{"id":1059,"date":"2016-07-06T12:00:39","date_gmt":"2016-07-06T14:00:39","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/?p=1059"},"modified":"2025-07-04T18:09:37","modified_gmt":"2025-07-04T20:09:37","slug":"importancia-de-espacos-para-discussao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/importancia-de-espacos-para-discussao\/","title":{"rendered":"A import\u00e2ncia de espa\u00e7os para a discuss\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Evento realizado no IPUSP aborda a necessidade de reflex\u00e3o acerca de pol\u00edticas educacionais e paradigmas a respeito do conceito de g\u00eanero no espa\u00e7o escolar<\/strong><\/em><\/p>\n<p>As quest\u00f5es de g\u00eanero v\u00eam se tornando objeto de estudos acad\u00eamicos, seja em teses ou em disserta\u00e7\u00f5es. Contudo, ainda que haja a necessidade de mais estudos sobre o tema no \u00e2mbito cient\u00edfico, o assunto deve integrar tamb\u00e9m outros espa\u00e7os, que\u00a0sejam acess\u00edveis \u00e0 sociedade, como o ambiente familiar, ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o e institui\u00e7\u00f5es escolares.<\/p>\n<div id=\"attachment_1063\" style=\"width: 904px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/bocas.png\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-1063\" class=\"wp-image-1063 size-full\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/bocas.png\" alt=\"\" width=\"894\" height=\"517\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/bocas.png 894w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/bocas-300x173.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/bocas-768x444.png 768w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/bocas-400x231.png 400w\" sizes=\"(max-width: 894px) 100vw, 894px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-1063\" class=\"wp-caption-text\">Ju Bernardo<\/p><\/div>\n<p>Em vista da necessidade de se abordar g\u00eanero no espa\u00e7o escolar, a professora Marilene Proen\u00e7a realizou o evento \u201cEduca\u00e7\u00e3o Escolar e G\u00eanero: o que envolve esta pol\u00eamica?\u201d, integrado \u00e0 disciplina \u201cPsicologia e Educa\u00e7\u00e3o\u201d. Durante\u00a0o evento, foram apresentadas produ\u00e7\u00f5es audiovisuais para instigar a reflex\u00e3o. A obra inicial foi \u201cMa vie en rose\u201d (ou \u201cMinha vida em cor-de-rosa\u201d, em tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas), filme europeu produzido em 1997 e dirigido por Alain Berliner.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.08.png\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-1064 alignleft\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.08.png\" alt=\"\" width=\"210\" height=\"314\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.08.png 284w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.08-200x300.png 200w\" sizes=\"(max-width: 210px) 100vw, 210px\" \/><\/a>A trama gira em torno de Ludovic, que nasce menino, por\u00e9m, identifica-se como menina. Perpassando preconceitos e dificuldades de aceita\u00e7\u00e3o que sofre no ambiente familiar e na sociedade, a personagem vai tra\u00e7ando sua trajet\u00f3ria na descoberta de seu g\u00eanero e, gradualmente, vai se tornando mais claro para o telespectador sua vontade de assumir a identidade feminina. Para refletir e debater sobre o filme, a doutora em educa\u00e7\u00e3o pela FEUSP e pesquisadora na \u00e1rea de sexualidade e\u00a0g\u00eanero Elisabete Regina Baptista de Oliveira esteve presente.<\/p>\n<h6><strong>A quest\u00e3o da adequa\u00e7\u00e3o\u00a0do g\u00eanero<\/strong><\/h6>\n<p>Em sua fala, Elisabete discorre sobre a acomoda\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o escolar em fortalecer os padr\u00f5es da sociedade cis-normativa: \u201cSe nasceu menina, tem que ser educada e criada de certa forma\u201d. Desse modo, Elisabete afirma que s\u00e3o deixadas de fora \u201ctodas aquelas pessoas que n\u00e3o se identificam com as sexualidades que s\u00e3o valorizadas socialmente\u201d.\u00a0Essa constata\u00e7\u00e3o da pesquisadora evidencia a desconsidera\u00e7\u00e3o do ambiente escolar como potencial espa\u00e7o de questionamento dos valores assentados na sociedade.<\/p>\n<p>Esses valores engessados mostram-se presentes na cria\u00e7\u00e3o de prescri\u00e7\u00f5es e scripts que devem ser seguidos pelas crian\u00e7as desde o seu nascimento. Como argumenta Elisabete, \u201ccom base no sexo biol\u00f3gico percebido, as caracter\u00edsticas de identidade e comportamento s\u00e3o ensinadas e refor\u00e7adas diariamente, para que a mente esteja em sintonia com o corpo\u201d. O que, em alguns casos, acaba por ignorar a verdadeira identifica\u00e7\u00e3o de g\u00eanero do indiv\u00edduo, em prol de uma padroniza\u00e7\u00e3o e binariza\u00e7\u00e3o da sociedade.<a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.35.png\"><img decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-1066\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.35.png\" alt=\"\" width=\"327\" height=\"461\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.35.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.35-213x300.png 213w\" sizes=\"(max-width: 327px) 100vw, 327px\" \/><\/a><\/p>\n<h6><strong>Aceita\u00e7\u00e3o e rejei\u00e7\u00e3o em\u00a0<em>Ma vie en rose<\/em><\/strong><\/h6>\n<p>Na trama cinematogr\u00e1fica, os valores sociais cis-normativos podem ser visualizados no momento em que os pais, que inicialmente aceitavam a manifesta\u00e7\u00e3o de identidade de g\u00eanero de Ludovic\u00a0(caracterizada por eles como uma \u201cexcentricidade\u201d), passam a reprimir a crian\u00e7a durante o conv\u00edvio social \u2013 ou seja, perante os vizinhos. Isso ocorre porque os pais temem o julgamento, por parte da vizinhan\u00e7a, de que o comportamento\u00a0de seu filho seja, na verdade, a tradu\u00e7\u00e3o de uma educa\u00e7\u00e3o conturbada oferecida por eles. \u201cA forma de lidar com Ludovic muda porque essa situa\u00e7\u00e3o come\u00e7a a abalar a\u00a0estrutura da fam\u00edlia\u201d,comenta Elisabete.<\/p>\n<p>A express\u00e3o da identidade de Ludovic no ambiente escolar demonstra o total despreparo da escola no que tange a aceita\u00e7\u00e3o da individualidade, identidade e diversidade da personagem. Com rela\u00e7\u00e3o ao preconceito sofrido pela personagem, Elisabete aponta que \u201ca escola se mostrou um espa\u00e7o de conformidade total \u2013 ou voc\u00ea se conforma \u00e0s regras ou ser\u00e1 exclu\u00eddo\u201d. A decis\u00e3o do diretor da institui\u00e7\u00e3o por expulsar Ludovic da escola simboliza a rejei\u00e7\u00e3o do que foge ao padr\u00e3o pr\u00e9-estabelecido socialmente.<\/p>\n<h6><strong>A constru\u00e7\u00e3o colaborativa do Plano de Educa\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo<\/strong><\/h6>\n<p><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.23.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-1069 alignleft\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.23.png\" alt=\"\" width=\"284\" height=\"386\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.23.png 284w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.23-221x300.png 221w\" sizes=\"(max-width: 284px) 100vw, 284px\" \/><\/a>Para encerrar o evento, foi convidada Denise Carreira, educadora e coordenadora na \u00e1rea de educa\u00e7\u00e3o na organiza\u00e7\u00e3o A\u00e7\u00e3o Educativa. Depois da exibi\u00e7\u00e3o do curta-metragem nacional \u201cParticipa\u00e7\u00e3o de Crian\u00e7as e Adolescentes no Plano de Educa\u00e7\u00e3o da Cidade de S\u00e3o Paulo\u201d, produzido pela ONG em 2012, a educadora analisou processos e etapas que comp\u00f5em\u00a0o Plano Municipal de Educa\u00e7\u00e3o (PME),\u00a0documento que organiza as pol\u00edticas educacionais e estabelece metas decenais para a educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No curta-metragem, s\u00e3o relatados o trabalho realizado com escolas estaduais e municipais de S\u00e3o Paulo e o incentivo pela participa\u00e7\u00e3o de alunos no processo de constru\u00e7\u00e3o do Plano de Educa\u00e7\u00e3o da cidade, capturando os desejos, sonhos e demandas que as crian\u00e7as e adolescentes possuem para melhorar a educa\u00e7\u00e3o no munic\u00edpio. Denise ressalta a import\u00e2ncia da participa\u00e7\u00e3o de alunos, dizendo que um maior comprometimento produz uma diversidade de ideias e propostas, o que coopera para que o Plano de Educa\u00e7\u00e3o \u201cn\u00e3o seja mais um documento, mais uma lei que n\u00e3o contribua necessariamente para a concretiza\u00e7\u00e3o de direitos\u201d.<\/p>\n<h6><strong>Transforma\u00e7\u00e3o do contexto escolar: g\u00eanero, sexualidade e educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h6>\n<p>Outra quest\u00e3o trazida ao debate foi a exclus\u00e3o das quest\u00f5es de g\u00eanero do Plano Municipal de Educa\u00e7\u00e3o (PME), aprovada pela C\u00e2mara de SP em agosto de 2015. Al\u00e9m de os planos municipais e estaduais de educa\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo exclu\u00edrem a forma\u00e7\u00e3o escolar sobre sexualidade,\u00a0diversidade e rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero, o Plano Nacional de Educa\u00e7\u00e3o e os planos deoutros estados e munic\u00edpios tamb\u00e9m negaram a discuss\u00e3o do tema.<\/p>\n<p>Denise comenta que a supress\u00e3o de tais assuntos nestes planos \u00e9 atribu\u00edda \u00e0 bancada religiosa fundamentalista presente em diversas estruturas d<a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.51.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-1070\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.51.png\" alt=\"\" width=\"342\" height=\"429\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.51.png 402w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.51-239x300.png 239w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/Captura_de_Tela_2016-07-03_\u00e0s_00.24.51-400x501.png 400w\" sizes=\"(max-width: 342px) 100vw, 342px\" \/><\/a>o poder legislativo e pol\u00edtico, que inviabilizam a discuss\u00e3o de g\u00eanero, etnias e sexualidade. \u201cN\u00f3s vivemos um efeito domin\u00f3, nos v\u00e1rios munic\u00edpios e estados tiveram grupos religiosos em suas\u00a0disputas do plano educacional\u201d, comenta.<\/p>\n<p>No entanto, a professora Lisete Arelaro, da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o (FEUSP), ressalta que, apesar das quest\u00f5es de g\u00eanero n\u00e3o serem contempladas pelo Plano Nacional, os munic\u00edpios e estados n\u00e3o s\u00e3o obrigados a abandonar o tema de seus respectivos planos educacionais.<\/p>\n<p>Por fim, Denise elenca os principais desafios atuais de g\u00eanero na educa\u00e7\u00e3o brasileira: a desigualdade social entre as pr\u00f3prias mulheres, a situa\u00e7\u00e3o dos meninos na educa\u00e7\u00e3o brasileira (principalmente meninos negros), a exist\u00eancia de um curr\u00edculo educacional que n\u00e3o contribui para a alteridade, a concentra\u00e7\u00e3o de mulheres em profiss\u00f5es menos valorizadas social e economicamente, e, finalmente, a pol\u00edtica de educa\u00e7\u00e3o infantil, bastante prec\u00e1ria e insuficiente para a sua demanda.<\/p>\n<p>A educadora finaliza questionando qual \u201cbase nacional comum curricular \u00e9 necess\u00e1ria para\u00a0se construir e sustentar um projeto de justi\u00e7a social em um pa\u00eds t\u00e3o desigual? Qual \u00e9 o curr\u00edculo que pode nos ajudar a avan\u00e7ar e sustentar um projeto de justi\u00e7a social no nosso pa\u00eds?\u201d. Essas perguntas s\u00e3o respondidas por ela mesma, que, lucidamente, sintetiza a\u00a0solu\u00e7\u00e3o em \u201cum curr\u00edculo que reconhe\u00e7a a diversidade humana\u201d.<\/p>\n<p>Por Vit\u00f3ria Batistoti<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o por Islaine Maciel e Maria Isabel da Silva Leme<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Clique no t\u00edtulo para folhear as revistas <strong>psico.<\/strong>usp:<\/p>\n<div id=\"attachment_935\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 152px;\">\n<p class=\"wp-caption-text\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-935 \" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-2.png\" alt=\"\" width=\"142\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-2.png 307w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-2-226x300.png 226w\" sizes=\"(max-width: 142px) 100vw, 142px\" \/><a href=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/revista_psico.usp_n1_2015.pdf\">Alfabetiza\u00e7\u00e3o \u2013 2015, n. 1<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_933\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 150px;\">\n<p class=\"wp-caption-text\" data-wp-editing=\"1\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-933 \" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-1.png\" alt=\"\" width=\"140\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-1.png 305w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-1-224x300.png 224w\" sizes=\"(max-width: 140px) 100vw, 140px\" \/><a href=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/revista-psico.usp-n.-2-3-2016.pdf\">\u00c9 hora de falar sobre G\u00eanero \u2013 2016, n.2\/3<\/a><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_933\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 150px;\">\n<p class=\"wp-caption-text\">\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evento realizado no IPUSP aborda a necessidade de reflex\u00e3o acerca de pol\u00edticas educacionais e paradigmas a respeito do conceito de&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":610,"featured_media":1071,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[374,1],"tags":[28,108,119,191,37,168,17,22],"class_list":["post-1059","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-genero","category-sociedade","tag-vida-academica","tag-educacao","tag-escola","tag-familia","tag-genero","tag-instituto","tag-psicologia","tag-usp"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1059","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/610"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1059"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1059\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6740,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1059\/revisions\/6740"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1071"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1059"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1059"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1059"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}