{"id":2242,"date":"2018-09-06T12:00:52","date_gmt":"2018-09-06T14:00:52","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/?p=2242"},"modified":"2023-02-23T12:35:19","modified_gmt":"2023-02-23T14:35:19","slug":"projeto-usa-psicologia-para-informar-populacao-sobre-febre-amarela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/projeto-usa-psicologia-para-informar-populacao-sobre-febre-amarela\/","title":{"rendered":"Projeto usa psicologia para informar popula\u00e7\u00e3o sobre febre amarela"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Atividades ocorrem no Parque Ecol\u00f3gico do Tiet\u00ea e buscam explicar a rela\u00e7\u00e3o dos macacos com a doen\u00e7a<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Por\u00a0<span class=\"vcard author author_name\"><a title=\"Posts de Matheus Souza\" href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/author\/matheus-souza\/\" rel=\"author\">Matheus Souza<\/a>, Jornal da USP, 4\/9\/2018<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_2243\" style=\"width: 810px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2243\" class=\"size-full wp-image-2243\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180903_febre_amarela_.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"420\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180903_febre_amarela_.jpg 800w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180903_febre_amarela_-300x158.jpg 300w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180903_febre_amarela_-768x403.jpg 768w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180903_febre_amarela_-400x210.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><p id=\"caption-attachment-2243\" class=\"wp-caption-text\">Trecho de folder produzido pelo projeto A\u00e7\u00f5es Educativas para Preven\u00e7\u00e3o de Febre Amarela \u2013 Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o Ilustra\u00e7\u00e3o: Lucas Andrade<\/p><\/div>\n<p>O recente surto de febre amarela deixou os brasileiros em estado de alerta. Com o medo generalizado somado \u00e0 falta de informa\u00e7\u00e3o, os macacos, al\u00e9m de tamb\u00e9m serem vulner\u00e1veis ao v\u00edrus da doen\u00e7a, tornaram-se v\u00edtimas de outra amea\u00e7a: os humanos. Em 2017, diversos Estados registraram animais mortos com sinais de viol\u00eancia, enquanto nas redes sociais circulavam relatos de execu\u00e7\u00f5es em diferentes locais. Acreditando que os bichos pudessem ser transmissores da doen\u00e7a, as pessoas chegavam a mat\u00e1-los.<\/p>\n<p>Foi com este cen\u00e1rio em mente que a professora <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/9601221530967113\">Briseida Resende<\/a>, do Instituto de Psicologia (IP) da USP, e Tatiane Valen\u00e7a, sua aluna de mestrado, desenvolveram um projeto de educa\u00e7\u00e3o ambiental para o\u00a0<a href=\"http:\/\/www.saopaulo.sp.gov.br\/conhecasp\/parques-e-reservas-naturais\/parque-ecologico-do-tiete\/\">Parque Ecol\u00f3gico do Tiet\u00ea<\/a>\u00a0(PET), na zona leste de S\u00e3o Paulo. Com uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es voltadas ao p\u00fablico que frequenta o local, a iniciativa desenvolve atividades que esclarecem o\u00a0<a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/atualidades\/macacos-nao-sao-viloes-mas-vitimas-da-febra-amarela\/\">papel do macaco no ciclo da febre amarela<\/a>. A ideia \u00e9 derrubar os mitos em torno dessa rela\u00e7\u00e3o e difundir o que a ci\u00eancia j\u00e1 sabe sobre o tema.<b>.<\/b><\/p>\n<p>Tudo come\u00e7ou com o projeto de mestrado de Tatiane. Formada em biologia, ela pesquisava as intera\u00e7\u00f5es entre pessoas e animais silvestres no Parque Ecol\u00f3gico do Tiet\u00ea, quando, em novembro de 2017, o local foi fechado.<\/p>\n<p>Fernando Teixeira, do Centro de Educa\u00e7\u00e3o Ambiental do PET, explica o ocorrido. \u201cO parque possui um centro de recupera\u00e7\u00e3o que recebe animais silvestres deslocados do seu ambiente natural por algum motivo, tr\u00e1gico ou casual. Eles s\u00e3o entregues aqui com o objetivo de serem devolvidos para a natureza.\u201d Um desses animais, um sagui, foi diagnosticado com febre amarela.\u00a0Apesar de o macaco ter vindo de fora e de nenhum outro animal no parque ter apresentado o v\u00edrus, o local acabou sendo interditado por precau\u00e7\u00e3o, reabrindo apenas em janeiro deste ano.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a reabertura, levou ainda algum tempo at\u00e9 que a frequ\u00eancia do parque se normalizasse. \u201cDurante uns tr\u00eas ou quatro meses, o p\u00fablico vinha numa quantidade bem menor\u201d, diz Teixeira. Com as not\u00edcias sobre febre amarela ainda muito frequentes, o medo continuava, assim como os casos de agress\u00e3o contra os primatas.<\/p>\n<p>E, a partir da\u00ed, as atividades de conscientiza\u00e7\u00e3o come\u00e7aram a ser planejadas, conta Tatiane. \u201cVendo o antes e o depois do fechamento do parque, o murmurinho de preocupa\u00e7\u00e3o, as pessoas olhando o macaco durante a intera\u00e7\u00e3o e conversando sobre febre amarela preocupadas, n\u00f3s achamos que seria importante fazer um projeto de extens\u00e3o l\u00e1 com essa tem\u00e1tica.\u201d<\/p>\n<p>As a\u00e7\u00f5es aconteceram no \u00faltimo m\u00eas de julho. Tatiane e a professora Briseida explicavam o ciclo da febre amarela ao mesmo tempo em que apresentavam os macacos brasileiros.<\/p>\n<blockquote><p>Muito do que as pessoas sabem sobre macacos aqui no Brasil \u00e9 o que vem de fora, ent\u00e3o acham que \u00e9 tudo gorila, chimpanz\u00e9, n\u00e3o sabem muito bem a diferen\u00e7a. Por isso falamos um pouco dos nossos macacos e como eles s\u00e3o, que tamanho eles t\u00eam, como eles se comportam, entre outras informa\u00e7\u00f5es\u201d, diz a professora.<\/p><\/blockquote>\n<p>A ideia era trazer atividades l\u00fadicas, que chamassem a aten\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e adultos. Por isso, foram feitas oficinas de desenho, de m\u00e1scaras e de pegada \u2012 esta \u00faltima feita com moldes dos rastros deixados pelas patas dos bichos. Al\u00e9m disso, as a\u00e7\u00f5es contaram tamb\u00e9m com um passeio guiado pelo parque, para observa\u00e7\u00e3o dos macacos, e uma pe\u00e7a apresentada pelo grupo de teatro do programa\u00a0<a href=\"http:\/\/prceu.usp.br\/3idade\/\">Universidade Aberta \u00e0 Terceira Idade<\/a>\u00a0(Unati).<\/p>\n<div id=\"attachment_2244\" style=\"width: 778px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2244\" class=\"size-full wp-image-2244\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_desenho-768x403.jpg\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"403\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_desenho-768x403.jpg 768w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_desenho-768x403-300x157.jpg 300w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_desenho-768x403-400x210.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><p id=\"caption-attachment-2244\" class=\"wp-caption-text\">Desenhos feitos pelas crian\u00e7as em uma das atividades do projeto \u2013 Foto: Tatiane Valen\u00e7a<\/p><\/div>\n<h6>Trabalho colaborativo<\/h6>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o de diferentes colaboradores foi uma das caracter\u00edsticas principais do projeto coordenado pela professora Briseida. Desde o in\u00edcio, o programa teve apoio do professor Gustavo Massola, do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ip.usp.br\/portal\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2597%3Alaboratorio-de-psicologia-socio-ambiental-e-intervencao-lapsi&amp;catid=391%3Alapsi&amp;Itemid=211&amp;lang=pt\">Laborat\u00f3rio de Psicologia Socioambiental e Interven\u00e7\u00e3o (LAPSI)<\/a>\u00a0do IP. Al\u00e9m de contribuir com o olhar da psicologia ambiental, o professor Massola tamb\u00e9m tem experi\u00eancia com projetos de extens\u00e3o, e p\u00f4de oferecer aux\u00edlio nesse sentido.<\/p>\n<p>A pe\u00e7a apresentada nas atividades foi baseada num roteiro feito pelo professor J\u00falio C\u00e9sar, da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) quando o estado enfrentou surtos de febre amarela em 2008 e 2009. Ela foi encenada tamb\u00e9m na Universidade Federal de Alfenas, em Minas Gerais, com coordena\u00e7\u00e3o do professor Rog\u00e9rio Grassetto, que foi quem apresentou a ideia a Tatiane e Briseida.<\/p>\n<p>Rog\u00e9rio Pimenta, da Unati, conta que o trabalho colaborativo n\u00e3o parou por a\u00ed. Para ser encenada novamente, a pe\u00e7a foi adaptada com os idosos que comp\u00f5em o grupo de teatro, que tamb\u00e9m improvisam muito na hora das apresenta\u00e7\u00f5es. \u201cSe nos prendemos ao texto, eles ficam muito preocupados em decorar as falas e acaba n\u00e3o ficando natural. Ent\u00e3o, pegamos o texto original, estruturamos em t\u00f3picos e trabalhamos com improvisa\u00e7\u00e3o a partir disso\u201d, explica.<\/p>\n<div id=\"attachment_2245\" style=\"width: 778px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2245\" class=\"size-full wp-image-2245\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_peca-768x403.jpg\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"403\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_peca-768x403.jpg 768w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_peca-768x403-300x157.jpg 300w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_peca-768x403-400x210.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><p id=\"caption-attachment-2245\" class=\"wp-caption-text\">Apresenta\u00e7\u00e3o do grupo de teatro da Unati \u2013 Foto: Tatiane Valen\u00e7a<\/p><\/div>\n<p>Na pe\u00e7a, dois idosos, ap\u00f3s verem not\u00edcias sobre febre amarela, ficam com medo e decidem matar os macacos. A hist\u00f3ria se desenrola de modo a explicar ao mesmo tempo a rela\u00e7\u00e3o dos primatas com a doen\u00e7a e as formas corretas de preven\u00e7\u00e3o \u2012 tanto para os humanos quanto para os macacos. Segundo Pimenta, os idosos s\u00e3o bastante animados com as atividades. \u201cO resultado \u00e9 \u00f3timo para eles e os visitantes, em especial as crian\u00e7as, que tamb\u00e9m ficam muito entusiasmadas\u201d.<\/p>\n<h6>Multiplicando a conscientiza\u00e7\u00e3o<\/h6>\n<p>Um projeto que observa a rela\u00e7\u00e3o entre humanos, macacos e febre amarela do ponto de vista psicol\u00f3gico pode parecer estranho de in\u00edcio. Mas, como Tatiane explica ao falar de seu mestrado, a psicologia pode ser uma ferramenta importante para solucionar problemas nesse campo.<\/p>\n<p>A ideia da pesquisa \u00e9 entender por que as pessoas interagem com os animais e como essas intera\u00e7\u00f5es s\u00e3o reguladas, o que pode contribuir para o controle dessas intera\u00e7\u00f5es em parques e outros locais. \u201cCom a quest\u00e3o da febre amarela, fica mais clara a necessidade de permitir intera\u00e7\u00f5es saud\u00e1veis, que s\u00e3o importantes porque os bichos trazem uma s\u00e9rie de aspectos positivos aos humanos. Essas intera\u00e7\u00f5es s\u00e3o positivas tamb\u00e9m para os bichos, pois ao entrar em contato com eles as pessoas compreendem melhor sua import\u00e2ncia. Mas precisamos garantir que as intera\u00e7\u00f5es sejam saud\u00e1veis\u201d, diz a pesquisadora.<\/p>\n<p>Os dados da pesquisa ainda est\u00e3o sendo analisados e tamb\u00e9m v\u00e3o contribuir para a\u00e7\u00f5es futuras. Quanto ao projeto de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre febre amarela, Tatiane diz que ela e os demais organizadores t\u00eam procurado incentivar que as atividades sejam levadas para outros lugares, como escolas p\u00fablicas.<\/p>\n<div id=\"attachment_2246\" style=\"width: 778px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-2246\" class=\"size-full wp-image-2246\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_cena_buglos-768x403.jpg\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"403\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_cena_buglos-768x403.jpg 768w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_cena_buglos-768x403-300x157.jpg 300w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2018\/09\/20180831_00_cena_buglos-768x403-400x210.jpg 400w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><p id=\"caption-attachment-2246\" class=\"wp-caption-text\">Apresenta\u00e7\u00e3o do grupo de teatro da Unati \u2013 Foto: Tatiane Valen\u00e7a<\/p><\/div>\n<p>Uma outra parceira, Ione Ishii, \u00e9 um dos exemplos nesse sentido. Professora de biologia na Escola Estadual Fern\u00e3o Dias Paes, em S\u00e3o Paulo, ela trabalhou com Tatiane e Briseida para realizar um programa de pr\u00e9-inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, do qual participam estudantes do ensino m\u00e9dio. Com isso, tr\u00eas de seus alunos participaram do projeto sobre a febre amarela, e a partir dele prepararam uma aula sobre o tema para ser apresentada na escola.<\/p>\n<p>Tatiane aponta que o objetivo das a\u00e7\u00f5es \u00e9 formar \u201cmultiplicadores\u201d, que espalhem o aprendizado por onde forem. \u201cNosso papel \u00e9 atrair as pessoas que est\u00e3o preocupadas com isso, para que elas entendam melhor detalhes que n\u00e3o conhecem, se apropriem dessas informa\u00e7\u00f5es e ent\u00e3o possam lev\u00e1-las para os locais que frequentam\u201d, finaliza.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atividades ocorrem no Parque Ecol\u00f3gico do Tiet\u00ea e buscam explicar a rela\u00e7\u00e3o dos macacos com a doen\u00e7a Por\u00a0Matheus Souza, Jornal&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":610,"featured_media":2243,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[8],"tags":[387,237],"class_list":["post-2242","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-bio","tag-febre-amarela","tag-jornal-da-usp"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2242","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/610"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2242"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2242\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4978,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2242\/revisions\/4978"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2243"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2242"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2242"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2242"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}