O projeto de pesquisa “Co-planejamento para justiça climática no município de São Vicente: desenvolvimento de ferramentas para tomada de decisão baseada no território com evidências científicas e comunitárias” ou, no seu nome abreviado, CoopClima, envolve a universidade, gestão pública e comunidade, com o objetivo de cocriar um sistema de ferramentas para as cidades desenharem políticas públicas centradas na justiça climática.
O CoopClima está sendo realizado em parceria com a Prefeitura de São Vicente, município que apresenta um expressivo percentual de habitantes em situação de vulnerabilidade socioambiental e que, historicamente, registra os maiores eventos de precipitação da Baixada Santista. Através de um processo coletivo de produção do conhecimento, essa parceria desenvolve atividades de letramento climático e de divulgação científica, articulando experiências e saberes comunitários, com ações de gestão pública e acadêmica.
O projeto é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e conta com a colaboração de uma ampla rede de universidades nacionais (Unifesp, Unesp, Unicamp, UniSantos e Unisanta) e internacionais: University of Victoria (CAN); University of Surrey (UK); University of Birmingham (UK); Universidade de Lisboa (PT), e Universidade Nova de Lisboa (PT), preservando o protagonismo da comunidade local.
O Manifesto CoopClima revela nossas crenças, valores e mais profundas intenções sobre participação das comunidades vulnerabilizadas no planejamento para Justiça Climática e construção da política pública do clima. Para nós, atravessar a ponte e dialogar com as pessoas nos locais onde elas vivem, é garantia de um encontro genuíno, a partir da realidade. Nosso manifesto foi cocriado com o Olhar Marginal, coletivo periférico de Artes Visuais da Baixada Santista. Queremos que ele seja ecoado e ouvido em todos os cantos da cidade!
Veja quais os principais produtos e iniciativas realizados pelo Projeto:
Ao longo do segundo semestre de 2025, o CoopClima realizou 12 Oficinas Participativas de Avaliação de Risco Socioclimático (OPAs) em diferentes comunidades de seis áreas geográficas de São Vicente.
Esses encontros constituíram espaços abertos para o diálogo sobre os riscos socioclimáticos na Cidade e a reflexão conjunta sobre soluções voltadas à justiça climática. Neles, os moradores relataram suas experiências com base nos impactos dos eventos climáticos em seu cotidiano, culminando em um mapeamento participativo dessas graves ameaças, retratado no volume I do Atlas.

Ao longo do segundo semestre de 2025, o CoopClima realizou 12 Oficinas Participativas de Avaliação de Risco Socioclimático (OPAs) em diferentes comunidades de seis áreas geográficas de São Vicente. Esses encontros constituíram espaços abertos para o diálogo sobre os riscos socioclimáticos na Cidade e a reflexão conjunta sobre soluções voltadas à justiça climática. Neles, os moradores relataram suas experiências com base nos impactos dos eventos climáticos em seu cotidiano, culminando em um mapeamento participativo dessas graves ameaças, retratado no volume I do Atlas.

O primeiro volume do Atlas da Justiça Climática de São Vicente é um dos produtos que ganha destaque em 2026, terceiro ano de execução do CoopClima, e reúne os resultados do mapeamento realizado durante as Oficinas Participativas de Avaliação de Risco Socioclimático (OPAs), apresentando as populações e territórios mais vulneráveis às mudanças climáticas do município. Seu lançamento será realizado de forma aberta e pública, ampliando a divulgação desse trabalho.

O primeiro ano de execução do CoopClima apresentou como um de seus principais resultados a realização do I Fórum CoopClima. O evento foi promovido nos dias 26, 27 e 28 de junho de 2024 no Campus Litoral Paulista do Instituto de Biociências da Unesp e no Espaço Multicultural, em São Vicente, reunindo pesquisadores, gestores municipais e líderes comunitários. A mesa de abertura teve como tema: “Por uma cooperação climática” e os dias seguintes apresentaram discussões sobre a relação entre instituições e justiça climática, diálogos entre municípios, estados e União, pela Justiça Climática e a importância dos Conselhos Municipais. A programação do evento também contou com workshops e saídas de campo.
Fórum Acadêmico CoopClima – Mesa de Abertura: https://youtu.be/O7eRMem44U4
Fórum CoopClima Mesa 1 – https://youtu.be/RKPtV1CYN20
Fórum CoopClima Mesa 2 – Instituições e Justiça Climática: https://youtu.be/RV6WJqPTBxY
Fórum CoopClima Mesa 3 – Lideranças em Foco: https://youtu.be/daKNz07YEQA
Fórum CoopClima Mesa 4 – Diálogos Interfederativos: https://youtu.be/viNrdl_BJok

Publicado em junho de 2026 o livro “Por uma cooperação climática: desafios e oportunidades” é resultado do I Fórum CoopClima, realizado em 2024, e reúne contribuições de pesquisadores e pesquisadoras, bem como de autoridades da gestão pública nos níveis municipal, estadual e federal, além de artigos de representantes da sociedade civil.
“Da Margem para o Centro”, feito em co-criação com o coletivo “Olhar Marginal” é uma obra que dá voz aos moradores de São Vicente, principalmente, nas periferias. Com destaque para as vivências e experiências de gerações de vicentinas e vicentinos, mostra a importância da memória coletiva e da preservação da natureza em meio aos desafios do dia a dia.

Realizado em março de 2026, o Festival OPA – Das Margens para o Centro reuniu resultados de um mapeamento participativo sobre os impactos das mudanças climáticas em São Vicente. O festival apresentou, por meio de exposições, fotografias, relatos e produções comunitárias, os resultados de 12 oficinas realizadas com moradores do município em 2025, fortalecendo o diálogo entre conhecimento científico e saberes do território.

A exposição “Linha do Clima” uniu ciência e saberes populares para representar as transformações climáticas de São Vicente. A instalação reuniu 30 peças de crochê, produzidas por 30 artesãs do município. Cada peça correspondeu a um ano, enquanto cada linha representou um dia, formando um registro visual das mudanças observadas na cidade ao longo das últimas três décadas.

Professora Associada da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP) e coordenadora do projeto CoopClima – Co-planejamento para Justiça Climática. Atua no Bacharelado em Gestão de Políticas Públicas e nos programas de pós-graduação em Ciência Ambiental e Sustentabilidade da USP. É doutora em Ciências Ambientais pela USP e em Administração pela FGV. Foi presidente da ANPPAS e da Comissão de Pesquisa da EACH-USP.

Doutoranda em Ciência Ambiental, do Instituto de Energia e Ambiente, da USP. Mestra em Sustentabilidade e Gestora Ambiental pela EACH-USP.

Doutora em Energia (UFABC) e mestre em Energia (IEE/USP). Engenheira Florestal e Gestora Ambiental (USP), com experiência em mudanças do clima, gestão de resíduos e bioenergia.

Mestre em Ciência Ambiental pelo Programa de Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente - Universidade de São Paulo (USP) e bacharela em Gestão Ambiental pela Escola de Artes Ciências e Humanidades - USP.

Pós-doutora em Saúde Ambiental pela USP e pela University of Victoria (UVic), no Canadá. Doutora em Planejamento Ambiental pela UFRJ, mestra em Sensoriamento Remoto pelo INPE e graduada em Geologia pela Unesp. É professora colaboradora adjunta na UVic e fundadora do hub Comunidades Vivas – Mapeamento Participativo.

Licenciado em Ciências Biológicas (UNIP), estuda Gestão de Políticas Públicas (USP). Estagiário em Adaptação Climática (FGVces) e conselheiro no CADES Itaquera.

Doutora em Geologia Ambiental (UFOP), Mestre em Ecologia de Biomas Tropicais, pesquisadora em mudanças climáticas e vulnerabilidade socioambiental (USP/FAPESP).

Mestrando em Ciência Ambiental pelo Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental da Universidade de São Paulo (IEE/USP). Graduado em Gestão Ambiental pela Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP.

Mestre em Políticas Públicas pelo Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC (UFABC). Bacharela em Ciência e Tecnologia e em Engenharia Ambiental e Urbana pela UFABC.

Doutora em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Sustentabilidade da EACH/USP. Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Ambiental (Procam) do Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE/USP). Advogada graduada pela Faculdade de Direito da USP.

Bacharel em Jornalismo pela Universidade Católica de Santos (Unisantos) e licenciada em Letras pela Universidade Metropolitana de Santos (Unimes). Pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero. Pesquisadora de jornalismo científico (FAPESP).
O CoopClima tem dois eixos principais: o letramento climático e a divulgação científica. O primeiro desenvolveu um projeto realizado em parceria com a Prefeitura de São Vicente em três unidades educacionais situadas em área de vulnerabilidade na Vila Margarida. Essa iniciativa foi reconhecida em abril de 2025 pelo 3º Prêmio ESG do Grupo A Tribuna, maior conglomerado de comunicação do Litoral Paulista e Vale do Ribeira, sediado em Santos (SP). A homenagem dá visibilidade a iniciativas com ações nas áreas de governança, social e meio ambiente. O projeto do Coopclima foi finalista na categoria Governança.
No dia 4 de dezembro de 2025, o projeto CoopClima foi contemplado com o primeiro lugar do Prêmio Impacto Social, concedido pela Universidade de São Paulo (USP). A homenagem reconheceu as ações de letramento climático realizadas no primeiro ano do projeto (2024) junto a servidores municipais da Prefeitura de São Vicente, quando pesquisadores do CoopClima ministraram cursos com o objetivo de posicionar a justiça climática de forma transversal na prática da gestão municipal. Esse foi o Segundo prêmio recebido pelo Projeto, também reconhecido pelo Prêmio ESG do Grupo A Tribuna.
As Oficinas Participativas de Avaliação das Ameaças Socioclimáticas (OPAs!), desenvolvidas pelo projeto CoopClima da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH-USP), foram premiadas na categoria Práticas Inspiradoras da 9ª edição da Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir: Cidades Sem Risco. O reconhecimento, concedido pelo Ministério das Cidades e pelo Cemaden Educação, destaca iniciativas voltadas à educação climática, prevenção de desastres e redução de riscos.
Diferentes pesquisas foram realizadas durante o projeto:
Estratégias de divulgação científica do kit “Detetive Climático” – Julia Silva e orientação da Profª Drª. Sylmara Dias.Estratégias de divulgação científica do kit “Detetive Climático” – Julia Silva e orientação da Profª Drª. Sylmara Dias.
Revisão dos planos de ação climática existentes no Brasil, com análise de instrumentos de participação social e contribuição para o levantamento dos arranjos institucionais para governança climática – Luis Guilherme Ferreira Pires e orientação da Profª Drª. Sylmara Dias.
Justiça climática e gestão de resíduos orgânicos no município de São Vicente – Amanda Cseh (doutoranda) e orientação da Profª Drª Sylmara Dias.
Estudo de caso da Região Metropolitana da Baixada Santista sobre adaptação e justiça climática nas políticas públicas – Gabriel Pires de Araújo com doutorado sanduíche na University of Surrey (Department of Sociology – Institute for Sustainability), sob supervisão do Dr. Thomas Roberts.
GONÇALVES-DIAS, S. L. F.; PEREIRA, L. R.; RODRIGUES, L. S.; TEIXEIRA, R. L. P. Climate justice in local urban policies: a case study of the São Vicente city, São Paulo- Brazil. Redes (St.Cruz Sul,Online), v. 29, p. 1-25, 2024. DOI: https://doi.org/10.17058/redes.v29i1.19657. Acesso em 28 mai. 2026.
LANZA TRIPOLI, M.; GONÇALVES-DIAS, S. Justiça climática, como e onde é estudada: revisão sistemática de uma década. Desenvolvimento e Meio Ambiente, Curitiba, v. 66, p. 337–366, 2025. DOI: 10.5380/dma.v66i.94825. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/made/article/view/94825/76160. Acesso em 30 mai. 2026.
DIAS, S. L. F. G. Climate Crises in Brazil: the contribution of education for Climate Justice. In: Climate U Network Conference, 2024, Nairobi. Disponível em: https://greeneducationhub.ku.ac.ke/climate-u-network-conference-day-3-theme-higher-education-and-climate-crisis/. PÁGINA NÃO ENCONTRADA em 30 mai. 2026.
TEIXEIRA, R.; ARAÚJO, G. P.; ANDRADE, F. de; DUNDER, B.; DIAS, S. L. F. G. Construção de indicadores para a operacionalização da justiça climática: uma análise bibliométrica. In: ANAIS DO EVENTO SRA-LA 2025. Curitiba, PR: [s.n.], 2025. p. 109–124. Disponível em:
https://www.ceped.pr.gov.br/sites/ceped/arquivos_restritos/files/documento/2025-08/anais_do_evento_sra-la_2025_v7.pdf. Acesso em 30 mai. 2026.
DIAS, S. L. F. G. A discussion on Urban Political Ecology: Exchanging research experiences between Brazil and the UK. In: Screening of film and discussion of participatory research in action, 2024, Manchester.
DIAS, S. L. F. G.; CRAVEIRO, G. “Territory-based decision making with scientific and community evidence: sharing experiences from the Global South”. Urban Big Data Centre, University of Glasgow, Glasgow, 15th oct, UK, 2024.
DUNDER, B.; PIRES, L. G. F.; ARAUJO, G. P.; DIAS, S. F. G. D. Mobilizações e desmobilizações da participação no Brasil: as idas e vindas da participação social na política ambiental brasileira. In: ENCONTRO INTERNACIONAL PARTICIPAÇÃO, DEMOCRACIA E POLÍTICAS PÚBLICAS (PDPP 2025), 2025, Brasília, DF. Disponível em: https://www.pdpp2025.sinteseeventos.com.br/anais/trabalhos/lista?simposio=20. Acesso em 30 mai. 2026.
ARAUJO, G. P.; DUNDER, B. D. Políticas públicas para mudanças climáticas: a importância de uma abordagem interdisciplinar. In: 48º ENCONTRO ANUAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM CIÊNCIAS SOCIAIS, 2024, Campinas. Anais […]. Campinas: ANPOCS, 2024. Disponível em: https://www.encontro2024.anpocs.org.br/atividade/view?q=eyJwYXJhbXMiOiJ7XCJJRF9BVElWSURBREVcIjpcIjIwN1wifSIsImgiOiIwNzYwZmVmZjg4OTRkZWU0NjM5NGQxNzYxOWU4ZDA5YSJ9&ID_ATIVIDADE=207. Acesso em 28 mai. 2026.
ARAÚJO, G. P.; TORRES, P. H.; GONÇALVES-DIAS, S. Capacidade institucional de um município costeiro para a adaptação às mudanças climáticas: estudo de caso em São Vicente, São Paulo. In: II SEMINÁRIO DISCENTE DO PPG EM POLÍTICAS PÚBLICAS (UFRGS) – Capacidades estatais municipais em contexto de crise climática, 2024, Porto Alegre. Anais […]. Porto Alegre: UFRGS, 2024.
DEVELEY, L.; CSEH, A.; TEIXEIRA, R. L. P. Mudanças e justiças climáticas no contexto escolar: conhecimentos, interesses, oportunidades e desafios em escolas municipais de São Vicente/SP-Brasil. In: V SICAM – Simpósio Interdisciplinar de Ciência Ambiental, 2024. Anais […]. São Paulo: USP, 2024.
DUNDER, B.; TAVARES, J. C.; MELO, E. V. Aplicação de ferramentas SIG à luz da justiça climática: o caso de São Vicente-SP pelo inventário multiescalar para ação climática. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM AMBIENTE E SOCIEDADE (ENANPPAS), 12., 2025, São Paulo, SP.
PIRES, L. G. F.; DIAS, S. F. G. D. Participação social nas políticas climáticas urbanas: protocolo para mapeamento sistemático. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM AMBIENTE E SOCIEDADE (ENANPPAS), 12., 2025, São Paulo, SP.
ARAÚJO, G. P.; MODESTO, M. Agenda da justiça climática em São Vicente: desafios na gestão local. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM AMBIENTE E SOCIEDADE (ENANPPAS), 12., 2025, São Paulo, SP.
VALLE, J. Mudanças climáticas e PNEA: estratégias pedagógicas no município de São Vicente-SP. In: ENCONTRO NACIONAL DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA EM AMBIENTE E SOCIEDADE (ENANPPAS), 12., 2025, São Paulo, SP.
COOPCLIMA. Caderno do Articulador Territorial: Oficinas Participativas de Avaliação (OPA!). São Vicente, 2025. Projeto “Co-planejamento para justiça climática no município de São Vicente”. Financiamento FAPESP (Processo nº 2023/10280-2).
COOPCLIMA. Cartilha Letramento Climático. São Vicente, 2025. Projeto “Co-planejamento para justiça climática no município de São Vicente”. Financiamento FAPESP (Processo nº 2023/10280-2).

Especialista analisa avanço do mar e ocupação da orla na região. Telejornal JT 1ª Edição, TV Tribuna. 20 abr. 2026. Disponível em: https://globoplay.globo.com/v/14542225/. Acesso em 04 jun. 2026.

Exposição em São Vicente usa crochê para mostrar o aquecimento da cidade. Diário do Litoral. 15 abr. 2026. Disponível em: https://www.diariodolitoral.com.br/sao-vicente/a-arte-que-le-o-tempo-exposicao-em-sao-vicente-usa-croche-para/. Acesso em 04 jun. 2026.

Estudo vê riscos climáticos em SV. Jornal A Tribuna (versão impressa e digital), 20 mar. 2026.

O CoopClima, Co-planejamento para Justiça Climática em São Vicente é um projeto esboçado em 2023 e que se iniciou em 2024...

Para aquele que quer unir ciência à educação, o projeto Coop Clima, que aborda a justiça climática e discute o combate às desigualdades ...

Durante uma palestra realizada no Instituto do Mar, campus Baixada Santista da Unifesp, os participantes do Projeto Coop Clima...

O Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (IB-Unesp) em São Vicente no litoral paulista, receberá o Fórum Coop Clima...
![São Vicente apresenta projeto de justiça climática na São Paulo Climate Week 2026 {"prompt":"São Vicente, climate justice project, São Paulo Climate Week","originalPrompt":"São Vicente, climate justice project, São Paulo Climate Week","seed":42,"model":"flux","safe":false,"quality":"medium","image":[],"transparent":false,"reasoning":"balanced","audio":true,"width":1024,"height":1024,"dimensionsExplicit":false,"has_nsfw_concept":false,"concept":null,"trackingData":{"actualModel":"flux","usage":{"completionImageTokens":1,"totalTokenCount":1}}}](https://sites.usp.br/noss/wp-content/uploads/sites/1527/elementor/thumbs/Sao-Vicente-apresenta-projeto-de-justica-climatica-na-Sao-Paulo-Climate-Week-2026-rsj25ymxhadvlj4odfeqipwxj4hvbnt8zwfnwz15p0.jpg)
A Justiça Climática refere-se à ideia de que as políticas e ações contra os efeitos das mudanças climáticas devem ser justas e...

Oficina teve como objetivo desenvolver, a partir de metodologias participativas, estratégias eficazes referentes ao tema...