Oficinas
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Reuniões Gerais
Confira abaixo as gravações das reuniões gerais de 2025:
Confira abaixo as atas, gravações e documentos relevantes das reuniões gerais de 2024:
Pauta:
- Prof. Dr. Marcelo Cândido da Silva (USP) introduz a reunião (14h04);
- Passa a palavra para a equipe do eixo Métodos Digitais, para discussão da Plataforma Digital Analítica – 04 min 01 seg;
- Apresentação do Prof. Dr. Thiago Ribeiro (UFG) – 04 min 30 seg;
- Apresentação de Henrique Sbarai (Bolsista TT-4) – 13 min 02 seg;
- Fim da apresentação e abertura das questões – 48 min 45 seg;
- Questão de Marcella Miranda – 53 min 38 seg;
- Questão da Prof. Dra. Maria Cristina Duarte Pereira (USP) – 57 min 33 seg;
- Questão de Marina Sanchez (Doutorado-USP) – 01 hr 03 min 02 seg;
- Questão de Isabela Alves Silva (Doutorado-USP) – 01 hr 07 min 51 seg;
- Questão de Diego Pereira (Doutorado-Unicamp) – 01 hr 12 min 18 seg;
- Questão de José Francisco Fonseca (Doutorado-USP) – 01 hr 22 min 09 seg;
- Questão de Pedro de Oliveira (Mestrado-USP) – 01 hr 29 min 53 seg;
- Questão do Prof. Dr. Renato da Silva (UFF) – 01 hr 36 min 05 seg;
- Fala de Encerramento de Prof. Dr. Marcelo Cândido da Silva (USP) – 01 hr 39 min 01 seg;
- Acréscimo de José Francisco Fonseca e Diego Pereira sobre o GT de publicações – 01 hr 44 min 53 seg;
- Acréscimo da Prof. Dra. Néri de Barros Almeida (Unicamp) – 01 hr 47 min 57 seg;
- Fim da pauta (16h02).
Informes:
- Inscrição no curso “O Adriático Oriental no contexto mediterrâneo: reforma, Igreja e sociedade (séculos X a XII)” está disponível; interessados devem escrever para a secretaria e pós-graduação em História da FFLCH-USP (spghisto@usp.br); curso a ser realizado entre os dias 4 e 6 de novembro, das 9h às 13h;
- Inscrição para o evento “A História Antiga e Medieval e seus desafios : História Global, eurocentrismo e pré-modernidade” está disponível; interessados devem escrever para o email do HisCoMM (historiaconectada.fflch@usp.br); o evento ocorrerá nos dias 5 e 6 de novembro, das 14h às 16h;
- O 3º Seminário Geral do HisCoMM ocorrerá no dia 13 de dezembro, em formato híbrido; a programação será divulgada em breve;
- Prof. Dr. Marcelo Cândido da Silva solicita o envio da primeira leva de relatórios e cronogramas, para aqueles que ainda não enviaram; em breve, algumas alterações em ambos serão comunicadas a todos.
Pauta:
Prof. Dr. Marcelo Cândido da Silva (USP) introduz a reunião (14h03);
Em seguida, passa a palavra aos membros do EPIFAME – 3 min 20 seg;
Apresentação de Isabela Alves da Silva (Doutorado-USP) – 3 min 20 seg;
Apresentação de José Francisco Fonseca (Doutorado-USP) – 9 min 28 seg;
Apresentação do Prof. Dr. Thiago Juarez (UFG) – 18 min 01 seg;
Apresentação de Letícia Nogueira (Graduação-USP) – 34 min 23 seg;
Apresentação do Prof. Dr. Marcelo Cândido da Silva (USP) – 47 min 02 seg;
Fim da apresentação e abertura da discussão – 52 min 35 seg;
Questão da Prof. Dra. Ana Paula Megiani (USP) – 53 min 23 seg;
Questão do Prof. Dr. Renato da Silva (UFF) – 1 hr 04 min 03 seg;
Questão Prof. Dra. Adriana Vidotte (UFG) – 1 hr 14 min 15 seg;
Questão da Prof. Dra. Ana Paula Megiani (USP) – 1 hr 24 min 11 seg;
Questão de Henrique Sbarai (Bolsista TT4-USP) – 1 hr 27 min 43 seg;
Questão de Filipe Figueiredo (Graduação-USP) – 1 hr 31 min 20 seg;
Questão da Prof. Dra. Flávia Galli (Unifesp) – 1 hr 37 min 14 seg;
Fim da pauta (16h).
Documentos:
- Apresentação – Circulação e Culturas Compartilhadas: Os Objetos Portáteis como Produtores de Sentido (PDF)
- Apresentação – Os celeiros das Colinas Metalíferas (Toscana) (PDF)
Pauta:
- Professor Dr. Marcelo Cândido da Silva (USP) introduz a reunião (14h00);
- Apresentação do bolsista TT-4 do Projeto, Henrique Sbarai;
- Informa sobre o desenvolvimento de área privada no site do Projeto Temático, no qual todos os membros possuirão login e senha;
- Professor prossegue para debate inicial (10min); em seguida, o professor passa a palavra para as apresentadoras do dia, começando pela professora Dra. Flávia Galli (Unifesp);
- Apresentação da Prof. Dra. Flávia Galli (16min);
- Apresentação da Prof. Dra. Maria Cristina Pereira (USP) (16min);
- Apresentação de Marina Duarte Sanchez (Doutoranda – USP) (15min);
- Fim das apresentações e início das questões (14h57);
- Professor Dr. Renato da Silva (UFF):
- Como mapear a circulação do “Savoir Faire”?
- Professora Flávia: Embora o modo de fabricação em si seja pouco descrito, a apreciação do Savoir Faire era comum no período de estudo; alguns textos técnicos e principalmente literários descreviam técnicas de produção, e era possível perceber suas utilizações a partir de elogios e também da análise do próprio objeto;
- É possível vincular a circulação de cópias com a construção de uma comunidade imaginada relacionada à patrística?
- Professora Maria Cristina: concorda com essa ideia, demonstrando seu interesse em analisar a materialidade da questão; talvez seria um caminho interessante analisar o processo de ornamentação, que em geral tem sido pouco estudado;
- É possível pensar a disseminação de silos como sinais de uma divisão socioespacial do trabalho?
- Marina: maior circulação de grãos não necessariamente significa o “engaiolamento do campesinato” ou transformação para economia dinamizada e comercial, mas não há certeza
- Como mapear a circulação do “Savoir Faire”?
- Professora Dra. Maria Cristina Pereira (USP):
- Como definir o objeto? Algo que possui materialidade, que circula, que possui determinada autonomia etc?;
- Trabalhando com o conceito objeto-imagem, é possível também pensar em imagem-objeto?
- Professora Flávia: Sim; há o objeto, mas há também a necessidade de reproduzi-lo em outro suporte; daí surge a ideia do objeto que deixa de ser tridimensional e passa a figurar dentro de outra imagem;
- Professor Dr. Marcelo Cândido da Silva (USP):
- Ponto de partida do Projeto Temático foi a importância da circulação para a construção das comunidades; no entanto, necessário readequar essa lógica ao fato de que comunidades também constroem-se pela não circulação ou, ainda, em paralelo à circulação;
- Professora Dra. Adriana Vidotte (UFG):
- Enfatiza a questão “para que circula?”; existem várias camadas nos motivos da circulação;
- José Francisco Fonseca (Doutorando-USP):
- Importante pensar nas diferenças cronológicas nas circulações de diferentes categorias de objetos; Muito diferente pensar a circulação de objetos de luxo e de alimentos, por exemplo;
- Professora Dra. Maria Filomena Coelho (UNB):
- Tratando da apresentação de Marina, pontua que os silos são bons objetos e, embora imóveis, permitem a análise da circulação do conhecimento de sua produção; além disso, fornecem pistas sobre variedade tecnológica entre estratos sociais, uma vez que exigiam, diferente do que imaginava-se, certa quantidade de recursos para sua produção;
- Fim da pauta (16h00).
Encaminhamentos:
- Prorrogação do prazo de preenchimento do formulário de coleta de dados – dia 09 de setembro;
- Link do formulário: https://forms.gle/qffVof5A4T5zAKRo9
- Próximas oficinas:
- 05/08 e 12/09: Oficina de produção de podcasts
- 19/09 e 26/09: Twine para o ensino de História e História Pública.
Documentos:
Pauta:
- Professor Dr. Marcelo Cândido da Silva (USP) introduz a reunião, passando a palavra para a professora Dra. Maria Cristina Pereira (USP);
- “Fazer circular objetos e ideias” é o tema, introduzido pela professora, que logo depois passa a um “preâmbulo apologético”;
- Objeto de estudo são objetos que circulam com imagens;
- Livros criavam laços de todos os tipos desde sua produção até seu consumo; dá exemplo da dinâmica do dom do livro, representado em duas imagens:
- Primeira figura, a “Doação do monge Nevelo”, reforça a criação de laço entre a comunidade e o santo patrono do mosteiro; uma segunda imagem, a “Doação de Jean de Marot a Ana da Bretanha” demonstra a tentativa da rainha, que encomenda a obra, de reforçar sua agência e sua posição de autoridade frente à corte;
- A partir disso, conclui que imagens dão a ver as relações hierárquicas, representando os laços sociais;
- Passa ao objeto principal do estudo no âmbito do temático, que seria a obra Etimologias, de Isidoro de Sevilha; relação entre Bráulio e Isidoro de Sevilha posta em destaque:
- Bráulio afirma em determinada obra que seria o encomendador das Etimologias, questão que, no entanto, é incerta;
- compara imagens de ambas personagens presentes em diferentes manuscritos: os dois primeiros, presentes nas De Natura Rerum e nas próprias etimologias, representam de forma muito semelhante ambos os indivíduos, demonstrando relação entre os mesmos;
- Já em um terceiro manuscrito, também das etimologias, observamos uma composição semelhante à dos anteriores, com duas figuras representadas sobre dois púlpitos diferentes; o primeiro púlpito, no entanto, mostra santo escrevendo em livro; o segundo púlpito, por sua vez, mostra jovem atormentado por diabo, o que não pode ser associado nem a Isidoro nem a Braulio;
- Interessante notar que segunda e terceira imagem, apesar de suas diferenças, encontram-se no mesmo mosteiro, em Einsiedeln;
- Conclusões;
- diferente das imagens analisadas no preâmbulo, estas imagens são exemplo a circulação das ideias e dos modelos imagéticos, com diversas mudanças mesmo entre imagens produzidas no âmbito do mesmo mosteiro;
- Fim da exposição;
- Professor Dr. Marcelo Cândido da Silva:
- Ideia de circulação no início do projeto era muitos simples; o que a apresentação mostra é que o conceito de circulação pode ser dissecado em muitos aspectos;
- Exemplos trazidos são ricos pois apresentam outro fenômeno que se liga à circulação que é a metalepse, que mostra consciência dos artistas sobre a circulação; também mostra como circulação produz ou reforça hierarquia; Finaliza apontando que está otimista com as relações possíveis de serem estabelecidas entre pesquisas;
- Resposta: estas metaimagens, chamado por você de metalepse, apresentam diversas e ricas camadas de interpretação;
- Professora Dra. Ana Paula Megiani (USP):
- Elogia a apresentação, ficando satisfeita com a riqueza da obra escolhida para estudo no eixo Comunicação e Circulação (etimologias);
- Fenômeno do dom de livros é muito rico, estabelecendo possibilidade de compreender as dedicatórias nos diferentes períodos estudados no Projeto;
- Professor Dr. Renato da Silva (UFF):
- Em função de fonte estudada (lista de doação), pensou como o processo de construção de uma narrativa sempre tem uma narrativa genealógica de construção de comunidades; em algum nível, todas essas narrativas têm circulação de pertencimentos;
- Resposta: com esta fala, professora Maria Cristina relembra questão do livro dos mortos do Apocalipse – livro é lugar de associação e laço, pois todos os que serão salvos estão unidos na obra;
- Professora Dra. Maria Filomena (Unifesp):
- Insiste em aspecto pontuado por Renato, uma vez que é interessante como através da fala da professora Maria Cristina ficava claro que circulação não significa atomização; na verdade, existem dois movimentos: circulação que se constrói por laços mas que também reforça laços; apresentação demonstra como é necessário que autores compartilhassem uma ”comunidade de sentido” para que obras fossem tão influentes e tão reproduzidas;
- Resposta: repetição com pequenas variações reforça senso de comunidade, uma vez que sentido mais amplo se mantém dentro desta “comunidade de sentido”;
- Professor Marcelo Cândido:
- Estamos diante da construção de comunidades, demonstrando como sem dúvida é possível falar de conexão antes da globalização;
- Professora Maria Cristina:
- Proposta norteadora do Temático (qual a conexão entre circulação e relações sociais?) auxiliou com a superação de certo impasse na pesquisa;
- Professor Marcelo Cândido:
- Em torno de preocupações e problemas comuns, podemos abandonar a atomização e auxiliar nos impasses em níveis individuais;
- Fim da pauta (15h55).
Documentos:
Pauta:
- Professor Dr. Marcelo Cândido da Silva (USP) introduz a reunião:
- Aponta que apresentação inicial, de cerca de 30 minutos, será focada na análise documental;
- Prof MCDS procurará analisar quatro casos de fome a partir de 6 fontes;
- Primeiro caso: Gregório de Tours e Sidônio Apolinário e a “Fames Magna” da Burgúndia;
- Auxílio aos pobres famintos é considerado como fato opcional, que advém das virtudes pessoais;
- Segundo caso: Fome de Edessa (Síria) entre 500 e 502, a partir da Crônica de pseudo-josué, o Stilita;
- Terceiro caso: “Fame Graves” em Roma, 604 e 605;
- O bispo de Roma, sucessor de Gregório Magno, ao invés de distribuir recursos para famintos, os vende;
- Algumas décadas depois desse relato, o papa aparece como responsável por algo terrível;
- Venda de cereais em tempos de fome não é o que se ipva do papa;
- Angelo de Ravena e a fome de Roma de 604 e 605
- Quarto caso: Al-Tabari e a fome de 639
- No mesmo capítulo que descreve a peste, descreve a fome e a seca em Medina; fim do problema somente após ritual público pela chuva
- Conclusão:
- Na maior parte desses relatos, a fome e a peste não são o centro das atenções;
- A peste e a fome servem para mostrar o valor dos indivíduos e a intervenção divina no plano terrestre;
- Esses relatos não são apenas descrições da fome e da peste, o que dificulta na análise da veracidade e as causas dos eventos;
- Boa parte da historiografia busca nesses relatos a causa concreta das crises, deixando de lado a dimensão retórica;
- Os relatos de crise são respostas narrativas à mesma, buscando convencer os leitores dos meios humanos de combatê-la;
- Primeiro caso: Gregório de Tours e Sidônio Apolinário e a “Fames Magna” da Burgúndia;
- Fim da exposição;
- Professor Dr. Renato da Silva (UFF):
- Aponta a possibilidade de melhor aproveitar a metodologia da história comparada no seio do Projeto Temático;
- Chama a atenção na exposição como são resilientes as relações de autoridade pública e os interesses de propriedade; Seriam uma conservação da tradição romana?
- MCDS: a História Conectada e comparada estão na verdade muito próximas; não há evidências de que os autores expostos estão conectados entre si, mas é interessante notar como diferentes tradições literárias permitem-nos analisar fatores próximos;
- Professora Dr. Maria Cristina Pereira (USP):
- Um dos autores analisados (Pseudo-josé stilita) aponta que crises não aconteceram por proximidade do fim dos tempos, mas sim para doutrinação; como compreender essa afirmação no interior de sua pesquisa?
- MCDS: Fonte monástica e provavelmente mais pessimista entre elas; a obra foi encomendada para reforço da autoridade eclesiástica, buscando uma alteração do comportamento da comunidade;
- Professora Dr. Filomena Coelho (
- Pergunta se nas fontes árabes as crises são apresentadas na mesma lógica das fontes cristãs;
- MCDS: Não possui proximidade com fontes árabes, mas seleciona Al-Tabari pela convergência em pontos fundamentais com demais fontes mediterrânicas e, em especial, europeias; suspeita da existências de uma “comunidade de crise” na bacia do Mediterrâneo;
- Professor Dr. Fabiano Fernandes (Unifesp):
- Aponta paralelismo dos textos com textos apocalípticos;
- MCDS: Discurso apocalíptico certamente possui papel semelhante; textos são respostas sociais à crise muito mais do que uma narração imparcial;
- José Francisco Fonseca (Doutorando-USP):
- Na dimensão prática, como proceder com este tipo de análise em um trabalho coletivo como o temático?
- MCDS: minha contribuição para o grupo com essa exposição é sem dúvida metodológica; como podemos analisar as crises na bacia do mediterrâneo a partir da metodologia comparada?
- Prof. Dr Júlio César Magalhães (USP):
- Você insistiu na ideia de “comunidade de fome”. no entanto, será que as comunidades estão de fato lidando com a crise da mesma forma? como explicar, por exemplo, o silêncio das fontes com relação à insatisfação popular após as descrições de Roma?
- MCDS: me parece que há uma questão que transparece tanto no liber pontificalis ravenallis; questão sem dúvidas merece uma pesquisa mais aprofundada;
- Necessário levar em consideração a própria tipografia das fontes.
Pauta:
- Professor Dr. Marcelo Cândido da Silva (USP) introduz a reunião;
- Professora Dra. Ana Paula Megiani (USP):
- Informa que edital da FAPESP concedeu 6 novas bolsas de Iniciação Científica ao Projeto Temático;
- Salienta que texto lido pelo professor Marcelo Cândido na introdução deve ser lido, sobretudo, pelos novos ingressantes do Projeto;
- Professor Marcelo Cândido:
- Salienta que bolsas representam responsabilidade muito grande; bolsistas devem engajar-se e estar presentes nas reuniões do Projeto; A ausência contínua e não justificada nas reuniões poderá resultar no cancelamento das bolsas;
- Destaca também que alunos devem empenhar-se não apenas em sua pesquisa, mas no trabalho coletivo;
- Apresentação de texto que segue em arquivo anexo, a respeito da “questão indutora”.
- Professora Ana Paula Megiani:
- Aponta que, em breve, a sala de reuniões passará por reforma a partir da reserva técnica do Projeto Temático;
- Professora Dra. Néri de Barros Almeida (UNICAMP):
- Questiona a ideia de “sociedade petrificada” citada pelo professor Marcelo Cândido; aponta que sociedade moderna é marcada pela velocidade; em algum momento, membros do Projeto deverão discutir a ideia de modernidade empregada no seio do Projeto;
- Tendo em vista o monitoramento de presença nas reuniões, destaca que alunos de IC da Unicamp terão dificuldades de participar, uma vez que o curso de história na universidade é integral;
- Sugere a produção de um jornal de atividades para manter os membros, sobretudo os de fora de São Paulo, atualizados sobre as atividades e discussões;
- Professor Marcelo Cândido:
- Esclarece a referência ao conceito de sociedade petrificada; faz referência a como nacionalismo do século XIX tentou produzir uma noção de uma sociedade na qual não há espaço para mudanças;
- Esforço será feito para ocorrer ao menos uma reunião presencial por semestre; este semestre, provavelmente ocorrerá em junho;
- Destaca mais uma vez a possibilidade de participação dos membros em reuniões de diferentes eixos, tendo em vista a integração;
- Está sendo organizando um grande convênio entre a USP e a universidade de Lyon para favorecer a mobilidade internacional de alunos de IC e Mestrado; no entanto, alunos de outros estados também poderão ser beneficiados com a mobilidade internacional, mas destaca que, para estes, a dificuldade é a obtenção de bolsas de mobilidade para a IC e para o Mestrado;
- Fim da pauta (16h00).