{"id":795,"date":"2016-07-06T16:30:06","date_gmt":"2016-07-06T18:30:06","guid":{"rendered":"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/?p=795"},"modified":"2025-07-04T17:13:00","modified_gmt":"2025-07-04T19:13:00","slug":"psicanalise-armario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/psicanalise-armario\/","title":{"rendered":"A psican\u00e1lise \u201cno arm\u00e1rio\u201d"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Pesquisador do IPUSP investiga e analisa a proscri\u00e7\u00e3o de psicanalistas homossexuais em \u00f3rg\u00e3o oficiais de psican\u00e1lise<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/psicanalise2.png\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-917 size-full aligncenter\" src=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/psicanalise2.png\" alt=\"\" width=\"529\" height=\"636\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/psicanalise2.png 529w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/psicanalise2-250x300.png 250w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/psicanalise2-400x481.png 400w\" sizes=\"(max-width: 529px) 100vw, 529px\" \/><\/a><\/strong>Quais caracter\u00edsticas comp\u00f5em um candidato eleg\u00edvel \u00e0 forma\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise? Em 1921, essa quest\u00e3o permeou uma importante discuss\u00e3o entre um c\u00edrculo de psicanalistas \u00edntimo a Freud. O grupo refletia acerca de uma particular caracter\u00edstica, bastante encoberta, ou mesmo\u00a0posposta, no tocante \u00e0 contrata\u00e7\u00e3o de profissionais para os \u00f3rg\u00e3os oficiais de psican\u00e1lise: a homossexualidade. Ao debate somam-se alguns relatos \u2013 nunca oficiais \u2013 apontando que alguns candidatos \u00e0 forma\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise pelas sociedades filiadas \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o\u00a0Psicanal\u00edtica Internacional (IPA) eram rejeitados se fossem assumidamente gays ou, se durante o processo seletivo, sua homossexualidade fosse revelada.<\/p>\n<p>De poss\u00edveis agentes, os futuros psicanalistas passaram a objetos na pesquisa do psic\u00f3logo e psicanalista Lucas Charafeddine Bulamah, mestre em psicologia pelo IPUSP, que, orientado pelo Prof. Dr. Daniel Kupermann, iniciou um meticuloso processo investigativo em que se buscava provar a exist\u00eancia e atua\u00e7\u00e3o de uma regra \u00ad\u2013 n\u00e3o escrita \u2013 de uma tradicional proscri\u00e7a\u00e3o de candidatos homossexuais masculinos \u00e0 forma\u00e7\u00e3o psicanal\u00edtica. \u201cEles eram imputados na categoria de pervers\u00e3o, borderline, psicose, ou algum outro tipo de preconceito de diagn\u00f3stico. At\u00e9 mesmo a palavra \u2018homossexual\u2019 durante muito tempo esteve presente no manual de\u00a0doen\u00e7as mentais, como sinal de m\u00e1 forma\u00e7\u00e3o, de interrup\u00e7\u00e3o do desenvolvimento\u201d. Esse diagn\u00f3stico tinha um prop\u00f3sito normalizante, \u201cvoc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 junto conosco porque voc\u00ea \u00e9\u00a0diferente\u201d, explica Bulamah, que, em entrevista \u00e0 revista psico.usp, destacou alguns pontos sobre seu trabalho, sobre a institui\u00e7\u00e3o psicanal\u00edtica e sobre Freud.<\/p>\n<h6><strong>A homossexualidade proscrita<\/strong><\/h6>\n<p>Em uma s\u00e9rie de cartas trocadas entre\u00a0importantes psicanalistas \u00e0 \u00e9poca fundante das institui\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas, era discutida a quest\u00e3o da candidatura de homossexuais. Em circular enviada a todos os membros do secreto comit\u00ea, Ernest Jones relatava ter aconselhado contra a admiss\u00e3o, pela Sociedade Holandesa de Psican\u00e1lise, de um membro que \u201cse sabia manifestamente homossexual\u201d. Otto Rank e Freud discordavam da posi\u00e7\u00e3o do colega, pois, para eles, a homossexualidade n\u00e3o era raz\u00e3o suficiente para a rejei\u00e7\u00e3o. Por outro lado, por\u00e9m, a contrata\u00e7\u00e3o n\u00e3o poderia tornar-se uma lei, \u201cconsiderando os v\u00e1rios tipos de homossexualidade e os diferentes mecanismos que a causam\u201d. J\u00e1 para os berlinenses Karl Abraham, Hanns Sachs e Max Eitingon, esses indiv\u00edduos s\u00f3 deveriam ser admitidos se tivessem \u201coutras qualidades a seu favor\u201d.<\/p>\n<p>Grande parte do conflito em torno dessa proscri\u00e7\u00e3o dos\u00a0homossexuais se dava por uma compreens\u00e3o, hoje tida como equivocada, de que a homossexualidade aparecia como parte de uma neurose e que, por isso, deveria ser\u00a0analisada. Uma vez neur\u00f3tico, o sujeito era visto como doente, porque estaria essencialmente marcado por conflitos pessoais que n\u00e3o foram resolvidos. \u201cEnquanto ele ainda for homossexual, enquanto ainda houver esse modo de satisfa\u00e7\u00e3o do desejo por algu\u00e9m do mesmo \u201cg\u00eanero\u201d (algo muito mais complexo), ele n\u00e3o est\u00e1 bem, n\u00e3o \u00e9 saud\u00e1vel ou \u00edntegro para ser o que era esperado de um certo ideal de psicanalista\u201d, explica Bulamah.<\/p>\n<h6><strong>A sexualidade \u00e9 an\u00e1rquica,\u00a0n\u00e3o tem norma, \u00e9\u00a0conformada socialmente<\/strong><\/h6>\n<p>Mas havia um problema nessa apropria\u00e7\u00e3o \u2013 e simplifica\u00e7\u00e3o \u2013 da teoria freudiana por um discurso marcadamente preconceituoso: segundo Freud, todos os indiv\u00edduos s\u00e3o neur\u00f3ticos, n\u00e3o apenas os homossexuais. \u201cO racioc\u00ednio estrutural vai dizer que \u2018ou voc\u00ea \u00e9 neur\u00f3tico obsessivo, ou voc\u00ea \u00e9 hist\u00e9rico, ou voc\u00ea \u00e9 psic\u00f3tico\u2019. Esse \u00e9 um racioc\u00ednio em que ningu\u00e9m escapa de um certo registro do pathos, de algum tipo de adoecimento. Ningu\u00e9m escapa de uma forma de insatisfa\u00e7\u00e3o frente ao mundo. N\u00e3o \u00e9 porque o\u00a0homem gosta mais de mulher ou de homem que ele \u00e9 mais ou menos doente\u201d, completa o pesquisador.<\/p>\n<h6><strong>Freud e a homossexualidade<\/strong><\/h6>\n<p>O discurso de exclus\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os oficiais ligados \u00e0 IPA mostrava-se atrelado a uma vis\u00e3o bastante hostil quanto \u00e0s quest\u00f5es de g\u00eanero. Segundo o pesquisador, havia uma ideia de que o homem gay era tido como uma aberra\u00e7\u00e3o, pois se associava a isso uma vontade de aproxima\u00e7\u00e3o ao ser mulher. \u201cE como pode um homem querer ser feminino? Quando voc\u00ea deseja uma mulher, voc\u00ea se firma enquanto homem, porque o discurso do desejo \u00e9 heterossexista, ele tem a heterossexualidade como polo heur\u00edstico. O que \u00e9 diferente dele d\u00e1 um curto-circuito em nossa ideia, porque o homem que deseja um homem s\u00f3 pode ser uma mulher. Ent\u00e3o a mulher que deseja uma mulher nem sequer aparece\u201d, argumenta o psic\u00f3logo.<\/p>\n<p>Mas Freud, ainda que assinando cartas com ressalvas quanto \u00e0 discuss\u00e3o, tinha um racioc\u00ednio muito diferente do encontrado pelos membros do Comit\u00ea\u00a0Secreto. J\u00e1 em 1905, encontramos estudos sobre a dire\u00e7\u00e3o da libido de um sujeito para o outro. N\u00e3o haveria g\u00eanero naquele que \u00e9 desejado, do ponto de vista do\u00a0inconsciente, uma vez que, ali, as\u00a0representa\u00e7\u00f5es do g\u00eanero n\u00e3o se conformam com os caracteres socialmente\u00a0representados. Para o pai da psican\u00e1lise, no inconsciente todos fazem uma escolha homossexual. \u201cSegundo Freud, e para dizer de uma maneira bastante vulgar, todo homem j\u00e1 desejou o pr\u00f3prio pai, toda menina j\u00e1\u00a0desejou a pr\u00f3pria m\u00e3e. A sexualidade \u00e9 an\u00e1rquica, ela n\u00e3o tem norma, ela \u00e9 conformada socialmente\u201d, elucida Bulamah.<\/p>\n<p>Mas, para os psicanalistas das d\u00e9cadas de 40 e 50, esses excessos precisavam ser polidos, pois o ser humano precisa de uma evolu\u00e7\u00e3o e a homossexualidade \u00e9 uma trava para tal. Esse discurso\u00a0aparece ent\u00e3o como fruto de um racioc\u00ednio marcado pelo preconceito e por uma institucionalizada intoler\u00e2ncia.<\/p>\n<h6><strong>Psican\u00e1lise institucionalizada<\/strong><\/h6>\n<p>Como consequ\u00eancia do prest\u00edgio de que gozava a psican\u00e1lise no s\u00e9culo passado em grande parte do Ocidente, e da estrutura\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio que promovia na sociedade, foi criada a Associa\u00e7\u00e3o Psicanal\u00edtica Internacional (IPA), como um \u00f3rg\u00e3o centralizador da forma\u00e7\u00e3o do psicanalista, vindo a organizar as sociedades que a ela se vinculavam. Em resposta aos abusos da popularidade e visando a uma esp\u00e9cie de controle de qualidade, veio a necessidade de selecionar os candidatos a cargos oficiais.<\/p>\n<p>Dessa institucionaliza\u00e7\u00e3o da psican\u00e1lise, surgiram as controv\u00e9rsias. Primeiro com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 aceita\u00e7\u00e3o de candidatos n\u00e3o\u00a0m\u00e9dicos, depois com o ingresso de candidatos homossexuais. Todavia, segundo Bulamah, \u201co que distingue as duas controv\u00e9rsias \u00e9 a visibilidade, ausente em uma e presente na outra\u201d. A quest\u00e3o dos n\u00e3o m\u00e9dicos dividia a sociedade psicanal\u00edtica, mas o debate era expl\u00edcito, tanto nos congressos como nos artigos. No segundo caso, houve um mascaramento do preconceito e da discuss\u00e3o por interm\u00e9dio da institucionaliza\u00e7\u00e3o, vide cartas que circularam secretamente entre o \u201cComit\u00ea Secreto\u201d de que Freud fez parte.<\/p>\n<p>Em \u201cA psicologia das massas\u201d, Freud j\u00e1 falava sobre o \u201cnarcisismo das pequenas diferen\u00e7as\u201d. Segundo os estudos freudianos, os grupos costumam se unir para combater um inimigo em comum. Se nas d\u00e9cadas passadas a homossexualidade era \u201ccolocada no arm\u00e1rio\u201d, como uma vergonha a ser escondida, hoje h\u00e1 muito desse preconceito com a transexualidade, ainda patologizada pela psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>A institucionaliza\u00e7\u00e3o da psican\u00e1lise \u00e9 problem\u00e1tica, dado que ela n\u00e3o favorece uma associa\u00e7\u00e3o. \u201cDe certa maneira, a associa\u00e7\u00e3o implica uma conformidade do discurso, de ideais, e a psican\u00e1lise, na verdade, demanda que voc\u00ea tenha algo no la\u00e7o, entre voc\u00ea e os outros, o que n\u00e3o propicia o encontro, o entendimento, mas, sim, um comportamento disruptivo\u201d, explica o pesquisador.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m segundo Bulamah, em uma associa\u00e7\u00e3o de psicanalistas se prega a exist\u00eancia de um todo comum, tanto em termos te\u00f3ricos como dogm\u00e1ticos. \u201c\u00c9 complicado para um sujeito ser diferente em uma sociedade em que se pressup\u00f5e que se seja o mesmo\u201d, completa.<\/p>\n<h6><strong>Saindo \u201cdo arm\u00e1rio\u201d<\/strong><\/h6>\n<div id=\"attachment_915\" style=\"width: 259px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/DSC_0395.jpg\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-915\" class=\"wp-image-915 size-medium\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/DSC_0395-249x300.jpg\" alt=\"\" width=\"249\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/DSC_0395-249x300.jpg 249w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/DSC_0395-768x924.jpg 768w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/DSC_0395-851x1024.jpg 851w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/DSC_0395-400x482.jpg 400w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/DSC_0395.jpg 1590w\" sizes=\"(max-width: 249px) 100vw, 249px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-915\" class=\"wp-caption-text\">Lucas Charafeddine Bulamah<\/p><\/div>\n<p>Houve um movimento de luta bastante forte por parte de alguns psicanalistas, especialmente nos Estados Unidos, onde o preconceito se demarcou com maior expressividade. Se nos outros institutos \u2013 como nos do Brasil e da Fran\u00e7a \u2013 a exclus\u00e3o era mais velada, na associa\u00e7\u00e3o\u00a0americana havia um empenho bem mais ostensivo em esconder o que fugia \u00e0 ordem do tradicional. \u201cAssim que a IPA, nos EUA, liberou a entrada de homossexuais para cursos de forma\u00e7\u00e3o, criou-se um comit\u00ea para reunir grupos de discuss\u00f5es em todas as associa\u00e7\u00f5es ligadas \u00e0 IPA no pa\u00eds. E hoje existe uma turma muito unida, plural, mas problem\u00e1tica em v\u00e1rios aspectos\u201d, explica Bulamah.<\/p>\n<p>Hoje, ainda que tendo perdido alguma for\u00e7a, a IPA continua sendo muito importante, mostrando-se em um cont\u00ednuo movimento de leitura mais plural das problem\u00e1ticas, especialmente das de g\u00eanero. Por isso, pode-se verificar um processo de moderniza\u00e7\u00e3o das estruturas\u00a0psicanal\u00edticas, pois a psican\u00e1lise sobreviveu para al\u00e9m da institui\u00e7\u00e3o stricto\u00a0sensu. \u201cA IPA est\u00e1 tentando se modernizar\u00a0negociando seus par\u00e2metros de sobreviv\u00eancia quanto \u00e0 associa\u00e7\u00e3o mundial que ela \u00e9. Todavia, a psican\u00e1lise n\u00e3o depende necess\u00e1riamente de institui\u00e7\u00f5es para sobreviver, j\u00e1 que ela \u00e9 um discurso que hoje \u00e9 artefato da humanidade. Estuda-se psican\u00e1lise como uma \u00e1rea do conhecimento, sem precisar pertencer a uma institui\u00e7\u00e3o, propriamente dita\u201d, finaliza o pesquisador.<\/p>\n<p>Por Aryanna Oliveira<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o por Islaine Maciel e Maria Isabel da Silva Leme<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div><strong><span style=\"color: #800000;\">Veja tamb\u00e9m:<\/span><\/strong><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/os-meus-os-seus-os-nossos\/\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1377\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/os-meus-e-seus-300x244.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"244\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/os-meus-e-seus-300x244.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/os-meus-e-seus.png 317w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/954-2\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1369\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/elas-querem-voz-300x271.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"271\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/elas-querem-voz-300x271.png 300w, https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/elas-querem-voz.png 301w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/can\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1370\" src=\"http:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/we-can-do-it-300x283.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/sites.usp.br\/psicousp\/wp-content\/uploads\/sites\/340\/2016\/07\/we-can-do-it-300x283.png 300w, 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