cdSICA<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5008\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Discutir dados emergentes quanto \u00e0 recomenda\u00e7\u00e3o de macronutrientes e micronutrientes para a realiza\u00e7\u00e3o da atividade f\u00edsica bem como apresentar e recursos ergog\u00eanicos nutricionais, cuja efetividade seja respaldada por s\u00f3lido corpo de conhecimento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>O entendimento dos avan\u00e7os da \u00e1rea de Nutri\u00e7\u00e3o Esportiva \u00e9 essencial para profissionais de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica pois, permite que estes adequem seus conhecimentos aos de outros profissionais da \u00e1rea de Sa\u00fade\/Desempenho para obter resultados mais satisfat\u00f3rios na prescri\u00e7\u00e3o de exerc\u00edcio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Efeito Placebo.<\/li>\n<li>Contamina\u00e7\u00e3o em suplementos.<\/li>\n<li>Cafe\u00edna.<\/li>\n<li>Prote\u00edna.<\/li>\n<li>Carboidratos.<\/li>\n<li>Creatina.<\/li>\n<li>Subst\u00e2ncias Tamponantes.<\/li>\n<li>Bebidas Eletrol\u00edticas.<\/li>\n<li>Vitaminas antioxidantes.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Avalia\u00e7\u00e3o escrita.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Observac\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>Crit\u00e9rios da avalia\u00e7\u00e3o escrita: 1. apresenta\u00e7\u00e3o de conceitos t\u00e9cnicos e\/ou perspectivas te\u00f3ricas, bem como desenvolvimento dos mesmos de acordo com os questionamentos levantados na prova escrita. 2. estabelecimento de rela\u00e7\u00f5es e posicionamentos cr\u00edticos acerca dos t\u00f3picos\/conte\u00fados expostos 3. uso, de forma apropriada e clara, de cita\u00e7\u00f5es diretas ou indiretas, mostrando o dom\u00ednio das refer\u00eancias discutidas em aula. Al\u00e9m disso, ser\u00e3o considerados elementos de reda\u00e7\u00e3o: 4. coes\u00e3o e coer\u00eancia do texto 5. adequa\u00e7\u00e3o \u00e0 norma padr\u00e3o da l\u00edngua portuguesa. 6. adequa\u00e7\u00e3o ao texto argumentativo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>BACURAU, RFP; UCHIDA, MC; TEIXEIRA, LFM. Nutri\u00e7\u00e3o Esportiva e do Exerc\u00edcio F\u00edsico. S\u00e3o Paulo: Phorte Ed., 2017.<\/p>\n<p>AOKI, MS; BACURAU, RFP. Nutri\u00e7\u00e3o no Esporte. S\u00e3o Paulo: Casa da Palavra., 2012.<\/p>\n<p>KERKSICK CM; et al. International Society of Sport Nutrition: nutrient timing. Journal of International Society of Sport Nutrition 2017 14:33.<\/p>\n<p>JAGER, R. et al. International Society of Sport Nutrition: protein and Exercise. Journal of International Society of Sport Nutrition 2017 14:20.<\/p>\n<p>KREIDER, RB. et al. International Society of Sport Nutrition: safety and efficacy of creatine supplementation in exercise, sport, and medicine. Journal of International Society of Sport Nutrition 2017 14:18.<\/p>\n<p>ARAGON, AA.; et al. International Society of Sport Nutrition: diets and body composition. Journal of International Society of Sport Nutrition 2017 14:16.<\/p>\n<p>TREXLER, ET.;. et al. International Society of Sport Nutrition: beta alanine. Journal of International Society of Sport Nutrition 2015 12:30.<\/p>\n<p>WILSON, JM.; et al. International Society of Sport Nutrition: beta-hydroxy-beta-methybutyrate (HMB). Journal of International Society of Sport Nutrition 2013 10:6.<\/p>\n<p>CHAMPBELL, B.; et al. International Society of Sport Nutrition: energy drinks. Journal of International Society of Sport Nutrition 2013 10:1.<\/p>\n<p>GOLDSTEIN. ER.; et al. International Society of Sport Nutrition: caffeine and performance. Journal of International Society of Sport Nutrition 2010 7:5.<\/p>\n<p>HARGREAVES M. Pre-exercise nutritional strategies: effects on metabolism and performance. Can J Appl Physiol.<\/p>\n<p>2001;26 Suppl:S64-70.<\/p>\n<p>HIRSCHBRUCH, MD &amp; CARVALHO, JR. Nutri\u00e7\u00e3o Esportiva: uma vis\u00e3o pr\u00e1tica. 2a ed., S\u00e3o Paulo: Manole, 2008.<\/p>\n<p>KATCH, FI; MCARDLE, WD. Nutri\u00e7\u00e3o, controle de peso e exerc\u00edcio. Rio de Janeiro: MEDSI, 2a ed., 1984.<\/p>\n<p>LANCHA JR, AH. Nutri\u00e7\u00e3o e Metabolismo Aplicados \u00e0 Atividade Motora. 1\u00aa ed. S\u00e3o Paulo: ROCA.<\/p>\n<p>LEHNINGER, AL; NELSON, DL; COX, MM. Princ\u00edpios de Bioqu\u00edmica. Trad. da 2a ed. americana. S\u00e3o Paulo: Savier, 1995.<\/p>\n<p>LEMON PW. Dietary creatine supplementation and exercise performance: why inconsistent results? Can J Appl Physiol, 27(6):663-81, 2002.<\/p>\n<p>MAUGHAN R; GLEESON, M; GREENHAFF, PL. Bioqu\u00edmica do Exerc\u00edcio e do treinamento.S\u00e3o Paulo: Manole, 2000.240p.<\/p>\n<p>MCARDLE,W; KATCH,FI; KATH, VL. Fisiologia do Exerc\u00edcio: Energia, Nutri\u00e7\u00e3o e Desempenho Humano. 4a ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998.<\/p>\n<p>TIRAPEGUI, J. Nutri\u00e7\u00e3o: fundamentos e aspectos atuais. S\u00e3o Paulo: Atheneu, 2000.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: T\u00d3PICOS AVAN\u00c7ADOS EM PROMO\u00c7\u00c3O DA SA\u00daDE, ATIVIDADE F\u00cdSICA E LAZER<\/h2>\n<p>Sigla: CAF5014\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 2\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Conhecer os princ\u00edpios da Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade bem como as concep\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas que t\u00eam norteado as iniciativas e estudos orientados por essa perspectiva. Analisar criticamente os conceitos de Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade e da Educa\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade que t\u00eam orientado os trabalhos no campo da Sa\u00fade no Brasil e no mundo. Identificar os m\u00e9todos utilizados em programas e pr\u00e1ticas de Promo\u00e7\u00e3o e Educa\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade e as suas consequ\u00eancias na sa\u00fade e qualidade de vida das pessoas. Identificar os objetivos e m\u00e9todos utilizados em pesquisas baseadas no ide\u00e1rio da Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Justificativa<\/strong>:<\/p>\n<p>Esta disciplina aborda aspectos populacionais da pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica, discutindo desde as bases hist\u00f3ricas das rela\u00e7\u00f5es entre atividade f\u00edsica e sa\u00fade, m\u00e9todos para avalia\u00e7\u00e3o populacional, rela\u00e7\u00f5es da pr\u00e1tica na preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as e fatores associados \u00e0 pr\u00e1tica na popula\u00e7\u00e3o. A discuss\u00e3o e o entendimento destes temas \u00e9 primordial para a promo\u00e7\u00e3o da atividade f\u00edsica e do lazer na popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>Antecedentes, princ\u00edpios e pressupostos da Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade.<\/li>\n<li>Os campos de atua\u00e7\u00e3o na Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade pol\u00edticas p\u00fablicas saud\u00e1veis, ambientes favor\u00e1veis \u00e0 sa\u00fade, fortalecimento da a\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria, desenvolvimento de habilidades individuais, reorienta\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de sa\u00fade.<\/li>\n<li>Princ\u00edpios da Promo\u00e7\u00e3o de Sa\u00fade, Educa\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade e Pesquisa em Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Forma de avalia\u00e7\u00e3o:<\/strong><\/p>\n<p>Provas, trabalhos e semin\u00e1rios<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bibliografia<\/strong>:<\/p>\n<p>BRASIL. Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. As cartas da Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade. Bras\u00edlia: Minist\u00e9rio da Sa\u00fade: 2002.[acessado 2012 mar 01]. Disp. em: http:\/\/www.saude.gov.br\/bvs\/conf_tratados.html<\/p>\n<p>BUSS, P.M.; CARVALHO, A.I. Desenvolvimento da promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade no Brasil nos \u00faltimos vinte anos (1988-2008) Ci\u00eanc. sa\u00fade coletiva, 2009 14(6). 2306-2318, 2009.Disp. em http:\/\/www.scielo.br\/pdf\/csc\/v14n6\/39.pdf<\/p>\n<p>CANESQUI A.M. Os estudos de antropologia da sa\u00fade\/doen\u00e7a no Brasil na d\u00e9cada de 1990. Cien Saude Colet, 8(1) 119-124, 2003.<\/p>\n<p>CARVALHO,S.R. Os m\u00faltiplos sentidos da categoria &#8220;empowerment&#8221; no projeto de Promo\u00e7\u00e3o \u00e0 Sa\u00fade. Cad. Sa\u00fade P\u00fablica, Rio de Janeiro, 20(4):1088-1095, jul-ago, 2004.<\/p>\n<p>CORREIA,M.S., VELARDI,M.; MIRANDA, M.L.J. A pr\u00e1tica da educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica para idosos ancorada na pedagogia freireana: reflex\u00f5es sobre uma experi\u00eancia dial\u00f3gica-problematizadora. Revista Movimento. v. 17, n. 4, 2011<\/p>\n<p>CZERESNIA, D. &amp; FREITAS, C. M. de (Orgs.) Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade: conceitos, reflex\u00f5es e tend\u00eancias. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2003.<\/p>\n<p>FLEURY-TEIXEIRA,P. ET AL. Autonomia como categoria central no conceito de promo\u00e7\u00e3o de sa\u00fade Ci\u00eanc. sa\u00fade coletiva vol.13 suppl.2 Rio de Janeiro Dec. 2008. Dispon\u00edvel em http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?pid=S1413-81232008000900016&amp;script=sci_arttext<\/p>\n<p>FREIRE, P.Educa\u00e7ao como pr\u00e1tica de liberdade. Fonte: Rio de Janeiro; Paz e Terra; 1983 HEIDEMANN, I. T. S. B ALMEIDA M.C.P., BOEHS A.E., WOSNY A.M., MONTICELL.I. M.Promo\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade: trajet\u00f3ria hist\u00f3rica de suas concep\u00e7\u00f5es. Texto Contexto Enferm, Florian\u00f3polis, 2006 Abr-Jun; 15(2):352-8.<\/p>\n<p>HEIDEMANN, I. T. S. B. A promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade e a concep\u00e7\u00e3o dial\u00f3gica de Freire: possibilidades de sua inser\u00e7\u00e3o e limites no processo de trabalho das equipes de sa\u00fade da fam\u00edlia. Escola de Enfermagem de Ribeir\u00e3o Preto, 2006.(Tese de Doutorado)<\/p>\n<p>LALONDE, M. New perspective on the health of Canadians: 28 years later. Rev Panam Salud Publica, 2002 . http:\/\/dx.doi.org\/10.1590\/S1020-49892002000900001 MACHADO, M.F.A.S. et al. Integralidade, forma\u00e7\u00e3o de sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o em sa\u00fade e as propostas do SUS &#8211; uma revis\u00e3o conceitual. Ci\u00eancia &amp; Sa\u00fade Coletiva, 12(2):335-342, 2007<\/p>\n<p>MARCONDES.W.B. A converg\u00eancia de refer\u00eancias na promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade.Sa\u00fade e Sociedade v.13, n.1, p.5-13, janabr 2004.<\/p>\n<p>SANTOS, L.M; DA ROS, M.A.; CREPALDI, M.A.; RAMOS,L.R.Grupos de promo\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade no desenvolvimento da autonomia, condi\u00e7\u00f5es de vida e sa\u00fade. Rev Sa\u00fade P\u00fablica 2006;40(2):346-52.<\/p>\n<p>TURATO,E.R. M\u00e9todos qualitativos e quantitativos na \u00e1rea da sa\u00fade: defini\u00e7\u00f5es, diferen\u00e7as e seus objetos de pesquisa. Rev Sa\u00fade P\u00fablica, 39 (3) 507-14, 2005.<\/p>\n<p>WALLERSTEIN N, BERNSTEIN E. Empowerment Education: Freire&#8217;s Ideas Adapted to Health Education. Health Educ Quarterly 1988; 15; 379-393.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Disciplina: AVAN\u00c7OS TECNOL\u00d3GICOS NO ESTUDO DO MOVIMENTO HUMANO, PROCESSOS DE REABILITA\u00c7\u00c3O E GEST\u00c3O DO TALENTO ESPORTIVO<\/h2>\n<p>Sigla:CAF5039 N\u00famero:1 Cr\u00e9ditos:10<\/p>\n<p>Disciplina obrigat\u00f3ria:N\u00e3o<\/p>\n<h3>Ementa<\/h3>\n<p><strong>Objetivos<\/strong>:<\/p>\n<p>Propiciar aos alunos uma vis\u00e3o atualizada sobre estado da arte relacionado ao uso de tecnologias aplicadas ao estudo do movimento humano, processos de reabilita\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o do talento esportivo. Ser\u00e3o analisados os dispositivos, ferramentas e t\u00e9cnicas historicamente e recentemente empregadas, assim como sua efic\u00e1cia considerada pela literatura cient\u00edfica e atual uso pr\u00e1tico na \u00e1rea. Justificativa: Recentemente, nota-se um avan\u00e7o substancial no uso de tecnologias aplicadas \u00e1 \u00e1rea esportiva e de reabilita\u00e7\u00e3o, sobretudo relacionadas \u00e0 an\u00e1lise do movimento humano e suas implica\u00e7\u00f5es. No entanto, a real efic\u00e1cia dessas tecnologias de um ponto de vista cient\u00edfico, tendo em vista o seu hist\u00f3rico de desenvolvimento, aspectos comercias, viabilidade, objetividade, reprodutibilidade, e efetividade, muitas vezes s\u00e3o pouco explorados e\/ou n\u00e3o est\u00e3o bem estabelecidos, seja no \u00e2mbito da pesquisa ou da pr\u00e1tica profissional na \u00e1rea. Sendo assim, esses aspectos ser\u00e3o explorados detalhadamente durante a disciplina, em fun\u00e7\u00e3o de literatura cient\u00edfica atualizada. Tecnologias recentes como ferramentas biomec\u00e2nicas avan\u00e7adas para an\u00e1lise do movimento, dispositivos aplicados a reabilita\u00e7\u00e3o, e t\u00e9cnicas para a sele\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de talentos esportivos ser\u00e3o abordadas.<\/p>\n<p><strong>Conte\u00fado<\/strong>:<\/p>\n<p>M\u00f3dulo 1. Tecnologias aplicadas ao Estudo do Movimento Humano: . Ferramentas da Biomec\u00e2nica para an\u00e1lise do movimento . Hist\u00f3rico e princ\u00edpios f\u00edsico-matem\u00e1ticos . T\u00e9cnicas de compartilhamento e processamento de dados . Perspectivas futuras de avan\u00e7o tecnol\u00f3gico M\u00f3dulo 2. Tecnologias aplicadas a Reabilita\u00e7\u00e3o: . Realidade Virtual: Conceitos, aplica\u00e7\u00f5es e perspectivas futuras . Metaverso: perspectivas para reabilita\u00e7\u00e3o f\u00edsica, cognitiva, social e psicol\u00f3gica . Jogos s\u00e9rios e desempenho motor em popula\u00e7\u00f5es acometidas . Tecnologias para avalia\u00e7\u00e3o da aprendizagem motora e da reabilita\u00e7\u00e3o cognitiva e motora M\u00f3dulo 2. Tecnologias aplicadas a Identifica\u00e7\u00e3o e Gest\u00e3o do Talento Esportivo: . Tecnologias aplicadas na avalia\u00e7\u00e3o do desenvolvimento f\u00edsico, matura\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica e desempenho esportivo . Ferramentas avan\u00e7adas na detec\u00e7\u00e3o, sele\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o de talentos esportivos . Tecnologias de aux\u00edlio para o desenvolvimento de programas de treinamento a longo prazo . Perspectivas tecnol\u00f3gicas futuras na identifica\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o do talento esportivo Forma de Avalia\u00e7\u00e3o: ver notas<\/p>\n<p><strong>Observa\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>A nota ser\u00e1 baseada na apresenta\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rios e trabalho escrito (semin\u00e1rio 50% e escrito 50%). Em ambos, ser\u00e3o analisados a adequa\u00e7\u00e3o na apresenta\u00e7\u00e3o dos conceitos t\u00e9cnicos e\/ou perspectivas te\u00f3ricas, o estabelecimento adequado de rela\u00e7\u00f5es e posicionamentos cr\u00edticos acerca dos t\u00f3picos\/conte\u00fados expostos, e uso de forma apropriada e clara de cita\u00e7\u00f5es, diretas ou indiretas, que demonstrem o dom\u00ednio das refer\u00eancias discutidas em aula. O conceito final ser\u00e1 derivado da m\u00e9dia ponderada das avalia\u00e7\u00f5es [(nota semin\u00e1rio + nota trabalho escrito) \/ 2] e atribu\u00eddo da seguinte forma: nota abaixo de 5 (conceito R \u2013 reprovado); nota entre 5 e 6,9 (conceito C); nota entre 7 e 8,5 (conceito B); nota entre 8,6 e 10 (conceito A). Tipo de oferecimento da disciplina: N\u00e3o-Presencial Informa\u00e7\u00f5es adicionais do oferecimento da disciplina: 1) A Disciplina ocorrer\u00e1 de forma n\u00e3o-presencial, sendo 20% no formato presencial (primeira aula de cada m\u00f3dulo, totalizando 3 aulas presenciais), e 80% em formato n\u00e3o presencial (demais aulas, totalizando 12 aulas). 2) As aulas presenciais ser\u00e3o destinadas para apresenta\u00e7\u00e3o da disciplina, forma\u00e7\u00e3o de grupos para semin\u00e1rios e discuss\u00e3o inicial geral sobre o tema de cada m\u00f3dulo. 3) As aulas n\u00e3o-presenciais (12 aulas n\u00e3o-presenciais e s\u00edncronas, com dura\u00e7\u00e3o de 8 horas cada, divididas em dois per\u00edodos do dia, sendo 4 horas em cada per\u00edodo) ser\u00e3o destinadas para ministrar conte\u00fados te\u00f3ricos relacionados \u00e0 ementa da disciplina (9 aulas), e apresenta\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rios por parte dos alunos (3 aulas). Os docentes utilizar\u00e3o a plataforma Google Meet para exposi\u00e7\u00e3o de conte\u00fado, compartilhamento de artigos, e explica\u00e7\u00e3o sobre o formato dos semin\u00e1rios e trabalhos a serem desenvolvidos pelos alunos. Estar\u00e3o ainda reservadas 2 horas adicionais de cada aula para atividades pr\u00e1ticas e prepara\u00e7\u00e3o de semin\u00e1rios e trabalhos, as quais poder\u00e3o ser desenvolvidas de forma ass\u00edncrona, dependendo do tema em pauta. 4) Os materiais de consulta, de leitura, os roteiros de aula, e as atividades a serem desenvolvidas pelos estudantes, organiza\u00e7\u00e3o dos grupos, etc., estar\u00e3o dispon\u00edveis na plataforma Google Classroom. 5) Nas aulas presenciais, os alunos e professores estar\u00e3o presentes em sala de aula na Escola de Artes, Ci\u00eancias e Humanidades da USP. Nas demais aulas (n\u00e3o presenciais), a presen\u00e7a ser\u00e1 contabilizada pelo relat\u00f3rio do Google Meet. 6) \u00c9 desej\u00e1vel a participa\u00e7\u00e3o nas aulas remotas com a c\u00e2mera e \u00e1udio abertos. Por\u00e9m, apenas o \u00e1udio (microfone) ser\u00e1 obrigat\u00f3rio. 7) Haver\u00e1 intera\u00e7\u00e3o entre todos os envolvidos na disciplina (docentes e discentes) durante os momentos de aulas, sejam elas presenciais ou remotas. Haver\u00e1 disponibilidade permanente de contato com os docentes respons\u00e1veis atrav\u00e9s da plataforma Google Classroom, mesmo fora dos hor\u00e1rios das aulas, que estar\u00e3o dispon\u00edveis para sanar d\u00favidas e realizar orienta\u00e7\u00f5es. 8) Ao se matricular na disciplina, o aluno ter\u00e1 acesso a e-mail institucional que inclui o acesso \u00e1s ferramentas que ser\u00e3o utilizadas durante a disciplina (Google Meet e Google Classroom). Os alunos que n\u00e3o puderem acessar as plataformas online a partir de suas resid\u00eancias, ou outros locais de prefer\u00eancia, poder\u00e3o acess\u00e1-las por meio da sala pr\u00f3-aluno dispon\u00edvel na unidade da USP onde o programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o est\u00e1 sediado.<\/p>\n<p>Bibliografia:<\/p>\n<p>Ayed I, Ghazel A, Jaume-I-Cap\u00f3 A, Moy\u00e0-Alcover G, Varona J, Mart\u00ednez-Bueso P. Vision- based serious games and virtual reality systems for motor rehabilitation: A review geared toward a research methodology Int J Med Inform. V. 1, p. 131-135, 2019.<\/p>\n<p>Bacha, J. M. R. ; Gomes, G. C. V. ; Freitas, T. B. ; Viveiro, L. A. P.; Silva, Kg; Bueno, G. C. ; Varise, E. M. ; Torriani-Pasin C ; Alonso, A. C. ; Luna, N. M. S. ; Greve, J. M. D. A. ; Pompeu, J.E. . Effects of Kinect Adventures Games Versus Conventional Physical Therapy on Postural Control in Elderly People: A Randomized Controlled Trial. Games for Health Journal, p. 1-4, 2017.<\/p>\n<p>CALDWELL, G.E.; HAMILL,J.; KAMEN, G.; WHITTLESEY, S.N.; GORDON, D.;. ROBERTSON, E. Research Methods in Biomechanics. Human Kinetics Publishers, 2ed, 2015.<\/p>\n<p>CSIKSZENTMIHALYI, K; RATHUNDE, K; WHALEN, S. Talented teenagers: the roots of success and failure. Cambridge: Cambridge University Press, 1997.<\/p>\n<p>de Moraes \u00cdAP, Monteiro CBM, Silva TDD, Massetti T, Crocetta TB, de Menezes LDC, Andrade GPR, R\u00e9 AHN, Dawes H, Coe S, Magalh\u00e3es FH. Motor learning and transfer between real and virtual environments in young people with autism spectrum disorder: A prospective randomized cross over controlled trial. Autism Res. V.1, p1-13, 2019<\/p>\n<p>Dockx K, Bekkers EM, Van den Bergh V, Ginis P, Rochester L, Hausdorff JM, Mirelman A, Nieuwboer. A. Virtual reality for rehabilitation in Parkinson&#8217;s disease.Cochrane Database Syst Rev. v. 21 p.1-12, 2016.<\/p>\n<p>Gallahue, D.L., Ozmun J.C. Understanding motor development: infants, children, adolescents, adults. 6th ed. Boston: McGraw-Hill, 2006<\/p>\n<p>LAMAS L; ROSE JUNIOR D; SANTANA FL; NEGRETTI LO; UGRINOWITSCH C. Space creation dynamics in baskeball offence: validation and evaluation of elite teams. Int J Perform Analysis Sport, 11: 71-84, 2010<\/p>\n<p>LATASH ML, LEVIN MF, SCHOLZ JP, SCH\u00d6NER G. Motor control: Theories and their applications. Medicina (Kaunas), 46(6),382-92, 2010. Lei C, Sunzi K, Dai F, Liu X, Wang Y, Zhang B, He L, Ju M. Effects of virtual reality rehabilitation training on gait and balance in patients with Parkinson&#8217;s disease: A systematic review. PLoS One. Nov, v.7; p.14(11), 2019.<\/p>\n<p>MALINA, R.M.; BOUCHARD, C. Growth, maturation and physical activity. Illionois, Human Kinetics, 1991. Phu S, Vogrin S, Al Saedi A, Duque G. Balance training using virtual reality improves balance and physical performance in older adults at high risk of falls. Clin Interv Aging. 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Perception and Decision-Making in Sport: Theories and Applications. Routledge, New York, 2019<\/p>\n<p>WINTER, D.A. Biomechanics and Motor Control of human movement. John Willey &amp; Sons Inc., New York, 2004.<\/p>\n<p>BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: artigos recentes (selecionados anualmente) a serem distribu\u00eddos durante a disciplina, para an\u00e1lise e discuss\u00e3o em grupos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"post-430 page type-page status-publish hentry\">\n<div class=\"entry clearfix\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00facleo formado pelas disciplinas obrigat\u00f3rias oferece ao aluno o espa\u00e7o para aprendizagem, discuss\u00e3o e aperfei\u00e7oamento do conhecimento sobre os m\u00e9todos de pesquisa e de an\u00e1lise de dados na \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o em \u201cAtividade F\u00edsica e Sa\u00fade\u201d, al\u00e9m de prepar\u00e1-lo de forma orientada \u00e0 doc\u00eancia no ensino superior (pr\u00e9-requisito para os alunos com interesse em desenvolver o est\u00e1gio de doc\u00eancia no ensino de gradua\u00e7\u00e3o da USP \u2013 PAE). As disciplinas eletivas oferecem ao aluno, espa\u00e7o para aperfei\u00e7oamento e aprofundamento de saberes espec\u00edficos em \u00e1reas de interesse. As Disciplinas do programa Ci\u00eancias da Atividade F\u00edsica est\u00e3o dispon\u00edveis no link:\u00a0 https:\/\/uspdigital.usp.br\/janus\/componente\/disciplinasOferecidasInicial.jsf?action=2&amp;codcpg=100&amp;codare=100139 Grade Curricular A Grade Curricular do programa est\u00e1 dispon\u00edvel no link: https:\/\/uspdigital.usp.br\/janus\/componente\/catalogoDisciplinasInicial.jsf?action=4&amp;tipo=D&amp;codcpg=100 LISTA DE DISCIPLINAS DO PROGRAMA Disciplina: AN\u00c1LISE BIOMEC\u00c2NICA DO MOVIMENTO HUMANO Sigla: CAF5006\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 N\u00famero: 1\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cr\u00e9ditos: 6 Disciplina obrigat\u00f3ria: N\u00e3o Ementa Objetivos: Os objetivos desta disciplina s\u00e3o: apresentar e discutir os fundamentos te\u00f3ricos e instrumentais para an\u00e1lise biomec\u00e2nica do movimento; proporcionar ao p\u00f3s-graduando uma vis\u00e3o abrangente, baseada em conceitos biomec\u00e2nicos, f\u00edsicos e do controle motor, para o desenvolvimento de estudos experimentais nas \u00e1reas de atividade f\u00edsica e sa\u00fade. Justificativa: A an\u00e1lise biomec\u00e2nica do movimento humano \u00e9 necess\u00e1ria para determinar as causas f\u00edsicas do movimento. Os resultados dessa an\u00e1lise permitem [&#8230;]<\/p>\n","protected":false},"author":22188,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":2,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"page-full.php","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"class_list":["post-302","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/ppgcaf\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/302","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/ppgcaf\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/ppgcaf\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/ppgcaf\/wp-json\/wp\/v2\/users\/22188"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/ppgcaf\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=302"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/ppgcaf\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/302\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1082,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/ppgcaf\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/302\/revisions\/1082"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/ppgcaf\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=302"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}