O uso mais conhecido do ultrassom é para realização de exames, técnica denominada ultrassonografia diagnóstica.
Nesse tipo de exame, utiliza-se o aparelho de ultrassom, a partir dele são enviadas ondas sonoras ao corpo as quais são refletidas e, então, captadas, resultando em imagens internas do corpo imediatamente. Como é ilustrado na imagem abaixo:
O ultrassom diagnóstico é utilizado em exames de imagem abdominal, obstetrícia e ginecologia, cardiologia, entre outros, e possui a vantagem de não ser invasivo.
Já o ultrassom terapêutico utiliza ondas sonoras — que podem ser contínuas para efeitos térmicos e pulsadas para efeitos não térmicos — para tratar condições médicas a partir da emissão de ondas sonoras direcionadas, trazendo ao organismo benefícios curativos. A partir de seu tratamento pode-se reduzir a dor, aumentar fluxo sanguíneo, promover a cicatrização de tecidos. Exemplos de seu uso são no tratamento de cálculos renais e na oncologia. É essencial que sua aplicação seja feita por profissionais treinados para evitar queimaduras ou danos a tecidos.
Na estética, utiliza-se da variação da frequência (menor) e intensidade (maior) das ondas para um fim específico, como queima de gordura e remodelação corporal não invasiva. Seu uso abrange tratamento de celulite e gordura localizada à melhora da textura da pele, tonificação muscular, drenagem e estímulo de colágeno.
No fim, a técnica é a mesma para todos os usos da ultrassonografia, mas cada fim exige um manejo diferente, com alteração de frequência, intensidade e seu regime de emissão (contínua ou pulsada).
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