Extensão

As atividades de extensão permitem compartilhar com a sociedade o conhecimento abordado nas diversas linhas de pesquisa congregadas junto ao DB, promovendo o debate de assuntos atuais que envolvem temas das Ciências Biológicas e fomentando o intercâmbio de saberes entre academia e sociedade. Historicamente o DB desenvolve numerosas atividades de extensão universitária. Essas ações são especialmente proeminentes na interface com a educação em diferentes níveis de formação. Nessa vertente, destaca-se o projeto do Museu da Biodiversidade da Universidade de São Paulo (MBUSP), que congregará uma exposição de grande porte com potencial para transformar a cidade e o campus em um centro nacional de visitação. Membros do DB também participam de cursos gratuitos de preparação para o vestibular, provêm suporte direto a escolas e docentes da Rede Pública de Ensino em atividades de ensino de Ciência, realizam acolhimento de professores e alunos da Rede Pública de ensino em atividades no DB e lideram ações de extensão em áreas públicas (“Bio na Rua“) também relacionadas ao ensino de Ciência. Dentre as ações em interface com atividades relacionadas com o uso e gestão do meio ambiente, destacam-se a identificação de material biológico, o apoio fornecido a apicultores, e a orientação para atividades de conservação e sustentabilidade dentro e fora do campus da USP. É importante destacar que muitos dos eventos realizados no âmbito do DB são propostos e organizados por discentes de graduação ou vinculados aos Programas de Pós-Graduação em Biologia Comparada e Entomologia. Essa estratégia estimula que nossa(o)s aluna(o)s adquiram vivência docente e experiência na organização de atividades e eventos científicos.

 

Núcleo de Apoio às Atividades de Cultura e Extensão “Centro de Estudo e Extensão Florestal da USP de Ribeirão Preto” (CEEFLORUSP):

O NACE CEEFLORUSP tem realizado diversas ações visando a formação de educadores na área ambiental. A cada 2 anos é oferecido um curso voltado para práticas em sala de aula com o tema da biodiversidade. Também são realizadas visitas monitoradas à área de reflorestamento do campus, que têm por objetivo mostrar à comunidade USP e do seu entorno a importância das áreas reflorestadas e ilustrar como a pesquisa científica tem contribuído para a criação e manejo dessas áreas.

 

Atividades Regulares:

Bio na Rua(https://www.facebook.com/bionaruarp/?ref=br_rs): O Bio na Rua é um evento anual realizado em espaços públicos (praças ou parques). A atividade, iniciada em 2017, é organizada e executada por estudantes do DB, com apoio do corpo docente e servidores não-docentes. O projeto visa, por meio de atividades interativas e expositivas sobre diversos temas da biologia, promover a divulgação científica e a transmissão do conhecimento, bem como despertar o interesse da sociedade pela biologia e pela ciência de forma geral, além de incentivar o uso e a conservação dos espaços públicos.

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Café com Ciência: Trata-se de uma iniciativa empreendida pelos Programas de Pós-Graduação em Biologia Comparada e em Entomologia e pelo Departamento de Biologia, sendo coordenada por docentes do DB e pós-graduanda(o)s, primariamente visando informar a(o)s discentes de graduação e Pós-Graduação do DB sobre os principais avanços nas diferentes áreas do conhecimento, além de viabilizar o contato entre discentes e pesquisadora(e)s palestrantes vinculados a instituições de ensino e pesquisa no Brasil e no exterior. O evento, usualmente composto por palestras ou debates com duração de 2 horas que ocorrem regularmente uma vez por semana, em dia e horário fixo, durante todo período letivo. O Café com Ciência foi inaugurado em agosto de 2013, e acumula 183 edições (http://1cafecomciencia.blogspot.com/; https://www.facebook.com/Caf%C3%A9-com-Ci%C3%AAncia-FFCLRPUSP-1685913228312438/).

 

 

 

 

 

Darwin Day: Darwin Day é um evento internacional organizado pela American Humanist Association que desde 2000 visa celebrar a vida e obra do naturalista Charles Robert Darwin (1809-1882), discutindo com a sociedade os conceitos da Biologia Evolutiva e seus impactos para diferentes esferas sociais. O evento encontra-se em sua 6a edição em Ribeirão Preto, sempre organizado e promovido pela(o)s discentes dos Programas de Pós-Graduação de Biologia Comparada e de Entomologia da FFCLRP, com apoio de sua(eu)s coordenadora(e)s e do DB. Tem como público-alvo alunos de Ensino Médio e professores de Ciências e Biologia, e seu principal objetivo é promover a troca de conhecimentos entre o meio acadêmico e a sociedade, estimulado a formação de cidadãos mais críticos.

 

Semana de Bioestudos: essa atividade é organizada pelo corpo discente do DB, por meio do Centro Estudantil da Biologia “Maria Madalena da Costa Telles” (CEB), com apoio do DB. O evento é realizado há 45 anos ininterruptos, e tem como público-alvo estudantes de biologia, mas não exclusivamente. A Semana de Bioestudos objetiva trazer diversos temas das diferentes áreas do conhecimento científico e cultural, visando debater assuntos em âmbito geral, integrando aluna(o)s de graduação do curso de Ciências Biológicas do DB e de Pós-Graduação da FFCLRP, além de aluna(o)s de outras faculdades e instituições e funcionária(o)s do campus.

 

Pronta pra ser Cientista:

O projeto Pronta pra ser Cientista tem como objetivo atrair meninas para as carreiras de Ciências Biológicas e estimular pesquisadoras da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCLRP) e da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFRP), Universidade de São Paulo, a se tornarem agentes do desenvolvimento científico e tecnológico no campus USP-RP por meio de um curso gratuito com o público alvo feminino oriundo de escolas públicas e privadas da rede de Ensino Fundamental de Ribeirão Preto.

 

 

 

https://sites.usp.br/prontacientista/

 

 

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👩🏽‍🔬🔬Estão abertas as inscrições para o Pronta pra ser Cientista 2026 ✨
Essa edição será realizada presencialmente no Departamento de Biologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto – FFCLRP/USP, aos sábados da manhã de maio (das 8:30 às 12:30), nos dias 09/05, 16/05, 23/05 e 30/05.❤️

Serão sorteadas 30 vagas para alunas do Ensino Fundamental II (do 6º ao 9º ano), sendo 10 vagas destinadas a alunas de escola pública e bolsistas de 100% de escolas privadas; 10 vagas destinadas a PPI (Pessoas Pretas, Pardas e Indígenas); e 10 vagas para alunas de escola privada (ampla concorrência). 👩🏽‍🔬

☝🏽Inscrições estarão abertas do dia 06/04 ao dia 21/04 e o sorteio das participantes será realizado no dia 22/04 em nossas redes sociais.

Para mais informações, acompanhem nossas redes sociais! 😍😍

📲 Link formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfmylGfO4b4cpPQ0fkyYKS-5fhOyZNsz8omnQMZWnt5B1-aFg/viewform?usp=dialog

10º Curso de Orquídeas

Período: 15/06/2026 a 18/06/2026

Inscrições: Apolo Web

OBJETIVOS:

Propiciar a comunidade noções sobre sistemática e reprodução de plantas, e sobre preservação da flora e da fauna usando asorquídeas como modelo. Apresentar noções de cultivo consciente, expondo o problema do comércio de plantas nativas(retiradas do habitat) e com o uso de materiais alternativos, sem o uso de substratos extraídos de forma ilegal da natureza,como o xaxim.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
Enfoque sobre sistemática, aspectos reprodutivos e preservação de orquídeas nativas baseado em aulas teórico-práticas.
– Sistemática e evolução de orquídeas. O que os estudos mais recentes revelam?
– O que é taxonomia? Como e para que são dados nomes às espécies?
– Como as orquídeas se reproduzem. As flores (morfo-anatomia) e seus polinizadores.
– Como e por que os animais vão até as flores? Estratégias de atração e recursos florais.
– O que é preservação? O que preservar? Como preservar? Por que preservar?
– Como os pesquisadores trabalham com as orquídeas? O que fazer? Como fazer? Integrando pesquisadores e sociedade.
– O cultivo consciente. Não ao comércio de plantas nativas retiradas do hábitat.
– Substratos alternativos ao xaxim
MÉTODOS UTILIZADOS:
Aulas teóricas expositivas (com auxílio de projetor de slides e “datashow”). Aulas práticas de laboratório com manuseio demateriais (com auxílio de microscópio e lupa binocular) para visualização das estruturas apresentadas na aula teórica
8. ATIVIDADES DISCENTES:
Participação nas aulas teóricas. Preenchimento de roteiros de aula prática com esquemas das estruturas morfológicas elegendas. Os roteiros preenchidos serão recolhidos ao final de cada aula para fins de avaliação.
CARGA HORÁRIA:
Aulas teóricas e seminários:06:00h
Aulas práticas ou de campo: 06:00h
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM:
A avaliação se baseará na correção dos roteiros de aula prática. Frequência mínima de 75% da carga horária atribuída àsatividades desenvolvidas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Cogniaux, A. 1893-1896. Orchidaceae. In: Martius, C.F.P.; Eichler, A.G. & Urban, I. (ed.). Flora brasiliensis. F. Fleischer, Munique.
Cogniaux, A. 1898-1902. Orchidaceae. In: Martius, C.F.P.; Eichler, A.G. & Urban, I. (ed.). Flora brasiliensis. R. Oldenbourg,Munique.
Cogniaux, A. 1904-1906. Orchidaceae. In: Martius, C.F.P.; Eichler, A.G. & Urban, I. (ed.). Flora brasiliensis. R. Oldenbourg,Munique.
Dressler, R.L. 1993. Phylogeny and classification of the orchid family. Portland, Dioscorides Press.
Hoehne, F.C. 1940. Orchidaceas. In: Hoehne, F.C. (ed.). Flora brasilica. Vol. 12. Secretaria da Agricultura do Estado de SãoPaulo, São Paulo.
Hoehne, F.C. 1942. Orchidaceas. In: Hoehne, F.C. (ed.). Flora brasilica. Vol. 12. Secretaria da Agricultura do Estado de SãoPaulo, São Paulo.
Hoehne, F.C. 1945. Orchidaceas. In: Hoehne, F.C. (ed.). Flora brasilica. Vol. 12. Secretaria da Agricultura do Estado de SãoPaulo, São Paulo.
Hoehne, F.C. 1949. Iconografia de orquidáceas do Brasil. S.A. Indústrias “Graphicars-f. Lanzara”, São Paulo. 601p.
Hoehne, F.C. 1953. Orchidaceas. In: Hoehne, F.C. (ed.). Flora brasilica. Vol. 12. Secretaria da Agricultura do Estado de SãoPaulo, São Paulo.
Pansarin, E.R. & Pansarin, L.M. 2008. A família Orchidaceae na Serra do Japi, São Paulo, Brasil. Rodriguesia 59: 99-111.
Proctor, M. 1996. The natural history of pollination. Harper Collins Publisher, London.
Proctor, M. & Yeo, P. 1972. The pollination of flowers. Taplinger Publishing Company, New York.
Richards, A.J. 1986. Plant breeding systems. Georg Allen & Unwin, Boston.
Ruschi, A. 1997. Orquídeas do Estado do Espírito Santo. 2. ed. Expressão e Cultura, Rio de Janeiro.
Silva, W. 1986. Cultivo de orquídeas no Brasil. Nobel, São Paulo.
Sprunger, S.; Cribb, P. & Toscano de Brito, A.L.V. 1996. João Barbosa Rodrigues – Iconographie des orchidées du Brésil. Vol. 1.The illustrations. Friedrich Reinhardt, Basle.
Toscano de Brito, A.L.V. & Cribb, P. 2005. Orquídeas da Chapada Diamantina. Nova Fronteira, Rio de Janeiro. 400p.
van der Pijl, L & Dodson, C.H. 1966. Orchid flowers: their pollination and evolution. University of Miami Press, Miami.