{"id":1087,"date":"2015-04-30T17:30:25","date_gmt":"2015-04-30T19:30:25","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/?p=1087"},"modified":"2018-08-06T14:36:12","modified_gmt":"2018-08-06T16:36:12","slug":"1087-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/1087-2\/","title":{"rendered":"Para al\u00e9m do suor e do p\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><em><strong>A an\u00e1lise de duas experi\u00eancias no atual mundo do trabalho retrata como os profissionais lidam de formas diferentes com a crescente exig\u00eancia das grandes empresas<\/strong><\/em><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"http:\/\/www.ip.usp.br\/revistapsico.usp\/images\/Darth.png\" alt=\"Darth\" width=\"683\" height=\"759\" \/><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 raro, nos dias de hoje, sabermos de algu\u00e9m que resolve mudar de carreira no meio do caminho. Tamb\u00e9m conhecemos pessoas que n\u00e3o se desviam de uma trajet\u00f3ria profissional inicialmente tra\u00e7ada.\u00a0As motiva\u00e7\u00f5es e os sofrimentos que envolvem estas escolhas, ou mesmo a falta delas, costumam ser complexos, e a express\u00e3o \u201ccada caso \u00e9 um caso\u201d se encaixa bem neste tipo de quest\u00e3o. Entretanto, \u00e9 ineg\u00e1vel que tanto a hist\u00f3ria de vida do indiv\u00edduo quanto fatores externos a ele, como os contextos socioecon\u00f4micos, pol\u00edticos e culturais, influem nas rela\u00e7\u00f5es e condi\u00e7\u00f5es de trabalho de um determinado momento hist\u00f3rico.Para investigar melhor o assunto, a psic\u00f3loga e tamb\u00e9m economista Estair Kindi estudou, em seu mestrado no Instituto de Psicologia da USP, de que modo o trabalho afeta o trabalhador em sua subjetividade (o \u201cespa\u00e7o \u00edntimo\u201d do indiv\u00edduo, que inclui suas cren\u00e7as e valores). A pesquisadora afirma que seu estudo reflete o atual mundo do trabalho, com sua pluralidade e incoer\u00eancias. Estair entrevistou dois sujeitos que embora apresentassem muitas semelhan\u00e7as em seus perfis profissionais, responderam de forma muito diferente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas experi\u00eancias de trabalho na \u00e1rea financeira de grandes multinacionais. Ambos s\u00e3o do sexo masculino, entre 35 e 40 anos, p\u00f3s-graduados e com mais de 15 anos de carreira. Contudo, enquanto um teve uma experi\u00eancia muito negativa nesse universo corporativo, sendo atualmente professor universit\u00e1rio, o outro permanece motivado como executivo. Mas o que estaria por tr\u00e1s dessa diferen\u00e7a? O que afinal causa sofrimento no trabalho?<\/p>\n<h6><strong>Estruturante ou desestabilizande<br \/>\n<\/strong><\/h6>\n<p>De acordo com a Psicodin\u00e2mica do Trabalho, abordagem te\u00f3rico-metodol\u00f3gica desenvolvida pelo psiquiatra franc\u00eas Christophe Dejours e utilizada por Kindi para a an\u00e1lise das entrevistas, o sofrimento \u00e9 inerente ao trabalho. O que faz com que ele seja fator de sa\u00fade ou doen\u00e7a mental depende tanto das condi\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas individuais (as viv\u00eancias desde a inf\u00e2ncia) quanto da organiza\u00e7\u00e3o do trabalho como um todo.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #800000;\"><strong><em>Como integrantes do pr\u00f3prio\u00a0<\/em><em>sistema produtivo est\u00e3o o <\/em><em>excesso de trabalho,<br \/>\nas altas\u00a0<\/em><em>metas, o risco de desemprego e <\/em><em>o comprometimento\u00a0<\/em><em>com a equipe<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p>Estair explica que, para dar conta dos elementos envolvidos na rela\u00e7\u00e3o entre trabalho e doen\u00e7a mental a abordagem de Dejours engloba conceitos tanto da Psican\u00e1lise quanto da Teoria Social, o que vai ao encontro de dois de seus grandes interesses, Psicologia e Economia: \u201cela integra em certa medida as duas vis\u00f5es que eu desenvolvi a partir de minha forma\u00e7\u00e3o e pr\u00e1tica profissional e cl\u00ednica\u201d, afirma a pesquisadora.<\/p>\n<p>Da Psican\u00e1lise, por exemplo, Dejours toma emprestado o termo \u201csublima\u00e7\u00e3o\u201d (n\u00e3o sendo aqui usado propriamente o conceito psicanal\u00edtico de sublima\u00e7\u00e3o) para elucidar o modo como o sofrimento do trabalho pode ser transformado em prazer, \u201crefor\u00e7ando a identidade profissional e pessoal\u201d. A pesquisadora explica que essa transforma\u00e7\u00e3o se d\u00e1 pelo reconhecimento n\u00e3o do sujeito em si, mas de seu trabalho: \u201cNa medida em que o trabalho demonstra que o sujeito tem a posse e o dom\u00ednio do \u2018saber fazer\u2019, ele abre passagem para o reconhecimento do \u2018ser\u2019\u201d. O reconhecimento do trabalho pelos colegas, superiores e clientes oferece o sentido de pertencimento (de possuir um espa\u00e7o no mundo), al\u00e9m de atestar a utilidade da tarefa realizada, e, portanto, a contribui\u00e7\u00e3o do trabalhador para a organiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao falar sobre o participante da pesquisa que mostrou estar bem adaptado em uma grande multinacional, Estair ressalta que a companhia na qual ele trabalha \u201c\u00e9 uma empresa que valoriza o esfor\u00e7o, que reconhece.\u201d Assim, continua a pesquisadora, \u201cele tem prazer em trabalhar, apesar de ser sofrido\u201d, devido \u00e0s constantes e crescentes exig\u00eancias. Ela ainda informa que na fala desse entrevistado foi not\u00e1vel a sua preocupa\u00e7\u00e3o, como l\u00edder de equipe, com a pol\u00edtica de desenvolvimento de pessoas, demonstrando ser essa uma de suas importantes atribui\u00e7\u00f5es e tamb\u00e9m um dos valores priorit\u00e1rios daquela corpora\u00e7\u00e3o. J\u00e1 o participante que mudou de carreira mesmo abrindo m\u00e3o de uma boa remunera\u00e7\u00e3o, vivenciou o que \u00e9 conhecido como \u2018gest\u00e3o pelo medo\u2019. A empresa demitia por qualquer motivo, desligava as catracas para n\u00e3o computar a perman\u00eancia de funcion\u00e1rios virando a noite, estipulava objetivos e prazos irreais, e seu \u00fanico meio de retribui\u00e7\u00e3o vinha em\u00a0forma de b\u00f4nus financeiro, caso a meta fosse atingida.<\/p>\n<h6><strong>Cinismo viril e realismo econ\u00f4mico<\/strong><\/h6>\n<p>Tanto os incentivos da primeira empresa quanto os m\u00e9todos coercitivos da segunda est\u00e3o inseridos na l\u00f3gica do sistema de produ\u00e7\u00e3o vigente no Brasil e em grande parte do mundo: o capitalismo flex\u00edvel\u00a0<em>[veja p\u00e1gina anterior]<\/em>. E \u00e9 dentro dessa realidade\u00a0que o trabalhador, como sujeito hist\u00f3rico, deve ser compreendido. Tal vis\u00e3o \u00e9 uma das contribui\u00e7\u00f5es da Teoria Social para a Psicodin\u00e2mica do Trabalho. Atualmente, como integrantes do pr\u00f3prio sistema produtivo est\u00e3o o excesso de trabalho, as altas metas, o risco de desemprego e o comprometimento com a equipe. Para se encaixar e suportar a demanda desse mercado de trabalho, os profissionais podem desenvolver certos mecanismos ps\u00edquicos de defesa, como o cinismo viril e o realismo econ\u00f4mico, de acordo com a abordagem de Dejours.<\/p>\n<p>Estair explica que o cinismo viril \u201crepresenta a situa\u00e7\u00e3o do trabalhador que percebe objetivamente que n\u00e3o conseguir\u00e1 realizar o trabalho, mas, mesmo assim, ilude-se subjetivamente de que ir\u00e1 ter sucesso, numa postura de demonstrar que tem o dom\u00ednio da situa\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o tem medo\u201d. Como no capitalismo flex\u00edvel se trabalha intencionalmente com um quadro reduzido de empregados para aumentar\u00a0\u00a0\u00a0 a produtividade e consequentemente os lucros, a organiza\u00e7\u00e3o se vale desse tipo de postura defensiva. Em caso do n\u00e3o cumprimento das metas estabelecidas, a empresa responsabiliza somente o trabalhador, \u201cmesmo que saiba que isso n\u00e3o \u00e9 verdade\u201d, afirma Estair.<\/p>\n<p>Na fala do participante ajustado \u00e0 l\u00f3gica da acumula\u00e7\u00e3o flex\u00edvel, aparece a necessidade de saber lidar com tudo ao mesmo tempo, o que ele pr\u00f3prio chama de \u2018enxurrada\u2019. Ele diz ainda que \u00e9 preciso priorizar (admitindo indiretamente que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel fazer tudo) e reconhece que muitas vezes adequa sua vida pessoal em fun\u00e7\u00e3o de seu trabalho. Estair comenta que ele \u201cem nenhum momento fala de sofrimento no trabalho, ele se defende do sofrimento que sente\u201d. O participante que mudou de carreira, por sua vez, n\u00e3o mostrou sinais de cinismo viril, apresentando, ali\u00e1s, uma postura muito mais cr\u00edtica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 empresa na qual trabalhara. Segundo Estair, ele \u201cn\u00e3o se utilizou de mecanismos de defesa para n\u00e3o ver o que estava acontecendo\u201d.<\/p>\n<p>Quanto ao realismo econ\u00f4mico, ele \u00e9 uma estrat\u00e9gia que de certo modo tamb\u00e9m refor\u00e7a a ideia de que tudo depende exclusivamente do trabalhador. Partindo de uma cren\u00e7a de que a economia determina tudo, h\u00e1 uma vis\u00e3o geral de que \u201cas coisas s\u00e3o assim mesmo\u201d, que \u201ca competi\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho existe\u201d e que \u201c\u00e9 preciso aceitar as condi\u00e7\u00f5es impostas pelo mercado e pelas empresas\u201d. Ou seja, \u00e9 o trabalhador quem deve se ajustar. A pesquisadora verificou tra\u00e7os de realismo econ\u00f4mico no entrevistado que se adaptou. \u201cEle tem\u00a0 uma tend\u00eancia de naturalizar o ritmo do trabalho\u201d, afirma Kindi.\u00a0Ainda segundo a pesquisadora, a flexibiliza\u00e7\u00e3o \u00e9\u00a0 uma tend\u00eancia, mas n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica situa\u00e7\u00e3o de trabalho encontrada no Brasil e no mundo, haja vista a pr\u00f3pria carreira acad\u00eamica, op\u00e7\u00e3o do entrevistado que n\u00e3o se adaptou. Entretanto, as oportunidades de emprego fora desse sistema est\u00e3o cada vez mais raras, principalmente para pessoas com menos qualifica\u00e7\u00e3o, caso da maioria da for\u00e7a de trabalho do pa\u00eds e do mundo. Fica a quest\u00e3o de at\u00e9 que ponto a flexibilidade do atual capitalismo, que se reflete na grande variedade de produtos, servi\u00e7os e contratos de trabalho, estende-se \u00e0 tamb\u00e9m grande variedade de indiv\u00edduos.<\/p>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: left;\" valign=\"top\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table border=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td valign=\"top\">\n<h6 class=\"BasicParagraph\" style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #800000;\"><strong>A flexibiliza\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><strong>do\u00a0<\/strong><strong>capitalismo<\/strong><\/span><\/h6>\n<p class=\"BasicParagraph\" style=\"text-align: left;\">Por Tatiana Iwata<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.ip.usp.br\/revistapsico.usp\/images\/Cid-Edson-P%C3%B3voas-Flickr-Creative-Commons2.png\" alt=\"Cid Edson P\u00f3voas Flickr Creative Commons2\" width=\"250\" height=\"422\" \/><span style=\"color: #800000;\">A partir da d\u00e9cada de 1970, a crescente automa\u00e7\u00e3o, o acelerado avan\u00e7o tecnol\u00f3gico, as crises econ\u00f4micas e a ascendente globaliza\u00e7\u00e3o s\u00e3o acompanhados pela redu\u00e7\u00e3o do emprego, aumento da informalidade, flexibiliza\u00e7\u00e3o dos contratos de trabalho e enfraquecimento dos sindicatos. Terceiriza\u00e7\u00f5es, trabalhos tempor\u00e1rios, aut\u00f4nomos, de meio per\u00edodo, est\u00e1gios, bem como o ressurgimento de antigas pr\u00e1ticas de trabalho (produ\u00e7\u00e3o familiar de Hong Kong, sistema cooperativo da Terceira It\u00e1lia, etc.)\u00a0 ocupam\u00a0 cada vez mais espa\u00e7o do total de vagas. Em contrapartida, o emprego \u201cconvencional\u201d, com maiores ganhos, plano de carreira, benef\u00edcios e todos os direitos trabalhistas garantidos vem se reduzindo gradativamente.<br \/>\nSegundo a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT), em 2010, cerca de 1 bilh\u00e3o e meio de pessoas \u2014 pouco mais da metade da for\u00e7a de trabalho mundial \u2014 possu\u00edam emprego vulner\u00e1vel, que inclui tanto o trabalho informal como o familiar.\u00a0N\u00e3o apenas a produ\u00e7\u00e3o se flexibiliza, como tamb\u00e9m o consumo. A demanda por produtos e servi\u00e7os cada vez mais diferenciados estimula um grande desenvolvimento do marketing, da gest\u00e3o de recursos humanos e do que \u00e9 conhecido como trabalho imaterial \u2014 servi\u00e7os voltados \u00e0 educa\u00e7\u00e3o, cultura, afeto, etc. Ao contr\u00e1rio do trabalhador objetivo, apto, por exemplo, a atividades repetitivas, exige-se um engajamento mais subjetivo. \u201cAgora voc\u00ea \u00e9 convocado a participar, a ser criativo, porque voc\u00ea precisa fazer trabalhos em grupo, uma outra configura\u00e7\u00e3o, uma outra demanda\u201d, afirma Estair, que continua: \u201cNa verdade, a subjetividade est\u00e1 em alta, de certa maneira\u201d.<br \/>\nPor um lado, esse perfil de \u2018profissional criativo que trabalha em equipe\u2019 \u00e9 ben\u00e9fico. Ele prioriza a sociabilidade e reaproxima concep\u00e7\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o, anteriormente separadas pelo modelo de produ\u00e7\u00e3o taylorista-fordista e resgatada a partir do toyotismo, segundo Estair. Contudo, existe uma contradi\u00e7\u00e3o no discurso das organiza\u00e7\u00f5es: elas querem, ao mesmo tempo, colabora\u00e7\u00e3o e competi\u00e7\u00e3o (inerentes ao capitalismo). O toyotismo implantou tamb\u00e9m a alta produtividade por meio de empresas cada vez mais enxutas: procura-se ter desde um estoque m\u00ednimo at\u00e9 um quadro reduzido de empregados. Esse funcionamento continuamente no limite faz com que haja uma sobrecarga dos trabalhadores, que sempre ter\u00e3o mais tarefas a cumprir do que realmente podem.<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><a href=\"http:\/\/www.teses.usp.br\/teses\/disponiveis\/47\/47134\/tde-14082013-104035\/pt-br.php\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pesquisa de Estair Kindi\u00a0\u2013\u00a0clique\u00a0<strong>aqui<\/strong><\/a><\/p>\n<p>Por Tatiana Iwata e Victor Augusto de Souza<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o por Islaine Maciel e Maria Isabel da Silva Leme<\/p>\n<hr \/>\n<p>Veja tamb\u00e9m:<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"288\">\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/www.ip.usp.br\/revistapsico.usp\/images\/facebook_2015_logo_detail.png\" alt=\"facebook 2015 logo detail\" width=\"127\" height=\"50\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/redes-sociais-na-construcao-da-imagem-sujeito\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/www.ip.usp.br\/revistapsico.usp\/images\/logo-tm1.png\" alt=\"logo tm1\" width=\"133\" height=\"41\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/redes-sociais-na-construcao-da-imagem-sujeito\/\">As redes sociais na constru\u00e7\u00e3o da imagem do sujeito<\/a> | <\/strong>Pesquisador do IPUSP investiga como pessoas em situa\u00e7\u00e3o de desemprego utilizam o Facebook e o LinkedIn para construir a pr\u00f3pria imagem<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"288\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<table style=\"height: 5px;\" width=\"127\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"192\"><\/td>\n<td width=\"192\"><\/td>\n<td width=\"192\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Clique nas imagens para folhear as revistas\u00a0<strong>psico.<\/strong>usp<\/p>\n<div id=\"attachment_935\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 152px;\">\n<p class=\"wp-caption-text\"><a href=\"https:\/\/issuu.com\/psicologia_usp\/docs\/revista_psico.usp_n1_2015\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-935 \" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-2.png\" alt=\"\" width=\"142\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-2.png 307w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-2-226x300.png 226w\" sizes=\"(max-width: 142px) 100vw, 142px\" \/><\/a>Alfabetiza\u00e7\u00e3o \u2013 2015, n. 1<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_933\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 150px;\">\n<p class=\"wp-caption-text\"><a href=\"https:\/\/issuu.com\/psicologia_usp\/docs\/revista_psico.usp_n._2-3_2016\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-933 \" 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