
Presidente da COP30 Andre Correa do Lago posa para foto após plenária de encerramento da 30ª Conferência das Partes (COP30). Foto de Ueslei Marcelino/COP30
Havia uma grande expectativa em torno da COP30, realizada em Belém do Pará. Primeiramente, devido à urgência da questão climática, mas também pelo fato de o evento ser realizado no Brasil, que busca se posicionar como nação-líder nas discussões ambientais. Em artigo publicado no espaço do GovAmb no Nexo Jornal, os professores e pesquisadores Pedro Roberto Jacobi, Leila Vandrametto e Valeriana Augusto Broetto fazem um balanço dos principais encaminhamentos definidos na conferência. Segundo os autores, “os resultados limitados da COP30 mostram sinais de desgaste no modelo de decisão por consenso e indicam a necessidade de discutir mudanças no processo da UNFCCC”.
Para eles, o que se viu foram avanços tímidos que não indicam para ações imediatas, contrariando um acúmulo de evidências científicas amplamente difundidas a respeito da urgência de mudança de rota no modelo econômico capitalista pautado pelos combustíveis fósseis.

Marcele Oliveira, ativista climática e produtora cultural, participa do painel “Rumo a uma Ação Climática Centrada nas Pessoas: Reconhecendo o Papel de Mulheres e Meninas Afrodescendentes” durante a 30ª Conferência das Partes (COP30). Foto de Aline Massuca/COP30
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