{"id":3653,"date":"2020-06-10T14:14:51","date_gmt":"2020-06-10T16:14:51","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/?p=3653"},"modified":"2023-02-17T12:11:00","modified_gmt":"2023-02-17T14:11:00","slug":"ciume-de-voce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/ciume-de-voce\/","title":{"rendered":"Ci\u00fame de voc\u00ea"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-32592 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.ip.usp.br\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/uol_ciumeprejudicial615x300.jpg\" alt=\"\" width=\"615\" height=\"300\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"texto\">Cada vez mais, crises de ci\u00fame com rela\u00e7\u00e3o ao celular do parceiro ou da parceira t\u00eam virado um problema. \u00c9 o que aponta Antonio Belamoglie, psicanalista do N\u00facleo de Terapia Viva Bem. &#8220;As redes sociais s\u00e3o os meios de comunica\u00e7\u00e3o do momento, em sintonia com a agilidade dos acontecimentos e das mudan\u00e7as que ocorrem no mundo. Ent\u00e3o, desgastes nas rela\u00e7\u00f5es devido aos celulares t\u00eam sido um conflito frequente, aumentaram muito. Mas t\u00eam muito mais a ver com o perfil de relacionamento do que como aparelho em si.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">A\u00a0cantora Paula Fernandes, por exemplo, j\u00e1 falou, tempos atr\u00e1s, que descobriu que estava sendo tra\u00edda depois que mexeu no celular do ent\u00e3o namorado. Para o especialista, se o cen\u00e1rio \u00e9 este, o ideal \u00e9 conversar. &#8220;Quando h\u00e1 desconfian\u00e7a, o primeiro passo \u00e9 a conversa e, junto, o casal estabelecer que tipo de rela\u00e7\u00e3o quer ter. Paralelamente, \u00e9 necess\u00e1rio se desfazer do padr\u00e3o atual e mudar para um novo tipo de comportamento e de conviv\u00eancia&#8221;, opina o psicanalista.<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo especialistas, por\u00e9m, h\u00e1 dicas para manter uma rela\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel. E uma das primeiras \u00e9 estabelecer limites logo de cara: todo o mundo tem direito a manter sua privacidade, e isso n\u00e3o quer dizer que h\u00e1 algo a esconder. &#8220;Invas\u00e3o de privacidade \u00e9 algo s\u00e9rio e tem acontecido bastante. \u00c9 preciso tomar cuidado. H\u00e1 fatores envolvidos nesse contexto, como a imaturidade e a inseguran\u00e7a. Se o casal tiver uma rela\u00e7\u00e3o est\u00e1vel, n\u00e3o faz sentido ter restri\u00e7\u00f5es quanto a uma boa conversa para deixar claro o que incomoda&#8221;, aconselha <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/2830079727932021\">Leila Tardivo<\/a>, psic\u00f3loga e professora do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de S\u00e3o Paulo).<\/p>\n<p class=\"texto\">Esse tipo de abuso e invas\u00e3o aconteceu com a hoteleira Rachell Bigi. Ela passou maus bocados com um ex-namorado. Durante uma briga em uma viagem, ele acessou o celular dela e usou o computador para monitorar as mensagens dela no aplicativo de conversas WhatsApp. &#8220;Ele era ciumento, \u00e0s vezes, mas isso foi uma invas\u00e3o, eu n\u00e3o fazia nada de errado&#8221;, diz ela. Por conta do epis\u00f3dio, o relacionamento chegou ao fim. &#8220;Ele disse que a gente deveria ter o celular aberto, sem senha, mas fiquei muito brava&#8221;, conta. &#8220;Nunca tinha passado por isso em outros relacionamentos&#8221;, afirma.<\/p>\n<p class=\"texto\">Para <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/7192310704941493\">Nelson Destro Fragoso<\/a>, professor de psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, casos como este s\u00e3o caracterizados pelo desrespeito. &#8220;Uma coisa \u00e9 n\u00e3o confiar no outro. Outra coisa \u00e9 a pessoa ser obrigada a partilhar suas informa\u00e7\u00f5es. N\u00e3o tem de existir essa obriga\u00e7\u00e3o&#8221;, analisa Destro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por Leonardo Volpato<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Cada vez mais, crises de ci\u00fame com rela\u00e7\u00e3o ao celular do parceiro ou da parceira t\u00eam virado um problema.&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":610,"featured_media":3654,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[428,430],"tags":[],"class_list":["post-3653","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ip-na-midia","category-noticia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3653","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/610"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3653"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3653\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4888,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3653\/revisions\/4888"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3654"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3653"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3653"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3653"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}