Oficina “Talentos em pesquisa na graduação”

Já na graduação, os estudantes podem despertar o talento para a pesquisa científica. Todos os anos a Universidade de São Paulo oferece várias oportunidades de inserção nesse ambiente, aliando a permanência estudantil com o desenvolvimento profissional dos alunos.

A oficina “Talentos e pesquisa na graduação”, que fez parte de um ciclo de eventos destinados à comemoração do dia internacional da mulher, contou com a presença de Roseli de Deus Lopes, vice-diretora do IEA/USP, docente da POLI/USP e vice-coordenadora do Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas (CITI-USP) e, também, da Maria Vitória Bentley, pró-reitora adjunta da PRG/USP.

Um dos pontos altos da oficina foi a conscientização das estudantes de graduação da Universidade de São Paulo sobre os benefícios de participar de iniciação científica durante a formação acadêmica, enfatizando que mesmo que elas não tenham a intenção de ser cientistas, o fato de atuar em uma iniciação científica durante a graduação é importante para conhecer os métodos necessários para atingir o conhecimento científico e tecnológico. Entretanto, fazer parte de uma iniciação científica não é importante apenas para adquirir conhecimento sobre pesquisa acadêmica, afinal ela também serve para o desenvolvimento profissional direcionado às empresas. Algumas corporações contratam estudantes que fizeram iniciação científica, porque acreditam que estes estudantes são pessoas as quais geralmente sabem isolar problemas e, com isso, resolver ou atenuar conflitos da vida real, uma competência requisitada atualmente pelo mercado de trabalho. Para desenvolver o talento na pesquisa é essencial elaborar boas perguntas embasadas em leituras da área de interesse, visando adquirir autonomia sobre a coleta e/ou análise de dados. Desenvolver a postura de pesquisador significa aguçar os sentidos e a capacidade de observação da realidade, para pelo menos tentar responder os problemas que o cotidiano nos impõe como desafios. 

Confira abaixo: