{"id":500,"date":"2016-07-06T15:17:10","date_gmt":"2016-07-06T17:17:10","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/?p=500"},"modified":"2018-08-06T14:44:06","modified_gmt":"2018-08-06T16:44:06","slug":"angustia-da-separacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/angustia-da-separacao\/","title":{"rendered":"A ang\u00fastia da separa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Pesquisadoras do IP analisam dist\u00farbios alimentares\u00a0acarretados por problemas no processo\u00a0de diferencia\u00e7\u00e3o entre m\u00e3e e beb\u00ea\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/anorexia-atual2a.png\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-501 alignright\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/anorexia-atual2a-254x300.png\" alt=\"\" width=\"404\" height=\"478\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/anorexia-atual2a-254x300.png 254w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/anorexia-atual2a-400x473.png 400w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/anorexia-atual2a.png 567w\" sizes=\"(max-width: 404px) 100vw, 404px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Muito al\u00e9m da busca pelo corpo ideal, a anorexia e a bulimia s\u00e3o patologias alimentares perigosas que atingem cada vez mais garotas ao redor do mundo. Essas patologias s\u00e3o encontradas com maior frequ\u00eancia em adolescentes e adultos, independentemente do grupo \u00e9tnico. Contudo, essa doen\u00e7a \u00e9 dez vezes mais comum em mulheres do que em homens \u2013 os pacientes com anorexia nervosa do sexo masculino representam entre 5 a 10% dos casos, segundo o artigo \u201cThe clinical presentation of anorexia nervosa in males\u201d. Preocupante tamb\u00e9m \u00e9 seu \u00edndice de mortalidade: 12 vezes maior que o da popula\u00e7\u00e3o normal da mesma faixa et\u00e1ria e duas vezes maior do que pacientes portadores de outros transtornos psiqui\u00e1tricos, segundo analisado pelo artigo \u201cEpidemiology of women\u2019s psychiatric disorders\u201d.<\/p>\n<p>H\u00e1 diversas possibilidades de\u00a0compreens\u00e3o da anorexia e da bulimia, muitas das quais j\u00e1 foram bastante exploradas no campo acad\u00eamico. Uma literatura mais recente prop\u00f5e novos significados e desencadeamentos para essas patologias alimentares, apontando as semelhan\u00e7as das rela\u00e7\u00f5es que os pacientes anor\u00e9xicos constroem com pessoas e alimentos.<\/p>\n<p>Nessa forma de abordagem, o ponto de partida geralmente \u00e9 o relacionamento estabelecido pelo paciente enquanto beb\u00ea com a figura materna. Utilizando-se\u00a0dessas percep\u00e7\u00f5es, as psic\u00f3logas Maria Carolina Cerqueira C\u00e9sar Garcia, em sua tese, e Ver\u00f3nica Lara Wainsten, em sua disserta\u00e7\u00e3o, ambas defendidas\u00a0no IPUSP, se propuseram a pesquisar como esse relacionamento pode abrir espa\u00e7o para o surgimento de patologias alimentares no futuro.<\/p>\n<h6><strong><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/anorexia-atual2.png\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-505\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/anorexia-atual2-68x300.png\" alt=\"\" width=\"141\" height=\"622\" \/><\/a>O\u00a0descolamento<\/strong><\/h6>\n<p>O rec\u00e9m-nascido \u00e9 um indiv\u00edduo fr\u00e1gil. \u00c9 imaturo e inapto a realizar as tarefas para garantir sua sobreviv\u00eancia, as quais s\u00e3o, portanto, assumidas pela figura materna. Essa rela\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia gera no beb\u00ea um sentimento de unidade, pois ele se sente conectado \u00e0 m\u00e3e, como se ela fosse uma extens\u00e3o sua. A atua\u00e7\u00e3o da m\u00e3e que prov\u00ea esse ego auxiliar do beb\u00ea recebe o termo \u201cm\u00e3e suficientemente boa\u201d, criado pelo psicanalista D. W. Winnicott.<\/p>\n<p>Contudo, essa rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o perdurar\u00e1 para sempre. A m\u00e3e ter\u00e1 que mostrar ao beb\u00ea a realidade, e se portar como indiv\u00edduo separado dele, ou seja, descolar-se do beb\u00ea. \u201cNo in\u00edcio, n\u00e3o h\u00e1 m\u00e3e e beb\u00ea \u2013 pelo menos n\u00e3o para o beb\u00ea. Eles s\u00e3o uma unidade s\u00f3\u201d, relata Wainstein. A pesquisadora ainda complementa explicando que \u201cquando o beb\u00ea come\u00e7a a perceber que a m\u00e3e \u00e9 um outro diferenciado, que pode ir e n\u00e3o voltar, ele passa pela ang\u00fastia da separa\u00e7\u00e3o\u201d. Visto isso, Garcia explica que, no momento da separa\u00e7\u00e3o, \u00e9 necess\u00e1rio que \u201co beb\u00ea consiga efetuar esse processo, que \u00e9 sempre muito delicado e sujeito a grandes ang\u00fastias\u201d, com o intuito de n\u00e3o se sentir mais parte constituinte da m\u00e3e. Ela deixa claro que \u00e9 preciso passar por essa fase \u201csem precisar recorrer, inconscientemente, a mecanismos que de alguma forma a burlariam\u201d.<\/p>\n<p>Outro te\u00f3rico utilizado nessa abordagem \u00e9 Didier Anzieu, que comenta a import\u00e2ncia de se estruturar limites ps\u00edquicos bem estabelecidos. Esses limites seriam a distin\u00e7\u00e3o entre o eu e o outro, o dentro e o fora. Al\u00e9m disso, faz parte dos limites a percep\u00e7\u00e3o do ser como um todo, que ao mesmo tempo constitui seus limites com o externo e recebe influ\u00eancias e impactos do meio a partir de seus \u201cfuros\u201d ps\u00edquicos, isto \u00e9, dos \u201ccaminhos\u201d por onde as rela\u00e7\u00f5es externas adentram o eu. Assim como Winnicott, Anzieu compreende que a separa\u00e7\u00e3o m\u00e3e-beb\u00ea deve ocorrer de forma adequada para que as fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas se fortale\u00e7am de maneira satisfat\u00f3ria. Utilizando-se desse reconhecido psicanalista, Garcia explica que, caso algum limite se constitua de forma err\u00f4nea durante o \u201cdescolamento\u201d, o psiquismo pode ser comprometido, ficando desprotegido e com limites indefinidos.<\/p>\n<p>Verifica-se, ent\u00e3o, que as patologias alimentares s\u00e3o desencadeamentos futuros de falhas que ocorreram no momento da constitui\u00e7\u00e3o ps\u00edquica, a qual ocorre nas primeiras fases da vida. Essas falhas na forma\u00e7\u00e3o acarretam dificuldades na diferencia\u00e7\u00e3o entre o eu e o externo, pois o indiv\u00edduo passou pelo descolamento m\u00e3e-beb\u00ea de forma r\u00edspida. Isso, portanto, compromete a constru\u00e7\u00e3o de fronteiras e limites do psiquismo. \u201cCom fronteiras fr\u00e1geis, temos o comprometimento da diferencia\u00e7\u00e3o dentro\/fora, interno\/externo, eu\/fora do eu, corpo\/psique. Dessa forma, o que se encontrar\u00e1 comprometida ser\u00e1 a pr\u00f3pria constitui\u00e7\u00e3o do eu\u201d, comenta Garcia<\/p>\n<h6><strong><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/anorexia-atual2.png\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-505\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/anorexia-atual2-68x300.png\" alt=\"\" width=\"136\" height=\"600\" \/><\/a>Defesas perigosas<\/strong><\/h6>\n<p>As marcas deixadas na constitui\u00e7\u00e3o ps\u00edquica do indiv\u00edduo o acompanhar\u00e3o durante sua trajet\u00f3ria de vida, podendo ocasionar diferentes patologias. No caso das patologias alimentares, a dificuldade da separa\u00e7\u00e3o m\u00e3e-beb\u00ea persiste durante os futuros relacionamentos desses indiv\u00edduos. Devido \u00e0 aus\u00eancia de limites ps\u00edquicos e uma fraca constitui\u00e7\u00e3o do eu, o paciente anor\u00e9xico acaba por desenvolver uma s\u00e9rie de defesas contra as rela\u00e7\u00f5es de proximidade e contato.<br \/>\nA anorexia e a bulimia nada mais s\u00e3o do que mecanismos de defesa contra a invas\u00e3o do objeto. A restri\u00e7\u00e3o alimentar aparece como uma tentativa de o indiv\u00edduo controlar a presen\u00e7a e aus\u00eancia do objeto, que, no caso, se d\u00e1 em forma de comida. \u201cPoder escolher\u201d quando haver\u00e1 a ingest\u00e3o de alimento ou n\u00e3o \u00e9 uma tentativa de controle daquele que se sente amea\u00e7ado pelo abandono. Contudo, essa \u201cprote\u00e7\u00e3o\u201d \u00e0 qual o paciente recorre \u00e9 falha e perigosa. \u201c\u00c9 uma defesa muito radical, que pode levar ao \u00f3bito. Ent\u00e3o, de fato houve uma falha muito grave na constitui\u00e7\u00e3o subjetiva, sen\u00e3o a pessoa poderia lan\u00e7ar m\u00e3o de recursos mais evolu\u00eddos\u201d, aponta Wainsten.<br \/>\nEmbora a anorexia e bulimia consistam em defesas, elas se manifestam de formas diversas. Uma \u00e9 a extrema falta; a outra, o excesso. \u201cSe na anorexia h\u00e1 uma verdadeira sujei\u00e7\u00e3o \u00e0 necessidade de controle, na bulimia temos a sujei\u00e7\u00e3o ao descontrole\u201d, afirma Garcia.<br \/>\nEssas rela\u00e7\u00f5es de falta e excesso parecem estar intimamente ligadas \u00e0s caracter\u00edsticas dos la\u00e7os familiares que pacientes anor\u00e9xicos desenvolvem. Wainsten, ao realizar a an\u00e1lise cl\u00ednica que comp\u00f4s sua disserta\u00e7\u00e3o, p\u00f4de notar essa rela\u00e7\u00e3o: \u201ca comida aparece como um elemento que une os membros da fam\u00edlia, seja por uma atividade em comum ou pela falta dela\u201d. Nas representa\u00e7\u00f5es gr\u00e1ficas feitas pelas pacientes entrevistadas, foi un\u00e2nime a men\u00e7\u00e3o \u00e0 comida nas reuni\u00f5es familiares, fosse como elemento presente ou como ausente.<br \/>\nOs v\u00ednculos afetivos s\u00e3o, por consequ\u00eancia, amea\u00e7as das quais pacientes com patologias alimentares tentam se proteger. Uma vez que a diferencia\u00e7\u00e3o do eu e do outro n\u00e3o foram feitas de forma adequada, qualquer possibilidade de separa\u00e7\u00e3o pode ser vista como um perigo. \u201cN\u00e3o \u00e9 como se o sujeito se separasse do outro, \u00e9 como se estivesse perdendo uma parte de si mesmo\u201d, exemplifica Wainsten.<br \/>\nPortanto, qualquer relacionamento e, logo, qualquer imin\u00eancia de separa\u00e7\u00e3o, pode se tornar um processo sofrido. Isso porque, com a fragilidade do psiquismo, a dificuldade em lidar com separa\u00e7\u00f5es e perdas, que s\u00e3o processos naturais da vida, compromete a elabora\u00e7\u00e3o do luto. Como o luto \u00e9 a representa\u00e7\u00e3o de uma perda, \u00e9 necess\u00e1rio separar-se de forma saud\u00e1vel do objeto. Mas \u201cse o eu e o objeto est\u00e3o, na fantasia, fusionados, como o paciente vai elaborar um luto, uma perda?\u201d, completa Wainsten.<\/p>\n<h6><strong><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/anorexia-atual2.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-505\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/12\/anorexia-atual2-68x300.png\" alt=\"\" width=\"132\" height=\"583\" \/><\/a>A\u00a0culpa<\/strong><\/h6>\n<p>Na rela\u00e7\u00e3o m\u00e3e-beb\u00ea, um dos pap\u00e9is maternos \u00e9 garantir a possibilidade da instaura\u00e7\u00e3o de um vazio e criar um ambiente prop\u00edcio para que a crian\u00e7a perceba o eu em rela\u00e7\u00e3o ao outro. Conforme j\u00e1 dito, \u00e9 nos prim\u00f3rdios da vida do indiv\u00edduo que a falha no processo de constitui\u00e7\u00e3o ps\u00edquica pode acontecer. Contudo, \u00e9 preciso ter cuidado ao tentar apontar um poss\u00edvel \u201cculpado\u201d, uma vez que a constitui\u00e7\u00e3o ps\u00edquica \u00e9 algo extremamente complexo. Wainsten ressalta: \u201cNunca \u00e9 culpa de ningu\u00e9m. M\u00e3e n\u00e3o tem culpa, \u00e9 uma sucess\u00e3o de falhas ambientais\u201d. V\u00e1rios fatores externos \u00e0 realidade da m\u00e3e ou da fam\u00edlia na qual o beb\u00ea est\u00e1 inserido podem resultar nesse quadro negativo. \u201c\u00c0s vezes, a m\u00e3e n\u00e3o tem amparo. E, quando vamos ver, ela n\u00e3o estava psicologicamente dispon\u00edvel. Isso pode acontecer, n\u00e3o \u00e9 m\u00e1 vontade\u201d, completa.<\/p>\n<p>Portanto, mesmo que se saiba quais s\u00e3o algumas das ra\u00edzes das falhas que produzem as patologias alimentares, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel denominar um \u201crespons\u00e1vel\u201d ou, ainda, precisar o momento em que algo deu errado. O essencial \u00e9 conhecer o funcionamento ps\u00edquico das pessoas acometidas e compreend\u00ea-lo.<\/p>\n<p>A partir do entendimento das falhas, \u00e9 fundamental ao paciente um acompanhamento m\u00e9dico que entenda a quest\u00e3o transferencial presente na raiz dos dist\u00farbios alimentares. \u201cTrata-se de entender melhor como se d\u00e1 o comprometimento desses limites para que a experi\u00eancia na rela\u00e7\u00e3o transferencial com o analista n\u00e3o deixe o paciente aprisionado numa l\u00f3gica de intrus\u00e3o e abandono, de vazio e excesso, de tudo ou nada\u201d, explica Garcia.<\/p>\n<p>Seria necess\u00e1rio, portanto, uma rela\u00e7\u00e3o na qual se possa construir limites ps\u00edquicos, entender o paciente e oferecer-lhe um lugar de conforto, um al\u00edvio. Assim, \u00e9 poss\u00edvel utilizar esses fatores de forma a tornar o tratamento mais eficiente e menos doloroso. Afinal, dor \u00e9 o que eles menos precisam nesse momento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por Sofia Mendes e Vit\u00f3ria Batistoti<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o por Islaine Maciel e Maria Isabel da Silva Leme<\/p>\n<p>Clique nas imagens para folhear as revistas\u00a0<strong>psico.<\/strong>usp<\/p>\n<div id=\"attachment_935\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 152px;\">\n<p class=\"wp-caption-text\"><a href=\"https:\/\/issuu.com\/psicologia_usp\/docs\/revista_psico.usp_n1_2015\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-935 \" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-2.png\" alt=\"\" width=\"142\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-2.png 307w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-2-226x300.png 226w\" sizes=\"(max-width: 142px) 100vw, 142px\" \/><\/a>Alfabetiza\u00e7\u00e3o \u2013 2015, n. 1<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"attachment_933\" class=\"wp-caption alignleft\" style=\"width: 150px;\">\n<p class=\"wp-caption-text\"><a href=\"https:\/\/issuu.com\/psicologia_usp\/docs\/revista_psico.usp_n._2-3_2016\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-933 \" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-1.png\" alt=\"\" width=\"140\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-1.png 305w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2017\/11\/revista-1-224x300.png 224w\" sizes=\"(max-width: 140px) 100vw, 140px\" \/><\/a>\u00c9 hora de falar sobre G\u00eanero \u2013 2016, n.2\/3<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadoras do IP analisam dist\u00farbios alimentares\u00a0acarretados por problemas no processo\u00a0de diferencia\u00e7\u00e3o entre m\u00e3e e beb\u00ea\u00a0 Muito al\u00e9m da busca pelo&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":610,"featured_media":516,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[9],"tags":[135,132,133,134,136],"class_list":["post-500","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude","tag-adolescentes","tag-anorexia","tag-bulimia","tag-disturbios-alimentares","tag-infancia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/500","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/610"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=500"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/500\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2089,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/500\/revisions\/2089"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/516"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=500"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=500"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=500"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}