{"id":6370,"date":"2024-11-14T19:40:28","date_gmt":"2024-11-14T21:40:28","guid":{"rendered":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/?p=6370"},"modified":"2024-11-22T19:45:57","modified_gmt":"2024-11-22T21:45:57","slug":"o-papel-da-prevencao-analise-de-noticias-sobre-cancer-em-jornais-brasileiros-on-line","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/o-papel-da-prevencao-analise-de-noticias-sobre-cancer-em-jornais-brasileiros-on-line\/","title":{"rendered":"O papel da preven\u00e7\u00e3o: an\u00e1lise de not\u00edcias sobre c\u00e2ncer em jornais brasileiros on-line"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_6381\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/eduardoblancocardoso2.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6381\" class=\"wp-image-6381 size-medium\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/eduardoblancocardoso2-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/eduardoblancocardoso2-300x300.jpg 300w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/eduardoblancocardoso2-150x150.jpg 150w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/eduardoblancocardoso2-160x160.jpg 160w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/eduardoblancocardoso2-320x320.jpg 320w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/eduardoblancocardoso2-45x45.jpg 45w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/eduardoblancocardoso2-200x200.jpg 200w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/eduardoblancocardoso2-400x400.jpg 400w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/eduardoblancocardoso2.jpg 420w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-6381\" class=\"wp-caption-text\">Eduardo Blanco Cardoso \u2013 Foto: Arquivo pessoal<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Uma pesquisa conduzida pela Sociedade Brasileira de Oncologia Cl\u00ednica revelou que 70% da popula\u00e7\u00e3o acredita possuir um conhecimento razo\u00e1vel sobre o c\u00e2ncer. No entanto, 24% dos entrevistados relataram n\u00e3o realizar exames preventivos. Al\u00e9m disso, 41% dos participantes atribu\u00edram o valor m\u00e1ximo, em uma escala de 0 a 10, ao grau de temor que sentem em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora o risco de desenvolver c\u00e2ncer antes dos 75 anos seja aproximadamente 22%, estima-se que entre 40% e 45% dos casos podem ser prevenidos atrav\u00e9s da ado\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitos de vida saud\u00e1veis. Essas medidas preventivas incluem a manuten\u00e7\u00e3o de uma alimenta\u00e7\u00e3o equilibrada, pr\u00e1tica regular de atividades f\u00edsicas, controle do peso corporal, abstin\u00eancia de tabaco, consumo moderado de \u00e1lcool, prote\u00e7\u00e3o adequada contra radia\u00e7\u00e3o solar, vacina\u00e7\u00e3o, ades\u00e3o a exames de rastreamento recomendados, entre outras raz\u00f5es. Torna-se evidente a necessidade de implementar estrat\u00e9gias que ampliem o conhecimento da popula\u00e7\u00e3o sobre os fatores de risco e a preven\u00e7\u00e3o, visando reduzir a alta incid\u00eancia da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paralelamente, estudos indicam que a aquisi\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es est\u00e1 diretamente associada ao aumento do conhecimento sobre a preven\u00e7\u00e3o, diagn\u00f3stico, tratamento e progn\u00f3stico da enfermidade. A maioria das pessoas acessa essas informa\u00e7\u00f5es de forma passiva, especialmente atrav\u00e9s da m\u00eddia. Entre os ve\u00edculos, os jornais, considerados uma fonte confi\u00e1vel, desempenham um papel decisivo na dissemina\u00e7\u00e3o de conte\u00fado relacionado a este tema. No entanto, a cobertura midi\u00e1tica frequentemente se concentra em tipos espec\u00edficos de neoplasias, independentemente de sua preval\u00eancia ou impacto na mortalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outra parte, as caracter\u00edsticas sociais, pol\u00edticas, religiosas e culturais de um pa\u00eds podem influenciar a abordagem adotada pelos meios de comunica\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 enfermidade, resultando em varia\u00e7\u00f5es regionais. Por exemplo, os jornais norte-americanos priorizam a cobertura do tratamento da doen\u00e7a, com menor \u00eanfase na preven\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e secund\u00e1ria. J\u00e1 os ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o canadenses tendem a destacar os riscos associados ao estilo de vida, em detrimento de fatores sociais, ambientais e biol\u00f3gicos. Em contraste, a m\u00eddia chinesa foca predominantemente nas neoplasias malignas femininas, mesmo quando outras com maior taxa de mortalidade apresentam maior relev\u00e2ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, n\u00e3o existem estudos abrangentes que analisem a cobertura da imprensa sobre o c\u00e2ncer. Apesar da significativa redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de leitores de jornais impressos durante a pandemia em 2021, essa tend\u00eancia de queda j\u00e1 vem sendo observada desde 2016, concomitante ao crescimento expressivo do jornalismo digital. Diante desse cen\u00e1rio, compreender as particularidades da cobertura jornal\u00edstica sobre a enfermidade, mesmo com a transi\u00e7\u00e3o para plataformas digitais, torna-se vital para alcan\u00e7ar os objetivos de conscientiza\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante disso, conduzimos uma investiga\u00e7\u00e3o sobre publica\u00e7\u00f5es em jornais on-line brasileiros que abordaram o tema do c\u00e2ncer, no per\u00edodo de janeiro de 2019 a dezembro de 2022, totalizando 232 artigos. As restri\u00e7\u00f5es ao acesso a cuidados de sa\u00fade impostas pela pandemia de covid-19 resultaram na interrup\u00e7\u00e3o de tratamentos oncol\u00f3gicos e de outras condi\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas, um fen\u00f4meno refletido nas reportagens veiculadas. Ainda assim, nesse cen\u00e1rio, houve a cont\u00ednua divulga\u00e7\u00e3o e reconhecimento de diversas not\u00edcias relacionadas \u00e0 doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre as variadas informa\u00e7\u00f5es coletadas, e que seguramente merecer\u00e3o um espa\u00e7o individualizado de an\u00e1lise, gostar\u00edamos de centrar a aten\u00e7\u00e3o em uma vari\u00e1vel espec\u00edfica: o \u201ctipo de conte\u00fado das not\u00edcias\u201d. Em ordem decrescente de frequ\u00eancia, os principais temas abordados foram: diagn\u00f3stico, tratamento e preven\u00e7\u00e3o. Registrou-se que, em 50% dos casos, a cobertura midi\u00e1tica enfatizou a ideia de que o diagn\u00f3stico precoce \u00e9 crucial para aumentar as chances de sobreviv\u00eancia, permitindo o acesso ao tratamento mais adequado. Em contrapartida, o diagn\u00f3stico tardio permaneceu fortemente associado \u00e0 mortalidade, especialmente nos casos de c\u00e2ncer de mama, colo do \u00fatero, pr\u00f3stata e p\u00e2ncreas.<\/p>\n<div id=\"attachment_6382\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/Elisa-Maria-Parahyba-Campos.jpg\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-6382\" class=\"wp-image-6382 size-medium\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/Elisa-Maria-Parahyba-Campos-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/Elisa-Maria-Parahyba-Campos-300x300.jpg 300w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/Elisa-Maria-Parahyba-Campos-150x150.jpg 150w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/Elisa-Maria-Parahyba-Campos-160x160.jpg 160w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/Elisa-Maria-Parahyba-Campos-320x320.jpg 320w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/Elisa-Maria-Parahyba-Campos-45x45.jpg 45w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/Elisa-Maria-Parahyba-Campos-200x200.jpg 200w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/Elisa-Maria-Parahyba-Campos-400x400.jpg 400w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2024\/11\/Elisa-Maria-Parahyba-Campos.jpg 420w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-6382\" class=\"wp-caption-text\">Elisa Maria Parahyba Campos \u2013 Foto: Cec\u00edlia Bastos\/USP<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora os meios de comunica\u00e7\u00e3o tenham dado \u00eanfase principalmente aos tipos de c\u00e2ncer nos quais o diagn\u00f3stico tardio possui relev\u00e2ncia estat\u00edstica, as causas dos atrasos s\u00e3o multifatoriais e complexas. Estima-se que 13% dos adiamentos evit\u00e1veis ocorram antes que o paciente procure atendimento m\u00e9dico, enquanto 38% acontecem ap\u00f3s o encaminhamento a um especialista. Os 49% restantes sucedem durante a avalia\u00e7\u00e3o pelo especialista, incluindo o tempo de espera para a realiza\u00e7\u00e3o de exames e a obten\u00e7\u00e3o de resultados. Outros exemplos de atrasos preven\u00edveis envolvem pacientes com sintomas inespec\u00edficos, que, em consultas iniciais, podem passar despercebidos ou ser erroneamente atribu\u00eddos a outras condi\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No jornalismo, o c\u00e2ncer tende a ser representado predominantemente como uma patologia de base fisiol\u00f3gica, sendo explicado e debatido sob a \u00f3tica da biomedicina, cujo enfoque taxon\u00f4mico se caracteriza pela refer\u00eancia a aspectos biol\u00f3gicos, diagn\u00f3sticos e terap\u00eauticos. No campo biom\u00e9dico, h\u00e1 uma clara prioriza\u00e7\u00e3o do tratamento em preju\u00edzo da preven\u00e7\u00e3o. Uma abordagem que tamb\u00e9m se refletiu, com relev\u00e2ncia estat\u00edstica, no material analisado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 fundamental destacar que, atualmente, o discurso mais correto e amplamente defendido \u00e9 o da preven\u00e7\u00e3o. No entanto, na pr\u00e1tica, observa-se uma consider\u00e1vel lacuna entre o que \u00e9 propagado e sua efetiva implementa\u00e7\u00e3o, evidenciando um descompasso entre o discurso preventivo e a realidade cotidiana.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para que as a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o sejam eficazes, \u00e9 imprescind\u00edvel que se integrem de maneira adequada ao diagn\u00f3stico e ao tratamento, uma vez que s\u00e3o partes indissoci\u00e1veis de um processo cont\u00ednuo. \u00c9 preciso n\u00e3o confundir diagn\u00f3stico precoce com preven\u00e7\u00e3o e, sobretudo, incorporar a preven\u00e7\u00e3o como prioridade nas a\u00e7\u00f5es de sa\u00fade dentro da aten\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria. Investir em preven\u00e7\u00e3o hoje resulta em economias futuras, mas o benef\u00edcio mais significativo vai al\u00e9m do aspecto econ\u00f4mico: trata-se da preserva\u00e7\u00e3o de vidas, da redu\u00e7\u00e3o de mutila\u00e7\u00f5es e da melhoria na qualidade de vida de milhares de pessoas, muitas das quais permanecem ativas e produtivas no mercado de trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Destacar a necessidade de ampliar a preven\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial, uma vez que 50% dos anos de vida perdidos globalmente s\u00e3o atribu\u00eddos a h\u00e1bitos e fatores ambientais; 20% a problemas gen\u00e9ticos, que ainda n\u00e3o podem ser modificados, e os 30% restantes a quest\u00f5es relacionadas a diagn\u00f3stico e tratamento, \u00e1reas que curiosamente recebem maior prioridade e visibilidade nos meios de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atualmente, \u00e9 poss\u00edvel identificar a maioria das causas de quase todas as doen\u00e7as, o que torna o enfoque exclusivo no diagn\u00f3stico precoce e em procedimentos m\u00e9dicos corretivos uma abordagem relativamente ultrapassada. Embora o diagn\u00f3stico precoce continue sendo uma ferramenta valiosa e deva ser mantido como parte do manejo cl\u00ednico, questiona-se a l\u00f3gica de esperar o surgimento da doen\u00e7a para, somente ent\u00e3o, diagnosticar e tratar. Dado o conhecimento sobre os fatores causais, \u00e9 muito mais eficaz e estrat\u00e9gico concentrar esfor\u00e7os na preven\u00e7\u00e3o, promovendo h\u00e1bitos de vida saud\u00e1veis que possam evitar o desenvolvimento das patologias desde seu in\u00edcio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante dessa perspectiva, torna-se evidente que a preven\u00e7\u00e3o deve ocupar um papel central nas pol\u00edticas de sa\u00fade, com foco na promo\u00e7\u00e3o de h\u00e1bitos protetores e na mitiga\u00e7\u00e3o dos fatores de risco identificados, em detrimento do enfoque exclusivo no diagn\u00f3stico e tratamento, que ocorre ap\u00f3s o surgimento da doen\u00e7a. Essa abordagem preventiva n\u00e3o apenas otimiza os recursos, mas tamb\u00e9m contribuir\u00e1 para a melhoria da qualidade de vida da popula\u00e7\u00e3o. O presente trabalho, que embasa essa reflex\u00e3o, foi publicado na\u00a0<a href=\"https:\/\/doi.org\/10.18848\/2770-5188\/CGP\/v03i02\/35-53\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>Revista Internacional de Estudios sobre Medios de Comunicaci\u00f3n<\/em><\/a>. A disponibiliza\u00e7\u00e3o dessas informa\u00e7\u00f5es visa incentivar um debate mais amplo e fundamentado sobre a import\u00e2ncia da preven\u00e7\u00e3o como estrat\u00e9gia principal na sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por Eduardo Blanco Cardoso, p\u00f3s-doutorando, e Elisa Maria Parahyba Campos, professora do Instituto de Psicologia da USP, para o <a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/artigos\/o-papel-da-prevencao-analise-de-noticias-sobre-cancer-em-jornais-brasileiros-on-line\/\">Jornal da USP<\/a>, 14\/11\/2024<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">_______________<br \/>\n<em>(As opini\u00f5es expressas pelos articulistas do\u00a0<strong>Jornal da USP<\/strong>\u00a0s\u00e3o de inteira responsabilidade de seus autores e n\u00e3o refletem opini\u00f5es do ve\u00edculo nem posi\u00e7\u00f5es institucionais da Universidade de S\u00e3o Paulo. Acesse aqui nossos\u00a0<a href=\"https:\/\/jornal.usp.br\/noticias\/parametros-editoriais-para-artigos-de-opiniao-no-jornal-da-usp\/\">par\u00e2metros editoriais para artigos de opini\u00e3o<\/a>.)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pesquisa conduzida pela Sociedade Brasileira de Oncologia Cl\u00ednica revelou que 70% da popula\u00e7\u00e3o acredita possuir um conhecimento razo\u00e1vel sobre&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":610,"featured_media":6384,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[3,1],"tags":[140,179,677,591],"class_list":["post-6370","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arte-e-cultura","category-sociedade","tag-cancer","tag-ipusp","tag-jornalonline","tag-psicologiaclinica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6370","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/users\/610"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6370"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6370\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6387,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6370\/revisions\/6387"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6384"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6370"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6370"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6370"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}