Racismos e Fundamentalismos na Era da Iconomia: Frantz Fanon e a Crítica das Imagens nas Tecnologias Digitais
Ementa e programa atualizado
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Título da disciplina:
Racismos e Fundamentalismos na Era da Iconomia: Frantz Fanon e a Crítica das Imagens nas Tecnologias Digitais
Título em inglês:
Racism and Fundamentalisms in the Age of Iconomics: Frantz Fanon and the Critique of Images in Digital Technologies
Docentes responsáveis:
Prof. Dr. Gilson Schwartz (PPGHDL-FFLCH e CTR-ECA, USP)
Priscilla Fenics (Museu das Favelas)
Nelson Crisóstomo (Galeria Preta)
Docentes convidados:
Especialistas em estudos étnico-raciais, filosofia, comunicações, economia política, cultura digital e arte contemporânea.
1. Ementa
A disciplina analisa as relações entre racismo estrutural, fundamentalismos políticos e religiosos e as transformações contemporâneas da cultura digital e da economia política das imagens — aqui compreendida como iconomia. O curso articula filosofia social, estudos culturais, geografia crítica, teoria decolonial e estudos de mídia para compreender como plataformas digitais, inteligência artificial e ecossistemas de imagens transformam as formas de produção de identidades, conflitos simbólicos e mobilização política.
O curso examina também experiências culturais afro diaspóricas, indígenas e periféricas como epistemologias alternativas e práticas de resistência, incluindo arte, literatura, religião e cultura digital.
A disciplina investiga as interseções entre racismo, colonialismo, fundamentalismo e tecnologias digitais audiovisuais, tomando o pensamento de Frantz Fanon, que articula corpo, olhar e descolonização do ser, como eixo crítico para compreender a imagem e a tecnologia como campos de conflitos de ordem étnico racial, política e filosófica (dimensões ética, estética, ontológica e epistemológica).
Na era da iconomia (economia política das imagens técnicas), as formas de racismo e fundamentalismos de toda ordem (étnico-raciais, religiosos, políticos, ideológicos e também científicos) assumem dimensões algorítmicas, ocupam inéditos espaços midiáticos e redefinem os horizontes temporais da identidade, da inteligência e da socialização.
As mídias digitais carregam implicações tanto em termos de renovadas violências simbólicas quanto em suas potenciais inspirações para estratégias e políticas emancipatórias de resistência, re-existência, resiliência e reconfiguração de identidades, inclusões e inteligências.
A partir de uma abordagem transdisciplinar, a disciplina articula a prática curatorial e cultural como campo fértil das reverberações e atualizações do pensamento de Frantz Fanon, celebrando os 100 anos de seu nascimento. A exposição Imaginação Radical: 100 anos de Frantz Fanon, do Museu das Favelas, é mobilizada como objeto-laboratório e dispositivo pedagógico e epistemológico, ampliando o diálogo entre teoria crítica, observação empírica, curadoria artística e cultural alinhadas a pesquisa e produção acadêmica. Articula-se também a produção literária de autoras e autores contemporâneos, influenciados direta ou indiretamente por Fanon, bem como a experimentação com tecnologias digitais que definem novas configurações de ícones audiovisuais e identitários, radicalizando as tensões entre colonialismo e emancipação em narrativas racistas e fundamentalistas.
Fanon é mobilizado não apenas como autor, mas como ativista que legou um horizonte vivo, a iluminar as dinâmicas contemporâneas de racialização, visibilidade e poder, geração de renda e participação nas redes enquanto dispositivos para imaginar e realizar futuros.
A disciplina combina seminários teóricos, reflexões e experimentação na criação de plataformas digitais, atividades práticas como vivências e desenvolvimento de projetos críticos e redes atuando como multiplataformas abertas, com ênfase na descolonização do olhar, dos espaços e tempos da tecnologia e dos desafios à imaginação numa nova esfera pública local e global na era da iconomia.
Exposição Imaginação Radical: 100 anos de Frantz Fanon, Museu das Favelas, 2025. Foto: @desoslaio
2. Objetivos
Objetivo geral
Investigar criticamente como racismo e fundamentalismos se transformam na era das plataformas digitais, das imagens algorítmicas e da economia da atenção.
Objetivos específicos
- compreender teorias do racismo estrutural e da colonialidade
- analisar relações entre tecnologia, imagem e poder
- estudar fundamentalismos religiosos e políticos no contexto contemporâneo
- discutir racismo algorítmico e cultura digital
- explorar práticas culturais afro-diaspóricas e indígenas como formas de resistência
- desenvolver projetos interdisciplinares de pesquisa-ação.
Exposição Imaginação Radical: 100 anos de Frantz Fanon, Museu das Favelas, 2025. Foto: @desoslaio
PROGRAMA
| Módulo 1: Introdução ao pensamento de Frantz Fanon e de autores relevantes para a crítica antirracista e decolonial | ||
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09/03 |
Aula Magna | |
| 16/03 19h às 23h |
Sujeito, Identidade e Individualismo na Crise do Pensamento Eurocêntrico (1914-1945) |
Convidado: |
| Corpo, Imagem e Mercado na Iconomia da Moda |
Convidada: |
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| 23/03 19h às 23h |
Racismo Estrutural: o negro como imagem e o espectro branco na cultura contemporânea | Priscilla Fenics (Mestre em Ciências Sociais – USP / Museu das Favelas) |
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30/03 |
Afronautas, Quilombos e Ecomuseus em terras de preto |
Nelson Crisóstomo (Galeria Preta) |
| Módulo 2: Tecnologias e a Era do Espetáculo Digital | ||
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06/04 |
A Mulher Preta Digital: Raça e Algoritmo nas Redes Sociais |
Convidada: Kassia Oliveira da Silva (Mestranda, PPGHDL-FFLCH-USP) |
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UAIFAI Quilombola: Referências Teóricas e Propostas de Pesquisa-Ação |
Gilson Schwartz (USP) |
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13/04 |
Frantz Fanon: Vida e Obra |
Priscilla Fenics (Mestre em Ciências Sociais – USP / Museu das Favelas) |
| Radicalização da Imaginação: uma abordagem da exposição Imaginação Radical: 100 anos de Frantz Fanon |
Convidada: Danielle Almeida (Museu das Favelas, Mestre em Ciências da Educação pela Universidade de Monterrey (Udem), no México; especializada em História da África e dos Afro-Brasileiros pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG) |
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20/04 – Sem aula em função do feriado (Tiradentes) |
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Módulo 3: Racismo e Fundamentalismo na Produção de Imagens Digitais |
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27/04 |
Isto não é um negro: Exclusão Algorítmica na sociedade das coisas |
Convidados: Maria Ribeiro (doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e pesquisadora no Diversitas – PPGHDL – FFLCH – USP) Kleber Salomão (coordenador do grupo de estudos Frantz Fanon) |
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A Revanche da Epistemologia da Ignorância |
Convidado: Tarcízio Silva (Doutor em Ciências Humanas e Sociais (UFABC), Mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas (UFBA), especialista em Direito Internacional e Direitos Humanos (PUC-MG) e alumni Mozilla Foundation. Autor do livro “Racismo Algorítmico: inteligência artificial e discriminação nas redes digitais”). |
| Módulo 4: A Emergência da Iconomia e seus Impactos Sociais | ||
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04/05 |
Do Racismo Algorítmico na Sociedade do Espetáculo à Lógica do Reconhecimento na Iconomia |
Gilson Schwartz (USP) |
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18/05 |
Eu quase IA acreditando: Imagem, Imaginação e Estereótipos na era da Inteligência Artificial |
Convidada: Taís Oliveira (relações-públicas, Mestra e doutoranda em Ciências Humanas e Sociais pela Universidade Federal do ABC (UFABC), fundadora e Diretora Executiva do Instituto Sumaúma) |
| Módulo 5: Resistência e Inovações Tecnológicas | ||
| Agendamento de visitas coletivas ao Museu das Favelas | ||
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25/05 |
A Imaginação Radical de Frantz Fanon: memória, arte e crítica ao racismo pela libertação |
Convidada: |
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01/06 |
Manifesto da Galeria Preta: “Não à colaboração periférica!” |
Projetos Associados ao Curso Jaqueline Fernandes (artista, curadora, gestora e produtora cultural – Insituto Afrolatinas): “Saúde Mental no Trabalho Cultural e Práticas Decoloniais” |
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Módulo 6: RADICALIZAÇÃO DA IMAGINAÇÃO |
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08/06 a 06/07 |
O papel e o tipo de plataformas permitem a criação de futuros plurais e sustentáveis As tecnologias e o futuro da democracia: dilemas entre liberdade de expressão, discurso de ódio e monetização do espetáculo na sociedade digital. O impacto da tecnologia na opinião pública e na construção do futuro político global. Como pensar os novos futuros a partir do pensamento de Fanon e dos autores da disciplina, processos de interação e ações concretas dos participantes. |
Gilson Schwartz, Priscilla Fenics, Nelson Crisóstomo e convidados. Convidado da sessão 08/06: Convidados da sessão 22/06: Leonardo J. Melo e Gean C (Projeto 2025) Convidada da sessão 29/06: |
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18 e 19 de junho – Encontro de Encerramento na USP |
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4. Metodologia
- Aulas teóricas, rodas de conversa e práticas/vivências: As aulas serão compostas por exposições teóricas e debates em grupo, além de análises de estudos de caso e discussões de artigos e filmes, a partir de uma lista de convidados entre pesquisadores, ativistas, gestores de organizações, lideranças e artistas assim como parcerias com organizações, coletivos e redes globais.
- Pesquisas e análise crítica: Os alunos desenvolverão pesquisas individuais sobre um tema específico relacionado ao curso, envolvendo análise de mídias, políticas públicas ou ações sociais no campo digital que contribuam para o Glossário e o Arquivo de Mídias e Projetos.
- Fóruns de discussão: Utilização da plataforma digital UAIFAI (Universos Abertos à Imaginação, à Fantasia e às Artes da Iconomia e “Quilombo Inteligente” no Instituto de Estudos Avançados da USP (metarede integrando programas de pós-graduação, disciplinas de graduação, organizações da sociedade civil, empresas e organizações governamentais, atores políticos institucionais e movimentos artísticos).
- aulas expositivas
- seminários temáticos
- debates baseados em leituras dirigidas
- análise de obras artísticas e audiovisuais
- visitas a museus e arquivos culturais
- elaboração de ensaio ou projeto de pesquisa.
Galeria Preta, 2026
5. Referências (Leituras e Obras em Teoria, Prática e Artes)
Racismo estrutural e colonialidade
- raça, modernidade e colonialismo
- crítica da razão racial
- racismo estrutural no Brasil
Autores
- Frantz Fanon
- Angela Davis
- Achille Mbembe
- Silvio Almeida
- Lélia Gonzalez
Iconomia: economia política das imagens
- economia libidinal, do déficit de atenção ao déficit de imaginação
- capitalismo de plataforma, vigilância e robotização
- economia política das imagens: modelos de negócios e regulação
- estética da inteligência artificial e horizontes da humanização na educação, na arte e na militância
Autores
- Vilém Flusser
- Bernard Stiegler
- Gilson Schwartz
Território, espaço e racismo urbano
- geografia crítica
- desigualdade urbana
- globalização e território
Autores
- Milton Santos
- Abdias do Nascimento
- Carolina de Jesus
Religião, intolerância e fundamentalismo
- racismo religioso
- antissemitismo, islamofobia, injúrias contra matrizes africanas
- cosmologias afro-brasileiras
- fundamentalismos contemporâneos e crise da democracia representativa
Autores
- Reginaldo Prandi
- Roger Bastide
- Antônio Bispo dos Santos (Nego Bispo)
Literatura, memória e experiência social
- testemunho e literatura periférica
- narrativa e experiência racial
Autores
- Carolina Maria de Jesus
- Conceição Evaristo
- Lísias Nogueira Galvão
Racismo digital e inteligência artificial
- algoritmos e discriminação
- plataformas digitais e radicalização
- cultura gamer e política
Arte contemporânea, memória e resistência
- estética afro-diaspórica
- arte política contemporânea
- museus e memória da escravidão
Filmografia
Racismo e colonialismo
- I Am Not Your Negro (Raoul Peck, 2016)
- 13th (Ava DuVernay, 2016)
Brasil e desigualdade
- AmarElo – É Tudo Pra Ontem (2020)
- Cidade de Deus (2002)
Cultura afro-diaspórica
- Black is King (Beyoncé, 2020)
Tecnologia e sociedade
- The Social Dilemma (2020)
- Coded Bias (2020)
- Indicações dos participantes (CINE UAIFAI Quilombola)
6. Avaliação (matrículas regulares ou especiais)
Participação em seminários, eventos, projetos — 30%
Apresentação oral — 10%
Trabalho final (ensaio ou projeto de pesquisa) — 60%
7. Exposições e obras de arte para análise
Arte afro-brasileira
- Abdias do Nascimento – pinturas e teatro experimental negro
- Rosana Paulino – Assentamento (2013)
- Jaime Lauriano – cartografias coloniais
Arte contemporânea global
- Kara Walker – A Subtlety
- Arthur Jafa – Love Is the Message, The Message Is Death
- BadsLab – Soil, Sign, Soul (parceria UAIFAI Quilombola, IEA-USP)
8. Museus e instituições culturais recomendados
- Museu das Favelas (São Paulo)
- Museu Afro Brasil (São Paulo)
- Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira – MUNCAB (Salvador)
- Instituto Inhotim (MG)
- Ecomuseu Nega Vilma (RJ)
Internacional
- National Museum of African American History and Culture (Washington)
- Zeitz MOCAA (Cidade do Cabo)
- Black Cultural Archives (Londres)
Coordenadores:
Gilson Schwartz, Professor Livre-Docente em Economia do Audiovisual (CTR-ECA-USP) e do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades (FFLCH-USP), Líder do grupo de pesquisa Iconomia, Presidente do Instituto de Iconomia e da Games for Change América Latina. Criou em 1999 o projeto “Cidade do Conhecimento”, selecionado em concurso público pelo Instituto de Estudos Avançados da USP. Foi Professor Visitante do King´s College (Inglaterra), Universidade de Warwick (Inglaterra), Universidade de Paris Panthéon-Assas (França), Universidade de Clérmont-Ferrand (França), do Institute of Developing Economies (Japão) e da Mediadesign Hochschule (Alemanha). Entre 1980 e 2007 foi colaborador e editorialista do jornal Folha de S.Paulo. Como economista, atuou no BankBoston, BNDES, CEF, Fundação SEADE e Conselho Regional de Economia de São Paulo. Foi Coordenador do Portal da Juventude na Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo. É Presidente da rede internacional “Games for Change” e do Instituto de Iconomia. Colaborador da Rádio USP com a coluna “Iconomia”.
Priscilla Fenics é Coordenadora de Comunicação do Museu das Favelas, rapper, formada em marketing, especialista em gestão cultural, comunicação institucional e estratégia digital, e Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades (FFLCH/USP). Trabalhou por nove anos na Coordenação-Executiva da Associação Centro Cultural São Paulo e atua na área da cultura há mais de 25 anos, atuando como líder e artista na cultura hip hop e militando em movimentos negros.
Desde a década de 1970, tem se dedicado à pintura de tecidos, utilizando materiais disponíveis localmente e seguindo os métodos das famílias da região. Na Galeria Preta tem exibido obras de arte de alta qualidade, autênticas e originais. Nelson é um artista não convencional cuja história de vida e métodos artísticos são moldados por suas memórias afetivas e identidade afrodescendente. Ele vagueia pelo mundo coletando materiais que alimentam seu repertório artístico, inspirando-se nas rotas e memórias afetivas. O ateliê do artista é um espaço simbólico complexo, semelhante a um Ilê de religião afro-diaspórica, onde suas produções em diversos meios ocorrem, incluindo têxteis, pinturas e performances. Nelson incorpora em sua arte as camadas ancestrais, utilizando pigmentos, barro e urucum para representar a presença da África.
Visite a página do Quilombo Inteligente na Universidade de São Paulo
Projeto-Piloto na origem do curso de pós-graduação, o “Quilombo Inteligente” realizou ao longo de 2024 e 2025 atividades voltadas à profissionalização de jovens residentes em quilombos, favelas e aldeias indígenas assim como em territórios socioambientalmente vulneráveis.
Patrocinado pela “Agence Universitaire de la Francophonie” (AUF) e com Apoio Institucional do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, o “Quilombo Inteligente” desdobra-se em 2026 num leque de atividades que vão além do curso de pós-graduação, envolvendo as disciplinas de graduação “Introdução à Iconomia” e “Produção de Games” no Departamento de Cinema, Rádio e TV da Escola de Comunicações e artes (também abertos para inscrição de ouvintes) e passa a integrar a plataforma UAIFAI – Universos de Acesso à Imaginação, à Fantasia e às Artes da Iconomia no Instituto de Estudos Avançados.
O projeto conta com o apoio da rede mundial “Games for Change”.
Participantes da disciplina de pós-graduação estão convidados a interagir com as outras esferas de criação, pesquisa e ação da UAIFAI Quilombola.


