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Matriz de Sonhar Social

 Um depoimento sobre a experiência

No dia 21 de maio se iniciaram as atividades do Matriz Sonhar Social, uma atividade de compartilhamento de sonhos e pensamentos aberta a participantes do projeto. Gostaríamos de trazer aqui o depoimento da psicóloga colaboradora do projeto Silvia Tomanari, que nos conta um pouco sobre como tem sido essas atividades semanais, das quais participa regularmente.

“Vi a matriz dos sonhos e não fazia ideia do que fosse. Dei uma olhada rápida na internet sobre o que era, essa coisa do sonho social… Fiquei curiosa. Pensei ‘vou ver como é’, fui mais por curiosidade mesmo e fiquei muito surpresa, positivamente. Você conta um sonho, a outra conta outro. Foi incrível ver como os sonhos têm uma ligação entre si. É muito interessante a gente entender que é quase como se tivesse esse insconsciente coletivo do Jung nos sonhos, que aparece. A gente fez as correlações, de acordo com nossas percepções, é claro. Mas faz muito sentido.

A gente entende o que está acontecendo no mundo e entende o mundo também a partir dos nossos sonhos, que pra mim é uma coisa muito nova. Eu achei muito bom, super recomendo. Foi uma experiência incrível, tem sido né, tanto é que eu tenho ido toda semana, porque também é um espaço de trocar experiências, aprender coisas novas… É uma troca e as pessoas que estão lá são todas muito abertas, muito receptivas. Um fala, outro associa com o outro, a gente vai associando com coisas da vida e é muito interessante.. Teve vezes que eu fui sem sonho também, isso é importante de colocar. A gente não precisa ter sonhos pra ir, a gente contribui as vezes com as associações que a gente faz, ou só observando, não precisa falar nada. É uma oportunidade incrível que muitos não estão usufruindo. Eu super recomendo fazer… Tem sido muito prazeroso, muito bom conhecer as pessoas que estão no grupo e as outras pessoas que estão coordenando, poder trocar sonhos de uma forma muito acolhedora, muito receptiva. Tem sido terapêutico, um espaço de crescimento, de reflexão, que eu acho que é muito importante e acho que eu vejo como mais uma ferramenta na caixinha, que eu levo pra minha vida, não só para minha profissão.”